Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue o seguinte item.
No antepenúltimo período do segundo parágrafo, “humanos” e “pessoas simbólico-desejantes” exercem, nas orações em que se inserem, a mesma função sintática.
Julgue o item que se segue, relativo ao texto precedente.
Nos dois últimos períodos do texto, a substituição de “Precisa” por É preciso manteria inalterada a função sintática das orações “ler Mediterrâneo de Fernand Braudel” e “evocar o mar Mediterrâneo”.
I- "A mulher hesita porque vai entrar." 4°§
II- "Esse corpo entrará no ilimitado frio (...)". 5°§
Assinale a opção em que os termos sublinhados possuem a mesma relação lexical observada nos fragmentos acima.
Com base no texto, julgue o item a seguir.
No trecho “José Lael foi assassinado a tiros no dia 18 de outubro de 2024, na Avenida Jorge Amado, Bairro Jardins, Zona Sul de Aracaju, quando dois homens desceram de uma motocicleta e dispararam contra o carro em que estava junto com o filho.”, na oração “em que estava junto com o filho”, ocorre zeugma, já que o sujeito de “estava” foi apagado após a primeira aparição.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
TEXTO 1:
Quase 11 milhões de brasileiros apostam de modo a pôr em risco a saúde e as finanças
Apostar em jogos de azar de modo a pôr em risco a saúde física, mental e financeira é hoje uma questão de saúde pública relevante no Brasil e, segundo alguns especialistas, quase tão grave quanto a dependência do álcool e do tabaco. Atualmente, 10,9 milhões de brasileiros com mais de 14 anos, o correspondente a 6,8% da população nessa faixa etária, jogam de forma a criar para si próprios problemas emocionais, familiares, econômicos ou com o trabalho e são classificados como jogadores de risco. O mais preocupante é que cerca de um em cada oito desses jogadores − o que equivale a 1,4 milhão de pessoas − apresenta um padrão de apostas mais comprometedor, compatível com o diagnóstico do transtorno do jogo, uma enfermidade caracterizada pelo desejo incontrolável de jogar mesmo diante de prejuízos.
Apresentados no início de abril em um evento na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esses números foram calculados a partir de informações coletadas de uma amostra representativa da população brasileira. Eles ajudam a delinear um retrato atualizado de quem aposta − e como se aposta − no país depois da disseminação e da legalização das plataformas de jogos de azar on-line. Até então, os dados nacionais obtidos com metodologia científica datavam de quase 20 anos antes, e as informações mais recentes disponíveis haviam sido obtidas por instituições privadas especializadas em análises de comportamento e tendências.
A equipe da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp chegou à estimativa atual de quantas pessoas apostam no Brasil e da proporção que o faz de maneira nociva por meio dos dados obtidos na terceira e mais recente edição do Levantamento Nacional sobre Álcool e Drogas (Lenad), realizado entre 2023 e 2024. Divulgado no final de março em Brasília, durante o lançamento do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), o Lenad III foi conduzido pela pesquisadora Clarice Sandi Madruga e financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), que mantém um convênio com a Unifesp sob a coordenação do psiquiatra Ronaldo Laranjeira.
A terceira edição do levantamento ampliou o tamanho da amostra e ouviu 16.608 brasileiros com 14 anos de idade ou mais de 349 municípios, distribuídos por todas as regiões do país − nas anteriores, haviam sido entrevistadas entre 3 mil e 4 mil pessoas. O Lenad III também expandiu o universo de temas investigados. Além de responder questionários sigilosos de autopreenchimento sobre o consumo de álcool e tabaco, os participantes forneceram informações sobre o uso de cigarros eletrônicos (dispositivos eletrônicos para fumar ou vapes), de medicamentos que podem causar dependência e substâncias psicoativas ilícitas. O levantamento coletou, ainda, indicadores de saúde física e mental e determinantes sociais de saúde. Os resultados devem ser pormenorizados em publicações específicas nos próximos meses.
Um módulo específico do Lenad III avaliou a frequência e o impacto dos jogos de apostas no país. Nele, 4.860 pessoas − sendo 876 adolescentes com idades entre 14 e 18 anos, de ambos os sexos, e 3.984 homens e mulheres adultos − responderam nove perguntas do Índice de Gravidade do Jogo Problemático (PGSI, na sigla em inglês), um instrumento que avalia os prejuízos pessoais, sociais e financeiros relacionados ao comportamento de apostar e identifica o nível de risco de desenvolver o chamado transtorno do jogo.
Divulgados agora, os dados sobre jogo estão detalhados em um documento de 60 páginas − o Caderno temático − Jogos de aposta na população brasileira − e sugerem que o risco associado ao hábito de apostar do brasileiro se intensificou em relação ao observado no primeiro levantamento, embora os indicadores que investigam jogos de apostas não sejam diretamente comparáveis entre as duas edições, por terem usado instrumentos de aferição diferentes.
No Lenad I, realizado em 2005 e 2006 sob a coordenação de Laranjeira, os entrevistadores coletaram informações de 3.007 pessoas com mais de 14 anos em 144 cidades brasileiras. Na época, ainda existiam casas com jogo de bingo eletrônico e máquinas caça-níqueis e 88,3% da população não jogava, como foi detalhado em artigo publicado em 2010 na revista Psychiatry Research. Já 9,4% eram jogadores ocasionais, 1,3% tinham algum grau de problema com jogos e 1% se enquadrava na categoria dos jogadores patológicos, aqueles que apostavam repetidamente apesar de já terem sofrido prejuízos financeiros, emocionais ou nas relações familiares e sociais.
No levantamento atual, feito ainda no início da recente febre das bets e das plataformas on-line de aposta, a proporção de pessoas que não jogam foi de 82,6%. Os 17,4% restantes, número que corresponde a quase 28 milhões de brasileiros, se distribuem da seguinte forma: 10,6% jogam de modo esporádico, sem enfrentar problemas; 3,4% são jogadores com baixo risco de se tornarem dependentes; 2,6% com risco moderado; e 0,8% jogador problemático. Os últimos são aqueles que somaram mais de 8 pontos na escala PGSI, que vai até 27, e possivelmente já desenvolveram o chamado transtorno do jogo, uma forma de dependência induzida pelo comportamento, e não por uma substância química, registrada no Manual de diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) e na Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados com a saúde (CID).
"Há indícios preocupantes de aumento de comportamentos problemáticos relacionados às apostas", comenta o psiquiatra Hermano Tavares, da Universidade de São Paulo (USP), que detalhou os resultados do Lenad I na Psychiatry Research e não participou da versão atual do levantamento. "Esses sinais começaram a se intensificar durante a pandemia, período que impulsionou as apostas on-line, e ainda não perderam força. Atualmente, a dependência do jogo é a terceira mais comum entre os brasileiros. Supera a da cocaína e do crack e fica atrás apenas da do álcool e do tabaco. A rede pública de saúde não está preparada para lidar com isso", afirma.
"Esse transtorno se manifesta quando a pessoa perde o controle sobre o hábito de apostar, que passa a ocupar um papel central em sua vida e traz prejuízos significativos", explica o psiquiatra Daniel Spritzer, que faz pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e é colaborador do Lenad III. "Isso inclui apostar mais do que se deveria ou poderia, perder dinheiro e voltar a apostar para tentar recuperá-lo ou precisar aumentar cada vez mais os valores para sentir o mesmo prazer inicial", detalha. Os sinais de alerta incluem ansiedade e angústia quando não se consegue apostar, além de comportamentos como pedir dinheiro emprestado ou vender bens para continuar jogando.
A proporção de jogadores varia de acordo com a região do país. O Sul concentra a maior fração deles (20,4% das pessoas com mais de 14 anos apostam) e o Nordeste, a menor, 16,3%. A relação entre as duas regiões se inverte quando são consideradas as proporções de indivíduos que apostam de forma arriscada: a maior fração de apostadores (52,3%) com algum grau de risco (baixo, médio ou elevado) de desenvolver transtorno do jogo está no Nordeste, enquanto essa proporção é bem menor no Sul (29,8%) e no Sudeste (28%).
TEXTO 02:

Textos retirados e adaptados de Ceci (2025).
Os sinais de alerta incluem ansiedade e angústia quando não se consegue apostar, além de comportamentos como pedir dinheiro emprestado ou vender bens para continuar jogando.
Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas, considerando a perspectiva da gramática normativa:
(__)"de alerta" consiste em adjunto adnominal, que qualifica o substantivo "sinais".
(__)"quando não se consegue apostar" é uma oração subordinada adverbial temporal.
(__)"além de comportamentos como pedir dinheiro emprestado ou vender bens para continuar jogando" é uma oração subordinada adjetiva restritiva.
(__)A locução verbal "continuar jogando" funciona como predicado verbal dentro da oração subordinada.
(__)"Os sinais de alerta" agem como sujeito da oração subordinada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.
As expressões “a conexão das residências às redes urbanas”, “e a proibição de uso dos rios e córregos para banho”, “lavagem de roupa” e “ou despejo de dejetos” (segundo período do segundo parágrafo) são coordenadas entre si e exercem a mesma função sintática na oração em que se inserem.
Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.
No segundo período do primeiro parágrafo, o trecho “a necessidade de espaços e práticas específicas para o funcionamento da nova aparelhagem” funciona como complemento da forma verbal “surgiu”.
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
No trecho:
“De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.” (2º parágrafo)
A oração destacada nesse período é classificada como:
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Julgue o seguinte item, referente a aspectos linguísticos do texto CB2A1.
O primeiro período do quarto parágrafo é composto por subordinação.
I- Em “é contagiante a alegria” (1 º parágrafo), o termo sublinhado é o predicativo do sujeito.
II- Em “as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera... quanto o solstício de verão” (2 º parágrafo), a preposição “para” tem o sentido de finalidade.
III- Em “com um sotaque próprio” (2 º parágrafo), a palavra em destaque foi usada com sentido conotativo.
IV- As palavras “até” e “mês” são acentuadas pela mesma regra.
Quais são as corretas:
Com base no texto, julgue o item a seguir.
O verbo “morrer”, em “onde não resistiu aos ferimentos e morreu”, é intransitivo.
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
No penúltimo período do texto, o termo “ela” retoma a expressão “opinião pública”, mencionada no período anterior, e exerce a função sintática de sujeito da oração “é uma força e uma fonte de felicidade”.
Texto CG4A1
Os trabalhadores atuais estão trocando cargos de liderança por tempo livre. Um estudo realizado por uma plataforma de análise de pessoal e planejamento de força de trabalho mostra que 91% dos profissionais liberais não querem se tornar gestores de pessoas em razão das expectativas de aumento de estresse e pressão ou simplesmente por satisfação com suas funções atuais.
Na pesquisa, que abrange profissionais de diferentes idades, observa-se que a tendência de equilibrar trabalho e qualidade de vida já é uma característica marcante na geração Z.
Uma das mudanças que marcam essa nova geração é a liberdade, tanto no mercado de trabalho quanto na economia. Os jovens de hoje sentem-se mais confortáveis, por exemplo, em deixar o emprego após dois meses de trabalho caso a oportunidade não esteja alinhada com seus gostos pessoais e seus desejos. Também estão mais confortáveis com a economia compartilhada, preferindo alugar carros e imóveis, em vez de comprá-los.
Para Marcelo Neri, professor da FGV Social, a geração Z, que abrange jovens atualmente com idade entre 14 e 29 anos, nasceu no começo da estabilidade econômica brasileira, o que pode justificar essa mentalidade mais ousada e desprendida. “A nova geração não viveu momentos de hiperinflação que eram comuns no país e que terminaram nos anos de 2010, em meio ao auge de economia”, ele afirma.
Atualmente, o Brasil tem 50 milhões de jovens, o que, segundo Neri, corresponde à maior parcela populacional jovem que o país já teve, mas, segundo estudos da FGV, há expectativa de que, até o fim deste século, esse número caia para 25 milhões.
Por outro lado, a geração prateada, cujos integrantes estão hoje com mais de 70 anos, está crescendo no país. Marcelo Neri afirma: “Se olharmos os padrões de vida por idade hoje, veremos que a renda dos idosos é alta em decorrência de aposentadorias, o que promete ser diferente na terceira idade da geração Z. Do jeito como está, o sistema de previdência não será tão positivo e sustentável para eles”.
O professor reforça que a expectativa relacionada à fragilidade do sistema previdenciário estimula ainda mais os jovens profissionais a olharem mais para o empreendedorismo e menos para as organizações e a pensarem mais em investimentos privados que em aposentadoria. Segundo ele, a geração Z é “uma população que buscará fazer a sua própria poupança e que vê na vida empreendedora ou no emprego mais flexível um futuro mais promissor”.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, referente ao vocabulário e à estrutura linguística do texto CG4A1.
No último período do texto, o trecho ‘que buscará fazer a sua própria poupança’ é uma oração substantiva que complementa sintaticamente o nome ‘população’.
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir.
As quatro orações que compõem o último período do texto compartilham o mesmo sujeito referencial.
I. No título, o travessão poderia substituir, sem prejuízo gramatical ou de sentido, os dois-pontos: “Burnout – equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento”.
II. Em “Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados [...]”, os termos grifados desempenham a mesma função sintática.
III. Em “[...] 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental [...]”, o pronome “seu” faz referência ao sujeito das duas primeiras orações desse trecho.
IV. No trecho “[...] 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse [...]”, caso o trecho destacado fosse substituído por “da população”, o verbo se manteria no plural para concordar com a expressão numérica “96%”.
V. Nos trechos “[...] ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades [...]” e “A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental [...]”, as expressões destacadas correspondem a modificadores verbais de modo, ainda que “à tona” traga uma imagem metafórica de “superfície”.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
No primeiro parágrafo do texto, anteriormente à forma verbal “encarasse” (linha 2), está elíptica a expressão “medicina”
Julgue o item seguinte, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No primeiro período do segundo parágrafo, o trecho “a compreensão (...) nacional” funciona como complemento direto da forma verbal “Vigorava”.