Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q4286873 Português
"_____ muitas coisas que o guarda queria me falar, mas deixou para me dizer daqui _____ algum tempo, certo de que _____ muitas oportunidades para isso."
Marque a alternativa em que as palavras completam corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q4286659 Português
O que realmente ajuda a evitar o mofo

Embora colocar uma trouxinha de arroz cru dentro do armário possa colaborar em situações leves de mofo, alguns hábitos têm impacto muito maior na prevenção da umidade. Entre eles estão guardar apenas roupas completamente secas, abrir as portas do guarda-roupa regularmente para renovar o ar, evitar encostar o móvel diretamente em paredes com infiltração, manter o ambiente bem ventilado sempre que possível.

(Disponível em: https://l1nk.dev/jfyf66w. Acesso em: 26 jul. 2026. Adaptado.)
Analise a frase a seguir: "Manter o ambiente bem ventilado sempre que possível."
Considerando a mudança das palavras do singular para o plural, assinale a alternativa em que a frase foi corretamente reescrita, sem alteração de seu sentido.
Alternativas
Q4286657 Português
Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas


A organização de mulheres da Amazônia em associações e cooperativas tem impulsionado iniciativas nas comunidades tradicionais para a proteção dos territórios e o enfrentamento às mudanças climáticas. Juntas, elas constroem soluções e trocam experiências que barram a perda de biodiversidade, geram renda e aumentam a segurança alimentar.

(Disponível em: https://sl1nk.com/yj1b9hc. Acesso em: 23 jul. 2026. Adaptado.)
Observando a concordância verbal, analise a variação do verbo "ter" e assinale a alternativa que indica corretamente o elemento com o qual ele concorda: 
Alternativas
Q4286569 Português
Analise as frases a seguir e assinale a alternativa em que a concordância da palavra destacada está correta: 
Alternativas
Q4286567 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
No trecho "Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica", o verbo "fazer" está no plural porque concorda com:
Alternativas
Q4285788 Português
Imagem associada para resolução da questão

TOWBAR. Disponível em <https://www.towbar.com.br/saldao/saldao-atencao-proibido-a-permanencia-de-pessoas-estranhas-naportaria>


Em relação à expressão "proibida a permanência", empregada na placa acima, é correto afirmar que ela apresenta concordância:
Alternativas
Q4285784 Português

"                  muitos problemas sem solução naquele passado distante."



A lacuna acima pode ser preenchida corretamente com:

Alternativas
Q4285482 Português
Assinale a alternativa correta em relação à concordância verbal.
Alternativas
Q4283163 Português
Assinale a alternativa cujas formas verbais completam corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:

- _______ coisas muito mal explicadas naquele relatório.

- Em relação aos voluntários, _______ sido convocados às vésperas do evento.
- É certo que _______ outras oportunidades para eles trabalharem com afinco.
- Ainda ______ de existir pessoas tão boas como você.
Alternativas
Q4283122 Português
"                inúmeros motivos que                 sido negligenciados pela administração pública, mas logo depois                 muitas pessoas interessadas na solução do problema."

Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem. 
Alternativas
Q4282806 Português

Analise as concordâncias dos verbos destacados a seguir e as justificativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.


(__)Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.


(__)Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q4282804 Português
Analise as sentenças quanto à concordância nominal das palavras destacadas:

I.Concentrados, a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.

II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.

III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos. Eram crianças.

IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.

É correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q4282726 Português
No trecho a seguir falta o verbo. Complete a lacuna, observando a concordância verbal e o sentido da frase:
As virtudes humanas não __________ do nada. Elas são construídas nas nossas escolhas diárias.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna na frase:
Alternativas
Q4282679 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta:
Alternativas
Q4282592 Português

Analise as alternativas quanto à concordância dos verbos destacados:


I.O fluxo e o refluxo das ondas encanta a quem tem alma leve.


II.As mãos de alguém acudiu o vaso e as flores em queda.


III.Pegamos a estrada, ainda escuro, o pai, o cachorro e eu. Está correta a concordância verbal em:

Alternativas
Q4282589 Português

Considere as sentenças a seguir e analise-as quanto à concordância nominal:


I.Nem um nem outro livro merece ser ignorado.


II.Um e outro gênero literário são maravilhosos e merecem atenção.


III.Um e outro livro escritos, publicados e lidos com o mesmo entusiasmo.


Está completamente correta a concordância nominal em:

Alternativas
Q4278998 Português
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente pequenos


Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo variado de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam membros anteriores extremamente pequenos, conforme aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando no University College London. O T. rex, por exemplo, atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas seus braços mediam apenas um metro, extensão que, contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou no levantamento do solo.

A pesquisa desenvolvida pela Universidade de Cambridge e pelo University College London indica que esses animais podem ter perdido os braços longos por eles não serem mais úteis na captura de presas, favorecendo o desenvolvimento de cabeças e mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.

A equipe também desenvolveu um método para mensurar a potência do crânio a partir de suas dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho corporal, bem como o comprimento dos membros anteriores em comparação ao crânio e ao corpo, buscando-se padrões e tendências.

Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes. Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão avantajado. Scherer destacou que tais adaptações ocorreram com frequência em regiões com presas gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias de caça.

Partes da alimentação desses terópodes consistiam em herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um saurópode de trinta metros com as garras não era viável, sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso, perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.

Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam crânios diferenciados, mais alongados e delicados. Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre uma correlação, e não uma prova definitiva de causalidade, ele considera provável que o fortalecimento craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços, pois não faria sentido evolutivo abandonar um mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.

O estudo revelou ainda que a redução dos membros ocorreu de formas variadas entre os grupos de terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a robustez craniana em outros animais, como as aves modernas, que também pertencem ao grupo dos terópodes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Com base no trecho, analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) em relação à concordância verbal.

(__) O verbo "demonstraram" concorda com o sujeito "Os resultados", permanecendo corretamente flexionado no plural.

(__) A forma verbal "estava" flexiona-se também no plural para concordar com os substantivos "dos braços", chamada de concordância estilística.

(__) O verbo "indica" permanece no singular porque concorda com a expressão "o que", a qual retoma a ideia expressa anteriormente.

(__) A forma verbal "eram" concorda corretamente com o sujeito "os membros menores", mantendo-se no plural.

(__) A flexão do verbo "associado" decorre da proximidade com o substantivo "encurtamento", núcleo mais próximo da oração.



Assinale a alternativa correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4278992 Português
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente pequenos


Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo variado de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam membros anteriores extremamente pequenos, conforme aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando no University College London. O T. rex, por exemplo, atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas seus braços mediam apenas um metro, extensão que, contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou no levantamento do solo.

A pesquisa desenvolvida pela Universidade de Cambridge e pelo University College London indica que esses animais podem ter perdido os braços longos por eles não serem mais úteis na captura de presas, favorecendo o desenvolvimento de cabeças e mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.

A equipe também desenvolveu um método para mensurar a potência do crânio a partir de suas dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho corporal, bem como o comprimento dos membros anteriores em comparação ao crânio e ao corpo, buscando-se padrões e tendências.

Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes. Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão avantajado. Scherer destacou que tais adaptações ocorreram com frequência em regiões com presas gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias de caça.

Partes da alimentação desses terópodes consistiam em herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um saurópode de trinta metros com as garras não era viável, sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso, perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.

Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam crânios diferenciados, mais alongados e delicados. Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre uma correlação, e não uma prova definitiva de causalidade, ele considera provável que o fortalecimento craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços, pois não faria sentido evolutivo abandonar um mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.

O estudo revelou ainda que a redução dos membros ocorreu de formas variadas entre os grupos de terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a robustez craniana em outros animais, como as aves modernas, que também pertencem ao grupo dos terópodes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva.
Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação à concordância nominal.
Alternativas
Q4278917 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma-padrão quanto à concordância e à regência.
Alternativas
Q4278332 Português
Enade das Licenciaturas reforça urgência de mudanças na formação inicial docente


Os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas / Prova Nacional Docente divulgados hoje (20/5) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentam um quadro preocupante. Se considerarmos a régua inédita utilizada pelo Inep e o dado que foi destacado, cerca de 42% dos estudantes em cursos de licenciatura apresentam um desempenho no teste considerado abaixo do nível básico. Quando analisamos o recorte por modalidades de ensino, verificamos que 53% dos estudantes da Educação a Distância (EaD) se encontram no nível abaixo do básico, contra 26% dos estudantes matriculados na modalidade Presencial. Ainda de acordo com essa régua, apenas 20% dos alunos de licenciaturas atingem o padrão considerado adequado. Entre os formados na modalidade EaD, o número é ainda menor: somente 12% dos estudantes encontram-se no nível adequado. Isolando apenas os que concluíram cursos presenciais, o dado é de 32%.

Os resultados demonstrados pelos estudantes concluintes dos cursos de licenciatura oferecem um vislumbre para a sociedade e o poder público de quanto as Instituições de Ensino Superior (IES) estão contribuindo para a formação desses futuros profissionais. Nesse sentido, eles são representações observáveis das oportunidades de aprendizagem que foram oferecidas aos licenciandos. Ainda que o modelo do Enade não permita analisar todos os aspectos relevantes da formação docente, é preocupante que um percentual tão elevado de futuros professores não atinja o nível adequado desta prova. Os resultados indicam a necessidade de um olhar urgente para as políticas públicas de formação inicial docente, especialmente o desenho do currículo e a modalidade formativa.

Nesse sentido, os resultados do Enade das Licenciaturas/PND oferecem mais um insumo oportuno para a discussão sobre as mudanças nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a Formação Inicial, atualmente em debate no Conselho Nacional de Educação (CNE) e que objetiva aumentar o grau de presencialidade dos cursos. A indicação de que existe uma clara diferença de desempenho entre estudantes formados exclusivamente pela modalidade EaD corrobora o conjunto de evidências da literatura de que a formação inicial pressupõe presencialidade e interação entre os professores. Garantir que os currículos dos cursos de licenciatura foquem na prática, fortaleçam experiências de construção de repertório sobre a aprendizagem, criem laços de colegialidade e profissionalismo entre os estudantes é fundamental para assegurar a qualidade da Educação Básica.


de mudanças na formação inicial docente. [S. l.], 20 maio 2026. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/enade-das-licenciaturas-refor ca-urgencia-de-mudancas-na-formacao-inicial-docente/. Acesso em: 4 ago. 2026.
"Se considerarmos a régua inédita utilizada pelo Inep e o dado que foi destacado, cerca de 42% dos estudantes em cursos de licenciatura apresentam um desempenho no teste considerado abaixo do nível básico."
Considerando as regras de concordância verbal, analise as afirmativas a seguir.

I.A forma verbal 'apresentam' está flexionada no plural por concordar com o numeral '42', conforme a regra de concordância que determina que quando o sujeito é precedido por expressões como 'cerca de' e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral.

II.Caso o sujeito fosse apenas '42% dos estudantes', a concordância entre 'apresenta' e 'apresentam' seria facultativa, uma vez que, nas construções formadas por percentual seguido de especificador plural, a norma-padrão admite que o verbo concorde tanto com o numeral quanto com o termo especificador.

III.Caso a construção fosse 'São destacada a régua e o dado' ou 'São destacados a régua e o dado', ambas construções estariam com a concordância adequada.

IV.Caso a construção fosse 'O estudante do curso de Direito foi um dos que haviam apontado falhas na formação oferecida pelas Instituições de Ensino Superior', o verbo 'haver' estaria com a concordância adequada. Isso porque, quando o sujeito é formado pela expressão 'um dos que', o verbo pode estabelecer concordância no plural.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
121: C
122: D
123: D
124: A
125: C
126: A
127: C
128: D
129: A
130: E
131: E
132: C
133: B
134: D
135: E
136: A
137: C
138: B
139: E
140: C