Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

Foram encontradas 9.618 questões

Q2995724 Português

Para responder às questões de 6 a 8, leia a tirinha a seguir. Nela, o personagem principal é o gato Garfield.

(Disponível em tirinhosdogarfield.blogspot.com.br/)

Sobre o texto do segundo quadrinho, pode-se afirmar que "quando ela inspirava" é, sintaticamente, uma:

Alternativas
Q2995497 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Chow-chow nasce com coloração diferente e proprietária recusa proposta de R$ 5 mil


Ted, que ficou famoso após postagem de suas fotos nas redes sociais, tem pelo acinzentado


O filhote da raça Chow-chow, de 4 meses, que nasceu com coloração diferente da dos irmãos, deve ficar com sua proprietária Rosymeire Baptista, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Ted, que ficou famoso após postagem de suas fotos nas redes sociais, nasceu com o pelo do corpo acinzentado e com as patas e focinho pretos. Já os seis irmãos, da mesma ninhada, nasceram pretos ou marrons.

Criadora da raça há cerca de 10 anos, Rosymeire recebeu várias propostas para a compra do filhote. "Um argentino fez uma proposta de R$ 3 mil, mas já recebi uma outra que chega a R$ 5 mil", diz. "Mas estamos cogitando a hipótese de ficar com ele".

Segundo Rosymeire, a intenção de não vender Ted partiu de sua filha, Amanda de Paula. "Ela viu o Ted no último domingo e pediu para não vender e dar para ela, que também é criadora da raça", explica. Já os outros filhotes da mesma ninhada foram vendidos por preços que vão de R$ 800 a R$ 1.000, de acordo com Rosymeire.

Segundo a criadora, um outro filhote com a mesma coloração, que não é aceita entre os criadores e não pode participar de concursos, por não ser padrão, nasceu no Japão, alguns anos atrás. Mas o caso do filhote não é tão raro assim na casa da criadora. Ele é o segundo animal a nascer com essas características no canil.

Ted, também chamado carinhosamente de Pandinha, é filho de mãe de pelo curto preto, de um canil de São Paulo, e de Thor, exemplar de pelo dourado, segundo a criadora. Outro filho de Thor, chamado Urso panda, também nasceu com as mesmas características de Ted, com pelo acinzentado, mas com a coloração mais escura, explica Rosymeire.


(Disponível em www.estadao.com.br - 29 de junho de 2012)

Sobre o trecho "patas e focinho pretos", que aparece em destaque no texto, analise as afirmações abaixo.


I. O substantivo "pretos" concorda em gênero e número com "focinho".

II. A palavra "pretos" concorda com "patas" e com "focinho", prevalecendo o masculino plural.

III. É um exemplo de Concordância Verbal adequada.

IV. Seria adequado em relação à Norma Culta do português substituir "pretos" por "pretas".


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2983827 Português

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à regência verbal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2983821 Português

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: ESAF Órgão: MI Prova: ESAF - 2012 - MI - Engenheiro - Geoprocessamento |
Q2960815 Português

Assinale o trecho em que a transcrição do texto adaptado de Rodolfo Hoffmann, Distribuição de renda e crescimento econômico (http://www.scielo.br/scielo. php) desrespeita as regras gramaticais no uso das estruturas linguísticas


Em comparações internacionais, os países latino-americanos em geral, e mais particularmente o Brasil, _____(a)_____ pela elevada desigualdade da distribuição da renda. A explicação dessa desigualdade ______(b)_______ na formação e evolução econômico-social dessas antigas colônias de Portugal e Espanha. Um aspecto fundamental foi, sem dúvida, a elevada concentração da posse da terra, especialmente quando a economia desses países tinha como núcleo a produção e exportação de produtos primários. No livro intitulado Um projeto para o Brasil, publicado em 1968, Celso Furtado discute como a elevada desigualdade da distribuição da renda no país condiciona um perfil da demanda global que inibe o crescimento econômico. Ele mostra como a tendência estrutural _____(c)_____ da renda favorece o subemprego característico das economias subdesenvolvidas. Assinala que a concentração da renda causa uma grande diversifi cação das formas de consumo de grupos privilegiados. Isso _____(d)_____ indústrias produtoras de bens de consumo duráveis, mas as dimensões reduzidas do mercado de cada produto impedem o aproveitamento das economias de escala, fazendo _____(e)_____estas indústrias operem com custos relativamente altos.


(Adaptado de Rodolfo Hoffmann, Distribuição de renda e crescimento econômico http://www.scielo.br/scielo.php - acesso em 11/12/2011)

Alternativas
Q2944615 Português

Para responder às questões de 7 a 10, leia o texto a seguir.


Jipe em Marte usa arma laser pela primeira vez em rocha


O jipe-robô Curiosity, pousado em Marte desde o início de agosto, usou sua arma laser pela primeira vez. O alvo foi uma rocha, cujo conteúdo mineral será analisado.

Os cientistas encarregados da missão declararam que essa primeira tentativa foi um sucesso.

O jipe, um laboratório robótico, atirou 30 pulsos de laser em uma pedra do tamanho de um punho por um período de dez segundos, segundo nota da Nasa.

Cada pulso leva uma energia de 1 milhão de watts por cinco (*) de segundo, vaporizando um pedaço da rocha do tamanho de uma cabeça de alfinete e criando uma pequena fagulha, que é analisada por um telescópio montado no jipe.

O brilho ionizado, que pode ser observado a até sete metros de distância, é separado em comprimentos de onda por três espectrômetros que dão informações aos cientistas sobre a composição química da rocha.

O sistema, chamado Chemistry-and-Camera ou ChemCam ("química e câmera"), é capaz de identificar mais de 6.000 comprimentos de onda no espectro ultravioleta, infravermelho e de luz visível e pode fazer 14 mil análises durante a missão em Marte.

O propósito desse primeiro uso do laser foi um treino de pontaria do instrumento. Mas os cientistas vão analisar os dados da rocha, que eles chamaram de "Coronation" ("coroação").

"Conseguimos um ótimo espectro da Coronation, muitos sinais", afirmou o líder dos estudos da ChemCam, Roger Wiens, do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México (EUA), onde o instrumento foi desenvolvido. "Depois de oito anos construindo o aparelho, é hora do pagamento."

O jipe Curiosity, veículo do tamanho de um carro pequeno, aterrissou em uma cratera perto do equador de Marte no dia 6 de agosto. Sua missão, inicialmente de dois anos, é determinar se o planeta pode ter tido vida microbiana.

(Disponível em www.folho.uol.com.br)

Em "Os cientistas encarregados da missão declararam que essa primeira tentativa foi um sucesso.", a oração em destaque exerce função sintática de:

Alternativas
Q2939586 Português

Veja a propaganda e assinale a alternativa que possua a grafia correta quanto ao uso do pronome demonstrativo.


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível emhttp://www.propagandaemrevista.eom.br/)

Alternativas
Q2938233 Português

Leia a seguir o trecho de uma história em quadrinhos que servirá de base para as próximas quatro (04) questões:

http://www.monica.com.br/comics/2aniversarios/pag11.htm - acesso em 26/09/2012

Analise as proposições:

I – Há uma onomatopeia no segundo quadrinho.

II – “Onça” é Substantivo Sobrecomum.

III – A expressão “Vixi!”, no primeiro quadro, pode ser classificada como interjeição.

Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q2938217 Português

Dá para ter amigos de verdade na era do Facebook?

Amizades próximas e distantes existem desde a época do filósofo Aristóteles - e são igualmente importantes

para nossa vida. Como fazer amigos de verdade em tempos de redes sociais

MARCELA BUSCATO, LUÍZA KARAM E ISABELLA AYUB


A internet e as redes sociais estão tornando as amizades superficiais? Para responder a essa pergunta, a escritora americana Arlynn Presser, de 51 anos, optou por uma solução radical: conhecer pessoalmente, um a um, todos os seus 325 amigos virtuais. Ela tomou a decisão ao terminar um casamento de 23 anos, no mesmo momento em que vivia a síndrome de “ninho vazio” – seus dois filhos, Joseph, de 23 anos, e Eastman, de 19,haviam saído de casa para iniciar a vida de adulto. “Eu me senti desconectada de minha família e percebi que dependia de meus amigos do Facebook”, disse Arlynn a ÉPOCA. “Mas quem eram aquelas pessoas? Seriam amigos de verdade, mesmo que eu não os visse com frequência ou, em alguns casos, sem nunca tê-los conhecido pessoalmente?”. De janeiro a dezembro de 2011, Arlynn deixou a pequena Winnetka, município de 12 mil habitantes no Estado americano de Illinois, e viajou por 51 cidades em 11 países. Em seu périplo, fez 45 voos, encontrou 292 amigos e superou um terrível inimigo interior – Arlynn sofre de um distúrbio de ansiedade que, nos últimos anos, a impedira de sair de casa. Ela reencontrou colegas dos tempos de escola e conheceu cara a cara seus adversários nos jogos virtuais. Alguns “amigos” não acharam tempo para Arlynn. Um exigiu que ela fosse sozinha a sua casa. Arlynn recusou. No balanço, diz que a experiência foi enriquecedora: “Senti-me muito próxima de algumas pessoas, mas percebi que sempre fica uma distância imposta pela internet”. Arlynn iluminou um pouco mais sua vida, mas não decifrou o enigma da amizade em tempos de redes sociais. “Virou lugar-comum pensar que a versão virtual das relações é inferior ao correspondente real”, escreveu o filósofo holandês Johnny Hartz Søraker. “Essa percepção, aliada à ideia de que os relacionamentos virtuais substituirão os presenciais, nos leva à conclusão de que devemos concentrar esforços nas amizades reais em vez de procurar substitutas virtuais.” Essa visão, diz Søraker, professor da Universidade de Twente, não é inteiramente verdadeira. “É preciso considerar a possibilidade de as amizades virtuais suscitarem confiança e espalharem felicidade.” Os limites da amizade via internet ainda não estão definidos – e são objeto de intensa controvérsia, teórica e prática. Filósofos como Søraker especulam sobre o futuro da amizade e das relações humanas. Pessoas comuns como os 54 milhões de brasileiros inscritos no Facebook se perguntam se aquilo que elas fazem todos os dias, se as horas que dedicam ao trato e à troca com pessoas que nunca olharam nos olhos são apenas uma perversão digital do mais nobre dos afetos humanos. Os amigos do Facebook são desbravadores que responderão, na prática, à pergunta definitiva: é possível criar amizades verdadeiras pela internet e cultivá-las à distância? Ou, na verdade, as redes sociais estão nos isolando atrás da tela do computador?

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/09/da-para-ter-amigos-de-verdade-na-era-do-facebook.html (acesso em 22/09/2012)

Analise as proposições a seguir:

I – As palavras “controvérsia”, “teórica” e “prática”, retiradas do texto, são acentuadas por serem todas proparoxítonas.

II – No texto, deve-se ler o número 51 flexionado em relação à palavra “cidades”.

III – Em “(…) mesmo que eu não os visse com frequência, (…)”, o pronome oblíquo átono retoma “(…) seus dois filhos (…)”.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)

Alternativas
Q2935059 Português

COM BASE NOS TEXTOS ABAIXO, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE AS QUESTÕES DE 01 A 09.



TEXTO 1

Especialistas alertam para os crescentes ciberataques a smartphones


TEXTO 2

Brasil é o país da América Latina que mais sofre com ataques pela internet

Quanto às noções de sintaxe, é correto afirmar que, em

Alternativas
Q2911610 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Colônias de pinguins agora são mapeadas por satélites


Cientistas australianos descobriram que população da espécie é duas vezes maior que se pensava


O trabalho de contagem da população de pinguins imperadores na Antártica era uma tarefa árdua. Até agora. Cientistas australianos desenvolveram uma nova tecnologia para mapear o habitat das pequenas aves do espaço. E o resultado foi uma grande surpresa com o número de animais que habitam a área.

A equipe australiana realizou nos últimos três anos o que chamou de "censo de pinguins sem precedentes", com o uso de satélites para mapear a população da espécie em alta resolução, o que permite distinguir os animais de sombras e excrementos. "Sim, esse é o primeiro censo de uma espécie feito do espaço", disse Barbara Wienecke, ecologista da Divisão Antártica Australiana.

A boa notícia é que a população de pinguins imperadores na Antártica é de cerca 595 mil, quase o dobro das estimativas anteriores. A ruim, por outro lado, é que foi descoberto o desaparecimento de algumas colônias devido às mudanças de temperatura ocorridas nos últimos anos, o que coloca o futuro da espécie em xeque.

Antes, as contagens tinham uma grande margem de erro devido à inacessibilidade a algumas colônias que haviam se instalado em locais onde era difícil chegar, além das temperaturas extremas de -5OºC. Mas desta vez a equipe de australianos, que contou com a colaboração de cientistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, usaram a fotografia aérea para fazer sua análise.

Pinguins imperadores, que têm plumagem preta e branca, se destacam na neve. Isso significa que as colônias ficam visíveis nas imagens de satélite, segundo a publicação PLoS ONE. A técnica também tem a vantagem de não interferir diretamente no habitat onde vive a espécie.

"Na maioria das vezes é possível levar em conta cada colônia, mas agora estamos em posição de comparar como o ambiente das calotas polares se modifica e temos a esperança de continuar monitorando a população de pinguins para ver se ela aumenta ou diminui", afirma Barbara. Os métodos tradicionais apontavam que entre 270 mil e 350 mil exemplares da espécie habitavam a área.

O grande número de pinguins é surpreendente, mas as mudanças climáticas significam riscos para a espécie. A maior preocupação é com as placas planas de gelo que se formam próximas do continente, justamente onde as colônias se instalam. A população maior também pode desequilibrar a cadeia alimentar no nível dos camarões, um alimento fundamental para os pinguins.

"As coisas mudam muito rápido, e por isso não podemos relaxar depois de descobrir que temos mais de meio milhão de pinguins. Se o gelo se modifica e derrete, os pássaros podem começar a disputar espaço", conclui Barbara.


(Disponível em www.estadao.eom.br/)

A oração em destaque em "relaxar depois de descobrir que temos mais de meio milhão de pinguins" pode ser classificada como:

Alternativas
Q2910835 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Colônias de pinguins agora são mapeadas por satélites


Cientistas australianos descobriram que população da espécie é duas vezes maior que se pensava


O trabalho de contagem da população de pinguins imperadores na Antártica era uma tarefa árdua. Até agora. Cientistas australianos desenvolveram uma nova tecnologia para mapear o habitat das pequenas aves do espaço. E o resultado foi uma grande surpresa com o número de animais que habitam a área.

A equipe australiana realizou nos últimos três anos o que chamou de "censo de pinguins sem precedentes", com o uso de satélites para mapear a população da espécie em alta resolução, o que permite distinguir os animais de sombras e excrementos. "Sim, esse é o primeiro censo de uma espécie feito do espaço", disse Barbara Wienecke, ecologista da Divisão Antártica Australiana.

A boa notícia é que a população de pinguins imperadores na Antártica é de cerca 595 mil, quase o dobro das estimativas anteriores. A ruim, por outro lado, é que foi descoberto o desaparecimento de algumas colônias devido às mudanças de temperatura ocorridas nos últimos anos, o que coloca o futuro da espécie em xeque.

Antes, as contagens tinham uma grande margem de erro devido à inacessibilidade a algumas colônias que haviam se instalado em locais onde era difícil chegar, além das temperaturas extremas de -5OºC. Mas desta vez a equipe de australianos, que contou com a colaboração de cientistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, usaram a fotografia aérea para fazer sua análise.

Pinguins imperadores, que têm plumagem preta e branca, se destacam na neve. Isso significa que as colônias ficam visíveis nas imagens de satélite, segundo a publicação PLoS ONE. A técnica também tem a vantagem de não interferir diretamente no habitat onde vive a espécie.

"Na maioria das vezes é possível levar em conta cada colônia, mas agora estamos em posição de comparar como o ambiente das calotas polares se modifica e temos a esperança de continuar monitorando a população de pinguins para ver se ela aumenta ou diminui", afirma Barbara. Os métodos tradicionais apontavam que entre 270 mil e 350 mil exemplares da espécie habitavam a área.

O grande número de pinguins é surpreendente, mas as mudanças climáticas significam riscos para a espécie. A maior preocupação é com as placas planas de gelo que se formam próximas do continente, justamente onde as colônias se instalam. A população maior também pode desequilibrar a cadeia alimentar no nível dos camarões, um alimento fundamental para os pinguins.

"As coisas mudam muito rápido, e por isso não podemos relaxar depois de descobrir que temos mais de meio milhão de pinguins. Se o gelo se modifica e derrete, os pássaros podem começar a disputar espaço", conclui Barbara.


(Disponível em www.estadao.eom.br/)

A expressão "uma tarefa árdua", em destaque no primeiro parágrafo, exerce função sintática de:

Alternativas
Q2895673 Português

Considere as orações abaixo.


I. Devem-se calcular os custos com precisão.

II. Tratam-se de cálculos complicados.

III. Devem haver problemas na obra.


A concordância está correta somente em

Alternativas
Q2889533 Português

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à regência nominal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2879174 Português

No trecho “mas não chegam a ele as orientações” (l. 32), observa-se o respeito à norma-padrão no que se refere à regência verbal. Em qual das frases abaixo também se verifica tal respeito?

Alternativas
Q2813004 Português

Onde comprar estantes de livros?


Em 1970, voltando do meu doutoramento, comecei a montar casa no Rio de Janeiro.

Logo notei que as lojas não ofereciam estantes de livros. Havia estantes de tudo, menos de livros. Diante do orçamento apertado, descobri uma solução. Por serem feitas em série, escadas de subir cm postes de luz são muito baratas. Com elas e mais tábuas - para colocar os livros - resolvi o problema.

Quando fui morar em Brasília, em 1980, foi a mesma coisa, pois nas lojas só havia estantes profundas, para jarras ou processos administrativos. Para livros, nem pensar. Comprei sólidas tábuas de mogno e fiz minha linda estante.

Recentemente, com mudanças de escritório, precisei novamente de estantes. Debalde, peregrinei por Tok & 8tok, Etna, Walmart e Leroy Merlin. Eram as mesmas de antes, para bibelôs e jarros. Para livros, ou são horrendas e mal-acabadas (para bibliotecas públicas e feitas de chapa de metal) ou são os precários trilhos verticais, com mãos francesas de encaixe duvidoso.

Acabei comprando gôndolas de quitanda, no mesmo gênero, mas um pouquinho mais robustas. Por desfastio, busquei também no site do Magazine Luiza, encontrando centenas de estantes, mas nem uma só para livros (a maioria era para TV).

Como os donos dessas empresas não são tontos, é inevitável concluir que, se não oferecem boas estantes, é porque não há compradores. Ou seja, o brasileiro frequentador dessas lojas não possui o volume de livros que provocaria a demanda por elas.

Os poucos que precisam de estantes mais avantajadas se entendem com seu marceneiro e pagam as contas, também mais avantajadas.

Triste constatação, pois não? E como será no mundo mais rico? A média brasileira é de apenas 1,8 livro por habitante/ano. Na Colômbia, 2,4. Na França, 7.

Apenas para ter uma ide ia, abri o site do Ikea americano, uma cadeia multinacional de móveis baratos e de bom gosto. Digitando a palavra bookcase, aparecem 725 itens. Há um número para cada cor, aparecendo também acessórios e modelos menos apropriados para livros. Por seguro, digamos que existem mais de 300 modelos de estantes para livros. A comparação é escandalosa.

Falando de estantes de livros, em uma área rural da Islândia, uma casa de camponeses modestíssimos foi transformada em um museu sobre os hábitos e os estilos de vida locais. Mostra a casa como estaria por volta de 1920, austera e espartana, como tu cio no país. Chamou atenção a biblioteca do dono.

A estante, mais alta do que eu e com um bom metro c meio de largura, estava repleta de livros, com o desgaste que corresponde ao uso frequente. Quem já viu estante de livros nas aristocráticas fazendas brasileiras?

Na realidade, os islandeses estão entre os leitores mais furiosos, comprando oito livros por pessoa/ano e os domicílios abrigando uma média de 338 livros. Na Austrália e na Nova Zelândia, acima da metade dos lares tem mais de 100 livros.

Como serão os hábitos de leitura dos brasileiros? Os resultados não são nada lisonjeiros. A média brasileira é de 1,8 livro lido por habitante/ano. Isso se . compara com 2,4 para nossos vizinhos colombianos, cinco para os americanos e sete para os franceses.

Diriam os cínicos, e daí? Um passatempo como outro qualquer.

Biblioteca familiar tem a ver com bons resultados na educação.

Infelizmente, não é assim. Uma pesquisa em 27 países mostrou que a biblioteca familiar se correlaciona mais com bons resultados na educação do que a própria escolaridade dos país.

Uma biblioteca de 500 livros se associa a acréscimos de escolaridade que vão de três a sete anos. Segundo os autores, "uma casa onde os livros são valorizados fornece às crianças ferramentas que são diretamente úteis no aprendizado escolar ... ". E tem mais, leitores mais assíduos visitam mais museus, fotografam mais e, surpresa, praticam mais esportes.


CASTRO, Claudio de Moura. Onde comprar estantes de livros? Revista Veja. 25 jan 2012.

Que opção exerce a mesma função sintática do termo em destaque na sequência: "Na área rural, pela riqueza de exemplares, chamou atenção a biblioteca do dono."

Alternativas
Q2799239 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“...Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência...”


É possível classificar a oração em destaque como subordinada adverbial:

Alternativas
Q2799232 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas...”


A expressão em destaque tem, no contexto, valor semântico de:

Alternativas
Q2799224 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“... macacos não estudam Biologia...”


O termo sublinhado exerce função sintática igual àquela da oração destacada em:

Alternativas
Q2776012 Português

Excerto 1:

Ambição e ética


Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suasresoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora. A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. No fim da viagem, você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição. Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter “grandes” ambições. As pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer uma IPO (sigla de oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil que querem “acabar com a pobreza no mundo” ou “eliminar a corrupção do Brasil”. Esses, sim, são ambiciosos. Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo o que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição. A maioria dos pais se preocupam bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior. Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição.

Stephen Kanitz. Veja, 24 jan. 2001 (fragmento)



Excerto 2: Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto".


Excerto 3: "A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta".

VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 7a edição Ed.Brasiliense, 1993, p.7 

Marque a questão em que as regras de regência nominal NÃO foram garantidas:

Alternativas
Respostas
8581: C
8582: B
8583: D
8584: D
8585: B
8586: A
8587: C
8588: D
8589: C
8590: B
8591: C
8592: E
8593: A
8594: B
8595: A
8596: C
8597: D
8598: A
8599: A
8600: C