Questões de Concurso
Sobre adjetivos em português
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Quando escrevemos, podemos encontrar problemas com a seleção vocabular, particularmente na correspondência adequada de adjetivos ligados a substantivos.
Assinale a frase em que o adjetivo sublinhado está adequadamente empregado.

Hely Lopes Meirelles; José Emmanuel Burle Filho.
Direito administrativo brasileiro. São Paulo:
Malheiros, 2016. 42.a ed. (com adaptações).
Os termos “normativa” (linha 10) e “regulamentar” (linha 11) são advérbios que especificam o substantivo imediatamente anterior.

Idalberto Chiavenato. Administração geral e pública. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008 (com adaptações).
O termo “ambos” (linha 13) é um advérbio que, nesse contexto, foi empregado com valor adjetivo.

Em qual alternativa a cor não deveria ser flexionada no plural?
Assinale a frase em que essa substituição foi feita inadequadamente.

LEITE, Will. O mais feio. 23 de novembro de 2023.
O humor dessa tirinha tem relação com o emprego de um dos graus do adjetivo. Assinale a alternativa que identifica corretamente esse grau.
“O conflito iniciado em 7 de outubro entre o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e Israel já matou mais de 14 mil pessoas. É o capítulo mais recente (e um dos mais violentos) do longo histórico de conflitos territoriais que acontecem na região desde a Antiguidade. [...]”
BATTAGLIA, Rafael. Israel e Palestina: o contexto histórico. Superinteressante, 22 de novembro de 2023.
Qual das palavras a seguir recebe a classificação de adjetivo, tendo em vista seu emprego no trecho acima?
Na passagem acima, a palavra “adultos” pode ser associada a duas classes gramaticais diferentes. São elas:

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Identifique nas palavras em destaque as classes de palavras e selecione a alternativa que apresenta correta relação.
Leia o texto a seguir:
Rubem Alves
... é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há uns livros chatos. Não os leiam. Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos de serem lidos, por que gastar tempo lendo um livro que não dá prazer? Na leitura fazemos turismo sem sair de casa gastando menos dinheiro e sem correr os riscos das viagens. O Shogun me levou para uma viagem ao Japão do século XVI, em meio aos ferozes samurais e às sutilezas do amor nipônico e das cerimônias de chá. Cem anos de solidão, que reli faz alguns meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que o Gabriel García Márquez deveria estar sob o efeito de algum alucinógeno quando o escreveu. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Também o Mário Quintana. E o Manoel de Barros. E o Solte os cachorros, da Adélia. No momento estou em meio à leitura do livro Na berma de nenhuma estrada, de Mia Couto (Editorial Ndjira), escritor moçambicano. Berma: nunca havia lido ou ouvido essa palavra. O dicionário me disse que “berma” é um “caminho estreito à beira de fossos”. Contos curtíssimos de três páginas. Mia Couto se parece com o Manoel de Barros, vai descobrindo jeitos diferentes de dizer. E o leitor vai vivendo experiências que não viveu e se espantando o tempo todo.
Adaptado de: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola / Rubem Alves. – São
Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.