Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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Texto para o iten.


Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item quanto à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“outras” (linha 4) – “tecnologias” (linha 2)
Texto para o iten.


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No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“Considerada” (linha 18) por Considerando
Texto para o iten.


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No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“é” (linha 14) por consiste
Texto para o iten.


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No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“levou à” (linha 7) por gerou uma
Texto para o iten.


Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).
No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“que correspondem” (linha 5) por correspondentes
Indique a alternativa que traz sinônimos dos verbos e das expressões verbais sublinhados do texto - ‘recebe’, ‘registrou’, ‘foram encerradas’ e ‘estão disponíveis’ - que poderiam substituí-los e que não trazem prejuízo ao sentido neste mesmo contexto:
Vestibular Indígena 2022 recebe quase 3 mil inscritos
A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) registrou 2.805 inscritos para o Vestibular Indígena 2022, primeiro ano da seleção unificada entre a UFSCar e a Unicamp para o ingresso de estudantes indígenas em diferentes cursos de graduação das duas universidades. As inscrições gratuitas foram encerradas no dia 20 de janeiro. A relação candidatos-vaga por curso e o número de inscritos por cidade de prova estão disponíveis na página eletrônica da Comvest, em www.comvest.unicamp.br.
Fonte: https://www.ufscar.br/noticia?codigo=14409 Acesso em fev 2022 (texto adaptado)
Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias do texto.
“Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
mais comum” (linhas 12 e 13): Entre as doenças que
atingem o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a mais
comum
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“proveniente” (linha 15) por provinda
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“a ser acometido por” (linha 4) por a
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto, mas não
o seu sentido original, caso se suprimisse, no segmento
“todos os profissionais envolvidos no processo” (linhas
35 e 36) o artigo definido “os”.
Texto 2

Tendo em vista os aspectos linguísticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
A citação de trecho do Manifesto Antropófago, de
Oswald de Andrade, ilustra o emprego da
intertextualidade a serviço da progressão textual e da
coerência entre as ideias apresentadas a respeito dos
“‘rapazes modernistas’” (linhas 20 e 21).
No último parágrafo, a substituição do vocábulo “somente” por mormente não prejudicaria a correção nem a coerência do texto, mas o seu sentido original seria alterado.
Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso o trecho “instituiu a” (primeiro parágrafo) fosse substituído por deu início à.
A correção e o sentido do texto seriam mantidos se, no último parágrafo, a forma verbal “há” fosse substituída por existem.
No quarto parágrafo, logo após “vítimas”, a substituição do sinal de dois-pontos por ponto final, com o devido ajuste de maiúscula e minúscula, manteria a correção do texto, mas não a sua coerência.
A correção gramatical do primeiro período do terceiro parágrafo seria mantida caso a forma verbal “tiram” fosse substituída por tira.
Texto CG1A1-I
Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda.
Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave.
Mayke De Jong, Nos limites do parentesco: legislação anti-incesto
na Alta Idade Média ocidental (500-900). In: Jan Bremmer (Org.).
De Safo a Sade. Momentos na história da sexualidade.
Campinas: Papirus, 1995, p. 56-7 (com adaptações).
A correção gramatical, a coerência e os sentidos originais do texto CG1A1-I seriam preservados caso,
no sexto período do segundo parágrafo, se suprimisse o
vocábulo “antes”.
Texto CG1A1-I
Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda.
Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave.
Mayke De Jong, Nos limites do parentesco: legislação anti-incesto
na Alta Idade Média ocidental (500-900). In: Jan Bremmer (Org.).
De Safo a Sade. Momentos na história da sexualidade.
Campinas: Papirus, 1995, p. 56-7 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, acerca dos mecanismos de coesão do texto CG1A1-I.
Os vocábulos “sua” e “própria”, ambos no sexto período do
texto, indicam posse de Fredegunda.

