Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q4226419 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
Em “mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita”, o termo sublinhado: 
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Q4225029 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
“De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa… Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente, surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita.”
Os modalizadores destacados, podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo de sentido por: 
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Q4207644 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
A expressão “ao contrário”, sublinhada no segundo parágrafo, expressa:
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Q4205894 Português
ChatGPT – Herói ou Vilão?


    A OpenAI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, disponibilizou sua plataforma aos usuários na versão 3.5. Em menos de dois meses, já tinha mais de 100 milhões de usuários. Isso abriu caminho para que o mundo descobrisse, por meio desta e de outras plataformas de IA (inteligência artificial generativa), o poder dessa tecnologia.

    No entanto, o ChatGPT ainda apresenta limitações severas. Suas respostas podem estar erradas e serem tóxicas ou tendenciosas algumas vezes. Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários. Isso porque os sistemas de linguagem das plataformas de IA não sabem o que as palavras significam, mas apresentam uma linguagem coerente, educada e que transparece, muitas vezes, que você está conversando com um especialista no assunto. E este é o ponto: eles foram treinados para parecerem um especialista, não para serem um especialista.

    Em março, a OpenAI lançou sua nova versão, e o GPT-4 chegou levantando todo o debate novamente e abrindo uma maior vantagem em relação aos concorrentes. A Microsoft anunciou o Copilot, um assistente de criação de tarefas que será acoplado ao Word, ao Excel e ao PowerPoint. Em outras palavras, o ChatGPT estará dentro do Office. No PowerPoint, há a possibilidade de criar apresentações a partir de textos simples, podendo-se usar imagens e designs exclusivos. No Excel, há a função de pedir para o algoritmo simplificar planilhas enormes, encontrando padrões, criando correlações, extraindo dados e gerando análises profundas. Já no Word é possível produzir textos a partir de diversos outros arquivos, compilar documentos a partir de notas e rascunhos e escrever e-mails e memorandos.

    Atualmente, as escolas no Brasil vivem um paradoxo: algumas estão em busca de treinamentos para seus professores sobre o ChatGPT, para que tenham uma maior assertividade em seu uso e conheçam os impactos dessa nova tecnologia na educação, enquanto outras estão proibindo seus professores e seus alunos de a utilizarem. Se, por um lado, professores de artes estão pedindo para os alunos usarem a Dall-E para identificar e “desenhar” quadros no estilo de pintores como Picasso, Monet e Van Gogh, o que estimula bastante a criatividade, por outro lado, existe a discussão sobre problemas de manipulação dos dados que podem gerar desinformações disponibilizadas por tais plataformas. É nesses momentos que o papel do professor se faz ainda mais necessário para direcionar o conhecimento de forma correta.


(Fonte: Direcional Escolas - adaptado.)
Com base nas informações do texto, analisar os itens abaixo:

I. ChatGPT e Copilot são ferramentas de IA que apresentam funcionalidades parecidas, mas são de empresas diferentes.
II. Para algumas escolas brasileiras, o ChatGPT tornou-se um problema; para outras, uma nova tecnologia para uso em sala de aula.
III. Nas escolas, é importante que os professores conheçam a IA para direcionar corretamente a aprendizagem.

Está(ão) CORRETO(S):
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Q4205893 Português
ChatGPT – Herói ou Vilão?


    A OpenAI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, disponibilizou sua plataforma aos usuários na versão 3.5. Em menos de dois meses, já tinha mais de 100 milhões de usuários. Isso abriu caminho para que o mundo descobrisse, por meio desta e de outras plataformas de IA (inteligência artificial generativa), o poder dessa tecnologia.

    No entanto, o ChatGPT ainda apresenta limitações severas. Suas respostas podem estar erradas e serem tóxicas ou tendenciosas algumas vezes. Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários. Isso porque os sistemas de linguagem das plataformas de IA não sabem o que as palavras significam, mas apresentam uma linguagem coerente, educada e que transparece, muitas vezes, que você está conversando com um especialista no assunto. E este é o ponto: eles foram treinados para parecerem um especialista, não para serem um especialista.

    Em março, a OpenAI lançou sua nova versão, e o GPT-4 chegou levantando todo o debate novamente e abrindo uma maior vantagem em relação aos concorrentes. A Microsoft anunciou o Copilot, um assistente de criação de tarefas que será acoplado ao Word, ao Excel e ao PowerPoint. Em outras palavras, o ChatGPT estará dentro do Office. No PowerPoint, há a possibilidade de criar apresentações a partir de textos simples, podendo-se usar imagens e designs exclusivos. No Excel, há a função de pedir para o algoritmo simplificar planilhas enormes, encontrando padrões, criando correlações, extraindo dados e gerando análises profundas. Já no Word é possível produzir textos a partir de diversos outros arquivos, compilar documentos a partir de notas e rascunhos e escrever e-mails e memorandos.

    Atualmente, as escolas no Brasil vivem um paradoxo: algumas estão em busca de treinamentos para seus professores sobre o ChatGPT, para que tenham uma maior assertividade em seu uso e conheçam os impactos dessa nova tecnologia na educação, enquanto outras estão proibindo seus professores e seus alunos de a utilizarem. Se, por um lado, professores de artes estão pedindo para os alunos usarem a Dall-E para identificar e “desenhar” quadros no estilo de pintores como Picasso, Monet e Van Gogh, o que estimula bastante a criatividade, por outro lado, existe a discussão sobre problemas de manipulação dos dados que podem gerar desinformações disponibilizadas por tais plataformas. É nesses momentos que o papel do professor se faz ainda mais necessário para direcionar o conhecimento de forma correta.


(Fonte: Direcional Escolas - adaptado.)
No fragmento “Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários.”, as expressões sublinhadas indicam, respectivamente, ideia de:
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Q4205475 Português
Considerar as seguintes afirmações:

I. Machado de Assis era um competente escritor.
II. Sua produção influenciou muitos autores.
III. Fez parte do movimento modernista.

Essas afirmações integram-se com correção e coerência no seguinte período:
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Q4203364 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No texto, com o propósito de não repetir a palavra “bancos”, usou-se a seguinte expressão:  
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Q4203361 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No primeiro parágrafo do texto, a expressão “ou seja” tem a função de
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Q4202069 Português
Cerca de 4.500 famílias de áreas rurais de Rondônia passaram a ter energia elétrica


O gerente de construção e manutenção da Energisa, Carlos Alexandre de Oliveira, explica que a construção de redes de energia é complexa e envolve centenas de profissionais desde a fase do projeto até a conclusão. "Para se ter uma ideia da grandiosidade do programa, apenas nesse ano, foram construídos 607 quilômetros de redes de energia e instalados quase 8.600 postes. Uma dedicação imensa para que as pessoas tenham energia de qualidade para cultivar, produzir e viver na área rural", afirmou.

Para solicitar a ligação de energia, o proprietário do imóvel ou representante da comunidade deve entrar em contato com a Energisa, apresentando a documentação necessária e endereços dos interessados. A instalação é gratuita para potência instalada de até 15 Kva (Kilovate Ampére) e é importante que a família resida na propriedade para a qual está solicitando a ligação. O pedido pode ser feito pela atendente virtual Gisa (www.gisa.energisa.com.br), Agência Digital (www.energisa.com.br) ou na agência física em um dos 52 municípios do estado.

Cerca de 4.500 famílias de áreas rurais de Rondônia passaram
 a ter energia elétrica em casa em 2022 (msn.com). Adaptado.
Cerca de 4.500 famílias que moram em áreas rurais de Rondônia passaram a ter energia elétrica em casa em 2022. A Energisa investiu cerca de R$ 61 milhões na construção de redes de energia para que a eletricidade chegasse até as localidades mais distantes do estado.
Baseado nessas informações e no texto, assinale a opção CORRETA. 
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Q4201445 Português
Leia o texto para responder a questão de número.


        Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

        Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

         No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

        Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.


(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.
Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).
Em “... segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)...” (1o parágrafo), o termo destacado expressa
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Q4201291 Português
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Texto 1


A máquina do tempo que existe em nós

Pesquisadores da Filosofia da Memória mostram que a viagem no tempo é uma realidade vivida por muitos

          A viagem no tempo é um assunto bastante curioso e que já foi tema de diversas produções cinematográficas. Quem lembra de Marty McFly em cima do famoso hoverboard na trilogia “De volta para o futuro”?
          Além da viagem temporal ser bastante presente na ficção, ela também pode ser real e é mais possível do que imaginamos. Isso porque, de acordo com pesquisadores do Departamento de Filosofia da UFSM, nós, seres humanos, somos capazes de realizar a chamada “mental time travel” ou, em português, viagem no tempo subjetiva.
          O termo é uma postulação de pesquisadores que trabalham com a Filosofia da Memória, como é o caso do professor do Departamento de Filosofia César Schirmer dos Santos e do pesquisador Kourken Michaelian, do Centro de Filosofia da Memória da Université Grenoble Alpes (UGA).
          Para César, que também coordena o Laboratório de Filosofia da Memória, a capacidade que temos de projetar cenários desconhecidos, lembrar de acontecimentos antigos e imaginar o futuro é espetacular e, na Filosofia, pode ser considerada um poder. “O nosso cérebro é capaz de nos levar para o passado, mas também para o futuro. Assim, a memória em si pode ser entendida como uma coleção de poderes”, diz.
          O jornalista e estudante de Filosofia Vitor Rodrigues faz parte do projeto “Filosofia da Memória: Orientações Temporais e Sistemas Cognitivos”, coordenado pelo professor César, e começou a se interessar pela tema enquanto produzia o Trabalho de Conclusão de Curso para a graduação em Jornalismo. Nele, Vitor buscou conhecer as memórias de Cacequi, cidade natal, a partir de relatos dos moradores. O objetivo foi escrever um livro reportagem.
          Além disso, Vitor também conversou com o pesquisador canadense Kourken Michaelian sobre o funcionamento da viagem no tempo. “A estrutura mental das viagens no tempo implica, em última análise, que devemos abandonar a visão tradicional de que há uma diferença fundamental entre memória e imaginação”, explica o pesquisador.
          Ou seja, devido à incrível capacidade cerebral dos humanos, somos capazes de lembrar do passado e de imaginar o futuro, de nos projetar em cenários que ainda não conhecemos. Por exemplo, pense nos planos que você realizou para o carnaval e imagine-se no cenário almejado. Esse ato, apesar de simples, fez com que você, de certa forma, viajasse para o futuro.
          Aqui, é importante diferenciarmos a memória da lembrança. Para a Filosofia da Memória, a lembrança é materializável. Existe a possibilidade de você viajar e trazer uma “lembrancinha” para dar de presente a alguém especial. Mas a memória não pode ser materializada, ela está relacionada a nossa capacidade cerebral e também à coleção de poderes, de habilidades.
          Nossa capacidade de lembrar do passado está fortemente ligada a nossa capacidade de imaginar o futuro, enquanto estamos no presente. E isso está diretamente relacionado à sobrevivência. O professor César explica que a memória faz com que não repitamos erros que ameacem a vida, por exemplo. “O passado de uma pessoa faz com que o presente dela seja melhor, no sentido de lembrar aquilo que te ameaça, que pode ser fatal”, afirma. [...]
Além da viagem subjetiva no tempo ser bastante curiosa, estudar a memória é importante também para a nossa compreensão enquanto seres humanos. “O que a memória diz sobre o que somos?” é um dos questionamentos que guiam os estudos sobre Filosofia da Memória.
Mas, para além da memória individual que foi amplamente discutida, os pesquisadores explicam que os estudos e as descobertas sobre a capacidade cerebral de viajar no tempo se aplicam também à memória coletiva e à memória política. Assim, pode-se dizer que o cérebro é uma máquina do tempo, menor que aquelas que vimos em filmes, mas tão potente quanto.

CRUBER, Leandra. Disponível em: <https://www.ufsm.br/midias/arco/a-maquina-do-tempo-que-existe-em-nos/>. Acesso: 07 set. 2022.
A palavra “nele”, no quinto parágrafo, refere-se 
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Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Atividades |
Q4199454 Português

A teoria propicia a construção das bases do conhecimento, enquanto a pratica possibilita a aplicação \dos conceitos. Portanto, não basta ao professor apenas compreender os princípios pedagógicos. Transpô-los para 0\ambiente escolar — um desafio cotidiano — é uma condição fundamental para a aprendizagem dos estudantes.



Acerca da relação entre a teoria e a prática na educação, julgue (C ou E) o item a seguir. 

Uma, base, teórica sólida passa a ser dispensável conforme o professor amplia o seu tempo de experiência no cotidiano escolar.  
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Atividades |
Q4199383 Português



BECK, Alexandre. Disponível em: Acesso em: 2 nov. 2023.



Tendo em vista a mensagem do texto e os mais variados contextos comunicativos, julgue (C ou E) o item a seguir. 

A informação original seria alterada caso a redação Alguns professores nos ajudam a ler! fosse empregada no lugar do período que compõe o primeiro quadrinho.  
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Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Atividades |
Q4199381 Português



Com base nas informações do texto e nos recursos responsáveis pelas relações entre elas, julgue (C ou E) o item a seguir.

A substituição do termo “a aluna” (linha 9) pelo pronome ela comprometeria a relação de sentido do texto.  
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Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Atividades |
Q4199379 Português



Com base nas informações do texto e nos recursos responsáveis pelas relações entre elas, julgue (C ou E) o item a seguir.

Infere-se que a única condição para que um trabalho fosse premiado pelo Carolina Bori Ciência & Mulher era ter sido desenvolvido por uma aluna do ensino médio ou da graduação. 
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Q4197899 Português
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que seu humor deriva do fato de que
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Q4197565 Português

Leia o texto para responder à questão.


Auxiliar de transporte


    O Movimento Maio Amarelo está completando dez anos. Uma década de ousadia de convocar toda a sociedade a refletir sobre um tema que quase ninguém, até então, havia parado para pensar. Ousadia de querer mobilizar um País inteiro, que no início do movimento já passava de 200 milhões de habitantes. E de acreditar que uma ONG pudesse ser ouvida e acreditada na proposta de alertar a todos que a dura e cruel realidade de mortes e feridos diariamente no trânsito poderia mudar.


    Nascia, em 2014, o que hoje já é considerada a maior mobilização social em torno da causa segurança no trânsito. A maioria das pessoas se identifica com o propósito do movimento e sua missão de salvar vidas no trânsito. Essa identificação acontece porque a maioria dos brasileiros conhece ou teve algum familiar que sofreu um acidente, mas poucos cidadãos param para pensar em como poderiam ajudar a melhorar os índices, que continuam, como em 2014, estarrecedores: 88 pessoas morrem todo dia no Brasil.


    Alertamos muitos brasileiros que suas atitudes fazem toda a diferença para trazer mais segurança viária para toda a sociedade. Esse propósito foi facilmente incorporado, no início, pelos órgãos gestores, e, em seguida, por outras ONGs que também trabalhavam na conscientização do cidadão comum com o objetivo de que o Brasil saia do ranking dos países mais violentos no trânsito do mundo. Quando o cidadão se depara com os números de acidentes de trânsito no Brasil e entende que nenhuma guerra mata mais do que nosso trânsito, ele compreendeu a mensagem do Maio Amarelo: tenha atenção pela vida.


    Nesta celebração de dez anos, nosso desejo é que cada pessoa faça do mês de maio o ponto de partida para que péssimos hábitos sejam transformados, como se distrair no trânsito com o celular, não usar ou mesmo deixar de cobrar do outro o uso do cinto no banco traseiro e do passageiro, exceder os limites de velocidade, ou, ainda mais grave, beber álcool e dirigir. É urgente que se mudem comportamentos, para sermos exemplos de atenção pela vida!


(Embaixador Paulo Guimarães CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária. O Estado de S.Paulo, 26 de abril de 2023. Adaptado)

Leia os trechos:


    … a maioria dos brasileiros conhece ou teve algum familiar que sofreu um acidente, mas poucos cidadãos param para pensar… (2º parágrafo)

    … cada pessoa faça do mês de maio o ponto de partida para que péssimos hábitos sejam transformados… (4º parágrafo)


As palavras/expressões em destaque exprimem, correta e respectivamente, relações de sentido de

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Q4193443 Português
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A caverna conectada

    Sócrates explicava: “Imagine que todos os homens vivam em um mundo escuro, fracamente iluminado pelos seus smartphones. Tudo o que sabem das formas vem pela luz das telas. É uma imensa caverna onde só podem contemplar seus aparelhos”.
    Glauco começava a conceber o ambiente. Pela luz dos aparelhos, passavam imagens refletidas, pequenos vídeos, dancinhas, notícias falsas e trends*. Os moradores da caverna nunca viram o mundo, apenas suas telas iluminadas. Eles foram sendo adestrados a usar o indicador e passar adiante, sem análise. Na caverna, as coisas só existem se postadas. “Que coisa terrível!”, comentava Glauco. “Que vida medonha essas pessoas levariam!” “Sim!”, disse o sábio calvo, “se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que veem, pensariam nomear seres reais?”. O discípulo consentiu.
    “Agora imagine, caro, se um deles decidisse desligar o aparelho e saísse para o mundo real. Seria um caminho árduo até lá fora. Em um primeiro instante, os olhos doeriam diante da luz real. Enfim, uma pessoa liberta veria o Sol do real e não mais mensagens com imagens (e um texto com emojis).” 
    O filósofo continuava a incentivar que Glauco navegasse na alegoria. “E se a pessoa que viu o mundo real voltasse para a caverna e começasse a dizer dos objetos concretos, mas não mais do critério do real dado por likes e seguidores? ‘Existe um mundo fora do algoritmo’, diria o ser iluminado. É possível comer sem fotografar e ver o mar sem postar. O que vemos são simulacros, representações. Há algo lá fora!”
    O jovem Glauco amou a história. Imaginou com o mestre que o ser “iluminado” pelo Sol real seria desacreditado pelos outros habitantes da funda caverna. Sofreria até violência real. Que aula Sócrates tinha dado! Ao se despedir, o rapaz foi até o orientador e pediu uma selfie. Queria publicar no horário que lhe ensinaram a ter mais visualizações. Saiu da casa feliz. “O post sobre a prisão das redes está bombando!”, comentou Glauco, impactado com a sabedoria filosófica daquela república. Melhorou a luz da foto, colocou uma música e pronto! Agora tinha esperança de viralizar nas redes!

(Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo, 8 de julho de 2022.Adaptado)

*Trends: tendências.
Considere as seguintes passagens do texto:

“se eles pudessem conversar, não acha que...” (2º parágrafo)
...mas não mais do critério do real dado por likes... (4º parágrafo)
Sofreria até violência real. (5º  parágrafo)

As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Q4193437 Português
Leia o texto para responder à questão.

A caverna conectada

    Sócrates explicava: “Imagine que todos os homens vivam em um mundo escuro, fracamente iluminado pelos seus smartphones. Tudo o que sabem das formas vem pela luz das telas. É uma imensa caverna onde só podem contemplar seus aparelhos”.
    Glauco começava a conceber o ambiente. Pela luz dos aparelhos, passavam imagens refletidas, pequenos vídeos, dancinhas, notícias falsas e trends*. Os moradores da caverna nunca viram o mundo, apenas suas telas iluminadas. Eles foram sendo adestrados a usar o indicador e passar adiante, sem análise. Na caverna, as coisas só existem se postadas. “Que coisa terrível!”, comentava Glauco. “Que vida medonha essas pessoas levariam!” “Sim!”, disse o sábio calvo, “se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que veem, pensariam nomear seres reais?”. O discípulo consentiu.
    “Agora imagine, caro, se um deles decidisse desligar o aparelho e saísse para o mundo real. Seria um caminho árduo até lá fora. Em um primeiro instante, os olhos doeriam diante da luz real. Enfim, uma pessoa liberta veria o Sol do real e não mais mensagens com imagens (e um texto com emojis).” 
    O filósofo continuava a incentivar que Glauco navegasse na alegoria. “E se a pessoa que viu o mundo real voltasse para a caverna e começasse a dizer dos objetos concretos, mas não mais do critério do real dado por likes e seguidores? ‘Existe um mundo fora do algoritmo’, diria o ser iluminado. É possível comer sem fotografar e ver o mar sem postar. O que vemos são simulacros, representações. Há algo lá fora!”
    O jovem Glauco amou a história. Imaginou com o mestre que o ser “iluminado” pelo Sol real seria desacreditado pelos outros habitantes da funda caverna. Sofreria até violência real. Que aula Sócrates tinha dado! Ao se despedir, o rapaz foi até o orientador e pediu uma selfie. Queria publicar no horário que lhe ensinaram a ter mais visualizações. Saiu da casa feliz. “O post sobre a prisão das redes está bombando!”, comentou Glauco, impactado com a sabedoria filosófica daquela república. Melhorou a luz da foto, colocou uma música e pronto! Agora tinha esperança de viralizar nas redes!

(Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo, 8 de julho de 2022.Adaptado)

*Trends: tendências.
A mensagem transmitida pela crônica pode ser corretamente assim resumida:
Alternativas
Q4193298 Português
Leia o texto para responder à questão.

Alta demanda por produtos biodegradáveis

    Estudos mostram que a preocupação da população mundial com sustentabilidade é cada vez maior. Enquanto 86% dos consumidores querem a redução do desperdício de alimentos, 74% buscam consumir menos embalagens e 72% preferem as biodegradáveis.
    De acordo com Sandro A. Fernandes, da Associação Brasileira dos Agentes Digitais, o que define se uma embalagem é biodegradável é sua decomposição ocorrer naturalmente por meio da ação das bactérias, algas e fungos. Muitas embalagens convencionais, como as de plásticos, podem demorar até 450 anos para se decompor no ambiente, e as fraldas descartáveis – até 600 anos. “No caso dos biodegradáveis, com base em fibras, polpas vegetais e materiais naturais, esse tempo é reduzido a meses.”
    Uma preocupação, no entanto, é que os materiais biodegradáveis também possam ser decompostos no ambiente doméstico, ou seja, que não precisem, obrigatoriamente, de locais e condições especiais para que a decomposição ocorra. Pensando nisso, várias empresas colocaram seu time de inovação para trabalhar nesse processo e, hoje, a demanda por produtos biodegradáveis tem crescido vertiginosamente.


(Bianca Zanatta. O Estado de S.Paulo, 01.08.2021. Adaptado)
Na última frase do texto, as expressões “Pensando nisso” e “vertiginosamente” foram empregadas, respectivamente, para
Alternativas
Respostas
2421: A
2422: C
2423: B
2424: E
2425: C
2426: C
2427: D
2428: A
2429: E
2430: A
2431: D
2432: E
2433: C
2434: E
2435: E
2436: E
2437: C
2438: A
2439: B
2440: A