Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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( ) Na linha 23, “eles" refere-se aos brasileiros.
( ) Em cada um dos títulos, “nós" faz referência a todos os falantes da língua portuguesa.
( ) Na linha 32, “Por cá" refere-se ao Brasil.
( ) A expressão “não aquece nem arrefece" (linha 23) tem o mesmo significado que a expressão “não fede nem cheira".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo
Julgue o item que se segue com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto III.
Na linha 11, o pronome relativo “que” refere-se a “vestibular”.
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo.
A forma nominal “filho” (l.4) e a forma pronominal
“se” (l. 6 e 25) referem-se a Anísio Spínola Teixeira.
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo.
Nas linhas 17 e 18, a expressão “essas aulas” retoma,
semanticamente, “artes plásticas”, razão por que se pode inferir
que Caribé e Mário Cravo orientavam aulas de artes plásticas
nas escolas-parques.
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto III, julgue o item subsecutivo.
No trecho “também a empunham” (l. 12 e 13), o elemento
“a” foi empregado em substituição ao termo
“responsabilidades” (l.11).
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto III, julgue o item subsecutivo.
O elemento “desse”, em “desse objetivo” (l. 8 e 9), retoma a
oração “que todos busquemos ser felizes” (l. 5 e 6).
Com relação ao texto I, julgue o próximo item.
Na linha 6, o termo “mercadorias” foi empregado em
substituição ao termo “valor” como recurso coesivo para que
se evite a repetição de termos e se mantenha o sistema de
referências da oração que integram.
A respeito da escolhas linguísticas e dos mecanismos coesivos empregados no texto, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) em cada afirmativa a seguir.
( ) A expressão "empresa californiana" ( ℓ.16-17) retoma "serviço de pesquisas Google" ( ℓ. 1-2), a qual constitui mecanismo de busca possível para as coleções digitalizadas
( ) A expressão "A mais recente" (ℓ. 17) auxilia na progressão textual ao evitar a repetição de "comparação" (ℓ. 11).
( ) A expressão "com isso" ( ℓ. 60) articula uma conclusão à afirmação presente nas linhas 58-60.
A sequência correta é

Com relação ao emprego de recursos coesivos e à construção de sentido no texto, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) em cada uma das afirmativas a seguir.
( ) A expressão "Esse tipo de visão" (ℓ. 51-52) recapitula a informação anterior de que no Brasil impera a desconfiança, em razão de o brasileiro típico ter um caráter duvidoso e não se negar a levar vantagem nas relações sociais.
( ) A palavra "que", na linha 27, introduz uma informação que restringe o referente anterior, enquanto, na linha 93, introduz o complemento para o verbo "revela" (ℓ. 93).
( ) Na linha 43, a palavra "como" confere à oração um valor circunstancial de conformidade, enquanto, na linha 56, expressa um valor circunstancial de comparação.
A sequência correta é
A felicidade de Milkau era perfeita. Tinha limitado o inquieto desejo, apagado do espírito as manchas da ambição, do domínio e do orgulho, e deixado que a simplicidade do coração o retomasse e inspirasse. Trabalhava mansamente no quinhão de terra que ocupava. A sua pequena habitação, erguida no silêncio da mata, era humilde como as outras dos colonos; nada existia ali que fosse a traição de um gosto refinado, ou uma pequena volúpia. Apenas, quebrando a uniforme monotonia rústica, o quarto de dormir de Milkau impressionava como uma capela ardente de amor, de veneração e de saudade. Estava povoado de retratos, como veladores Penates que o homem transporta nas suas migrações sobre a Terra. Aí se viam pessoas da família, essa mãe, quase filha, com grandes olhos de dor e súplica perene, o pai iluminado por um sorriso de mártir, e a mulher, criança que amara quando ela passou diante dos seus olhos, transfigurando-se para morrer. Os mais eram retratos das grandes figuras humanas, poetas, amorosos, sofredores. Era com essas imagens que Milkau vivia na comunhão funda e religiosa, que dá a alegria perpétua e que enche o vazio do isolamento.
(...)
Sem demora, Milkau espraiava-se em relações com o grupo colonial do Rio Doce. Achava um encanto em conviver com essa gente primitiva, que o recebia sem desconfiança, e que se ia deixando infiltrar da sua cordura e meiguice. Milkau, sem orgulho de inteligência, conformava-se com todas as lições que lhe davam os antigos e experientes colonos sobre as coisas da lavoura. Vendo-o assim atento, mais lhe queriam os camponeses, que ele não atemorizava com a sua educação, e em sua presença tinham instintivamente uma atitude cheia de simpatia e respeito. (...)
ARANHA, Graça. Canaã. 10. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. p. 100.
De acordo com o texto, o personagem Milkau era um homem que
A felicidade de Milkau era perfeita. Tinha limitado o inquieto desejo, apagado do espírito as manchas da ambição, do domínio e do orgulho, e deixado que a simplicidade do coração o retomasse e inspirasse. Trabalhava mansamente no quinhão de terra que ocupava. A sua pequena habitação, erguida no silêncio da mata, era humilde como as outras dos colonos; nada existia ali que fosse a traição de um gosto refinado, ou uma pequena volúpia. Apenas, quebrando a uniforme monotonia rústica, o quarto de dormir de Milkau impressionava como uma capela ardente de amor, de veneração e de saudade. Estava povoado de retratos, como veladores Penates que o homem transporta nas suas migrações sobre a Terra. Aí se viam pessoas da família, essa mãe, quase filha, com grandes olhos de dor e súplica perene, o pai iluminado por um sorriso de mártir, e a mulher, criança que amara quando ela passou diante dos seus olhos, transfigurando-se para morrer. Os mais eram retratos das grandes figuras humanas, poetas, amorosos, sofredores. Era com essas imagens que Milkau vivia na comunhão funda e religiosa, que dá a alegria perpétua e que enche o vazio do isolamento.
(...)
Sem demora, Milkau espraiava-se em relações com o grupo colonial do Rio Doce. Achava um encanto em conviver com essa gente primitiva, que o recebia sem desconfiança, e que se ia deixando infiltrar da sua cordura e meiguice. Milkau, sem orgulho de inteligência, conformava-se com todas as lições que lhe davam os antigos e experientes colonos sobre as coisas da lavoura. Vendo-o assim atento, mais lhe queriam os camponeses, que ele não atemorizava com a sua educação, e em sua presença tinham instintivamente uma atitude cheia de simpatia e respeito. (...)
ARANHA, Graça. Canaã. 10. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. p. 100.
A situação de greve não nos agrada também. O período é de incertezas e medo. O governo atual do PT, partido que surgiu das greves, ao invés de negociar e dialogar com a categoria, utiliza de mecanismos intimidatórios. Muitos grevistas terão o ponto cortado, o que significa que ficarão sem salário neste mês. Do que adianta, nessas horas de impasse, o discurso que escola de qualidade se faz com profissionais não apenas bem remunerados, mas principalmente por profissionais motivados, seguros e com uma estrutura que lhes possibilite transmitir o que lhes foi confiado, ir na contramãos de certas atitudes? Nós profissionais da educação, mais do que ninguém, torcemos para que essa situação termine logo. Provavelmente as aulas perdidas serão repostas, e nenhum aluno será prejudicado. Estamos empenhados na luta por uma educação pública de qualidade, que forme cidadãos críticos e responsáveis. Para que isso aconteça, precisamos contar com o apoio e respeito de todos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa.
(Extraído de: carosamigos.com.br).
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa.
(Extraído de: carosamigos.com.br).
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa.
(Extraído de: carosamigos.com.br).









