Questões de Concurso Sobre adjetivos em português

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Q2626803 Português

Ambientes tóxicos: o papel do líder


Por Fernando Mantovani


01 É impossível sentir-se feliz todos os dias do ano, mas a sensação de bem-estar precisa

02 predominar em relação aos dias ruins. Não é necessário ser especialista para saber que, quando

03 o desânimo e o pessimismo tomam conta da rotina, abrimos portas para transtornos como

04 depressão, insônia, ansiedade, entre outros.

05 Quem não passou por isso certamente conhece alguém próximo que já passou. Isso

06 porque as questões de saúde mental nunca estiveram tão di__eminadas em nossa sociedade, e

07 boa parte desse cenário está relacionado ao estresse no trabalho.

08 A terceira edição do estudo Inteligência Emocional e Saúde Mental no Ambiente de

09 Trabalho, realizado pela The School of Life, em parceria com a Robert Half, ajuda .... clarear essa

10 questão. Ouvimos 774 profissionais empregados, de diferentes regiões do Brasil, com 25 anos

11 de idade ou mais e formação superior completa, sendo 387 líderes e 387 liderados. A pesquisa

12 revela que 42,86% dos liderados entrevistados, quase metade da amostra, consideram o

13 ambiente de trabalho tóxico como o principal fator para pedir demissão. Ou seja, mais do que

14 salário, benefícios ou perspectivas de a__ensão, sentir-se mal com o nível de pressão, os

15 conflitos ou prazos é o que realmente pesa contra um emprego atualmente.

16 Outras razões citadas pelos participantes foram: falta de reconhecimento (percepção de

17 13,43% dos entrevistados), imposição de trabalho 100% presencial (13,14%), ausência de plano

18 de carreira (8,86%) e pouco protagonismo (3,71%). É interessante observar a significativa

19 distância entre o primeiro e segundo motivos: quase 30 pontos percentuais.

20 Sair da empresa é uma medida extrema, mas, antes disso, surgem outras dificuldades.

21 De acordo com o estudo, nos últimos 12 meses, 44% dos líderes e 45% dos liderados afirmaram

22 que deixaram de produzir ou se manter engajados em algum momento por estar

23 emocionalmente abalados. A baixa performance foi indicada por 37,19% dos líderes como a

24 maior motivação para demissão.

25 Esse quadro mostra como se tornou importante zelar pelo bem-estar e qualidade de vida

26 dos times, tanto pela empatia ao próximo quanto pelos resultados dos negócios. E nesse ponto

27 surge mais um obstáculo identificado pela pesquisa: 61% dos liderados e 65% dos líderes

28 acreditam que os gestores das empresas em que atuam não estão capacitados para acolher

29 quem está com a saúde mental em __eque.

30 Um alento é saber que 19% dos gestores que indicaram essa falta de preparo disseram

31 que, em suas empresas, essa capacitação deve ser iniciada até o fim de 2024. Lideranças

32 sensíveis .... temperatura emocional do escritório não só podem ajudar as equipes como também

33 evitar gatilhos que levam uma empresa .... se tornar tóxica. Relações desequilibradas, metas

34 irreais ou regras excessivamente rígidas são alguns deles, entre tantos outros.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/ambientes-toxicos-o-papel-do-lider/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Sair da empresa é uma medida extrema, mas, antes disso, surgem outras dificuldades”, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação dos termos sublinhados.

Alternativas
Q2626721 Português

Papos


- Me disseram...

- Disseram-me.

- Hein?

- O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.

- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?

- O quê?

- Digo-te que você...

- O “te” e o “você” não combinam.

- Lhe digo?

- Também não. O que você ia me dizer?

- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?

- Partir-te a cara.

- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.

- É para o seu bem.

- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...

- O quê?

- O mato.

- Que mato?

- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?

- Eu só estava querendo…

- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!

- Se você prefere falar errado...

- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?

- No caso... não sei.

- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?

- Esquece.

- Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.

- Depende.

- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-loias se o soubesses, mas não sabes-o.

- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.

- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.

- Por quê?

- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Considere o seguinte excerto “Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás.” Em relação às categorias gramaticais, as palavras “lhe”, “a”, “permissão”, “para” e “errado” são, respectivamente:

Alternativas
Q2575323 Português
Texto para à questão.
 
Cafezinho – Rubem Braga

    Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café. 
    Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
    – Ele foi tomar café.
    A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante.
    Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer: 
    – Bem cavaleiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho. 
    Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: 
    – Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
    Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
    – Ele está?
    – Alguém dará o nosso recado sem endereço. 
    Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
    – Ele disse que ia tomar um cafezinho...
    Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
    – Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
    Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais.         Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar. 
    Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.

FONTE: https://www.culturagenial.com/cronicas-famosas-comentadas/

Em relação à classificação das palavras, relacione as colunas: 


(1) artigo

(2) adjetivo

(3) substantivo comum

(4) substantivo próprio


( ) Bonifácio

( ) um

( ) complicada

( ) olhos


Marque a sequência correta:


Alternativas
Q2575322 Português
Texto para à questão.
 
Cafezinho – Rubem Braga

    Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café. 
    Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
    – Ele foi tomar café.
    A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante.
    Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer: 
    – Bem cavaleiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho. 
    Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: 
    – Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
    Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
    – Ele está?
    – Alguém dará o nosso recado sem endereço. 
    Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
    – Ele disse que ia tomar um cafezinho...
    Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
    – Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
    Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais.         Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar. 
    Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.

FONTE: https://www.culturagenial.com/cronicas-famosas-comentadas/
No trecho “A vida é triste e complicada.”, encontramos:
Alternativas
Q2575314 Português
Texto para à questão.
 
Te Amo Demais
Marília Mendonça

Eu sou assim
Nunca soube recitar poesia
Não sei palavras de amor
Não sou sedutor, não sei fingir, nem poderia

Eu não tenho ouro nem prata
Mas o meu maior tesouro eu te dei
Só quero o seu amor e mais nada
Você precisa entender, é que eu não sei dizer

Só sei que eu te amo demais
Nas noites sozinho, é o teu nome que eu chamo
Baby, eu te amo demais
Eu só sei dizer: Te amo, te amo

Palavras valem menos que um olhar
O coração é quem vai te explicar
Da cabeça aos pés, eu vou te beijar
Como um sábio na arte de amar

Não sei mentir pra conquistar uma mulher
Daria tudo nesse mundo só pra ter você
O destino seja o que Deus quiser
Você precisa entender, é que eu não sei dizer

Só sei que eu te amo demais
Nas noites sozinha, é o teu nome que eu chamo
Baby, eu te amo demais
Eu só sei dizer: Te amo, te amo 

Só sei que eu te amo demais
Nas noites sozinha, é o teu nome que eu chamo
Baby, eu te amo demais
Eu só sei dizer: Te amo, te amo

Te amo demais
Como eu te amo
Te amo demais
Te amo, te amo

Só sei que eu te amo demais
Nas noites sozinha, é o teu nome que eu chamo B
aby, eu te amo demais
Eu só sei dizer: Te amo, te amo

Te amo

FONTE: https://maistocadas.mus.br/musicas-mais-tocadas/
No trecho “O destino seja o que Deus quiser”, encontramos
Alternativas
Q2575264 Português
Texto para a questão.

IBM e Nasa se aliam para aplicar IA ao estudo do clima



(Salvador Nogueira. Mensageiro Sideral. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral /2023/02/ibm-e-nasa-se-aliam-para-aplicar-ia-ao-estudo-do-clima.shtml. 5.fev.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra, no texto, desempenhe papel adjetivo.
Alternativas
Q2556933 Português
“Foi a pupila inflamada e sanguinária do assassino a que abateu-se. Recolhendo o passo, quedou-se um instante perplexo, absorto por uma luta que se renhia dentro, procela a subverter o pélago insondável dessa consciência” (linhas 29 e 30).

Assinale a alternativa que contabiliza corretamente o número de adjetivos e locuções adjetivas no excerto acima.
Alternativas
Q2547444 Português
Texto 1 - Machado de Assis: vida e obra - Nasce o menino Joaquim Maria

Foi no dia 21 de junho de 1839 que nasceu o menino Joaquim Maria Machado de Assis, no morro do Livramento, na cidade do Rio de Janeiro.
Do alto desse morro, tinha-se uma bela vista da baía de Guanabara, que encantava todos aqueles que chegavam à cidade. Mas os pais do garoto Joaquim Maria não tinham muito tempo para apreciar a paisagem: com uma vida difícil, eles precisavam trabalhar bastante. 
Sua mãe chamava-se Maria Leopoldina Machado de Assis. Ela era uma imigrante portuguesa, natural do arquipélago dos Açores, e tinha vindo para o Brasil ainda menina. O pai era um pintor de casas carioca chamado Francisco José de Assis. O bisavô de Joaquim Maria tinha sido escravo liberto, mas o avô e o pai eram homens livres.
O menino cresceu num lar onde os pais eram alfabetizados, o que não era muito comum naquela época. E foi com eles, provavelmente, que aprendeu a ler e a escrever e recebeu estímulo para continuar a estudar por conta própria, pois até hoje não há registro de que ele tenha frequentado regularmente alguma escola. A família morava numa casa modesta na chácara do Livramento e era protegida pela dona da propriedade, uma senhora rica chamada Maria José de Mendonça Barroso, que foi madrinha de Joaquim Maria. 
Em 1840, nasceu sua irmã, a menina Maria, que, no entanto, morreu após cinco anos, em 1845, vítima de sarampo – que, na época, matava muita gente no Brasil, adultos e crianças. Nesse mesmo ano, aliás, sua madrinha Maria José também contraiu a doença e faleceu.
(Baseado na obra Dom Casmurro, São Paulo, 2015)

Baseado no texto, responda a questão.
Na frase do texto 1 “A família morava numa casa modesta na chácara do Livramento”, identifique o adjetivo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2544614 Português
TEXTO: EDUCAÇÃO E PRÁTICA DE CIDADANIA


(1º§) Quase todas as escolas têm, atualmente, um projeto que prega a educação para a cidadania. Na hora de escolher a escola, muitos pais priorizam esse item porque acreditam que esse é um valor importante no mundo atual e apostam que a escola cumpra essa missão. Mas, pelo jeito, ou essa tal educação existe só na teoria e no papel - esta é a hipótese mais próxima da realidade ou a escola ensina e os alunos não aprendem, ou seja, ela não sabe ensinar.


(2º§) Podemos levantar essas hipóteses a partir de situações que foram notícia nos jornais nos últimos meses em que jovens e a falta de comportamento civilizado caminharam lado a lado. A última notícia, aliás, merece destaque por ter ocorrido justamente dentro de uma escola, o campus dé Franca da UNESP.


(3º§) Pela reportagem publicada pela Folha em 14/11/2010, sete alunos do curso de história foram punidos com expulsão em virtude do protesto que fizeram na presença do reitor contra a falta de estrutura da universidade. (...)


(4º§) O que é, afinal, educar para o exercício da cidadania? Esse é um conceito bem abrangente, mas, certamente, alguns princípios estão vinculados a ele.


(5º§) A escola que pretende educar para a cidadania precisa, por exemplo, ensinar a conviver com justiça, respeito e solidariedade, praticar a participação democrática efetiva, ensinar o compromisso com a liberdade, dar lições a respeito da responsabilidade com os deveres e da luta pelos direitos, entre alguns outros pontos. Além de ensinar tudo isso tendo como eixo principal o conhecimento, a escola precisa também praticar o que ensina com todos os envolvidos no processo educativo. Isso acontece? Basta um dia em qualquer escola para testemunhar o contrário.


(6º§) E como a escola reage? A maioria é cega ou faz vista grossa para as contradições: entre sua prática e seus anseios educacionais. Para saber qual é o projeto político - pedagógico de uma escola, por exemplo, é preciso ler o documento em que ela declara o que pretende e como entende o que significa educar para a cidadania. Isso deveria ser possível, entretanto, apenas observando um dia de vida na escola, não é verdade?


(7º§) A hostilidade e a agressividade nas relações de convivência entre alunos são fruto de muitos fatores. Um deles é, sem dúvida nenhuma, a educação que recebem em casa e na escola.: Por isso podemos concluir que pais e professores não têm estado atentos a essa questão.


(8º§) Para exercitar a cidadania é preciso saber dialogar, debater, discordar e protestar. Com firmeza e com respeito. Mas pais e professores ensinam aos mais novos que participar é dizer, o que se pensa, é expressar a opinião a respeito de algum assunto sem crítica nenhuma. Aliás, os adultos ensinam isso tanto pela educação que praticam quanto pelo próprio comportamento, sempre atentamente observado pelos mais novos. Os jovens e as crianças não sabem o que é dialogar, negociar, ceder. Os argumentos que usam nos debates são, em geral, vazios e imaturos.


(9º§) Os estudantes da UNESP que foram expulsos discordam da punição, é claro. Sabe qual a razão que usam, segundo a reportagem, para justificar o desacordo com a medida? Consideram a decisão "exagerada" porque todos os alunos envolvidos são primários. E pensar que são universitários do curso de história que têm esse discurso. (...) Reflita mais um pouco sobre “educação e prática de cidadania”


(10º§) Pais e professores precisam saber que educar para o exercício da cidadania, ou seja, ensinar aos mais novos o que torna possível a convivência no espaço público e exigir que tenham comportamentos e atitudes coerentes com o que aprendem é uma questão de sobrevivência social.


(ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de “Como Educar Meu Filho?" Folha de São Paulo. (ed. Publifolha] — (Adaptado) 
Marque o substantivo que apresenta as características:

"Exemplifica o feminino singular, refere-se àquilo que é real e não apenas teórico, indicando qualquer atividade realizada". O adjetivo correspondente indica "Que ou aquele que se está exercitando em uma profissão". 
Alternativas
Q2533081 Português
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.

Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
No poema de Carlos Drummond de Andrade, identifique a classe gramatical da palavra "pérfidas" no trecho "distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas.
Alternativas
Q2530613 Português

Charge para responder à questão. Leia-a atentamente.




(Disponível em: https//emtempo.com.br/charges/81247/charge-do-em-tempo. Acesso em: 30/09/2023.)

Em “Obrigada pela visita, meus netinhos, fico muito feliz.”, há o uso correto da flexão de gênero da palavra “obrigado” que, no feminino, trata-se de “obrigada”. Há ERRO quanto à flexão de gênero em:
Alternativas
Q2437482 Português

Em relação ao fragmento “As quatro gigantes do mercado não têm como estratégia a inovação sustentável, mas a diversificação quantitativa do banco de sementes geneticamente modificadas.”, assinalar a alternativa INCORRETA quanto às classes de palavras:

Alternativas
Q2436435 Português

Texto para as questões 5 e 6.



Disponível em: https://www.pratiqueredacao.com.br. Acesso em: 28 jul. 2023.

Analise as assertivas relacionadas à palavra “feminina”, presente na charge.


I. Possui o mesmo radical que a palavra “feminismo”.

II. A desinência nominal indica o gênero da palavra.

III. Possui quatro sílabas e, quanto à tonicidade, é classificada como oxítona.

IV. Morfologicamente, cumpre função de adjetivo.


É correto o que se afi rma apenas em

Alternativas
Q2436104 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


O COMPORTAMENTO FELINO NA PREVENÇÃO DE TRAUMAS


(1º§) É importante informar que "Gatinhos" devem ser apresentados a diversos sons e situações para não ficarem medrosos, pois as primeiras semanas de vida dos felinos são muito importantes para os filhotes por vários motivos, dentre eles, para que não se tornem felinos assustados e medrosos. Isso porque é neste período da vida que os gatos estão mais aptos para "absorver" conhecimentos fundamentais para que, na idade adulta, sejam animais sociáveis.

(2º§) É importante esclarecer que, para que isto aconteça, torna-se viável conhecer outras espécies, como cães, papagaios e coelhos, além de ouvir diferentes sons como trovões, fogos de artifício, barulho da máquina de lavar e do secador de cabelo, músicas, entre outros, é essencial para esse processo, pois o convívio com outros felinos também deve ser estimulado, bem como com as crianças. Passeios também são indicados, pois, à medida que o bichano está na rua, ele se torna suscetível a diversos fatores tanto visuais como sonoros, o que favorece um maior conhecimento do "mundo".

(3º§) É importante lembrar sempre que, mesmo sendo um filhote, ele pode se assustar e fugir. Então, um felino deve sempre sair de casa em segurança, o que pode ser tanto em uma caixinha de transporte como também no colo das pessoas, mas com coleiras.

(4º§) É importante frisar também que, durante essa fase de descobertas, o pequeno bichano ainda não está com seu sistema imunológico funcionando adequadamente e não deve ter contato com animais não vacinados, com vermífugos ou com bichos de origem desconhecida.


(Comportamento felino: evitando traumas - PetMag)

Sobre a frase nominal: "O comportamento felino na prevenção de traumas" - analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)"O comportamento felino" exemplifica concordância de artigo definido com substantivo e adjetivo em gênero e em número; a contração prepositiva é imposta pela regência nominal de felino; a preposição essencial é imposta pela regência nominal de prevenção.

(__)As palavras: "descobertas"; "vacinados" e "desconhecida" são derivadas, respectivamente de: "descobrir"; "vacinar" e "desconhecer".

(__)As palavras: "situações" e "trovões" são oxítonas sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque TIL não é acento, é marca suprassegmental de nasalização da vogal.

(__)Trata-se de um período simples, porque a oração é absoluta.


Marque a alternativa com a opção de assertivas corretas.

Alternativas
Q2436102 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


O COMPORTAMENTO FELINO NA PREVENÇÃO DE TRAUMAS


(1º§) É importante informar que "Gatinhos" devem ser apresentados a diversos sons e situações para não ficarem medrosos, pois as primeiras semanas de vida dos felinos são muito importantes para os filhotes por vários motivos, dentre eles, para que não se tornem felinos assustados e medrosos. Isso porque é neste período da vida que os gatos estão mais aptos para "absorver" conhecimentos fundamentais para que, na idade adulta, sejam animais sociáveis.

(2º§) É importante esclarecer que, para que isto aconteça, torna-se viável conhecer outras espécies, como cães, papagaios e coelhos, além de ouvir diferentes sons como trovões, fogos de artifício, barulho da máquina de lavar e do secador de cabelo, músicas, entre outros, é essencial para esse processo, pois o convívio com outros felinos também deve ser estimulado, bem como com as crianças. Passeios também são indicados, pois, à medida que o bichano está na rua, ele se torna suscetível a diversos fatores tanto visuais como sonoros, o que favorece um maior conhecimento do "mundo".

(3º§) É importante lembrar sempre que, mesmo sendo um filhote, ele pode se assustar e fugir. Então, um felino deve sempre sair de casa em segurança, o que pode ser tanto em uma caixinha de transporte como também no colo das pessoas, mas com coleiras.

(4º§) É importante frisar também que, durante essa fase de descobertas, o pequeno bichano ainda não está com seu sistema imunológico funcionando adequadamente e não deve ter contato com animais não vacinados, com vermífugos ou com bichos de origem desconhecida.


(Comportamento felino: evitando traumas - PetMag)

Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)Na composição do período: "É importante informar que" − temos: um verbo conjugado no presente do modo indicativo, um adjetivo, um verbo na forma nominal do infinitivo e uma conjunção subordinativa integrante.

(__)A oração: "Um felino deve sempre sair de casa" − está escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) na ordem direta.

(__)Entre os termos que compõem o trecho: "o pequeno bichano ainda não está com seu sistema imunológico" - temos, respectivamente, monossílabos que pertencem às classes gramaticais: artigo definido; advérbio; preposição essencial e pronome possessivo.

(__)As vírgulas usadas no trecho: "É importante frisar também que, durante essa fase de descobertas, o pequeno bichano" - separam expressão temporal.


Marque a alternativa com a opção de assertivas corretas.

Alternativas
Q2436044 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


UM ARRISCADO ESPORTE NACIONAL


(1º§) Os leigos sempre se medicaram por conta própria, já que de médico e louco todos temos um pouco, mas esse problema jamais adquiriu contornos tão preocupantes no Brasil como atualmente. Qualquer farmácia conta hoje com um arsenal de armas de guerra para combater doenças de fazer inveja à própria indústria de material bélico nacional. Cerca de 40% das vendas realizadas pelas farmácias nas metrópoles brasileiras destinam-se a pessoas que se automedicam. A indústria farmacêutica de menor porte e importância retira 80% de seu faturamento da venda "livre" de seus produtos, isto é, das vendas realizadas sem receita médica.

(2º§) Diante desse quadro, o médico tem o dever de alertar a população para os perigos ocultos em cada remédio, sem que, necessariamente, faça junto com essas advertências uma sugestão para que os entusiastas da automedicação passem a gastar mais em consultas médicas. Acredito que a maioria das pessoas se automedica por sugestão de amigos, leitura, fascinação pelo mundo maravilhoso das drogas "novas" ou simplesmente para tentar manter a juventude. Qualquer que seja a causa, os resultados podem ser danosos.

(3º§) É comum, por exemplo, que um simples resfriado ou uma gripe banal leve um brasileiro a ingerir doses insuficientes ou inadequadas de antibióticos fortíssimos, reservados para infecções graves e com indicação precisa. Quem age assim está ensinando bactérias a se tornarem resistentes a antibióticos. Um dia, quando realmente precisar de remédio, este não funcionará. E quem não conhece aquele tipo de gripado que chega a uma farmácia e pede ao rapaz do balcão que lhe aplique uma "bomba" na veia, para cortar a gripe pela raiz? Com isso, poderá receber, na corrente sanguínea, soluções de glicose, cálcio, vitamina C, produtos aromáticos − tudo sem saber dos riscos que corre pela entrada súbita destes produtos na sua circulação.


(MEDEIROS, Geraldo. − Revista VEJA − dezembro de 2005.) - (armazemdetexto.blogspot.com))

Sobre os componentes estruturais do segundo e do terceiro períodos do (2º§), analise as assertivas:


I.No segmento: "Acredito que a maioria das pessoas se automedica por sugestão de amigos, leitura, fascinação" − temos sujeito elíptico de primeira pessoa do singular do presente do modo indicativo; conjunção subordinativa integrante; três termos (amigos, leitura, fascinação) que exercem função sintática de complemento nominal de "sugestão".

II.A palavra "fascinação" é oxítona sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque TIL é marca suprassegmental de nasalização da vogal.

III.A locução verbal "tentar manter" está seguida de objeto direto representado por "juventude".

IV.O trecho: "Qualquer que seja a causa, os resultados podem ser danosos" − inicia com pronome indefinido que faz plural interno; termina com adjetivo com função sintática de predicativo do sujeito "os resultados".


Marque a opção correta.

Alternativas
Q2436041 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


UM ARRISCADO ESPORTE NACIONAL


(1º§) Os leigos sempre se medicaram por conta própria, já que de médico e louco todos temos um pouco, mas esse problema jamais adquiriu contornos tão preocupantes no Brasil como atualmente. Qualquer farmácia conta hoje com um arsenal de armas de guerra para combater doenças de fazer inveja à própria indústria de material bélico nacional. Cerca de 40% das vendas realizadas pelas farmácias nas metrópoles brasileiras destinam-se a pessoas que se automedicam. A indústria farmacêutica de menor porte e importância retira 80% de seu faturamento da venda "livre" de seus produtos, isto é, das vendas realizadas sem receita médica.

(2º§) Diante desse quadro, o médico tem o dever de alertar a população para os perigos ocultos em cada remédio, sem que, necessariamente, faça junto com essas advertências uma sugestão para que os entusiastas da automedicação passem a gastar mais em consultas médicas. Acredito que a maioria das pessoas se automedica por sugestão de amigos, leitura, fascinação pelo mundo maravilhoso das drogas "novas" ou simplesmente para tentar manter a juventude. Qualquer que seja a causa, os resultados podem ser danosos.

(3º§) É comum, por exemplo, que um simples resfriado ou uma gripe banal leve um brasileiro a ingerir doses insuficientes ou inadequadas de antibióticos fortíssimos, reservados para infecções graves e com indicação precisa. Quem age assim está ensinando bactérias a se tornarem resistentes a antibióticos. Um dia, quando realmente precisar de remédio, este não funcionará. E quem não conhece aquele tipo de gripado que chega a uma farmácia e pede ao rapaz do balcão que lhe aplique uma "bomba" na veia, para cortar a gripe pela raiz? Com isso, poderá receber, na corrente sanguínea, soluções de glicose, cálcio, vitamina C, produtos aromáticos − tudo sem saber dos riscos que corre pela entrada súbita destes produtos na sua circulação.


(MEDEIROS, Geraldo. − Revista VEJA − dezembro de 2005.) - (armazemdetexto.blogspot.com))

Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)A expressão: "já que de médico e louco todos temos um pouco" − está escrita com a figura de linguagem denominada silepse de pessoa.

(__)As palavras: "médico"; "bélico"; "metrópoles" são proparoxítonas.

(__)As palavras: "médico; doença; farmácias" estabelecem relação de sentido.

(__)No trecho: "doenças de fazer inveja à própria indústria de material bélico nacional" − temos duas ocorrências de preposição essencial impostas pela regência nominal, uso de crase imposta pela regência nominal; um substantivo e dois adjetivos que concordam em gênero e em número.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q2436027 Português

Morfologia é a parte da gramática que estuda as palavras, desde a sua estrutura e formação até as suas formas de flexão. As palavras se organizam em dez categorias, que são conhecidas como classes de palavras. As classes gramaticais se organizam em 10 classificações, sendo 6 variáveis: substantivo, verbo, adjetivo, artigo, numeral, pronome, substantivo, verbo. E 4 classes invariáveis em gênero e em número: advérbio, conjunção, interjeição, preposição.


(Morfologia - Língua Portuguesa - Toda Matéria (todamateria.com.br))


Nesse contexto, analise o fragmento textual seguinte, com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


"Na linguagem coloquial brasileira, o verbo constrói-se, em tal acepção, de preferência, com objeto direto (cf.: assistir o jogo, um filme), e escritores modernos têm dado acolhida à regência gramaticalmente condenada. Enquanto na linguagem padrão, escrevem-se textos científicos, técnicos usando o jargão de cada profissão, portanto, evitando-se o coloquialismo, buscando sempre predominância da linguagem culta − padrão". (...) (Adaptado)


(BAGNO, M. A. A língua de Eulália: novela sociolinguística. S. Paulo. Contexto. 2000, p. 107-108).


(__)A frase nominal (não oracional): "Na linguagem coloquial brasileira" − é formada, respectivamente, por contração prepositiva, substantivo e adjetivos.

(__)No segmento: "o verbo constrói-se, em tal acepção, de preferência, com objeto direto" − temos, respectivamente: artigo definido, substantivo, verbo e pronome posposto ao verbo; as vírgulas separam expressão entre o verbo e seu complemento indireto.

(__)Todos os termos da série: "se"; "em"; "de" são invariáveis em gênero e em número.

(__)Entre os componentes do período: "técnicos usando o jargão de cada profissão, portanto, evitando-se o coloquialismo", - temos: verbos na forma nominal do gerúndio, duas vírgulas separando um termo coesivo - "portanto" − entre duas orações.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q2435918 Português

Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


I.Os adjetivos pátrios são os que caracterizam as pessoas ou as coisas de acordo com suas origens, considerando países, continentes, cidades, regiões, entre outros. Ex: Africano, italiano, catarinense, paulista.

II.Os adjetivos eruditos são formados de radicais latinos na sua forma original. Exemplos: Fidelíssimo; descente.

III.As variações linguísticas são as diferenças que uma língua apresenta mediante fatores como a região e as condições culturais ou sociais onde ela é usada. Por exemplo, existem variações na língua portuguesa falada no Brasil e em Portugal. Os tipos de variações linguística são: 1. Geográficas, como os regionalismos. 2. Históricas, como o português falado na era medieval em relação ao português atual. 3. Social, como os termos técnicos usados por profissionais. 4. Situacionais, como as gírias.

IV.Explícitos e implícitos numa tênue fronteira -Toda unidade de conteúdo, capaz de ser decodificada, possui, necessariamente, no enunciado, um suporte linguístico qualquer. Esse suporte possui na própria superfície estrutural uma unidade de conteúdo - simples ou não - que envolve aspectos lexicais, sintáticos, semânticos e pragmáticos. Ele tem também uma ancoragem, caracterizadora de todos os conteúdos explícitos, mas igualmente de certos tipos dos conteúdos implícitos (pressupostos e subentendidos).


Marque a alternativa com a sequência CORRETA:

Alternativas
Q2434575 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

Em “A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas”, todas as palavras destacadas são:

Alternativas
Respostas
1241: B
1242: A
1243: C
1244: C
1245: E
1246: E
1247: A
1248: C
1249: D
1250: B
1251: D
1252: D
1253: E
1254: A
1255: D
1256: C
1257: C
1258: E
1259: D
1260: D