Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q279372 Português

                             

Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item  subsecutivo.

A oração “que a metrópole deixasse de ser tão centralizadora em suas políticas” (L.10-11) exerce a função de complemento direto da forma verbal “esperava” (L.10).

Alternativas
Ano: 2012 Banca: PUC-PR Órgão: DPE-PR Prova: PUC-PR - 2012 - DPE-PR - Assessor Jurídico |
Q278034 Português

Observe o seguinte texto, redigido por um aluno do Ensino Médio, sobre a educação brasileira: 

A educação brasileira apresenta um monte de problema porque deveria ter mais investimento na educação para ter escolas de boa estrutura e materiais escolares para todos alunos, e também tem que fazer campanhas para dar livros para pessoas carentes, professores com salário mais alto, porque os salários dos professores ainda são baixos se forem comparados com o de outras profissões, como médicos, engenheiros, e também é fundamental uma maior motivação, porque a maioria dos alunos e professores estão sem estímulo, sem muita vontade de ir para a escola, porque as aulas são chatas e quase sempre se resumem a fazer prova, ter nota, é só decoreba, sem pensamento. Isso precisa mudar!

Assinale a única assertiva que apresenta uma reescrita do texto sem problemas de adequação à norma padrão e sem alterações do sentido original:

Alternativas
Q277561 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens seguintes.
O emprego de vírgulas para isolar o segmento “colocando em contato mais de 190 milhões de habitantes” (L.2-3) justifica-se por isolar oração reduzida de gerúndio intercalada.
Alternativas
Q277271 Português
                                  Gadgets de sangue

                                                                                  Felipe Pontes

        Se você comprou um celular ou um iPod de 1996 para cá, pode ter ajudado a financiar uma guerra civil. Desde essa data, o leste da República Democrática do Congo — região que abastece grandes empresas de eletrônicos com quatro minérios essenciais para o funcionamento de qualquer gadget — é tomado por alguns grupos armados rebeldes. Essas milícias, envolvidas num dos piores conflitos da nossa época, se sustentam com dinheiro do contrabando desses  minerais.
Só em 2009, os grupos armados congoleses receberam US$ 185 milhões com a mineração ilegal, de acordo com estimativa da organização americana de direitos humanos Enough Project. “Os valores podem flutuar, mas certamente são suficientes para perpetuar a guerra, comprar armas e pagar  soldados”, afirma Aaron Hall, analista de política da entidade. Ou seja, adquirir algum aparelho eletrônico está indiretamente relacionado à manutenção do conflito mais violento do planeta após a Segunda Guerra Mundial. Esqueça o Afeganistão ou o Iraque. Nos últimos 15 anos, os confrontos em terras congolesas mataram 5,5 milhões de pessoas e mais e 200 mil mulheres foram estupradas, de acordo com estudo da ONG International Rescue Committee. Formalmente, a guerra terminou em 2003, mas as batalhas, turbinadas pelas reservas  minerais do país, continuam entre os grupos armados  que dominam e mantêm as minas.
Os quatro minérios envolvidos no conflito são o tântalo, o tungstênio, o estanho e, em menores  quantidades, o ouro. O tântalo serve para armazenar energia em smartphones e computadores. O tungstênio é usado para fazer os celulares vibrarem e o estanho entra na solda de circuitos. O ouro melhora  a conectividade na fiação desses equipamentos.
                                                                                                                     Fonte: Galileu, 28/04/2011.


Leia o seguinte trecho, destacado do texto de Felipe Pontes, e assinale a única assertiva CORRETA:

“Se você comprou um celular ou um iPod de 1996 para cá, pode ter ajudado a financiar uma guerra civil. Desde essa data, o leste da República Democrática do Congo — região que abastece grandes empresas de eletrônicos com quatro minérios essenciais para o funcionamento de qualquer gadget — é tomado por alguns grupos armados rebeldes. Essas milícias, envolvidas num dos piores conflitos da nossa época, se sustentam com dinheiro do contrabando desses minerais."
Alternativas
Q277264 Português
                                    O profissional que o mercado quer
                                                                                                             Débora Rubin


         Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir  a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. Surge o modelo de trabalho contemporâneo, novinho em folha. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no  século XVIII, mandou centenas de pessoas para as  linhas de produção. 
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de  Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os  americanos trocam mais, a cada quatro anos.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a  instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o  significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a  sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale  somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos porpuro prazer, como escrever um blog.
                                                                                                      Fonte: Isto é, 30 de março de 2012.


Leia o seguinte trecho, destacado do texto-base, e assinale a única assertiva CORRETA:
“O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade", diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida", define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog."
Alternativas
Q276482 Português
Considere a pontuação empregada no trecho transcrito do texto. (L.1-5) Antes do advento da internet, “bate-papo" significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes. Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão animada de bar. Tal trecho está reescrito, sem alteração do sentido e de acordo com a norma-padrão, em:
Alternativas
Q275960 Português
No que se refere a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q275805 Português
                                

As opções abaixo constituem propostas de reescrita do primeiro período do texto. Assinale a opção que apresenta o fragmento reescrito de acordo com as regras sintáticas e os sentidos do texto.
Alternativas
Q275032 Português
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Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue
os itens seguintes.
O termo “leves e engraçados” (L.5) desempenha, na oração em que se insere, a mesma função sintática que “mais fácil e mais leve” na oração “tudo ficava mais fácil e mais leve” (L.16-17).
Alternativas
Q271675 Português
Assinale a alternativa em que os termos sublinhados estabelecem vinculação sintática direta como determinante e determinado.
Alternativas
Q271120 Português
Em “É fácil falar mal dos bancos", a oração em destaque funciona como
Alternativas
Q270823 Português
Chaplin e Camões na chuva

Eduardo Escorel

1.° Meia hora de chuva moderada foi suficiente para alagar a rua Luís de Camões, no centro do Rio. Para ir a pé até lá, saindo da Rua da Assembleia, foi preciso atravessar a Avenida Rio Branco, seguir pela rua da Carioca, dobrar na Ramalho Ortigão, contornar a igreja São Francisco de Paula, passar em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, cruzar a avenida Passos e chegar ao nº 68, sede do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, instalado em um edifício neoclássico, onde foi aberta em 6 de março a exposição Chaplin e sua imagem. 
2.° No caminho, além do aguaceiro, pessoas vindo em sentido contrário, ou seguindo na mesma direção, mas andando devagar – muitas com dificuldade de seguir em linha reta, tornaram o percurso ainda mais difícil. Isso sem falar das barracas dos ambulantes ocupando a maior parte das calçadas, e dos vendedores apregoando guarda-chuvas chineses por dez reais. 
3.° Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência – uma parada de meia-hora na entrada de uma farmácia no Largo de São Francisco – e perícia, buscando proteção debaixo de um pequeno guarda-chuva em decomposição. E na chegada, antes de poder subir os degraus de entrada do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, foi necessário atravessar a estreita e alagada Luís de Camões na ponta dos pés. 
4.° Logo na entrada, a falta de sinalização levou a perguntar por onde seguir a uma guarda desabada numa cadeira. Em tom incompreensível à primeira escuta, ela indicou com má vontade, e certo ar de desprezo pela desorientação do visitante, a porta em frente como a de acesso à exposição e fez a caridade de informar que ocupa salas do primeiro e segundo andar. 
5.° Uma primeira suposição provou ser infundada – não há interdição para entrar com guarda-chuva e pasta molhados, circunstância inédita em locais do gênero mundo afora. Outra, ainda menos auspiciosa, também caiu por terra. Ao contrário do que imaginara durante a travessia aquática do centro da cidade, havia algumas pessoas vendo a exposição, por volta de meio-dia, nas amplas salas, na pequena rua fora de mão, numa sexta-feira chuvosa. 
6.° Não eram muitas, mas pareciam interessadas, dando impressão de estarem vendo pela primeira vez painéis fotográficos e trechos de filmes de Chaplin projetados em monitores. 
7.° A modesta exposição não passa disso – uma série de painéis e alguns trechos de filmes exibidos em monitores –, sendo surpreendente que instituições tão respeitáveis, como a Cinemateca de Bologna, por exemplo, difundam pelo mundo mostra tão pobre, muito aquém, por exemplo, do que é possível ver nas duas horas e meia do documentário O Chaplin que Ninguém Viu (Unknown Chaplin), de 1983, realizado por Kevin Brownlow e David Gill para ser exibido na televisão, e disponível em DVD desde 2005. Como introdução a Chaplin, mais valeria promover em praça pública sessões gratuitas desse documentário. 
8.° O Chaplin que Ninguém Viu inclui imagens da coleção particular de Chaplin e demonstra seu perfeccionismo através das filmagens dos exaustivos ensaios para chegar à gag perfeita, e das várias tomadas feitas de uma mesma cena até obter a encenação mais eficaz. Nessa época, o custo de produção e do filme virgem ainda não haviam tornado proibitivo descobrir filmando o que se queria fazer. 
9.° Percorrida a exposição, com decepção crescente a cada sala, eis que uma risada distante se fez ouvir, parecendo vir do primeiro andar. Voltando sobre os próprios passos, descendo a sinuosa escadaria monumental com corrimão de madeira envernizada, numa das primeiras salas, lá estava a origem do riso: um rapaz de fones nos ouvidos, postado diante de um monitor, divertindo-se à grande
10.° O motivo da alegria era a sequência da luta de boxe de Luzes da cidade (1931). Disponível no Youtube, é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano, sem correr o risco de se molhar. 
11.° A exposição Chaplin e sua imagem estará aberta, até 29 de abril, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica. Para quem não tiver acesso ao Youtube ou não puder ver O Chaplin que Ninguém Viu, pode valer a pena. As risadas do rapaz comprovam que ressalvas feitas à exposição talvez não façam sentido. 
12.° Evitem apenas dias de chuva para não ficarem com os pés encharcados. 

  Revista Piauí, edição 66.

Em “...é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano.", a oração destacada funciona como
Alternativas
Q269913 Português
O fragmento a seguir será o texto base para se responderem as questões de 1 a 10 desta prova. Ele compõe a obra “O Processo”, escrita pelo tcheco Franz Kafka (em tradução de Torrieri Guimarães. São Paulo: Abril Cultural, 1979. p. 228- 230.). Autores e estudiosos têm denominado o excerto como sendo uma parábola, intitulando-a “Diante da lei”. 


          

Assinale a alternativa em que a partícula “se" exerce função sintática idêntica à do trecho “O homem reflete e depois pergunta se mais tarde lhe será permitido entrar.":
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2012 - TJ-RS - Taquígrafo Forense |
Q269772 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  



Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Para não esquecer. Extra Classe - SINPRO-RS, Ano 17, N.º 159 nov. 2011. Disponível em: <http://www.sinprors.org.br/extraclasse/nov11/verissimo.asp>
Considere as seguintes possibilidades de reescrita do trecho Normalmente não faço isto porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que se tivesse o bloco de notas à mão a ideia viria no chuveiro (L. 34-38).

I - Normalmente não faço isso; porque sempre me esqueço de ter, à mão, um bloco de notas, para não me esquecer da eventual ideia e porque, por intuição, sei que se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro.

II - Habitualmente não faço isso, já que sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não me esquecer da eventual ideia, e também porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro.

III - Em geral não faço isto porque me esqueço sempre de ter, à mão, um bloco de notas que me ajude a não me esquecer da eventual ideia e porque, intuitivamente, sei que, se o bloco de notas estivesse ao meu alcance, a ideia viria no chuveiro.

Quais estão corretas do ponto de vista da norma gramatical e conservam o sentido original do texto?
Alternativas
Q269501 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue  o  item  seguinte.
O emprego de vírgula logo após “brasileiro” (L.12) justifica-se para isolar a oração subsequente, de natureza explicativa.
Alternativas
Q269499 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue  o  item  seguinte.
Em “Podem-se candidatar” (L.9), o pronome “se” indica indeterminação do sujeito.
Alternativas
Q268730 Português
Considere as afirmações abaixo sobre pontuação no texto.


I - A substituição dos travessões da linha 18 por parênteses permitiria a supressão da vírgula antes de a seu ver (L. 18-19).


II - A vírgula depois de semanais (L. 56) cumpre a função de sinalizar o deslocamento do adjunto adverbial desde 2004 (L. 57).


III - As vírgulas depois de Flávio Pinheiro (L. 64) e nacional (L. 65) cumprem a função de isolar um aposto.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q268724 Português
Considere as seguintes afirmações sobre o vocábulo que no texto.


I - Em dizia que quem morria passava para outro tempo (L. 01-02), tem a função de sujeito da oração de que faz parte.


II - Em que mesmo quando não é clara (L. 14-15), introduz uma oração com valor explicativo.


III - No trecho ou um sentido que faça sentido (L. 19-20), introduz uma oração com função de aposto.


IV - Em o mesmo que dizia o Becket (L. 47-48), tem a função de objeto direto da oração de que faz parte.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q268712 Português
Assinale a afirmação correta sobre as formas verbais considerados (l. 05), representam (L. 06) e constituem (L. 07).

Alternativas
Q264793 Português
Do ponto de vista das relações sintático-semânticas observáveis no texto, está correta a seguinte afirmação:
Alternativas
Respostas
8641: E
8642: B
8643: C
8644: B
8645: B
8646: B
8647: D
8648: E
8649: C
8650: A
8651: D
8652: B
8653: C
8654: E
8655: C
8656: E
8657: C
8658: D
8659: A
8660: C