Questões de Concurso Sobre adjetivos em português

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Q2310393 Português
Pesquisa indica futuro catastrófico para o clima no Rio Grande do Sul 


Por Juliana Bublitz





 (Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2010/09/pesquisa-indica-futuro-catastrofico-
para-o-clima-no-rio-grande-do-sul-3055531.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais.

Coluna 1
1. Pronome.
2. Adjetivo.
3. Advérbio.

Coluna 2
( ) “perversos” (l. 02).
( ) “francês” (l. 06).
( ) “hoje” (l. 06).
( ) “elas” (l. 10).
( ) “milimetricamente” (l. 27).   

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2310142 Português

      “A enorme torre no jardim revela qual é o hobby de Todd Baker. Repleta de antenas, a estrutura de 30 metros é mais alta do que diversas árvores adultas da região.


      Baker é vendedor de correias transportadoras1 industriais2 em Indiana, nos Estados Unidos. Ele se identifica não só pelo seu nome, mas também pelo seu indicativo3 – aquela curta sequência de letras e números que ele usa quando se comunica pelo rádio: W1TOD.


      Todd Baker é membro da comunidade dos radioamadores. Ele conta que já participou de todas as diferentes classes de radioamadores – incluindo a ‘faixa do cidadão4 ’ (um sistema de comunicações individual de curta distância via rádio), que ele vem usando ao longo dos anos. ‘As comunicações eram simplesmente incríveis para mim.’


      Agora, ele também se dedica à ciência cidadã5 .”



(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj5vydd58zjo. Adaptado.)



Quais são as respectivas classes de palavras dos vocábulos em destaque no excerto acima?

Alternativas
Q2309534 Português
Médico destaca a importância da terapia ocupacional no tratamento de pessoas com autismo


        A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
        A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento. A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
         Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de forma mais eficiente.
       De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas com alterações cognitivas, interação social e educação.
          “Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
        “O objetivo da  terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade, da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.

(Tribuna Hoje. Notícias Saúde. Em: 28/06/2023.)
O emprego do adjetivo “significativas” (1º§) permite reconhecer: 
Alternativas
Q2309227 Português

Julgue o item que se segue.


Está correta a grafia dos seguintes adjetivos: emsolarado, denso, preparado. 

Alternativas
Q2307699 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da seguinte afirmação:

Na passagem – Tomava um drinque em um bar quando vi um jovem na casa dos 30 usando uma camiseta que dizia “Chega de adultar por hoje”. Depois, entrevistei uma mulher cuja camiseta transmitia uma mensagem simples: “Adultar é cruel!”. – a palavra “que” é um pronome _________na função de___________ -; a palavra “simples” é um ___________na função de________________ .
Alternativas
Q2307624 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Quer economizar? Veja como se preparar financeiramente para viajar no final do ano.

    Faltando poucos meses para acabar o ano, os trabalhadores que querem aproveitar as folgas de final de ano para viajar estão no prazo para se organizar financeiramente para essa viagem.
    De acordo com especialistas consultados pela CNN, é importante ficar atento com os preços de passagens e hospedagem. Afinal, os meses de dezembro e janeiro podem ser um dos mais caros, dependendo do destino desejado.
    Um estudo do site Booking.com, realizado com 24.179 entrevistados em 32 países (incluindo o Brasil), mostra que três em cada quatro (74%) viajantes brasileiros querem tirar o máximo custo-benefício do dinheiro gasto em viagens e farão seus planejamentos prestando bastante atenção ao orçamento.
    Para 75% das pessoas consultadas pela pesquisa, seria uma prioridade optar por serviços de viagem com descontos, além de programas de fidelidade, sendo que 66% planejarão suas viagens com mais antecedência, para tentar aproveitar ofertas melhores.
    Se hospedar em locais mais econômicos, optar por destinos mais baratos, fazer viagens mais curtas ou mesmo diminuir os gastos durante a viagem são algumas das práticas que os turistas podem adotar para gastar menos em suas férias neste ano, que, segundo outra pesquisa do Booking, é desejado por 11% dos brasileiros.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/quer-economizar-veja-como-se-preparar-financeiramente-para-viajar-no-final-do-ano/ (adaptado)
A expressão “custo-benefício”, presente no texto, classifica-se, gramaticalmente, como _____________, e pode ser definida como ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas acima?
Alternativas
Q2306310 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01 


Disponível em: https://vidasimples.co/vida-emocional/primavera. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 

Considerando o trecho “Porém, incentivou o ‘exercício fino’ de se auscultar os primeiros sinais da estação mais artística de todas. Irrecusável, não?” (linhas 3-4), analise as afirmativas a seguir.

I - O termo “porém” insere, no primeiro período, uma ideia de adversidade.

II - O termo “fino”, na expressão “exercício fino”, assume o sentido de aguçado.

III - A frase “Irrecusável, não?” comprova o uso da função fática da linguagem.

IV - O termo “auscultar” foi usado com o significado de “escutar atentamente”.

V - O adjetivo em “estação mais artística de todas” foi elevado ao máximo grau.   

Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q2306110 Português
O Reizinho Mandão


         Eu vou contar pra vocês uma história que o meu avô sempre contava. Ele dizia que esta história aconteceu há muitos e muitos anos, num lugar muito longe daqui. Neste lugar tinha um rei, daqueles que têm nas histórias. De barba branca batendo no peito, de capa vermelha batendo no pé. Como este rei era rei da história, era um rei muito bonzinho, muito justo... E tudo que ele fazia era pro bem do povo.
        Vai que esse rei morreu, porque era muito velhinho, e o príncipe, filho do rei, virou rei daquele lugar. O príncipe era um sujeitinho muito mal-educado, mimado, destes que as mães deles fazem todas as vontades, e eles ficam pensando que são os donos do mundo. Precisa de ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão, teimoso, implicante, xereta! Ele era tão xereta, tão mandão, que ele queria mandar em tudo que acontecia no reino.
       Os conselheiros do rei ficavam desesperados, tentavam dar conselhos a ele, que afinal é pra isso que os conselheiros existem. Mas o reizinho não queria saber de nada. Era só um conselheiro abrir a boca para dar um conselho e ele ficava vermelhinho de raiva, batia o pé no chão e gritava de maus modos: ___ Cala a boca! Eu é que sou o rei . Eu é que mando! Podia ser ministro, embaixador, professor. E tantas vezes ele mandava, que o papagaio dele acabou aprendendo a dizer “Cala a boca” também.
       Tinha horas que era até engraçado. O reizinho gritava “Cala a boca” de cá, e o papagaio gritava “Cala a boca” de lá. As pessoas, então foram ficando cada vez mais quietas, cada vez mais caladas.E de tanto ficarem caladas as pessoas foram esquecendo como é que se falava. Até que chegou um dia que o reizinho percebeu que ninguém mais no reino sabia falar. Ninguém.


(ROCHA RUTH. O Reizinho Mandão.
3ª Edição. Livraria Pioneira.)
Considere a frase: “O rei era mandão e xereta”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical dos vocábulos: O, rei, era, mandão.
Alternativas
Q2306000 Português

TEXTO II


MUDANÇA


       Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

       Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

      Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se, [...] A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.


(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 71. ed.

Rio de Janeiro: Record, 1996. P. 9-10. Fragmento.)


A primeira identificação das personagens é feita por meio de um adjetivo substantivado. Marque a alternativa que apresenta esse adjetivo:
Alternativas
Q2305996 Português

TEXTO II


MUDANÇA


       Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

       Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

      Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se, [...] A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.


(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 71. ed.

Rio de Janeiro: Record, 1996. P. 9-10. Fragmento.)


No primeiro parágrafo do texto há o uso abundante de uma classe gramatical, muito importante, pois caracteriza o espaço da ocorrência dos acontecimentos. Marque a alternativa que apresenta essa classe gramatical:
Alternativas
Q2303175 Português
Noruega...


     “...Em maio e junho a área do Dalsnibba é coberta de neve e do alto as pessoas veem as montanhas brancas e se deparam com o famoso inverno Norueguês. Já em agosto e setembro, quando os dias são mais longos, o céu estrelado é uma visão maravilhosa daqui. Muitas pessoas visitam o lugar para observar as estrelas com telescópios.
     A simplicidade do lugar com construções de madeira vermelha e branca emolduradas por grama verde esmeralda convidam o visitante a apreciar a beleza do lugar como a tela de um belo quadro: sem pressa.
       ... Pelo vilarejo, locais e turistas se misturam andando sem pressa, distraidamente pelas ruazinhas. Num charmoso café de cerca branca, com uma floreira carregada de flores cor de rosa, as pessoas conversam animadas enquanto na padaria, um delicioso aroma de pão fresquinho atrai mais e mais fregueses. Noruegueses possuem uma incrível habilidade de fazer pães deliciosos, portanto vá preparado para se esbaldar...”


Trecho retirado de Tuka Pereira. Catraca livre.com.br. Janeiro 2018.
Observe a oração: “...um delicioso aroma de pão fresquinho atrai mais e mais fregueses”. Em relação à classificação das palavras, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2301226 Português
O mato


          Veio o vento frio, e depois o temporal noturno, e depois da lenta chuva que passou toda a manhã caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a cidade entardeceu em brumas. Então o homem esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando lentamente por aquele morro coberto de um mato viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
         Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena, sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as gotas de água como se fosse uma bênção. Ali perto mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos vespertinos, ranger de bondes, buzinar impaciente de carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia, silenciava, batia outra vez, interminável, paciente, melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança, insistia em querer falar com alguém.
        Por um instante o homem voltou seu pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone tocando em vão era um dos milhões de atos falhados da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de ambições e vaidades, na procura de amor e de importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres. Ainda bem que de todas as grandes cidades do mundo o Rio é a única a permitir a evasão fácil para o mar e a floresta. Ele estava ali num desses limites entre a cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava em seus problemas urbanos – mas um camaleão correu de súbito, um passarinho piou triste em algum ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida animal e também à vida silenciosa e úmida das árvores, e à pedra escura, com sua pele de musgo e seu misterioso coração mineral.

(ARRIGUCCI, Jr. Os melhores contos de Rubem Braga. São Paulo: Editora Global Ltda., 1985.) 
A expressão do ponto de vista do narrador pode ser reconhecida através de alguns recursos, como o da adjetivação. Tal fato pode ser evidenciado no seguinte no fragmento textual:
Alternativas
Q2300883 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
No verso “E do mulato sabido”, o emprego do adjetivo sabido indica  
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CONSULPAM Órgão: CISCOPAR Provas: CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Assessor Jurídico | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Analista em Administração e Planejamento | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Analista em Informática | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Assistente Social | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Enfermeiro | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Farmacêutico Bioquímico | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Fonoaudiólogo | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Odontólogo | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Psicólogo | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Contador | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Cirurgião Vascular | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Alergista e Imunologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Cardiologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Cirurgião do Aparelho Digestivo | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Pneumologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Proctologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Psiquiatra | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Radiologista/Ultrassonografista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Reumatologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Urologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Nutricionista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Fisioterapeuta | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Terapeuta Ocupacional | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Cirurgião Geral | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Cirurgião Pediátrico | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Oftalmologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Dermatologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Endocrinologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Endocrinologista Infantil | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Endoscopista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Gastroenterologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Geriatra | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Ginecologista Obstetra | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Infectologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Nefrologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Neurologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Ortopedista e Traumatologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Otorrinolaringologista | CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Médico Pediatra |
Q2299143 Português
Texto 1


MULTILINGUISMO

      Os povos indígenas sempre conviveram com situações de multilinguismo. Isso quer dizer que o número de línguas usadas por um indivíduo pode ser bastante variado. Há aqueles que falam e entendem mais de uma língua ou que entendem muitas línguas, mas só falam uma ou algumas delas.

      Assim, não é raro encontrar sociedades ou indivíduos indígenas em situação de bilinguismo, trilinguismo ou mesmo multilinguismo.

          É possível nos depararmos, numa mesma aldeia, com indivíduos que só falam a língua indígena, com outros que só falam a língua portuguesa e outros ainda que são bilíngues ou multilíngues. A diferença linguística não é, geralmente, impedimento para que os povos indígenas se relacionem e casem entre si, troquem coisas, façam festas ou tenham aulas juntos. Um bom exemplo disso se encontra entre os índios da família linguística tukano, localizados em grande parte ao longo do rio Uaupés, um dos grandes formadores do rio Negro, numa extensão que vai da Colômbia ao Brasil.

          Entre esses povos habitantes do rio Negro, os homens costumam falar de três a cinco línguas, ou mesmo mais, havendo poliglotas que dominam de oito a dez idiomas. Além disso, as línguas representam, para eles, elementos para a constituição da identidade pessoal. Um homem, por exemplo, deve falar a mesma língua que seu pai, ou seja, partilhar com ele o mesmo grupo linguístico. No entanto, deve se casar com uma mulher que fale uma língua diferente, ou seja, que pertença a um outro grupo linguístico.

          Os povos tukano são, assim, tipicamente multilíngues. Eles demonstram como o ser humano tem capacidade para aprender em diferentes idades e dominar com perfeição numerosas línguas, independente do grau de diferença entre elas, e mantê-las conscientemente bem distintas, apenas com uma boa motivação social para fazê-lo.

       O multilinguismo dos índios do Uaupés não inclui somente línguas da família tukano. Envolve também, em muitos casos, idiomas das famílias aruak e maku, assim como a língua geral amazônica ou nheengatu, o português e o espanhol.

          Às vezes, nesses contextos, uma das línguas torna-se o meio de comunicação mais usado (o que os especialistas chamam de língua-franca), passando a ser utilizada por todos, quando estão juntos, para superar as barreiras da compreensão. Por exemplo, a língua tukano, que pertence à família tukano, tem uma posição social privilegiada entre as demais línguas orientais dessa família, visto que se converteu em língua geral ou língua franca da área do Uaupés, servindo de veículo de comunicação entre falantes de línguas diferentes. Ela suplantou algumas outras línguas (completamente, no caso arapaço, ou quase completamente, no caso tariana).

      Há casos em que é o português que funciona como língua franca. Em algumas regiões da Amazônia, por exemplo, há situações em que diferentes povos indígenas e a população ribeirinha falam o nheengatu, língua geral amazônica, quando conversam entre si.

          Nos primeiros tempos da colonização portuguesa no Brasil, a língua dos índios tupinambá (tronco tupi) era falada em uma enorme extensão ao longo da costa atlântica. Já no século XVI, ela passou a ser aprendida pelos portugueses, que de início eram minoria diante da população indígena. Aos poucos, o uso dessa língua, chamada de brasílica, intensificou-se e generalizou-se de tal forma que passou a ser falada por quase toda a população que integrava o sistema colonial brasileiro.

          Grande parte dos colonos vinha da Europa sem mulheres e acabavam tendo filhos com índias, de modo que essa era a língua materna dos seus filhos. Além disso, as missões jesuítas incorporaram essa língua como instrumento de catequização indígena. O padre José de Anchieta publicou uma gramática, em 1595, intitulada Arte de Gramática da Língua mais usada na Costa do Brasil. Em 1618, publicou-se o primeiro catecismo na língua brasílica. Um manuscrito de 1621 contém o dicionário dos jesuítas, Vocabulário na Língua Brasílica.

           A partir da segunda metade do século XVII, essa língua, já bastante modificada pelo uso corrente de índios missionados e não-índios, passou a ser conhecida pelo nome língua geral. Mas é preciso distinguir duas línguas gerais no Brasil-Colônia: a paulista e a amazônica. Foi a primeira delas que deixou fortes marcas no vocabulário popular brasileiro ainda hoje usado (nomes de coisas, lugares, animais, alimentos etc.) e que leva muita gente a imaginar que “a língua dos índios é (apenas) o tupi”.

         A língua geral paulista teve sua origem na língua dos índios tupi de São Vicente e do alto rio Tietê, a qual diferia um pouco da dos tupinambá. No século XVII, era falada pelos exploradores dos sertões conhecidos como bandeirantes. Por intermédio deles, a língua geral paulista penetrou em áreas jamais alcançadas pelos índios tupi-guarani, influenciando a linguagem corriqueira de brasileiros.

     Essa segunda língua geral desenvolveu-se inicialmente no Maranhão e no Pará, a partir do tupinambá, nos séculos XVII e XVIII. Até o século XIX, ela foi veículo da catequese e da ação social e política portuguesa e luso-brasileira. Desde o final do século XIX, a língua geral amazônica passou a ser conhecida, também, pelo nome nheengatu (ie’engatú = língua boa).

      Apesar de suas muitas transformações, o nheengatu continua sendo falado nos dias de hoje, especialmente na bacia do rio Negro (rios Uaupés e Içana). Além de ser a língua materna da população cabocla, mantém o caráter de língua de comunicação entre índios e não-índios, ou entre índios de diferentes línguas. Constitui, ainda, um instrumento de afirmação étnica dos povos que perderam suas línguas, como os baré, os arapaço e outros.


Fonte: https://pib.socioambiental.org/pt/L%C3%ADnguas. Adaptado conforme o acordo ortográfico vigente. Acesso em:
A palavra “luso-brasileira” contém duas bases adjetivais que significam:
Alternativas
Q2297768 Português
    Ao estudar uma nova linguagem de sinais desenvolvida por crianças surdas da Nicarágua, linguistas afirmam ter confirmado a existência de mecanismos universais que facilitam a aquisição de uma língua, seja ela falada ou não. Os resultados somam-se a várias outras evidências de que crianças possuem habilidades inatas capazes de dar à linguagem sua estrutura fundamental. O artigo foi publicado na revista Science em 17 de setembro de 2004.

    Como falariam crianças naufragadas em uma ilha deserta que cresceram sem pais que lhes pudessem ensinar uma língua? Considerando-se a linguagem como uma invenção cultural passada de geração em geração, a resposta seria que essas crianças infortunadas não falariam língua alguma. As tábulas rasas de suas mentes não poderiam ser preenchidas com uma língua. Talvez, conseguissem comunicar-se com berros e grunhidos, mas nunca chegariam a utilizar algo tão sofisticado como uma língua natural, correto? Resposta: não. E vejamos por quê.

    Primeiramente, vale perguntar: como saberíamos que nossas crianças não se degradariam ao nível de babuínos? Mesmo não podendo, por óbvias razões éticas, fazer um experimento desse gênero em alguma ilha do Pacífico, temos bastante certeza de que elas estariam aptas a inventar uma língua tão expressiva como qualquer outra existente hoje. Uma forte evidência nesse sentido vem de uma comunidade que, em circunstâncias semelhantes, sem ouvir palavras, elaborou uma língua natural própria, começando do nada.

    Surgiu na Nicarágua uma língua completa, o Idioma Nicaraguense de Sinais – ou ISN, do espanhol, Idioma de Signos Nicaraguense –, inventado por crianças surdas daquele país. Essa invenção foi descrita por Ann Senghas, da Universidade Colúmbia (Estados Unidos), Sotaro Kita, da Universidade de Bristol (Reino Unido), e Asli Özyürek, da Universidade de Nijmegen (Holanda). Esse grupo de linguistas estudou essa comunidade nicaraguense e observou como os surdos exprimiam informações sobre objetos em movimento

    Crianças surdas da Nicarágua mostraram uma habilidade inata quando inventaram uma língua de sinais rica e complexa.

    O ISN é uma língua que apareceu no início da década de 1980, quando surdos nicaraguenses – após longos anos de tentativas fracassadas de ensinar a eles o espanhol utilizando para isso instrutores sem deficiência auditiva – foram finalmente juntados com outros surdos. Uma vez reunidos em grupos, eles começaram a utilizar algo que, no início, se parecia com um sistema pantomímico imperfeito que usamos quando queremos nos comunicar sem palavras. Mas esse sistema cru logo se transformou em uma verdadeira língua: as crianças surdas que chegavam àquelas comunidades aprendiam o sistema e acabavam aperfeiçoando-o com regras linguísticas.

    É preciso enfatizar aqui que é falsa – apesar de disseminada – a noção de que línguas de sinais sejam sistemas primitivos, inferiores às línguas faladas. Os sinais não são meros gestos mímicos que podem ser decifrados por observadores não familiarizados com essas línguas. Embora a versão inicial do ISN utilizasse gestos gráficos que simplesmente imitavam a forma de objetos ou movimentos, as crianças expostas a esse sistema mudaram-no, decompondo os gestos em elementos menores que já não tinham esse valor imitativo. Esses sinais, bem como as regras que os combinam em longas frases, são exatamente tão obscuros para não iniciados como seria, por exemplo, o finlandês para quem nunca o tenha aprendido.

    No estudo de Senghas e colegas, os participantes viam um filme animado cujo enredo eles tinham depois que contar com o uso de sinais. O filme mostrava um gato que engole uma bola de boliche e cai tombando por uma ruela íngreme. Os surdos que utilizavam a primeira versão do sistema mostravam a queda do gato com a mão literalmente traçando um percurso espiral para baixo. Já as crianças que usavam a versão aperfeiçoada do ISN exprimiam a mensagem com dois sinais separados, um com o sentido ‘para baixo’ e outro que significava ‘rolando’.

    Os autores do estudo sugerem que essa divisão da mensagem em modo e direção pode ser uma das características universais da linguagem humana. A maioria das línguas aproveita essa divisão e exprime esses dois fragmentos de mensagem com duas palavras separadas (‘O gato desce rolando’). O interessante é que as crianças, ao aprenderem o ISN, não foram ‘ensinadas’ sobre esse fato. Foram elas mesmas que desenvolveram essa e outras características para o ISN, enriquecendo, assim, o sistema que receberam e que ainda não era uma língua completa.

    Linguistas acreditam que a divisão-direção modo é um dos elementos que compõem o conhecimento inato que facilita a aquisição de uma língua, seja ela falada, seja de sinais. Há quem sugira que, sem esse conhecimento, nem mesmo seria possível adquirir qualquer língua. Segundo o linguista norte-americano Noam Chomsky, essa capacidade inata para a aprendizagem de uma língua reside no chamado dispositivo de aquisição de linguagem, parte do cérebro que se atrofia com a idade. Não podendo contar com o apoio desse dispositivo, pessoas adultas que aprendem línguas estrangeiras têm dificuldades em assimilar os detalhes da gramática. Assim, aprendizes estrangeiros com pouca competência na gramática portuguesa podem não ver muita diferença entre as frases ‘O bispo voltou a se divertir’ e ‘O bispo voltou sem se divertir’.

    Analogamente, os pais que aprendem ISN para poder conversar com seus filhos surdos nunca chegam ao nível de falante materno e, aos olhos dos surdos, cometem erros semelhantes àqueles que estrangeiros costumam cometer ao tentar falar, por exemplo, o português.

    O excelente trabalho de Senghas e colegas não só mostra algo que pode ser um ingrediente básico de nossa linguagem, mas também capta um momento no qual ele é acrescentado à sopa primordial no nascimento espontâneo de uma língua humana. 

SZCZESNIAK, K. Nascimento de uma língua. In: Revista Ciência Hoje [CH 210]. Último acesso: 09 de junho de 2023. Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/nascimento-deuma-lingua//> (Adaptado).

Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE o termo destacado no fragmento “Os sinais não são meros gestos mímicos”. 
Alternativas
Q2297545 Português
Semanticamente, os adjetivos podem apresentar valor restritivo, explicativo e até relacional. Nesse contexto, assinalar a alternativa que apresenta um adjetivo de relação, isto é, aquele que tem valor objetivo:
Alternativas
Q2297443 Português
“Meu pai, um brilhante ceramista de Cunha, queria que eu fosse como ele”.
  O adjetivo presente nesta frase é... 
Alternativas
Q2296826 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
No texto, há apresentação de diversos vocábulos que podem estabelecer conexão por semelhança ou oposição. Aqueles que apresentam uma relação de oposição são:
Alternativas
Q2296365 Português
Luzes estranhas antes de terremoto no
Marrocos intrigam moradores


    Relatos de “luzes de terremoto”, como os vistos em vídeos capturados antes do terremoto de magnitude 6,8 de sexta-feira (8) no Marrocos, remontam a séculos, desde a Grécia antiga. Estas explosões de luz brilhante e dançante em cores diferentes intrigam há muito os cientistas. Ainda não há consenso sobre a sua causa, mas elas são “definitivamente reais”, disse John Derr, um geofísico reformado que trabalhava no Serviço Geológico dos EUA. Ele é coautor de vários artigos científicos sobre luzes de terremotos, ou EQL.

    Ver o EQL depende da escuridão e de outros fatores de favorabilidade”, explicou ele por e-mail. Ele disse que o vídeo recente do Marrocos compartilhado nas redes sociais parecia com as luzes captadas por câmeras de segurança durante um terremoto em Pisco, no Peru, em 2007.Juan Antonio Lira Cacho, professor de física da Universidade Nacional Mayor de San Marcos, no Peru, e da Pontifícia Universidade Católica do Peru, que estudou o fenômeno, disse que o vídeo do celular e o uso generalizado de câmeras de segurança facilitaram o estudo das luzes do terremoto. “Quarenta anos atrás, era impossível”, disse ele. “Se você as visse, ninguém acreditaria no que você viu.”

    As luzes do terremoto podem assumir várias formas diferentes, de acordo com um capítulo sobre o fenômeno de coautoria de Derr e publicado na edição de 2019 da Enciclopédia de Geofísica da Terra Sólida. Às vezes, as luzes podem parecer semelhantes a relâmpagos comuns ou podem ser como uma faixa luminosa na atmosfera semelhante à aurora polar. Outras vezes, eles se assemelham a esferas brilhantes flutuando no ar. Eles também podem parecer pequenas chamas cintilando no céu, rastejando ao longo ou perto do solo ou chamas maiores emergindo do solo. Um vídeo feito na China pouco antes do terremoto de Sichuan em 2008 mostra nuvens luminosas flutuando no céu. 


Fonte: Luzes estranhas antes de terremoto no Marrocos intrigam moradores; veja o que cientistas acham que significa (cnnbrasil.com.br)
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “Ele é coautor de vários artigos científicos sobre luzes de terremotos, ou EQL”.
Alternativas
Q2296309 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.


A incapacidade de ser verdadeiro

    Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
    A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos feito de queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
    Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
      – Não há nada a fazer, Dona Colo. Este menino é mesmo um caso de poesia.


(Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988).
Leia a frase: “Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico”. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as classes gramaticais das palavras destacadas.
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: A
1343: A
1344: E
1345: B
1346: C
1347: E
1348: A
1349: D
1350: C
1351: D
1352: D
1353: C
1354: C
1355: A
1356: A
1357: D
1358: A
1359: E
1360: B