Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q115793 Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q115792 Português
Com relação às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.

II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.

III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.

IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.

V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.

Estão certos apenas os itens
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Q115665 Português
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A expressão “Em princípio” (linha 12) poderia, sem caracterizar erro sintático, ser substituída por A princípio.

II – O trecho “se a informação acerca da quantidade é confável” (linhas 23 e 24) está empregado com a ideia de condição.

III – A oração “que foi servido” (linha 27) está empregada com caráter explicativo.

A sequência correta é:
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Q115182 Português
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

No trecho “... que independe de computadores:” (3º§), a expressão em destaque exerce a mesma função sintática que a expressão sublinhada em:
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Q115129 Português
O sentido de: “Se seus adeptos se contentassem em fazer tal escolha de forma discreta, sem apontar agressivamente o dedo para quem não concorda com ela, a convivência das duas formas poderia ser pacífica” (parágrafo 5) altera-se visivelmente coma substituição da primeira oração por:
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Q115094 Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Caso o termo “?agrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.

II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.

III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.

IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.

V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.

A sequência correta é:
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Q114956 Português
Com base nas propriedades textuais e gramaticais do texto, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q114950 Português
Acerca das estruturas do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Na linha 5, o vocábulo “por”, em suas duas ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.

II – Na linha 4, a expressão “as duas” tem como referentes as palavras “professor” e “professar” (linha 1).

III – Caso o vocábulo “a” (linha 18) fosse substituído por à, seria mantida a correção gramatical, já que, neste caso, o uso do sinal indicativo de crase é facultativo.

IV – No texto, o verbo “lembrar” (linha 11), por apresentar- se na forma pronominal, é transitivo indireto.

V – A palavra “sob” (linha 18) pode ser substituída por sobre, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, já que ambas são preposições.

Estão certos apenas os itens
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Ano: 2006 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2006 - UFBA - Assistente Administrativo |
Q114375 Português
Imagem 002.jpg
MINISSÉRIE JK. Uma história que entrou para a História. Veja, São Paulo: Abril,ed.1937, ano 38, n. 52, p. 183, 28 dez. 2005.

Na frase “Estes poderiam ser elementos de qualquer história, a não ser por um detalhe”, o trecho destacado exprime restrição.
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Ano: 2006 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2006 - UFBA - Assistente Administrativo |
Q114365 Português
O sujeito de “Julgam-se” (L. 2), “repudiam” (L. 2) e “são as primeiras a embarcar na canoa furada” (L. 3-4) é sempre o mesmo e já foi esclarecido no início do parágrafo.
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Q113397 Português
Julgue os itens a seguir, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto.
Seria sintaticamente correto substituir-se o trecho “que se desenvolva uma série de serviços interativos” (Imagem 002.jpg.23-24) por: que uma série de serviços interativos seja desenvolvida.
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Q111609 Português
Na Espanha, por exemplo, a recentíssima reforma do Código Penal – que atende diretivas da União Europeia sobre o tema – trouxe, no artigo 31 bis, não só a possibilidade de responsabilização penal da pessoa jurídica (por delitos que sejam cometidos no exercício de suas atividades sociais, ou por conta, nome, ou em proveito delas), mas também estabelece regras de como essa responsabilização será aferida nos casos concretos (ela será aplicável [...], em função da inoperância de controles empresariais, sobre atividades desempenhadas pelas pessoas físicas que as dirigem ou que agem em seu nome). (L.31-42)

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. Há uma oração coordenada sindética aditiva e uma oração coordenada sindética alternativa.

II. Há três orações na voz passiva, mas somente uma com agente da passiva explícito.

III. Há quatro orações subordinadas adjetivas desenvolvidas e uma oração subordinada adjetiva reduzida.

Assinale
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Q111607 Português
Assinale o termo que, no texto, desempenhe função sintática idêntica à de à obrigação (L.88).
Alternativas
Q111602 Português
A palavra sujeitas (L.95) exerce, no texto, função sintática de
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Q110987 Português
Quanto aos fenômenos gramaticais da língua, é correto afirmar que
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Q110476 Português
Convivas de boa memória

Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.

(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)

“... e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a memória fraca...”; a oração grifada traz uma ideia de:
Alternativas
Q109406 Português
                                          Imagem 003.jpg

No desenvolvimento das ideias no texto, o pronome relativo “que”,
Alternativas
Q109389 Português
                                             Imagem 010.jpg

No que concerne ao emprego de vírgulas no texto acima, assinale a opção correta.
Alternativas
Q109376 Português

Em relação às estruturas linguísticas do texto e à significação das palavras nele utilizadas, assinale a opção correta.

Alternativas
Q109373 Português
A respeito das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
8601: C
8602: B
8603: B
8604: E
8605: E
8606: C
8607: B
8608: A
8609: C
8610: E
8611: C
8612: E
8613: B
8614: D
8615: C
8616: E
8617: E
8618: A
8619: B
8620: D