Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q4144240 Português

Exercícios físicos contribuem

para envelhecimento saudável


Praticar atividades físicas pode ajudar em um envelhecimento mais saudável. É o que defendem especialistas neste dia de consciência e combate ao sedentarismo (10). A prática regular pode evitar doenças e garantir mais mobilidade e autonomia ao longo de toda a vida.  


Segundo a médica e professora de geriatria da pós-graduação da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, o sedentarismo está associado ao aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, além de favorecer a sarcopenia, que é a perda progressiva de massa e força muscular e que compromete o equilíbrio, a marcha e a capacidade de reação, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações.


“O corpo do idoso responde muito rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, já é possível observar perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória”, diz.


Raul Oliveira, professor da graduação de fisioterapia da Afya Centro Universitário Itaperuna, complementa que atividades simples do cotidiano, como caminhar, levantar e sentar, subir pequenos degraus, alongar ou até realizar tarefas domésticas, ajudam a preservar a força muscular, a mobilidade das articulações, o equilíbrio e a coordenação, fatores essenciais para a independência nas atividades diárias, como tomar banho, se vestir e locomover.


A atividade física desempenha ainda papel relevante na preservação da memória e do raciocínio ao longo da vida. […]


Agência Brasil Publicado em 10/03/2026 - 13:25 Rio de Janeiro.

Com base no encadeamento das ideias do texto, a autonomia e a independência na terceira idade estão diretamente vinculadas à:
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Q4144239 Português

Exercícios físicos contribuem

para envelhecimento saudável


Praticar atividades físicas pode ajudar em um envelhecimento mais saudável. É o que defendem especialistas neste dia de consciência e combate ao sedentarismo (10). A prática regular pode evitar doenças e garantir mais mobilidade e autonomia ao longo de toda a vida.  


Segundo a médica e professora de geriatria da pós-graduação da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, o sedentarismo está associado ao aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, além de favorecer a sarcopenia, que é a perda progressiva de massa e força muscular e que compromete o equilíbrio, a marcha e a capacidade de reação, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações.


“O corpo do idoso responde muito rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, já é possível observar perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória”, diz.


Raul Oliveira, professor da graduação de fisioterapia da Afya Centro Universitário Itaperuna, complementa que atividades simples do cotidiano, como caminhar, levantar e sentar, subir pequenos degraus, alongar ou até realizar tarefas domésticas, ajudam a preservar a força muscular, a mobilidade das articulações, o equilíbrio e a coordenação, fatores essenciais para a independência nas atividades diárias, como tomar banho, se vestir e locomover.


A atividade física desempenha ainda papel relevante na preservação da memória e do raciocínio ao longo da vida. […]


Agência Brasil Publicado em 10/03/2026 - 13:25 Rio de Janeiro.

A palavra em destaque na frase “A atividade física desempenha ainda papel relevante…” introduz uma ideia de:
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Q4144197 Português

    Texto CG1A1


    Onde não houver alimento, não haverá paz. Essa afirmação, simples e poderosa, carrega uma sabedoria ancestral: a agricultura sustenta vidas, estrutura territórios, garante estabilidade política, social e econômica e molda o destino das nações. Quando a produção agrícola prospera, comunidades florescem, mercados se fortalecem e sociedades avançam. Quando falha, a fome se instala, conflitos emergem e as estruturas sociais se fragilizam.



    Em um mundo marcado por transformações aceleradas — crises climáticas, pressões energéticas e desigualdades persistentes —, a agricultura permanece no centro do debate global não apenas por alimentar bilhões de pessoas, mas por conectar, de forma indissociável, o que produzimos e consumimos, a energia que utilizamos e as condições climáticas que moldam nosso cotidiano.



    Garantir segurança alimentar para uma população que ultrapassará 9,7 bilhões de pessoas até 2050 exige produzir mais e melhor, de forma sustentável, resiliente e inclusiva. Acelerar a transição energética tornou-se imperativo diante da necessidade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar emissões. Enfrentar as mudanças climáticas requer ações integradas de adaptação e mitigação, capazes de proteger sistemas produtivos e ecossistemas naturais. Reduzir desigualdades sociais implica democratizar o acesso a oportunidades, tecnologias e mercados — sobretudo no meio rural, onde milhões de agricultores familiares e comunidades tradicionais ainda enfrentam vulnerabilidades estruturais.



    Esses desafios não podem ser tratados isoladamente. Segurança alimentar, transição energética, ação climática e justiça social são agendas interdependentes: nenhuma avança sem as demais. Sistemas alimentares resilientes são essenciais para mitigar emissões; energia limpa é indispensável para sustentar a produção agrícola; inclusão social é condição para o progresso das pessoas e ampliação da adoção de tecnologias e práticas sustentáveis. Quando articuladas, essas agendas convertem avanços setoriais em ganhos sistêmicos e fortalecem a resiliência global.



    Nesse contexto de interdependências, os trópicos ocupam posição estratégica. O cinturão tropical, que abrange as Américas, a África e a Ásia, concentra cerca de 40% das terras aráveis e 52% da água doce do planeta, distribuídas em regiões de cerrados, savanas e florestas tropicais, uma heterogeneidade que reflete a variedade de condições ecológicas e desafios produtivos dessa faixa do planeta.



    A riqueza natural confere aos países tropicais um potencial produtivo extraordinário, capaz de alimentar populações locais e contribuir decisivamente para a segurança alimentar global. Ao mesmo tempo, essas mesmas regiões enfrentam elevada vulnerabilidade climática. Secas prolongadas, chuvas irregulares, ondas de calor, enchentes e a intensificação de pragas e doenças ameaçam safras, reduzem produtividade e ampliam a insegurança alimentar em escala regional. Transformar essa combinação de riqueza e vulnerabilidade em prosperidade duradoura exige ciência aplicada, cooperação internacional e políticas públicas consistentes. Exige, sobretudo, reconhecer que a agricultura tropical não é parte do problema, mas parte essencial da solução. Práticas como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a recuperação de pastagens degradadas, o plantio direto, a fixação biológica de nitrogênio, o uso de bioinsumos, a produção de bioenergia e o reaproveitamento de coprodutos e resíduos em processos de circularidade comprovam que é possível conciliar produtividade, conservação ambiental e mitigação de emissões. 



Internet: (com adaptações). 

No quinto parágrafo do texto CG1A1, o pronome relativo “que”, na oração “que reflete a variedade de condições ecológicas e desafios produtivos dessa faixa do planeta” (final do segundo período), retoma a expressão
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Q4144190 Português

    Texto CG1A1


    Onde não houver alimento, não haverá paz. Essa afirmação, simples e poderosa, carrega uma sabedoria ancestral: a agricultura sustenta vidas, estrutura territórios, garante estabilidade política, social e econômica e molda o destino das nações. Quando a produção agrícola prospera, comunidades florescem, mercados se fortalecem e sociedades avançam. Quando falha, a fome se instala, conflitos emergem e as estruturas sociais se fragilizam.



    Em um mundo marcado por transformações aceleradas — crises climáticas, pressões energéticas e desigualdades persistentes —, a agricultura permanece no centro do debate global não apenas por alimentar bilhões de pessoas, mas por conectar, de forma indissociável, o que produzimos e consumimos, a energia que utilizamos e as condições climáticas que moldam nosso cotidiano.



    Garantir segurança alimentar para uma população que ultrapassará 9,7 bilhões de pessoas até 2050 exige produzir mais e melhor, de forma sustentável, resiliente e inclusiva. Acelerar a transição energética tornou-se imperativo diante da necessidade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar emissões. Enfrentar as mudanças climáticas requer ações integradas de adaptação e mitigação, capazes de proteger sistemas produtivos e ecossistemas naturais. Reduzir desigualdades sociais implica democratizar o acesso a oportunidades, tecnologias e mercados — sobretudo no meio rural, onde milhões de agricultores familiares e comunidades tradicionais ainda enfrentam vulnerabilidades estruturais.



    Esses desafios não podem ser tratados isoladamente. Segurança alimentar, transição energética, ação climática e justiça social são agendas interdependentes: nenhuma avança sem as demais. Sistemas alimentares resilientes são essenciais para mitigar emissões; energia limpa é indispensável para sustentar a produção agrícola; inclusão social é condição para o progresso das pessoas e ampliação da adoção de tecnologias e práticas sustentáveis. Quando articuladas, essas agendas convertem avanços setoriais em ganhos sistêmicos e fortalecem a resiliência global.



    Nesse contexto de interdependências, os trópicos ocupam posição estratégica. O cinturão tropical, que abrange as Américas, a África e a Ásia, concentra cerca de 40% das terras aráveis e 52% da água doce do planeta, distribuídas em regiões de cerrados, savanas e florestas tropicais, uma heterogeneidade que reflete a variedade de condições ecológicas e desafios produtivos dessa faixa do planeta.



    A riqueza natural confere aos países tropicais um potencial produtivo extraordinário, capaz de alimentar populações locais e contribuir decisivamente para a segurança alimentar global. Ao mesmo tempo, essas mesmas regiões enfrentam elevada vulnerabilidade climática. Secas prolongadas, chuvas irregulares, ondas de calor, enchentes e a intensificação de pragas e doenças ameaçam safras, reduzem produtividade e ampliam a insegurança alimentar em escala regional. Transformar essa combinação de riqueza e vulnerabilidade em prosperidade duradoura exige ciência aplicada, cooperação internacional e políticas públicas consistentes. Exige, sobretudo, reconhecer que a agricultura tropical não é parte do problema, mas parte essencial da solução. Práticas como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a recuperação de pastagens degradadas, o plantio direto, a fixação biológica de nitrogênio, o uso de bioinsumos, a produção de bioenergia e o reaproveitamento de coprodutos e resíduos em processos de circularidade comprovam que é possível conciliar produtividade, conservação ambiental e mitigação de emissões. 



Internet: (com adaptações). 

Infere-se do texto CG1A1 que os países que fazem parte do cinturão tropical 
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Q4142696 Português

Texto 1A16

A ética climática pode ser definida como o ramo de conhecimento que examina os fundamentos morais e os princípios de justiça relacionados às mudanças climáticas e suas consequências, abrangendo questões de equidade intra e intergeracional, justiça ambiental e responsabilidade diferenciada entre nações.

Esse campo de estudo procura resolver dilemas morais complexos, como a distribuição justa dos custos e benefícios das ações climáticas, a proteção de populações vulneráveis contra desastres climáticos e a alocação de responsabilidades entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Tendo em vista essa disparidade econômico-regional e a vulnerabilidade por ela gerada, em 2001 as 194 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) decidiram criar o Fundo para os Países Menos Desenvolvidos (LDCF) — um dos únicos mecanismos dessa natureza dedicado a ajudar os países a se adaptarem às novas realidades climáticas. O LDCF, juntamente com o Fundo Especial para a Mudança do Clima (SCCF), deve servir ao Acordo de Paris. Ambos os fundos são geridos pelo Fundo Global para o Meio Ambiente.

No âmbito da hermenêutica jurídica, a ética climática pode ser instrumental na interpretação e na aplicação do direito para a resolução de casos concretos que chegam ao Poder Judiciário. Ao interpretar normas ambientais ou decidir sobre litígios que envolvem questões climáticas, os intérpretes podem, ainda, fazer a vinculação conceitual com o princípio da precaução, que sugere a adoção de medidas preventivas diante de riscos de danos graves ou irreversíveis, mesmo na ausência de certeza científica plena.

Esse princípio está alinhado com a ideia de justiça intergeracional, que busca garantir que as gerações futuras tenham acesso a um ambiente seguro e saudável. Além disso, a consideração da justiça ambiental pode levar à adoção de decisões que priorizem a proteção das populações mais vulneráveis, frequentemente as mais afetadas por eventos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor.

A hermenêutica jurídica também pode incorporar a noção de responsabilidades comuns, mas diferenciadas, reconhecendo que os países desenvolvidos, por terem historicamente contribuído mais para a emissão de gases de efeito estufa, têm uma responsabilidade maior em mitigar os efeitos das mudanças climáticas e ajudar financeiramente os países em desenvolvimento a lidar com esses desafios.

Esse também foi o expresso pensamento de Al Gore quando declarou, em 2006, que as mudanças climáticas ― não são tanto um problema político quanto o é uma questão ética‖, destacando a necessidade de que os países mais desenvolvidos economicamente assumam responsabilidade por essas demandas. Estudos apontam também que é um problema de difícil mensuração, solução e articulação, uma vez que envolve nações independentes e controvérsias de natureza científica, econômica, legal e de relações internacionais.

Não obstante o conceito de ética no âmbito das relações internacionais, é possível interpretar também a ética da vulnerabilidade de pessoas e comunidades que sejam mais suscetíveis aos efeitos climáticos. Há iniciativas, inclusive, que buscam apurar tais vulnerabilidades com base em critérios objetivos, como o índice de vulnerabilidade climática, que algumas cidades e municípios brasileiros têm adotado.

Revista CNJ, v. 8, n.º 1, jul. – dez./2024. Internet: <http://www.cnj.jus.br/> (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita do trecho "por terem historicamente contribuído mais" (sexto parágrafo) preserva a correção gramatical e os sentidos do texto 1A16.
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Q4142694 Português

Texto 1A16

A ética climática pode ser definida como o ramo de conhecimento que examina os fundamentos morais e os princípios de justiça relacionados às mudanças climáticas e suas consequências, abrangendo questões de equidade intra e intergeracional, justiça ambiental e responsabilidade diferenciada entre nações.

Esse campo de estudo procura resolver dilemas morais complexos, como a distribuição justa dos custos e benefícios das ações climáticas, a proteção de populações vulneráveis contra desastres climáticos e a alocação de responsabilidades entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Tendo em vista essa disparidade econômico-regional e a vulnerabilidade por ela gerada, em 2001 as 194 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) decidiram criar o Fundo para os Países Menos Desenvolvidos (LDCF) — um dos únicos mecanismos dessa natureza dedicado a ajudar os países a se adaptarem às novas realidades climáticas. O LDCF, juntamente com o Fundo Especial para a Mudança do Clima (SCCF), deve servir ao Acordo de Paris. Ambos os fundos são geridos pelo Fundo Global para o Meio Ambiente.

No âmbito da hermenêutica jurídica, a ética climática pode ser instrumental na interpretação e na aplicação do direito para a resolução de casos concretos que chegam ao Poder Judiciário. Ao interpretar normas ambientais ou decidir sobre litígios que envolvem questões climáticas, os intérpretes podem, ainda, fazer a vinculação conceitual com o princípio da precaução, que sugere a adoção de medidas preventivas diante de riscos de danos graves ou irreversíveis, mesmo na ausência de certeza científica plena.

Esse princípio está alinhado com a ideia de justiça intergeracional, que busca garantir que as gerações futuras tenham acesso a um ambiente seguro e saudável. Além disso, a consideração da justiça ambiental pode levar à adoção de decisões que priorizem a proteção das populações mais vulneráveis, frequentemente as mais afetadas por eventos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor.

A hermenêutica jurídica também pode incorporar a noção de responsabilidades comuns, mas diferenciadas, reconhecendo que os países desenvolvidos, por terem historicamente contribuído mais para a emissão de gases de efeito estufa, têm uma responsabilidade maior em mitigar os efeitos das mudanças climáticas e ajudar financeiramente os países em desenvolvimento a lidar com esses desafios.

Esse também foi o expresso pensamento de Al Gore quando declarou, em 2006, que as mudanças climáticas ― não são tanto um problema político quanto o é uma questão ética‖, destacando a necessidade de que os países mais desenvolvidos economicamente assumam responsabilidade por essas demandas. Estudos apontam também que é um problema de difícil mensuração, solução e articulação, uma vez que envolve nações independentes e controvérsias de natureza científica, econômica, legal e de relações internacionais.

Não obstante o conceito de ética no âmbito das relações internacionais, é possível interpretar também a ética da vulnerabilidade de pessoas e comunidades que sejam mais suscetíveis aos efeitos climáticos. Há iniciativas, inclusive, que buscam apurar tais vulnerabilidades com base em critérios objetivos, como o índice de vulnerabilidade climática, que algumas cidades e municípios brasileiros têm adotado.

Revista CNJ, v. 8, n.º 1, jul. – dez./2024. Internet: <http://www.cnj.jus.br/> (com adaptações).

No trecho "os intérpretes podem, ainda, fazer a vinculação conceitual com o princípio da precaução, que sugere a adoção de medidas preventivas" (quarto parágrafo do texto 1A16), o referente do pronome "que" é
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Q4141893 Português

Texto para a questão. 


No âmbito do Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Piauí (Core‑PI), a atuação administrativa e jurídica exige comunicação clara, precisa e compatível com a natureza pública das atividades desempenhadas. A análise de processos, a elaboração de pareceres, o atendimento a profissionais registrados e a instrução de procedimentos administrativos dependem de registros escritos capazes de assegurar segurança jurídica, transparência e efetividade institucional.


A linguagem empregada nesses documentos não deve apenas transmitir informações. Ela também organiza fundamentos, delimita responsabilidades, orienta decisões e reduz riscos de interpretações equivocadas. Por isso, impropriedades gramaticais, ambiguidades sintáticas ou inadequações vocabulares podem comprometer a compreensão dos atos administrativos e afetar a confiança dos interessados na atuação do Conselho.


No exercício das atribuições do cargo de Assistente Jurídico, o domínio da norma‑padrão da língua portuguesa constitui instrumento essencial de trabalho. A correta articulação entre períodos, o emprego adequado de pronomes, a observância da concordância e da regência, o uso criterioso da pontuação e a seleção precisa de palavras contribuem para a produção de textos objetivos e juridicamente seguros.


Além disso, em comunicações institucionais, a impessoalidade e a formalidade devem ser preservadas, sem prejuízo da clareza. Um texto técnico eficiente não se caracteriza pelo excesso de termos complexos, mas pela capacidade de apresentar informações de modo ordenado, coeso e compreensível. Assim, a competência linguística do servidor fortalece a regularidade dos procedimentos, a credibilidade do órgão e a proteção do interesse público.



Fonte: BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. 3. ed. Brasília: Presidência da República, 2018; Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 37 (com adaptações).

Assinale a opção correta, no que concerne aos mecanismos de coesão, às relações sintáticas e aos efeitos de sentido no texto.
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Q4141889 Português

Texto para a questão. 


No âmbito do Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Piauí (Core‑PI), a atuação administrativa e jurídica exige comunicação clara, precisa e compatível com a natureza pública das atividades desempenhadas. A análise de processos, a elaboração de pareceres, o atendimento a profissionais registrados e a instrução de procedimentos administrativos dependem de registros escritos capazes de assegurar segurança jurídica, transparência e efetividade institucional.


A linguagem empregada nesses documentos não deve apenas transmitir informações. Ela também organiza fundamentos, delimita responsabilidades, orienta decisões e reduz riscos de interpretações equivocadas. Por isso, impropriedades gramaticais, ambiguidades sintáticas ou inadequações vocabulares podem comprometer a compreensão dos atos administrativos e afetar a confiança dos interessados na atuação do Conselho.


No exercício das atribuições do cargo de Assistente Jurídico, o domínio da norma‑padrão da língua portuguesa constitui instrumento essencial de trabalho. A correta articulação entre períodos, o emprego adequado de pronomes, a observância da concordância e da regência, o uso criterioso da pontuação e a seleção precisa de palavras contribuem para a produção de textos objetivos e juridicamente seguros.


Além disso, em comunicações institucionais, a impessoalidade e a formalidade devem ser preservadas, sem prejuízo da clareza. Um texto técnico eficiente não se caracteriza pelo excesso de termos complexos, mas pela capacidade de apresentar informações de modo ordenado, coeso e compreensível. Assim, a competência linguística do servidor fortalece a regularidade dos procedimentos, a credibilidade do órgão e a proteção do interesse público.



Fonte: BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. 3. ed. Brasília: Presidência da República, 2018; Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 37 (com adaptações).

No trecho “No Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Piauí (Core‑PI), a atuação do Assistente Jurídico exige domínio da linguagem técnico‑administrativa, pois a tramitação de processos, a análise de processos, a elaboração de pareceres, o atendimento a profissionais registrados e a instrução de procedimentos administrativos dependem de registros escritos capazes de assegurar segurança jurídica, transparência e efetividade institucional. A comunicação deve ser compatível com a natureza pública das atividades desempenhadas. A linguagem empregada nesses documentos não deve apenas transmitir informações. Ela também organiza fundamentos, delimita responsabilidades, orienta decisões e reduz riscos de interpretações equivocadas.”, o pronome “Ela” estabelece coesão referencial com
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Q4141646 Português
Texto CG1A1

    A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

    O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

    No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

     É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

Internet: https://legale.com.br/  (com adaptações)
Considerando os mecanismos de coesão empregados no texto CG1A1 e seus sentidos, assinale a opção correta.
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Ano: 2026 Banca: EPCAR Órgão: EPCAR Prova: EPCAR - 2026 - EPCAR - Cadete do Ar |
Q4141046 Português

TEXTO III


A tirania da produtividade



Ronaldo Nezo  



                                                                       


                                                                  

                                                                      

NEZO, Ronaldo. A Tirania da produtividade. Saúde emocional, 03 set. 

2025. Disponível em: https://blogdoronaldo.wordpress.com/2025/09/03/a-

tirania-da-produtividade. Acesso em: 19/11/2025.   

No trecho “A ocupação virou a desculpa perfeita para tudo.” (Texto III, l. 7), a expressão sublinhada contribui para a progressão argumentativa do texto ao: 
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Ano: 2026 Banca: EPCAR Órgão: EPCAR Prova: EPCAR - 2026 - EPCAR - Cadete do Ar |
Q4141043 Português

TEXTO II


Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros: a

saúde mental como legado da nova geração


Jovens atletas vêm destacando a importância do cuidado com a saúde mental e o poder da psicologia esportiva na alta performance


Por Fernanda Zalcman  


                                                             

                                                     


ZALCMAN, Fernanda. Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros:

a saúde mental como legado da nova geração. Olympics. Disponível em: 

https://www.olympics.com/pt/noticias/rebeca-rayssa-leal-iga-swiatek-saude-

mental-legado-nova-geracao. Acesso em 19/11/2025. Adaptado. 

Verifique os itens abaixo, extraídos do Texto II.


I. “Muitos criticaram, mas outros também apoiaram, o que diz muito sobre o tema nos dias de hoje.” (l. 6-8) – Os elementos destacados pertencem à mesma classe gramatical de palavras.  


II. “A saúde mental foi um assunto pouco falado no meio esportivo.” (l. 9-10) / “Michael Phelps, por exemplo, conviveu por muito tempo com a depressão sem revelar publicamente,” (l.12-14) – Os elementos destacados são termos acessórios.


III. “O sucesso precoce, porém, teve grande impacto na vida da Fadinha.” (l. 40-41) – O elemento destacado poderia ser substituído sem incongruência de sentido pelas seguintes expressões conectivas: entretanto, não obstante, no entanto, porquanto, contudo e todavia.


IV. “Sei que consigo jogar, mas minha mente acaba falando ‘ai, não tenta.’” (l. 46-47) – O elemento destacado possui a mesma classe gramatical que os elementos destacados nos seguintes enunciados: “Oh, deuses! O que eu faço agora?” / “Oba, hoje tem festa com pizza.” / “ é um lugar muito perigoso. Tenha cuidado.” / “Ufa! Finalmente terminei o trabalho.”


V. “Eu tinha muito medo dos campeonatos, de ‘ai, se eu não me dar bem”’. (l. 44-45) – O elemento destacado é um substantivo abstrato assim como os elementos destacados em: “Sua memória estará para sempre na alma do brasileiro.” / “Esta lembrança não é cara, mas expressa meu grande carinho por você. Feliz aniversário!”


A partir da análise, pode-se afirmar que apenas

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Ano: 2026 Banca: EPCAR Órgão: EPCAR Prova: EPCAR - 2026 - EPCAR - Cadete do Ar |
Q4141037 Português

TEXTO I




CATORZE EU TENHO UM PROBLEMA REPRESADO 





  RIORDAN, Rick. A maldição do Titã: série Percy Jackson e os olimpianos,

vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2023. Adaptado.  

Sobre o Texto I, é correta a alternativa: 
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Q4139377 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A coesão e a coerência textuais, no trecho “Aqui vai um exemplo:”, são construídas por meio de: 
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Q4138750 Português
Na imagem, a organização temática da tira se dá mediante
Alternativas
Q4138749 Português
Texto 4


‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC


Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
No encadeamento textual, a expressão “na verdade”, contida na resenha, tem a função linguística de
Alternativas
Q4138748 Português
Texto 4


‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC


Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
O modo discursivo representado pela resenha do filme O Agente Secreto reflete uma opção por sequências descritivas que
Alternativas
Q4137995 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (417×332)

Na fala do último quadrinho, o elemento coesivo MAS estabelece uma relação lógico-semântica entre as orações. Do ponto de vista morfossintático e discursivo, essa conjunção atua para:
Alternativas
Q4137947 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (337×267)

No segundo quadrinho, a mãe inicia sua fala com a expressão OU SEJA. No contexto dos diálogos da charge, essa locução atua com o sentido de:
Alternativas
Q4137689 Português
Observe a imagem a seguir para responder a questão:


Captura_de tela 2026-06-26 083652.png (342×342)


Fonte: http://www.arionaurocartuns.com.br/2016/09/charge-viciocelular-internet.html Acesso em 11 de maio de 2026.
Considerando a charge, analise as assertivas a seguir.

I. O texto mobiliza conhecimentos extratextuais relacionados ao uso excessivo da internet e à dependência tecnológica contemporânea.
II. O humor decorre parcialmente da inversão de expectativa entre problemas socialmente graves e um medo associado ao conforto digital.
III. O emprego reiterado de perguntas no primeiro quadrinho contribui para a construção de uma progressão argumentativa.
IV. A ausência de pontuação no segundo quadrinho compromete a coerência textual e impede a compreensão do efeito humorístico.

Após análise, conclui-se que estão corretas: 
Alternativas
Q4137687 Português
Observe a imagem a seguir para responder a questão:


Captura_de tela 2026-06-26 083652.png (342×342)


Fonte: http://www.arionaurocartuns.com.br/2016/09/charge-viciocelular-internet.html Acesso em 11 de maio de 2026.
No primeiro quadrinho, a sequência “ficar desempregado? ficar doente? ser assaltado?” produz determinado efeito argumentativo. Sobre esse recurso, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
501: B
502: A
503: A
504: D
505: D
506: B
507: B
508: C
509: C
510: D
511: A
512: B
513: D
514: D
515: C
516: D
517: D
518: D
519: D
520: E