Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Marque a alternativa em que as palavras completam corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Considerando a mudança das palavras do singular para o plural, assinale a alternativa em que a frase foi corretamente reescrita, sem alteração de seu sentido.
TOWBAR. Disponível em <https://www.towbar.com.br/saldao/saldao-atencao-proibido-a-permanencia-de-pessoas-estranhas-naportaria>
Em relação à expressão "proibida a permanência", empregada na placa acima, é correto afirmar que ela apresenta concordância:
" muitos problemas sem solução naquele passado distante."
A lacuna acima pode ser preenchida corretamente com:
- _______ coisas muito mal explicadas naquele relatório.
- Em relação aos voluntários, _______ sido convocados às vésperas do evento.
- É certo que _______ outras oportunidades para eles trabalharem com afinco.
- Ainda ______ de existir pessoas tão boas como você.
Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Analise as concordâncias dos verbos destacados a seguir e as justificativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
(__)Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
(__)Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.Concentrados, a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos. Eram crianças.
IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.
É correta a concordância nominal em:
As virtudes humanas não __________ do nada. Elas são construídas nas nossas escolhas diárias.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna na frase:
Analise as alternativas quanto à concordância dos verbos destacados:
I.O fluxo e o refluxo das ondas encanta a quem tem alma leve.
II.As mãos de alguém acudiu o vaso e as flores em queda.
III.Pegamos a estrada, ainda escuro, o pai, o cachorro e eu. Está correta a concordância verbal em:
Considere as sentenças a seguir e analise-as quanto à concordância nominal:
I.Nem um nem outro livro merece ser ignorado.
II.Um e outro gênero literário são maravilhosos e merecem atenção.
III.Um e outro livro escritos, publicados e lidos com o mesmo entusiasmo.
Está completamente correta a concordância nominal em:
Com base no trecho, analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) em relação à concordância verbal.
(__) O verbo "demonstraram" concorda com o sujeito "Os resultados", permanecendo corretamente flexionado no plural.
(__) A forma verbal "estava" flexiona-se também no plural para concordar com os substantivos "dos braços", chamada de concordância estilística.
(__) O verbo "indica" permanece no singular porque concorda com a expressão "o que", a qual retoma a ideia expressa anteriormente.
(__) A forma verbal "eram" concorda corretamente com o sujeito "os membros menores", mantendo-se no plural.
(__) A flexão do verbo "associado" decorre da proximidade com o substantivo "encurtamento", núcleo mais próximo da oração.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação à concordância nominal.
Leia o texto e responda à questão
O especialista em convicções
Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.
Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.
Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.
— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.
— E se me fizerem perguntas?
— Há um plano adicional com respostas para objeções.
Octávio assinou o pacote completo.
O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.
Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.
O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:
— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?
Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.
A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.
Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.
Clara o observou.
— Isso é o que você pensa?
Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.
— Ainda estou pensando — respondeu.
Foi sua primeira frase original em muitos meses.
No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.
— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.
— Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?
Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.
Antes de sair, Octávio hesitou.
— Você acha que estou fazendo a coisa certa?
Mauro fechou o caderno.
— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?
A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.
Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.
— Primeira consulta? — perguntou.
— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.
Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.
Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.
Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:
“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”
Fonte: Banca Elaboradora
Considerando as regras de concordância verbal, analise as afirmativas a seguir.
I.A forma verbal 'apresentam' está flexionada no plural por concordar com o numeral '42', conforme a regra de concordância que determina que quando o sujeito é precedido por expressões como 'cerca de' e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral.
II.Caso o sujeito fosse apenas '42% dos estudantes', a concordância entre 'apresenta' e 'apresentam' seria facultativa, uma vez que, nas construções formadas por percentual seguido de especificador plural, a norma-padrão admite que o verbo concorde tanto com o numeral quanto com o termo especificador.
III.Caso a construção fosse 'São destacada a régua e o dado' ou 'São destacados a régua e o dado', ambas construções estariam com a concordância adequada.
IV.Caso a construção fosse 'O estudante do curso de Direito foi um dos que haviam apontado falhas na formação oferecida pelas Instituições de Ensino Superior', o verbo 'haver' estaria com a concordância adequada. Isso porque, quando o sujeito é formado pela expressão 'um dos que', o verbo pode estabelecer concordância no plural.
É CORRETO o que se afirma em: