Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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Adaptado de SIMMEL, Georg. Exposição industrial de Berlim. In: Bueno, Arthur. Georg Simmel: o conflito da cultura moderna e outros escritos. São Paulo: Senac, 2013, pp. 75-76.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre o sentido sociológico da analogia utilizada por Georg Simmel.
I. A disposição de cada objeto na exposição sugere o caráter relacional da vida moderna, na medida em que a posição ocupada por cada indivíduo modifica simultaneamente sua singularidade e seu pertencimento ao conjunto social.
II. A singularidade de cada objeto na exposição indica que a individualidade moderna é produzida sobretudo pela incorporação de normas coletivas, que restringem o papel das interações sociais.
III. A reunião dos objetos em uma exposição sugere que a integração dos indivíduos à sociedade de massa reduz as tensões entre eles, à medida que eles passam a integrar uma unidade social.
Está correto o que se afirma em
Releia o verso:
"Entre eles, considero a enorme realidade."
Nesse contexto, o pronome destacado retoma
No trecho demarcado, há uma coesão do tipo:
O trecho “o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua.” poderia ser reescrito, preservando‑se a correção gramatical e o sentido original do texto, da seguinte forma: Segundo consenso técnico e jurídico, para atenuar os riscos da radiação, exige‑se à atenção contínua.
A ideia de Facure, “a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente.”, é reforçada pela linha cronológica apresentada ao longo do texto.
No contexto da arquitetura argumentativa do texto, essa alusão cumpre a função de evidenciar que:
(1ª parte): Segundo o texto, a alta vulnerabilidade costeira no cenário nacional se justifica porque uma parcela considerável da população reside em cidades litorâneas. (2ª parte): O texto menciona que a queda projetada na população urbana global, estimada para iniciar-se no final do século XXI, provocará a redução imediata e espontânea dos prejuízos econômicos nas cidades costeiras.
Pode-se afirmar que:
Atenção: Considere o texto do filósofo latino Sêneca para responder à questão.
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, O que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insidias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, & ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter liquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p21-22)
O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero
Por Bela Lobato

(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-denome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“o nome tradicional sempre existiu, mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar”.

“O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo, ele pode estar se transformando”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

I. Para o autor, os problemas da Previdência Social não são algo novo.
II. Pode-se dizer que a proporção entre idosos e crianças tem se modificado.
III. O autor demonstra incerteza acerca da capacidade do país de discutir a temática de forma adequada.
Quais estão corretas?