Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q964494 Português

                

O pronome possessivo “sua” refere-se
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Q964488 Português
No trecho: “Por todo o globo, sobrava oxigênio à vontade. A respiração da humanidade estava suspensa, à espera da continuação do discurso.” (linhas 30-33), se for eliminado o ponto que separa as duas frases, a palavra que melhor poderia substituílo, sem alterar o sentido, é
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Q962797 Português

                       O HOMEM CUJA ORELHA CRESCEU

                                                                         Ignácio de Loyola Brandão


      Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora-extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam à cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

      Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

      Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hospedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua. Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres.

      Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas-de-casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

      E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

      E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: "Por que o senhor não mata o dono da orelha?"

Disponível em <http://www.casadobruxo.com.br> . Acesso em 12 Out. 2016.

Nos trechos destacados, observa-se a promoção da articulação textual, respectivamente, por meio de coesão por


As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam à cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também.

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Ano: 2016 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2016 - UFGD - Assistente em Administração |
Q962655 Português

                                    O JARGÃO

                                                                                   Luís Fernando Veríssimo


      Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão. Mas inventa.

      - Ó Matias, você que entende de mercado de capitais...

      - Nem tanto, nem tanto...

      (Uma das características do Falso Entendido é a falsa modéstia.)

      - Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação?

      - Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market – ou o que nós chamamos de topimarque –, o throwback recai sobre o repasse e não sobre o release, entende?

      - Francamente, não.

      Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”.

      Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de se decidir a responder:

      - Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa...

      Ou então, e esta é mortal:

      - Não é tão simples assim...

      Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando.

      - O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum. Só não vê quem não quer.

      E se alguém quer mais detalhe sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, e vocês sabiam que toda a Reforma se explica a partir da prisão de ventre de Lutero?

      Mas o jargão é uma tentação. Eu, por exemplo, sou fascinado pela linguagem náutica, embora minha experiência no mar se resume a algumas passagens em transatlânticos onde a única linguagem técnica que você precisa saber é “Que horas servem o bufê?”. Nunca pisei num veleiro, e se pisasse seria para dar vexame na primeira onda. Eu enjôo em escada rolante. Mas, na minha imaginação, sou um marinheiro de todos os calados. Senhor de ventos e velas e, principalmente, dos especialíssimos nomes da equipagem.

      Me imagino no leme do meu grande veleiro, dando ordens à tripulação:

      - Recolher a traquineta! 

      - Largar a vela bimbão, não podemos perder esse Vizeu.

      O vizeu é um vento que nasce na costa ocidental da África, faz a volta nas Malvinas e nos ataca a boribordo, cheirando a especiarias, carcaças de baleia e, estranhamente, a uma professora que eu tive no primário.

      - Quebra o lume da alcatra e baixar a falcatrua!

      - Cuidado com a sanfona de Abelardo!

      A sanfona é um perigoso fenômeno que ocorre na vela parruda em certas condições atmosféricas e que, se não contido a tempo, pode decapitar o piloto. Até hoje não encontraram a cabeça do Comodoro Abelardo.

      - Cruzar a spínola! Domar a espátula! Montar a sirigaita! Tudo a macambúzio e dos quartos de trela senão afundamos, e o capitão é o primeiro a pular.

      - Cortar o cabo de Eustáquio! 

VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, pp. 69-71 (Adaptado).

A respeito dos mecanismos de coesão textual, marque a alternativa correta.
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Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRA-GO Prova: Quadrix - 2016 - CRA-GO - Administrador |
Q961142 Português

                   


                   

Assinale a alternativa em que o trecho "esse é o mesmo pedido que você me mostrou ontem" tenha sido corretamente reescrito, em total respeito à Norma Culta escrita da Língua Portuguesa, mantendo-se o sentido original.
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Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRA-GO Prova: Quadrix - 2016 - CRA-GO - Administrador |
Q961141 Português

                   


                   

No primeiro quadrinho, aparece o pronome "esta"; no segundo quadrinho, aparece o pronome "esse". Com relação ao uso desses pronomes, considerando o contexto em que aparecem, assinale a alternativa totalmente correta.
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Q942419 Português

                            O código de ética médica


      Sabe-se, segundo informa o site da entidade, que “o último trabalho de revisão do Código de Ética da Associação Médica Americana aconteceu em 2007 sobre um documento que vigorava há quase 20 anos”. Sabe-se ainda que, “após quase dois anos de estudos preparatórios, com comissões estaduais e nacionais multidisciplinares, consulta pública pela internet e cerca de três mil propostas de modificação, quase quatro centenas de médicos, delegados de toda a Federação, revisaram e atualizaram o Código”.

      São, de fato, assuntos importantes – e por vezes melindrosos – os revistos pela Federação. Entre eles, o da terminalidade da vida será talvez o mais polêmico, por envolver operações como a eutanásia, ou morte assistida, consideradas atos humanitários, por uns, e, por outros, intervenções inaceitáveis da medicina. Tem-se a impressão de que, com o tempo, a posição mais objetiva e piedosa poderá prevalecer. A medicina não existe para prolongar a dor do paciente terminal.

(https:/academiamedica.com.br/revisao-do-codigo-de-etica-medica-mudancas-em-favor-da-medicina-e-da-sociedade) 

É plenamente aceitável, quanto à correção e à clareza, esta nova redação de uma informação do texto:
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Q942416 Português

                                        Leituras e adolescência


      No meu tempo de ensino médio, entrada da adolescência, os livros de Português ou as “seletas” adotadas eram implacáveis: não se buscava o gosto já formado do estudante, ofereciam-se a eles sobretudo textos consagrados do século XIX. Modernismo? Quase nada (certamente uma pena, diga-se). Se algumas dessas leituras nos chateavam bastante, outras, por diversas razões, prendiam nosso interesse.

      Intrigava-nos uma palavra nova, uma expressão curiosa, uma construção sintática desconhecida, e nossa imaginação era chamada a frequentar linguagens incomuns. Não se passava a mão na cabecinha dos adolescentes, entregando-lhes o que podiam mastigar sem esforço: chamavam-nos para as diferenças e desafios da literatura adulta, para o impacto que ela promovia em nós. Certamente havia aberrações nessa didática conservadora, mas havia também o estímulo para a dificuldade e para o desconhecido, para o inabitual e o “novo” que pode haver no “velho”.

      Mas a recomendação que se pode fazer, sem querer recuar para programas obsoletos ou rígidas opções, é esta: tirar o estudante do trono em que a sociedade de consumo e a pedagogia da facilitação o colocaram e lhe oferecer um espelho no qual, em vez de ver apenas seu próprio rosto refletido, veja também tudo o que está ao seu lado, e logo atrás dele, e muito atrás dele, alimentando ainda sua mais acesa expectativa quanto ao que estará por vir.

                                                                         (Tibúrcio Calógeras, inédito

Quanto ao hábito da leitura, devemos todos estimular o hábito de leitura entre os jovens, de modo que venham a adquirir o hábito de leitura acompanhado do prazer que ao hábito de leitura se agrega.


Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por:

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Q942414 Português

                                        Leituras e adolescência


      No meu tempo de ensino médio, entrada da adolescência, os livros de Português ou as “seletas” adotadas eram implacáveis: não se buscava o gosto já formado do estudante, ofereciam-se a eles sobretudo textos consagrados do século XIX. Modernismo? Quase nada (certamente uma pena, diga-se). Se algumas dessas leituras nos chateavam bastante, outras, por diversas razões, prendiam nosso interesse.

      Intrigava-nos uma palavra nova, uma expressão curiosa, uma construção sintática desconhecida, e nossa imaginação era chamada a frequentar linguagens incomuns. Não se passava a mão na cabecinha dos adolescentes, entregando-lhes o que podiam mastigar sem esforço: chamavam-nos para as diferenças e desafios da literatura adulta, para o impacto que ela promovia em nós. Certamente havia aberrações nessa didática conservadora, mas havia também o estímulo para a dificuldade e para o desconhecido, para o inabitual e o “novo” que pode haver no “velho”.

      Mas a recomendação que se pode fazer, sem querer recuar para programas obsoletos ou rígidas opções, é esta: tirar o estudante do trono em que a sociedade de consumo e a pedagogia da facilitação o colocaram e lhe oferecer um espelho no qual, em vez de ver apenas seu próprio rosto refletido, veja também tudo o que está ao seu lado, e logo atrás dele, e muito atrás dele, alimentando ainda sua mais acesa expectativa quanto ao que estará por vir.

                                                                         (Tibúrcio Calógeras, inédito

Por falta de correção e de coesão textual, é preciso corrigir a redação da seguinte frase:
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Q942407 Português

                                               Lições erradas


      Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.

      A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.

      A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.

      Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.

      Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?

*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20

(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208) 

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto: 
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Q942367 Português
A frase redigida com clareza e correção é:
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Q942355 Português
Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.

      O Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro, foi a data escolhida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para o lançamento de uma campanha pela humanização da Medicina. Com o mote “O calor humano também cura”, a ação pretende enaltecer a vocação humanitária do médico e fortalecer a relação entre esses profissionais e seus pacientes, um dos pilares da Medicina.
       As peças da campanha ressaltam, por meio de filmes, anúncios e banners, que o médico é especialista em pessoas e que o toque, o olhar e a conversa são tão essenciais para a Medicina quanto a evolução tecnológica.
(No Dia do Médico, Cremesp lança campanha pela humanização da Medicina. Disponível em: www.cremesp.org.br)

... uma campanha pela humanização da Medicina.

Uma expressão que substitui o vocábulo sublinhado, preservando o sentido original e atendendo à norma-padrão da língua, é:

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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: UNIFESP Prova: VUNESP - 2016 - UNIFESP - Enfermeiro |
Q941105 Português

                       Você trocaria sua privacidade por

                              descontos em produtos?


      O discurso publicitário alega que os consumidores estão conscientemente dispostos a trocar suas informações privadas por descontos ou pela gratuidade em produtos e serviços. Assim, por exemplo, quando consumidores utilizam gratuitamente um serviço de e-mail ou quando recebem um desconto por utilizar um cartão de fidelidade, eles estariam conscientemente aceitando que seus dados privados serão coletados e utilizados pela empresa e que o desconto ou o serviço gratuito é o pagamento por essa cessão de privacidade. É o que os economistas chamam de trade off.

      A alegação foi posta em xeque por uma pesquisa recente da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, que mostrou que a troca não é uma ação livre e consciente. Segundo a pesquisa, a maioria dos consumidores americanos não conhece a extensão em que seus dados pessoais são coletados e utilizados pelas empresas e aqueles que conhecem aderem mais facilmente às práticas de vigilância empresarial simplesmente por entenderem que não há escapatória.

      A pesquisa entrevistou 1506 usuários de internet residentes nos EUA entre fevereiro e março de 2015, e mostrou que 91% dos entrevistados não acreditam que ser vigiado por empresas sem aviso, em troca de descontos, seja uma troca justa. Para um dos autores da pesquisa, o professor Joseph Turow, a maior preocupação que advém dos resultados é que, a longo prazo, as pessoas deixem de confiar na “própria instituição do comércio”.

      “As pessoas sabem que estão sendo vigiadas”, explica Turow, “mas não enxergam nenhuma maneira de impedir isso”. Para ele, os consumidores americanos se sentem acuados. Por um lado, não compreendem como seus dados pessoais são utilizados pelas empresas e pelos publicitários; por outro, temem sofrer perdas sociais e econômicas, caso escolham não tomar parte nas relações e serviços de uma economia baseada na troca de dados. “Quando você vive num mundo em que todos os seus amigos estão numa rede social que coleta seus dados, como Facebook, ou acredita que o Google fornece o melhor serviço de buscas da internet, é muito difícil se imaginar fora deste mundo”, explica ele. 

(Observatório da Privacidade e Vigilância, 21.07.15. www.cartacapital.com.br/sociedade/voce-trocaria-sua-privacidade-por-descontos-em-produtos-4348.html. Adaptado)

Assinale a alternativa em que um segmento do trecho tem seu correto correspondente quanto ao sentido.
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Q929846 Português
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada está corretamente grafada, como em “Senão o outro não nos ama” (linha 06).
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Q913609 Português

Julgue o item seguinte, com relação aos aspectos linguísticos do texto CB5A1BBB.


Na linha 6, o pronome “lhe” refere-se a “Estado”

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Ano: 2016 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2016 - UFRGS - Administrador |
Q899369 Português

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.


( ) O pronome relativo que (l. 01) refere-se a um torneio (l. 01).

( ) O pronome relativo que (l. 15) refere-se a aos árabes (l. 15).

( ) O pronome relativo qual (l. 21) refere-se a um concilio (l. 20).


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2016 - UFRGS - Administrador |
Q899365 Português
Assinale a única alternativa que apresenta um pronome que NÃO faz referência à moça de cabelos cor de cobre (l. 19).
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Q897761 Português

CONSIDERE O TEXTO ABAIXO, PARA RESPONDER A QUESTÃO.


8 dicas de como se virar em países em que você não fala a língua


Na maioria dos países que são destinos turísticos, a população costuma falar pelo menos o básico do inglês, portanto conseguem entender e orientar os turistas quanto a perguntas simples, como: “Como chegar a tal ponto turístico?”, “Onde eu encontro um restaurante barato? ”ou “Onde é o banheiro mais próximo?”. Mas há aqueles em que o inglês não é entendido, nem falado pela população local – e devemos incluir o Brasil nessa lista – portanto, o jeito é se preparar para tentar entender e ser entendido através de algumas palavras da língua local, da linguagem corporal e também abusar do auxílio da tecnologia.

1. APRENDA PALAVRAS BÁSICAS DA LÍNGUA NATIVA
Aprender palavras básicas da língua do seu destino vai facilitar e muito a sua comunicação com os nativos. Por mais que você não saiba falar o idioma, ao aprender palavras básicas, você irá gerar empatia com a população local pela sua tentativa de falar a língua deles e demonstra interesse pela cultura local. Você vai se surpreender como um “Obrigado”, “Por Favor” e “Com licença” ditos na língua estrangeira irá lhe abrir portas.
Quais palavras eu devo aprender? As imprescindíveis são: “Por favor”, “com licença”, “obrigado”, “de nada”, “me desculpe”, “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”, “olá” e “adeus”. Se a sua facilidade em decorar palavras for boa e você quiser ir mais além, indicamos também “que horas são?”, “prazer em conhecê-lo”, “tenha uma boa semana”, “seja bem-vindo”.

2. UTILIZE A LINGUAGEM CORPORAL
Se você não consegue se expressar com palavras, se expresse com gestos. Vale mímica, vale apontar, vale o que for possível fazer para ser compreendido com a linguagem corporal. Você tem mesmo que perder a vergonha, abordar alguém na rua que lhe pareça um nativo e contar com a boa vontade dele de entender a sua encenação. Sempre agradeça a ajuda, mesmo que a pessoa não consiga entendê-lo. Como agradecer sem palavras? Uma boa forma é unir as palmas das mãos com os dedos para cima (como um gesto de namastê) e curvar um pouco o tronco, como fazem os japoneses. É um sinal de respeito entendido em todo o mundo como pacífico e simpático.

3. PLANEJE COM ANTECEDÊNCIA A SUA CHEGADA DO AEROPORTO ATÉ A HOSPEDAGEM
Após uma viagem de avião, com a burocracia dos aeroportos e a espera pela mala, os viajantes não costumam estar no seu melhor para buscar ajuda em outra língua, com mímicas e gestos. Então o melhor a se fazer é: faça um planejamento. Procure saber qual é a melhor forma de se conduzir, o melhor meio de transporte, como comprar o bilhete (nos aeroportos, é mais provável que consiga em inglês, mas garantase com pelo menos o básico da língua local), em que parte do aeroporto você irá apanhar a condução, tudo bem explicadinho. Na internet, sempre há pessoas com boa vontade para ajudar. Não deixe para quebrar a cabeça na hora.

4. USE UM APLICATIVO TRADUTOR
Os aplicativos de tradução simultâneo são verdadeiros lifesavers. O mais famoso, mais moderno e mais útil é o Google Tradutor App. Se você precisa traduzir um texto escrito – como o cardápio de um restaurante, uma placa de trânsito, as indicações de um metrô, por exemplo – basta apontar o celular com o aplicativo aberto que, com a câmera, ele irá identificar as palavras e traduzir instantaneamente. Você não precisa tirar uma foto, nem digitar o texto. É rápido, eficiente e quebra o maior ganho. 
Mas se você quer conversar com alguém que não fala nenhum idioma semelhante ao seu, o Google Tradutor também pode ajudar. Você abre o aplicativo, seleciona os dois idiomas que vocês irão falar e pronto: fala próximo do microfone, o aplicativo traduz rapidamente e diz no idioma do seu amigo, em voz alta, o que você disse no seu idioma. É quase mágica!

5. TENHA COM VOCÊ UM MAPA DE PAPEL NA LÍNGUA LOCAL
Muita gente acha que os mapas de papel já não são tão úteis porque temos mapas nos celulares. Mas nós somos contra isso. Sabe por quê? Porque os celulares acabam a bateria, dão bug, o mapa desaparece, você pode perder o aparelho, ser roubado, enfim, uma infinidade de coisas podem acontecer se você carregar o mapa só no celular. Ao andar pelas ruas com um na língua local, você pode parar um nativo na rua, dizer um “Olá” no idioma dele e apontar para o lugar aonde você quer ir. Escrito na língua deles, fica muito mais fácil dele ajudá-lo. Se você só tem um mapa pequenininho no seu celular escrito no seu idioma, as coisas ficam mais complicadas.

6. USE A CÂMERA DO SEU CELULAR PARA GUARDAR A SUA ROTA
Se você costuma se perder em viagens e está numa cidade que é um bocado confusa, pode usar a câmera do seu celular para fazer a sua rota. Você vai andando e tirando foto das placas com os nomes das ruas e de lugares de referência (cafés, restaurantes, lojas, etc). Assim, na hora de voltar, fica mais fácil você reconhecer os lugares! Ao chegar ao hotel, apague as fotos para ter espaço para fazer novas no dia seguinte.

7. CARREGUE UM CADERNINHO E UMA CANETA
Suponhamos que o seu celular descarregou, você precisa de alguma coisa e sua linguagem corporal não está funcionando. O que fazer? Sentar e chorar? Não! Desenhe! Vale aqui também brincar de imagem e ação. Mesmo se você não for um grande desenhista, vendo a imagem, fica mais fácil de um nativo ajudá- lo! Há caderninhos e canetas de bolso bem pequenos que podem ser carregados na bolsa, ou mesmo no bolso.

8. SORRIA SEMPRE
Abordar alguém em um país estrangeiro, principalmente para pedir ajuda, requer um sorriso. Na grande maioria dos lugares, um sorriso é sempre bem-vindo. Seja educado, seja simpático, use um sorriso e as pessoas terão prazer em ajudá-lo e em fazer amizade com você, mesmo que vocês não falem a mesma língua.

Disponível em <http://goo.gl/1Br5z5>.Acesso em: 30 abr. 2016 (com adaptações). 
O fragmento que faz uso de hiperônimos, isto é, palavras de sentidos mais abrangentes, para evitar a repetição de termos e manter a coesão lexical, observando onde se encontra no texto, é:
Alternativas
Q897760 Português

CONSIDERE O TEXTO ABAIXO, PARA RESPONDER A QUESTÃO.


8 dicas de como se virar em países em que você não fala a língua


Na maioria dos países que são destinos turísticos, a população costuma falar pelo menos o básico do inglês, portanto conseguem entender e orientar os turistas quanto a perguntas simples, como: “Como chegar a tal ponto turístico?”, “Onde eu encontro um restaurante barato? ”ou “Onde é o banheiro mais próximo?”. Mas há aqueles em que o inglês não é entendido, nem falado pela população local – e devemos incluir o Brasil nessa lista – portanto, o jeito é se preparar para tentar entender e ser entendido através de algumas palavras da língua local, da linguagem corporal e também abusar do auxílio da tecnologia.

1. APRENDA PALAVRAS BÁSICAS DA LÍNGUA NATIVA
Aprender palavras básicas da língua do seu destino vai facilitar e muito a sua comunicação com os nativos. Por mais que você não saiba falar o idioma, ao aprender palavras básicas, você irá gerar empatia com a população local pela sua tentativa de falar a língua deles e demonstra interesse pela cultura local. Você vai se surpreender como um “Obrigado”, “Por Favor” e “Com licença” ditos na língua estrangeira irá lhe abrir portas.
Quais palavras eu devo aprender? As imprescindíveis são: “Por favor”, “com licença”, “obrigado”, “de nada”, “me desculpe”, “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”, “olá” e “adeus”. Se a sua facilidade em decorar palavras for boa e você quiser ir mais além, indicamos também “que horas são?”, “prazer em conhecê-lo”, “tenha uma boa semana”, “seja bem-vindo”.

2. UTILIZE A LINGUAGEM CORPORAL
Se você não consegue se expressar com palavras, se expresse com gestos. Vale mímica, vale apontar, vale o que for possível fazer para ser compreendido com a linguagem corporal. Você tem mesmo que perder a vergonha, abordar alguém na rua que lhe pareça um nativo e contar com a boa vontade dele de entender a sua encenação. Sempre agradeça a ajuda, mesmo que a pessoa não consiga entendê-lo. Como agradecer sem palavras? Uma boa forma é unir as palmas das mãos com os dedos para cima (como um gesto de namastê) e curvar um pouco o tronco, como fazem os japoneses. É um sinal de respeito entendido em todo o mundo como pacífico e simpático.

3. PLANEJE COM ANTECEDÊNCIA A SUA CHEGADA DO AEROPORTO ATÉ A HOSPEDAGEM
Após uma viagem de avião, com a burocracia dos aeroportos e a espera pela mala, os viajantes não costumam estar no seu melhor para buscar ajuda em outra língua, com mímicas e gestos. Então o melhor a se fazer é: faça um planejamento. Procure saber qual é a melhor forma de se conduzir, o melhor meio de transporte, como comprar o bilhete (nos aeroportos, é mais provável que consiga em inglês, mas garantase com pelo menos o básico da língua local), em que parte do aeroporto você irá apanhar a condução, tudo bem explicadinho. Na internet, sempre há pessoas com boa vontade para ajudar. Não deixe para quebrar a cabeça na hora.

4. USE UM APLICATIVO TRADUTOR
Os aplicativos de tradução simultâneo são verdadeiros lifesavers. O mais famoso, mais moderno e mais útil é o Google Tradutor App. Se você precisa traduzir um texto escrito – como o cardápio de um restaurante, uma placa de trânsito, as indicações de um metrô, por exemplo – basta apontar o celular com o aplicativo aberto que, com a câmera, ele irá identificar as palavras e traduzir instantaneamente. Você não precisa tirar uma foto, nem digitar o texto. É rápido, eficiente e quebra o maior ganho. 
Mas se você quer conversar com alguém que não fala nenhum idioma semelhante ao seu, o Google Tradutor também pode ajudar. Você abre o aplicativo, seleciona os dois idiomas que vocês irão falar e pronto: fala próximo do microfone, o aplicativo traduz rapidamente e diz no idioma do seu amigo, em voz alta, o que você disse no seu idioma. É quase mágica!

5. TENHA COM VOCÊ UM MAPA DE PAPEL NA LÍNGUA LOCAL
Muita gente acha que os mapas de papel já não são tão úteis porque temos mapas nos celulares. Mas nós somos contra isso. Sabe por quê? Porque os celulares acabam a bateria, dão bug, o mapa desaparece, você pode perder o aparelho, ser roubado, enfim, uma infinidade de coisas podem acontecer se você carregar o mapa só no celular. Ao andar pelas ruas com um na língua local, você pode parar um nativo na rua, dizer um “Olá” no idioma dele e apontar para o lugar aonde você quer ir. Escrito na língua deles, fica muito mais fácil dele ajudá-lo. Se você só tem um mapa pequenininho no seu celular escrito no seu idioma, as coisas ficam mais complicadas.

6. USE A CÂMERA DO SEU CELULAR PARA GUARDAR A SUA ROTA
Se você costuma se perder em viagens e está numa cidade que é um bocado confusa, pode usar a câmera do seu celular para fazer a sua rota. Você vai andando e tirando foto das placas com os nomes das ruas e de lugares de referência (cafés, restaurantes, lojas, etc). Assim, na hora de voltar, fica mais fácil você reconhecer os lugares! Ao chegar ao hotel, apague as fotos para ter espaço para fazer novas no dia seguinte.

7. CARREGUE UM CADERNINHO E UMA CANETA
Suponhamos que o seu celular descarregou, você precisa de alguma coisa e sua linguagem corporal não está funcionando. O que fazer? Sentar e chorar? Não! Desenhe! Vale aqui também brincar de imagem e ação. Mesmo se você não for um grande desenhista, vendo a imagem, fica mais fácil de um nativo ajudá- lo! Há caderninhos e canetas de bolso bem pequenos que podem ser carregados na bolsa, ou mesmo no bolso.

8. SORRIA SEMPRE
Abordar alguém em um país estrangeiro, principalmente para pedir ajuda, requer um sorriso. Na grande maioria dos lugares, um sorriso é sempre bem-vindo. Seja educado, seja simpático, use um sorriso e as pessoas terão prazer em ajudá-lo e em fazer amizade com você, mesmo que vocês não falem a mesma língua.

Disponível em <http://goo.gl/1Br5z5>.Acesso em: 30 abr. 2016 (com adaptações). 
Os fragmentos “O mais famoso”, “para fazer novas no dia seguinte” e “Ao andar pelas ruas com um na língua local” utilizam em comum estratégia de coesão que tem por característica:
Alternativas
Q897759 Português

CONSIDERE O TEXTO ABAIXO, PARA RESPONDER A QUESTÃO.


8 dicas de como se virar em países em que você não fala a língua


Na maioria dos países que são destinos turísticos, a população costuma falar pelo menos o básico do inglês, portanto conseguem entender e orientar os turistas quanto a perguntas simples, como: “Como chegar a tal ponto turístico?”, “Onde eu encontro um restaurante barato? ”ou “Onde é o banheiro mais próximo?”. Mas há aqueles em que o inglês não é entendido, nem falado pela população local – e devemos incluir o Brasil nessa lista – portanto, o jeito é se preparar para tentar entender e ser entendido através de algumas palavras da língua local, da linguagem corporal e também abusar do auxílio da tecnologia.

1. APRENDA PALAVRAS BÁSICAS DA LÍNGUA NATIVA
Aprender palavras básicas da língua do seu destino vai facilitar e muito a sua comunicação com os nativos. Por mais que você não saiba falar o idioma, ao aprender palavras básicas, você irá gerar empatia com a população local pela sua tentativa de falar a língua deles e demonstra interesse pela cultura local. Você vai se surpreender como um “Obrigado”, “Por Favor” e “Com licença” ditos na língua estrangeira irá lhe abrir portas.
Quais palavras eu devo aprender? As imprescindíveis são: “Por favor”, “com licença”, “obrigado”, “de nada”, “me desculpe”, “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”, “olá” e “adeus”. Se a sua facilidade em decorar palavras for boa e você quiser ir mais além, indicamos também “que horas são?”, “prazer em conhecê-lo”, “tenha uma boa semana”, “seja bem-vindo”.

2. UTILIZE A LINGUAGEM CORPORAL
Se você não consegue se expressar com palavras, se expresse com gestos. Vale mímica, vale apontar, vale o que for possível fazer para ser compreendido com a linguagem corporal. Você tem mesmo que perder a vergonha, abordar alguém na rua que lhe pareça um nativo e contar com a boa vontade dele de entender a sua encenação. Sempre agradeça a ajuda, mesmo que a pessoa não consiga entendê-lo. Como agradecer sem palavras? Uma boa forma é unir as palmas das mãos com os dedos para cima (como um gesto de namastê) e curvar um pouco o tronco, como fazem os japoneses. É um sinal de respeito entendido em todo o mundo como pacífico e simpático.

3. PLANEJE COM ANTECEDÊNCIA A SUA CHEGADA DO AEROPORTO ATÉ A HOSPEDAGEM
Após uma viagem de avião, com a burocracia dos aeroportos e a espera pela mala, os viajantes não costumam estar no seu melhor para buscar ajuda em outra língua, com mímicas e gestos. Então o melhor a se fazer é: faça um planejamento. Procure saber qual é a melhor forma de se conduzir, o melhor meio de transporte, como comprar o bilhete (nos aeroportos, é mais provável que consiga em inglês, mas garantase com pelo menos o básico da língua local), em que parte do aeroporto você irá apanhar a condução, tudo bem explicadinho. Na internet, sempre há pessoas com boa vontade para ajudar. Não deixe para quebrar a cabeça na hora.

4. USE UM APLICATIVO TRADUTOR
Os aplicativos de tradução simultâneo são verdadeiros lifesavers. O mais famoso, mais moderno e mais útil é o Google Tradutor App. Se você precisa traduzir um texto escrito – como o cardápio de um restaurante, uma placa de trânsito, as indicações de um metrô, por exemplo – basta apontar o celular com o aplicativo aberto que, com a câmera, ele irá identificar as palavras e traduzir instantaneamente. Você não precisa tirar uma foto, nem digitar o texto. É rápido, eficiente e quebra o maior ganho. 
Mas se você quer conversar com alguém que não fala nenhum idioma semelhante ao seu, o Google Tradutor também pode ajudar. Você abre o aplicativo, seleciona os dois idiomas que vocês irão falar e pronto: fala próximo do microfone, o aplicativo traduz rapidamente e diz no idioma do seu amigo, em voz alta, o que você disse no seu idioma. É quase mágica!

5. TENHA COM VOCÊ UM MAPA DE PAPEL NA LÍNGUA LOCAL
Muita gente acha que os mapas de papel já não são tão úteis porque temos mapas nos celulares. Mas nós somos contra isso. Sabe por quê? Porque os celulares acabam a bateria, dão bug, o mapa desaparece, você pode perder o aparelho, ser roubado, enfim, uma infinidade de coisas podem acontecer se você carregar o mapa só no celular. Ao andar pelas ruas com um na língua local, você pode parar um nativo na rua, dizer um “Olá” no idioma dele e apontar para o lugar aonde você quer ir. Escrito na língua deles, fica muito mais fácil dele ajudá-lo. Se você só tem um mapa pequenininho no seu celular escrito no seu idioma, as coisas ficam mais complicadas.

6. USE A CÂMERA DO SEU CELULAR PARA GUARDAR A SUA ROTA
Se você costuma se perder em viagens e está numa cidade que é um bocado confusa, pode usar a câmera do seu celular para fazer a sua rota. Você vai andando e tirando foto das placas com os nomes das ruas e de lugares de referência (cafés, restaurantes, lojas, etc). Assim, na hora de voltar, fica mais fácil você reconhecer os lugares! Ao chegar ao hotel, apague as fotos para ter espaço para fazer novas no dia seguinte.

7. CARREGUE UM CADERNINHO E UMA CANETA
Suponhamos que o seu celular descarregou, você precisa de alguma coisa e sua linguagem corporal não está funcionando. O que fazer? Sentar e chorar? Não! Desenhe! Vale aqui também brincar de imagem e ação. Mesmo se você não for um grande desenhista, vendo a imagem, fica mais fácil de um nativo ajudá- lo! Há caderninhos e canetas de bolso bem pequenos que podem ser carregados na bolsa, ou mesmo no bolso.

8. SORRIA SEMPRE
Abordar alguém em um país estrangeiro, principalmente para pedir ajuda, requer um sorriso. Na grande maioria dos lugares, um sorriso é sempre bem-vindo. Seja educado, seja simpático, use um sorriso e as pessoas terão prazer em ajudá-lo e em fazer amizade com você, mesmo que vocês não falem a mesma língua.

Disponível em <http://goo.gl/1Br5z5>.Acesso em: 30 abr. 2016 (com adaptações). 
As expressões destacadas dos trechos “pela sua tentativa de falar a língua deles”, “ele irá identificar as palavras” e “Mas nós somos contra isso. Sabe por quê?” pertencem a uma categoria de palavras da língua que têm por função:
Alternativas
Respostas
9581: B
9582: C
9583: B
9584: B
9585: C
9586: A
9587: A
9588: E
9589: D
9590: E
9591: E
9592: A
9593: B
9594: C
9595: C
9596: A
9597: D
9598: A
9599: D
9600: C