Questões de Concurso Sobre emprego do infinitivo (infinitivo impessoal, infinitivo pessoal) em português

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Ano: 2024 Banca: FUNCERN Órgão: Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN Provas: FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Advogado | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Administrador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Fiscal de Tributos | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista de Controle Interno | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Contador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assistente Social | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Dentista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Educador Físico (Bacharel) | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Enfermeiro | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Engenheiro Civil | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Farmacêutico / Bioquímico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Fisioterapeuta | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico Psiquiatra | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Nutricionista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Pedagogo em Assistência Social | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Psicólogo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Turismólogo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico Veterinário | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Consultor Legislativo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Jornalista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Arquivista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assessor Jurídico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assessor Contábil | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador Interno Legislativo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista Legislativo - Especialidade Tecnologia da Informação | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista Legislativo - Especialidade Redação Parlamentar | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Procurador Jurídico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador - CCS 75 – NS |
Q2372254 Português
O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro?


Marcelo Augusto Vieira Graglia


          Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho.

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.

        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas.

      No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.

       O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.

       Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.

        John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.

       A nova onda de inovação tecnológica tem características que a diferem das anteriores, como as da eletricidade, do automóvel, do computador, da internet. Entre elas, a ruptura do padrão de crescimento dos empregos concomitante ao crescimento econômico. Isso nos leva a três questões distintas. Em primeiro lugar, a questão da distribuição de renda enquanto processo a ser revisto e adequado aos novos tempos; em segundo, a questão da transição segura de uma sociedade economicamente baseada na renda do trabalho e emprego para outra em que não haja para muitos; e, por último, mas não menos importante e desafiador, a construção e a viabilização de alternativas para a falta do trabalho enquanto fonte de significado e propósito subjetivos de vida.

         A chegada dos chamados modelos de IA do tipo LLM – Large Language Models –, treinados a partir de algoritmos de aprendizagem profunda, com uso de quantidades colossais de dados, permitiu o desenvolvimento de produtos surpreendentes, como o ChatGPT, o Bard e o Midjourney. Esses produtos furaram a bolha técnica onde essa tecnologia vinha sendo desenvolvida, ao possibilitar que milhões de pessoas e organizações pudessem utilizar seus recursos nas mais diferentes aplicações. Ao mesmo tempo, trouxeram a concretude das possibilidades de substituição de inúmeras tarefas e funções humanas, reacendendo antigos temores.

        Neste momento, há enormes diferenças entre as pesquisas e as projeções sobre o impacto dessas tecnologias. Há argumentos frágeis, e mesmo outros desonestos, tentando desqualificar as preocupações com o risco da eliminação de muitos postos de trabalho. Alguns destes apelam para uma aritmética primitiva e descabida, de que novos empregos e profissões surgirão e compensarão aqueles perdidos. Há dois equívocos nesta lógica: a de que o futuro sempre repete o passado e a de que se trata de uma conta de subtração. A realidade põe por terra esses argumentos: por um lado, milhões de pessoas desempregadas ou subempregadas, por outro, milhares de vagas não preenchidas pelas empresas por conta da sofisticação das competências exigidas. Isto sem falar do fenômeno da precarização do trabalho, bem representado pelos modelos de plataformas digitais. O pensamento de risco sugere que deveríamos considerar um cenário de intensa substituição de postos de trabalho por sistemas, robôs e máquinas e de crescimento da oferta de postos de trabalho precarizados. Não há mal algum, nessas circunstâncias, em nos prepararmos para isto. A história nos mostra o quanto é mais sábio prevenir do que remediar. E, preparados para o adverso, sabendo que a imagem do futuro não está ainda formada, poderemos esperar pela serendipidade. 



Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023.

Analise o período a seguir.


Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


Sobre o verbo da primeira oração, é correto afirmar: 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: TJ-RJ Prova: FGV - 2024 - TJ-RJ - Mediador Judiciário |
Q2370273 Português
Nas frases abaixo há a presença de verbo + advérbio; se ocorrer a substituição desse conjunto por um só verbo de sentido equivalente, a forma inadequada é: 
Alternativas
Q2368848 Português
COP28 desiste de eliminar combustíveis fósseis e propõe transição



1 Nesta quarta-feira (13), os quase 200 países que participam da 28ª sessão da Conferência das Partes (COP28) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (Unfccc) anunciaram a aprovação do texto final do encontro. No documento, é proposta a “transição energética” para a redução do uso de combustíveis fósseis, mas a palavra “eliminação” foi descartada.


2 Dessa forma, o texto da COP28 apela à "transição dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de forma justa, ordenada e equitativa, acelerando a ação nesta década crítica, com o objetivo de alcançar a neutralidade de carbono em 2050, de acordo com recomendações científicas”.


3 Com isso, a expectativa é limitar o aumento da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais, como propõe o Acordo de Paris.


4 Durante a fase de negociações em Dubai, nos Emirados Árabes, um dos debates mais intensos envolveu a possibilidade do texto final da COP28 ter como objetivo a “eliminação progressiva” dos combustíveis fósseis, sendo que estes são os principais responsáveis pelas alterações climáticas do planeta devido à geração dos gases de efeito estufa. Entre eles, estão o petróleo e o carvão mineral.


5 Para os ambientalistas, a conclusão da COP28 pode ter sido aquém das expectativas por esperarem medidas mais enérgicas. Por outro lado, este continua a ser um acordo histórico, já que é a primeira vez em que a maioria dos países concorda com a importância de promover a transição energética, reduzindo a dependência dos combustíveis fósseis.


6 Nas redes sociais, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, comemorou o acordo histórico viabilizado pela COP28.


7 “Pela primeira vez, há um reconhecimento da necessidade de abandonar os combustíveis fósseis — depois de muitos anos em que a discussão dessa questão esteve impedida”, afirmou.


8 "A ciência nos diz que é impossível limitar o aquecimento global a 1,5 °C sem eliminar gradualmente todos os combustíveis fósseis dentro de um prazo compatível com esse limite. O fato foi reconhecido por uma coligação crescente e diversificada de países", acrescentou Guterres.


9 "Quer você goste ou não, a eliminação dos combustíveis fósseis é inevitável. Esperamos que não seja tarde demais”, completou o secretário-geral da ONU.


10 Vale lembrar que o Brasil sediará a COP30, em 2025. O encontro deve ocorrer em Belém, no Pará. A expectativa é que diferentes ações para mitigar o aquecimento do planeta já tenham sido adotadas em prol da transição energética.



Extraído de: https://canaltech.com.br/meio-ambiente/cop28-desiste-de-eliminar-combustiveis-fosseis-e-propoe-transicao-273049/ Fonte:
The Guardian e Agência Brasil (RTP)

O emprego da mesóclise só foi realizado corretamente na opção: 
Alternativas
Q2351222 Português
Assinale a única frase abaixo que não admite dupla concordância do infinitivo.
Alternativas
Q4366085 Português
Complete corretamente a questão.
“Você não deveria ____ no que não é seu.” 
Alternativas
Q4359033 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a Doença de Chagas


A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, transmitido a partir da picada e do contato com as fezes de um inseto conhecido popularmente como barbeiro. O patógeno pode permanecer no corpo por anos, ou até décadas, e gera problemas no coração e em outros órgãos, como o intestino.

Em 2006, o Brasil até recebeu um certificado de eliminação da transmissão do Trypanosoma cruzi. Mas a doença reapareceu em meados de 2018, quando foram detectados casos no Pará devido ao consumo de açaí contaminado por fezes do barbeiro. O contato com o patógeno se dá pelas mucosas, quando a pessoa ingere o açaí contaminado, por exemplo, mas também, quando as fezes do inseto são depositadas sobre a pele de uma pessoa após uma picada do barbeiro. A picada provoca coceira, facilitando a entrada do parasita no organismo humano. O contágio também ocorre por meio da transfusão de sangue de um doador portador do protozoário. Uma última forma de transmissão ocorre durante a gravidez, de mãe para filho, via placenta.

Os sintomas mais comuns da infecção são febre, aparecimento de gânglios e crescimento do baço, do fígado e do coração. Na fase aguda da doença, os sintomas duram de três a oito semanas. Ainda não existe vacina contra a doença de Chagas e sua incidência está diretamente relacionada às condições das moradias como casas de pau-a-pique, sapê e madeira, muito comuns nas regiões mais pobres da América do Sul. O barbeiro mora em frestas desses tipos de casas e até em folhas de árvores. É por isso que cuidados com a conservação das casas, o uso regular de inseticidas e a instalação de telas nas portas e nas janelas são algumas das medidas preventivas a ser adotadas, principalmente em ambientes rurais.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, morrem no Brasil mais de quatro mil pessoas por ano por causa da doença de Chagas, principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Bahia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n99wpgd7lo. Adaptado.
O uso regular de inseticidas e a instalação de telas nas portas e nas janelas são algumas das medidas preventivas a 'ser' adotadas.

O verbo destacado encontra-se conjugando no: 
Alternativas
Q4265852 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para 'regular' a temperatura interna.


O verbo destacado encontra-se conjugado no:

Alternativas
Q4155722 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Recorde de calor do oceano é alerta sombrio para planeta 


A temperatura média diária global da superfície do mar chegou a 20,96ºC esta semana, batendo um recorde que vinha de 2016, de acordo com a Copernicus, uma agência de mudanças climáticas da União Europeia. Essa temperatura está muito acima da média para esta época do ano.


Os oceanos são fundamentais para regular o clima do planeta. Eles absorvem calor, produzem metade do oxigênio da Terra e controlam os padrões climáticos. Águas mais quentes têm menos capacidade de absorver dióxido de carbono da atmosfera, o que provoca aumento no aquecimento do clima. Mais gases na atmosfera aceleram o derretimento das geleiras que fluem para o oceano, levando a um aumento do nível do mar.


Oceanos mais quentes e ondas de calor afetam espécies marinhas como peixes e baleias que migram para águas mais frias, alterando a cadeia alimentar marítima. Especialistas alertam que os estoques de peixes são afetados. Alguns animais predadores, como tubarões, tornam-se mais agressivos porque ficam confusos em temperaturas mais altas.


"Neste momento, há um branqueamento generalizado de corais em recifes rasos na Flórida (nos EUA) e muitos corais já morreram", diz Kathryn Lesneski, que monitora uma onda de calor marinha no Golfo do México para o Administração Oceânica e Atmosférica Nacional. "Colocamos os oceanos sob mais estresse do que em qualquer outro momento da história", diz Matt Frost, do Plymouth Marine Lab, no Reino Unido. Ele diz que a poluição e a pesca excessiva também afetam os oceanos.


Os cientistas estão preocupados com o momento em que esse recorde foi quebrado. "Março deveria ser quando os oceanos estão mais quentes globalmente, não agosto ou setembro", diz Samantha Burgess, do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus. "É preocupante ver essa mudança acontecer tão rapidamente. Tivemos uma onda de calor marinha de 247 dias no Reino Unido entre agosto de 2022 e abril de 2023", disse o professor Mike Burrows, que monitora os impactos nas costas marítimas escocesas com a Associação Escocesa de Ciência Marinha.


Os cientistas dizem que as mudanças climáticas estão diretamente ligadas ao aquecimento dos oceanos, pois os mares absorvem a maior parte do aquecimento das emissões de gases de efeito estufa. "Quanto mais queimamos combustíveis fósseis, mais excesso de calor será absorvido pelos oceanos, o que significa que mais tempo levará para estabilizá-los e trazê-los de volta ao nível onde estavam", explica Burgess.


O novo recorde de temperatura média supera o registrado em 2016, quando a flutuação natural do clima El Niño estava em pleno andamento e em seu ponto mais forte. O El Niño ocorre quando a água quente sobe à superfície na costa oeste da América do Sul, elevando as temperaturas globais. Outro El Niño já começou, mas os cientistas dizem que ele ainda é fraco - o que significa que as temperaturas do oceano subirão ainda mais acima da média nos próximos meses.


As ondas de calor marinhas dobraram de frequência entre 1982 e 2016 e se tornaram mais intensas e mais longas desde a década de 1980, de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Embora as temperaturas do ar tenham sofrido alguns aumentos dramáticos nos últimos anos, os oceanos demoram mais a aquecer, mesmo tendo absorvido 90% do aquecimento da Terra devido às emissões de gases de efeito estufa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9wxl4x7pmlo. Adaptado.

Os oceanos demoram mais a 'aquecer', mesmo tendo 'absorvido' 90% do aquecimento da Terra.


Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:

Alternativas
Q3046260 Português
Já ______ mais de cinco anos que ___________ 19 mil candidatos no processo seletivo para novos astronautas.
As palavras que completam corretamente a frase acima são:
Alternativas
Q2634755 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 10.


Lei estadual garante suspensão de contrato de

fidelização por má prestação de serviço


O Procon de João Pessoa divulgou, neste sábado (9), o alerta de que a Lei Estadual 11.879/2021 garante ao consumidor paraibano a inclusão de cláusulas liberando a fidelização contratual junto às empresas de telefonia em suas várias modalidades (fixa, móvel e de banda larga), sem nenhum ônus ao cliente, caso fique constatada a má qualidade do serviço nos contratos de adesão a esses serviços.

O assunto costuma gerar dúvidas entre os clientes, conforme aponta o secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Rougger Guerra. Segundo ele, o Procon-JP é acionado com frequência para tratar da execução da lei.

“A lei prevê que o cliente pode questionar o contrato de fidelização caso haja a constatação da má prestação de serviço por parte da empresa concessionária, inclusive com a liberação da fidelização”, crava.

De acordo com a legislação, o atendimento insatisfatório ficará caracterizado quando houver o expresso descumprimento de quaisquer das cláusulas contratuais ou de regras estabelecidas pela agência reguladora competente, no caso a Anatel, para esse tipo de serviço.

A lei diz, textualmente, que a empresa deverá incluir cláusula de rescisão contratual, sem ônus, por má qualidade do serviço, independente dos prazos de fidelização’. A Lei também prevê que caberá às prestadoras de serviços o ônus da prova pelo não descumprimento de qualquer obrigação prevista no contrato ou pela não frustração das legítimas expectativas do contratante quanto à qualidade de prestação do serviço.

Rougger Guerra explica que, apesar da legislação federal considerar que a fidelização por desistência por parte do consumidor é legal e que pode até gerar multa para o cliente caso esteja previsto no contrato, a legislação estadual de 2021 regula que, se houver a constatação de má prestação do serviço, o cliente pode requerer o fim do contrato sem arcar com nenhum ônus.

A legislação estadual também regula as penalidades para a empresa que descumprir o contrato junto ao cliente, indicando o que está previsto na lei 8.078/1999 (Código de Defesa do Consumidor – CDC), pode ir de multas à suspensão temporária dos serviços.


https://portalcorreio.com.br. Em 09/09/2023.

“... o contrato de fidelização caso haja a constatação da má prestação de serviço por parte da empresa concessionária...”


Sobre o verbo haja, analise as assertivas a seguir e coloque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.


( ) É um verbo impessoal.

( ) É um verbo regular.

( ) Pode ser substituído por “existir” sem alterar o sentido do texto.

( )Está conjugado na 3ª pessoa do singular.

( ) Indica tempo já decorrido e está flexionado no subjuntivo, modo verbal que expressa certeza.


A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2426187 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Sobre a estrutura dos versos: "E havia uma gramática que dizia assim: / Substantivo (concreto) é tudo quanto indica /Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta" − analise as assertivas:


I.Os verbos: "havia / dizia" são de segunda conjugação, comprovada pela vogal temática "E" da forma nominal do infinitivo; ambos enunciam ideia contínua no pretérito imperfeito do modo indicativo, na terceira pessoa do singular.

II.A expressão: "uma gramática" exemplifica concordância nominal.

III.No verso: "E havia uma gramática que dizia assim:" − comprovamos: uma conjunção coordenativa monossílaba; um termo dissílabo paroxítono; um substantivo polissílabo proparoxítono seguido de pronome relativo monossílabo escrito com dígrafo; um termo advérbio dissílabo escrito com dígrafo, que tem o mesmo sentido semântico contextual de: "desse modo" ou "dessa forma".

IV.A última sílaba de "animal" tem um ditongo pronunciado sem ser gráfico, pois a letra final tem o som de "u", servindo de semivogal para "a" - na formação de um ditongo oral decrescente.

VO binômio: "pessoa"; "quanto" se identifica pela quantidade de sílabas gramaticais; pela classificação da tonicidade e por ambos os termos estarem escritos com dígrafo.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q2381140 Português

“Rio Amazonas é rota para a fumaça das queimadas que vêm do Pará e regiões vizinhas” 


(https://www.portalmarcossantos.com.br/2023/11/06/)



“A direção do vento vem dos oceanos para o continente e tem também uma pressão vindo um pouco mais do Sudoeste.” 


(https://www.portalmarcossantos.com.br/2023/11/06/)


Qual é a forma infinitiva dos verbos destacados? 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: CRT - SP Prova: Quadrix - 2023 - CRT - SP - Fiscal |
Q2324049 Português



Internet: <www.crtsp.gov.br> (com adaptações).


Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

A forma verbal “dispôs” (linha 14) é derivada de “pôr” e, em razão disso, recebe o acento circunflexo em sua forma infinitiva, “dispôr”, como preconiza o Acordo Ortográfico vigente. 
Alternativas
Q2294584 Português
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://jornalnota.com.br/2016/01/05/10-cartoons-baseados-em-poemas-de-fernando-pessoa/. Acesso em: 18 set. 2023.


Os verbos ESCREVER, NARRAR E CRIAR são, respectivamente, verbos
Alternativas
Q2235940 Português
O BRASILEIRO E A LEITURA

(1º§) “O brasileiro não lê” – remete o leitor à história de uma frase feita, e uma sugestão para quem insiste em repeti-la.
(2º§) O brasileiro não lê. Ao menos é isso que eu tenho escutado. Por obrigação profissional e por obsessão nas horas vagas, costumo conversar muito sobre livros. Com uma frequência incômoda, não importa qual é a formação de quem fala comigo, essa frase se repete. Amigos, taxistas, colegas jornalistas, escritores e até executivos de editoras já me disseram que o brasileiro não lê.
(3º§) Quando temos dificuldade para entender uma frase, uma boa técnica de aprendizado é repeti-la várias vezes. Um dos meus primeiros professores de inglês me ensinou isso. Nunca pensei que fosse usar esse truque com uma frase em português. Mas, depois de ouvir tantas vezes que o brasileiro não lê, e de discordar tanto dos que dizem isso, resolvi tentar fazer esse exercício. Talvez, enfim, eu os entenda. Ou talvez eu me faça entender.
(4º§) O brasileiro não lê, mas a quantidade de livros produzidos no Brasil só cresceu nos últimos anos. Na pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro, a produção anual se aproximava dos 500 milhões de exemplares. Seriam aproximadamente 2,5 livros para cada brasileiro, se o brasileiro lesse.
(5º§) O brasileiro não lê, mas o país é o nono maior mercado editorial do mundo, com um faturamento de R$ 6,2 bilhões. Editoras estrangeiras têm desembarcado no país para investir na publicação de livros para os brasileiros que não leem. Uma das primeiras foi a gigante espanhola Planeta, em 2003. Naquela época, imagino, os brasileiros já não liam. Outras editoras vieram depois, no mesmo movimento incompreensível.
(6º§) O brasileiro não lê, mas desde 2004 o preço médio do livro caiu 40%, descontada a inflação. Entre os motivos para a queda estão o aumento nas tiragens, o lançamento de edições mais populares e a chegada dos livros a um novo público. Um mistério, já que o brasileiro não lê.
(7º§) O brasileiro não lê – e os poucos que leem, é claro, são os brasileiros ricos. Mas a coleção de livros de bolso da L&PM, conhecida por suas edições baratas de clássicos da literatura, vendeu mais de 30 milhões de exemplares desde 2002. Com seu sucesso, os livros conquistaram pontos de venda alternativos, como padarias, lojas de conveniência, farmácias e até açougues. As editoras têm feito um esforço irracional para levar seu acervo a mais brasileiros que não leem. Algumas já incluíram livros nos catálogos de venda porta-a-porta de grandes empresas de cosméticos. Não é preciso nem sair de casa para praticar o hábito de não ler.
(8º§) O brasileiro não lê, mas vez ou outra aparecem best-sellers por aqui. Esse é o nome dado aos autores cujos livros muitos brasileiros compram e, evidentemente, não leem. Uma delas, a carioca Thalita Rebouças, já vendeu mais de um milhão de exemplares. Seus textos são escritos para crianças e adolescentes – que, como todos sabemos, trocaram os livros pelos tablets e só querem saber de games. Outro exemplo é Eduardo Spohr, que se tornou um fenômeno editorial com seus romances de fantasia. Ele é o símbolo de uma geração de novos autores do gênero, que escrevem para centenas de milhares de jovens brasileiros que não leem.
(9º§) O brasileiro não lê – e, mesmo se lesse, só leria bobagens. Mas, há poucos meses, um poeta estava entre os mais vendidos do país. Em algumas livrarias, a antologia “Toda poesia”, de Paulo Leminski (1944-1989), chegou ao primeiro lugar. Ultrapassou a trilogia Cinquenta tons de cinza, até então a favorita dos brasileiros (e brasileiras) que não leem.
(10º§) Na semana passada, mais de 40 mil brasileiros (que não leem) eram esperados no Fórum das Letras de Ouro Preto. Eu estava lá. Nas mesas de debates, editores discutiam maneiras de tornar o livro mais barato e autores conversavam sobre a melhor forma de chamar a atenção dos leitores. Um debate inútil, já que o brasileiro não lê. A partir desta semana, entre 6 e 16 de junho, a Feira do Livro de Ribeirão Preto (SP) deve receber mais de 500 mil pessoas. Na próxima segunda-feira (10), começa a venda de ingressos para a cultuada Festa Literária Internacional de Paraty, que inspirou festivais semelhantes em várias outras cidades do país. Haja eventos literários para os brasileiros que não leem.
(11º§) Os brasileiros começaram a ler. Falta começar a mudar o discurso. Em vez de reclamar dos brasileiros que não leem, os brasileiros que leem deveriam se esforçar para espalhar o hábito da leitura. Espalhar clichês pessimistas não vai fazer ninguém abrir um livro. Eu poderia ter repetido tudo isso para cada pessoa de quem ouvi a mesma frase feita. Mas resolvi escrever, porque acredito que o brasileiro lê.

(Danilo Venticinque escreve às terças-feiras para a Revista EPOCA. 04.06.2021) – (Texto Adaptado)
Sobre a composição textual, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa correta.
I – Entre os termos da frase: “Ao menos é isso que eu tenho escutado” – temos combinação prepositiva, pronome demonstrativo, pronome relativo, pronome pessoal do caso reto.
II – A frase: “Talvez, enfim, eu os entenda” – inicia com advérbio que tem o mesmo sentido contextual de “quiçá”; as vírgulas separam termo com ideia de conclusão, pronome oblíquo exemplificando próclise
III – Os verbos usados em: “e, mesmo se lesse, só leria bobagens” – enunciam ideias hipotéticas, respectivamente do pretérito imperfeito do modo subjuntivo e do futuro do pretérito do modo indicativo.
IV – A frase: “Haja eventos literários para os brasileiros que não leem” – inicia com verbo impessoal de segunda conjugação.
Alternativas
Q2213825 Português


O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



O alerta da OMS sobre riscos de adoçante artificial à saúde



A diretriz publicada pela Organização Mundial da Saúde, divulgada na terça-feira, afirma que o consumo destes produtos não oferece benefícios significativos a longo prazo para reduzir a gordura corporal em adultos ou crianças.

Os adoçantes que substituem o açúcar tampouco ajudariam a reduzir o risco de doenças não transmissíveis (DNTs), como câncer ou diabetes, segundo o relatório.

A OMS alerta que, na verdade, o uso prolongado de adoçantes aumenta o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e morte prematura em adultos.

Isso se aplica a todos os adoçantes sem açúcar, da sacarina e sucralose à stevia, incluindo aqueles usados em alimentos e bebidas, como os refrigerantes light ou zero.

Os adoçantes sem açúcar não são fatores dietéticos essenciais e carecem de valor nutricional, disse Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, em comunicado.

A organização recomenda, em vez de substituir o açúcar por outros produtos, eliminar totalmente e desde cedo o consumo de bebidas e alimentos com sabores doces, com exceção de frutas. Essas recomendações são dirigidas a todas as pessoas, exceto aquelas com diabetes pré-existente, segundo a OMS.

Não se aplicam, no entanto, aos adoçantes contidos em alguns medicamentos e produtos de cuidado e higiene pessoal, como pastas de dente e cremes para a pele, nem aos açúcares de baixo teor calórico e aos álcoois de açúcar, conhecidos como polióis.

A OMS incluiu essa recomendação em um conjunto de diretrizes para estabelecer hábitos alimentares saudáveis ao longo da vida, melhorar a qualidade da dieta e diminuir o risco de doenças não transmissíveis em todo o mundo, afirma o comunicado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1g55ppng9o. Adaptado.

Os adoçantes que substituem o açúcar tampouco 'ajudariam' a 'reduzir' o risco de doenças não transmissíveis, como câncer ou diabetes, segundo o relatório.


Os verbos destacados encontram-se, respectivamente, conjugados no: 

Alternativas
Q2203782 Português
Os níveis de taurina 'diminuem' com a idade em diferentes espécies, 'incluindo' os seres humanos.

Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no infinitivo impessoal, TEM-SE:
Alternativas
Q2198123 Português
Assinale a alternativa que só contém tempos verbais primitivos: 
Alternativas
Q2196697 Português
Imagem associada para resolução da questão



SECRETARIA do Estado da Segurança Pública. Disponível em: <https://www.facebook.com/sspgoias>. Acesso em: 13 abr. 2023, com adaptações.


Na oração da imagem, a forma verbal “Conte” está conjugada no
Alternativas
Q2196500 Português
É como se você tivesse dez mil pessoas, e sempre que uma delas 'aprendesse' algo, todas automaticamente 'aprenderiam'.
Fonte:(https://curtlink.com/E2z22s adaptado.)
Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Respostas
41: C
42: A
43: D
44: E
45: B
46: A
47: E
48: C
49: A
50: E
51: C
52: A
53: E
54: D
55: B
56: C
57: D
58: D
59: A
60: A