Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

Foram encontradas 11.308 questões

Q4128778 Português
Considere as regras de concordância nominal na norma culta da língua portuguesa, especialmente no que se refere à relação entre substantivos e seus determinantes ou modificadores. Analise atentamente as alternativas a seguir, observando o emprego dessas regras em diferentes contextos sintáticos. Em seguida, identifique em qual alternativa há erro na concordância nominal.
Alternativas
Q4128744 Português
Considere as regras de concordância nominal na norma culta da língua portuguesa, especialmente no que se refere à relação entre substantivos e seus determinantes ou modificadores. Analise atentamente as alternativas a seguir, observando o emprego dessas regras em diferentes contextos sintáticos. Em seguida, identifique em qual alternativa há erro na concordância nominal.
Alternativas
Q4128670 Português
Considere as regras de concordância nominal na norma culta da língua portuguesa, especialmente no que se refere à relação entre substantivos e seus determinantes ou modificadores. Analise atentamente as alternativas a seguir, observando o emprego dessas regras em diferentes contextos sintáticos. Em seguida, identifique em qual alternativa há erro na concordância nominal.
Alternativas
Q4128214 Português
Leia o trecho a seguir:

Sabe-se o quanto as memórias infantis _________ comportamentos da vida adulta. Portanto, o melhor  _________ fazer é tratar as crianças com muito afeto.

As lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Alternativas
Q4128164 Português

As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.

Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal. 

Alternativas
Q4128129 Português
As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.
Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal. 
Alternativas
Q4128091 Português
As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.
Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal. 
Alternativas
Q4128025 Português
As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.
Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal.
Alternativas
Q4127638 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:


“Suponho que _____ meios para que se _____ os cálculos de modo mais simples.” 

Alternativas
Q4127635 Português
Considere as regras de concordância nominal e verbal e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4127330 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas."

Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.

I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
Alternativas
Q4127288 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas."

Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.

I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
Alternativas
Q4127046 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?

Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas." Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.
I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
Alternativas
Q4126700 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas." 

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o 
"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas."

Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.

I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
Alternativas
Q4126665 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas." 

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o 
"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas."

Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.

I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano. 
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
Alternativas
Q4126106 Português

Texto 03






(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).

Assinale a alternativa em que foram mantidos os sentidos originais e a correção gramatical do período “A continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.” (linhas 06-08):
Alternativas
Q4126102 Português

Texto 01





(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)

A correlação entre os tempos das formas verbais está correta somente no item:



(Itens adaptados de: Inteligência artificial na educação: avanços e desafios. RNP. Disponível em: https://www.rnp.br/blog/inteligencia-artificial-na-educacao-avancos-e-desafios/ Acesso em: 31 de maio de 2026).

Alternativas
Q4125786 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?



Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.


Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.


Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?


A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.


Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.


O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.


"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.


Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que  os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.


"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.


A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.


Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.


"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.


Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.


Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons. 


Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.


O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.


"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."


Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.


Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.


"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.


Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.


"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.


A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.


"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o

"Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas."



Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.



I. Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".



II. Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.



III. A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.



IV. A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.

Alternativas
Q4125684 Português
Leia o trecho a seguir:

    Sabe-se o quanto as memórias infantis __________comportamentos da vida adulta. Portanto, o melhor __________ fazer é tratar as crianças com muito afeto.

As lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Alternativas
Q4125338 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
Alternativas
Respostas
81: B
82: C
83: D
84: E
85: B
86: D
87: C
88: C
89: B
90: B
91: D
92: C
93: B
94: B
95: D
96: C
97: C
98: B
99: E
100: D