Questões de Concurso Sobre escolas literárias em literatura

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Q4110470 Literatura
O Pré-Modernismo não pode ser considerado uma escola literária por não ter características próprias, mas sim o sincretismo de valores de estilos anteriores. Assim sendo, são consideradas características presentes na obra do pré -modernista:
I - investigação e denúncia dos problemas;
II - aproximação da obra literária ao contexto sóciopolítico-econômico;
III-marginalização dos personagens principais (caipira, mulato, sertanejo);
IV - sincretismo estético de escolas literárias como o realismo e o simbolismo; 
V - naturalismo (descrição minuciosa dos personagens e dos cenários);
VI-regionalismo (valorização da cultura popular brasileira);
Estão corretas as proposições:
Alternativas
Q4110469 Literatura
Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema apresenta versos decassílabos clássicos em rimas toantes, de tal forma que a tensão poética realizada pela alternância métrica dilui a formalidade declamatória conferindo ao poema um curso mais reflexivo e profundo, o ritmo delineia em pausas sem os maneirismos sonoros. 
2- As palavras transitam em registros denotativos e conotativos dirigindo a consciência do leitor para dentro do poema.
3- Diferente do experimentalismo disfarçado de arrojo nas execuções concretistas, Drummond restabelece a conexão do nexo com a linguagem, onde a natureza semântica denotativa paira no verso sem obscurecer a realização conotativa que a construção do verso referencia.
4- O poema traz uma intertextualidade direta com a Divina Comédia, desde a caminhada do eu lírico que busca a situação do homem, espiritualmente, em Dante, e existencialmente em Drummond e ainda na forma conscientemente semelhantes; no entanto Dante traça seu itinerário em espiral em parte do incerto, atravessa a escuridão e alcança a iluminação numa reiteração da ascendência virtuosa.
5- Drummond, no poema, opta por um itinerário diverso, a circularidade, onde cada verso estabelece um retorno dentro do tema e se fecha como unidade autônoma, é nesta circunstância que no final de seu itinerário o poeta abraça o ceticismo e contesta as representações de assunção contidas na obra de Dante.
Considerando as ideias apresentadas no poema e movimento literário do qual Carlos Drummond fez parte, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4110466 Literatura

BUSCANDO A CRISTO CRUCIFICADO


A vós correndo vou, braços sagrados,

Nessa cruz sacrossanta descobertos,

Que, para receber-me, estais abertos,

E, por não castigar-me, estais cravados.


A vós, divinos olhos, eclipsados

De tanto sangue e lágrimas cobertos,

Pois, para perdoar-me, estais despertos,

E, por não condenar-me, estais fechados.


A vós, pregados pés, por não deixar-me,

A vós, sangue vertido, para ungir-me,

A vós, cabeça baixa, pra chamar-me.


A vós, lado patente, quero unir-me,

A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

Para ficar unido, atado e firme.


Gregório de Matos



O poema “Buscando a Cristo” e Gregório de Matos Guerra pertence ao período literário denominado Barroco. Considerando o texto e as características desse estilo literário analise as proposições abaixo:
I- Na última estrofe, é possível identificar o tema do fusionismo.
II- A estrutura poema de Gregório de Matos está distribuída em dois quartetos e dois tercetos, sendo versos decassílabos e as rimas entre as estrofes estão assim dispostas: (ABBA, ABBA), (CDC e DCD). É um poema com aliteração em “s”.
III- Uma das características presente no poema é o Cultismo.
IV-A construção do texto evidencia a mensagem, a função poética da linguagem, pela figuração intensa, utilizando-se de metáfora, paradoxo e antítese, hipérbole e hipérbato/inversão.
Estão corretas as proposições:
Alternativas
Q4110465 Literatura

BUSCANDO A CRISTO CRUCIFICADO


A vós correndo vou, braços sagrados,

Nessa cruz sacrossanta descobertos,

Que, para receber-me, estais abertos,

E, por não castigar-me, estais cravados.


A vós, divinos olhos, eclipsados

De tanto sangue e lágrimas cobertos,

Pois, para perdoar-me, estais despertos,

E, por não condenar-me, estais fechados.


A vós, pregados pés, por não deixar-me,

A vós, sangue vertido, para ungir-me,

A vós, cabeça baixa, pra chamar-me.


A vós, lado patente, quero unir-me,

A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

Para ficar unido, atado e firme.


Gregório de Matos



Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema é um soneto que ilustra uma característica típica do Barroco: o uso de situações ambivalentes, que possibilitam dupla interpretação.
2- A imagem de Cristo crucificado dá origem às metonímias que constituirão os argumentos apresentados por Gregório de Matos Guerra.
3- Cada uma das partes do corpo de Cristo representa uma atitude acolhedora, magnânima, uma manifestação de bondade e comiseração. 
4- Os versos 5, 9, 10, 11, 12 e 13 constroem-se com a omissão do verbo, já referido no 1º verso – correndo vou. Em todos eles ocorre o procedimento estilístico denominado zeugma.
É ou são verdadeira (s).
Alternativas
Q4107188 Literatura

Poética


[Manuel Bandeira]


Estou farto do lirismo comedido

Do lirismo bem comportado

Do lirismo funcionário público com livro de ponto

expediente protocolo e manifestações de apreço ao

Sr. diretor


Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no

dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo 


Abaixo os puristas


Todas as palavras sobretudo os barbarismos

universais

Todas as construções sobretudo as sintaxes de

exceção

Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis


Estou farto do lirismo namorador

Político

Raquítico

Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora

de si mesmo


De resto não é lirismo

Será contabilidade tabela de co-senos secretário do

amante exemplar com cem modelos de cartas e as

diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc


Quero antes o lirismo dos loucos

O lirismo dos bêbedos

O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

O lirismo dos clowns de Shakespeare


— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. 



São características presentes no poema de Manoel Bandeira:
I - Liberdade formal
II- Poesia libertária e não comprometida com a tradição
III-Versos livres
Está (ão) correta(s)
Alternativas
Q4107187 Literatura

Poética


[Manuel Bandeira]


Estou farto do lirismo comedido

Do lirismo bem comportado

Do lirismo funcionário público com livro de ponto

expediente protocolo e manifestações de apreço ao

Sr. diretor


Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no

dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo 


Abaixo os puristas


Todas as palavras sobretudo os barbarismos

universais

Todas as construções sobretudo as sintaxes de

exceção

Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis


Estou farto do lirismo namorador

Político

Raquítico

Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora

de si mesmo


De resto não é lirismo

Será contabilidade tabela de co-senos secretário do

amante exemplar com cem modelos de cartas e as

diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc


Quero antes o lirismo dos loucos

O lirismo dos bêbedos

O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

O lirismo dos clowns de Shakespeare


— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. 



O poema de Manuel Bandeira pertence a estética literária:
Alternativas
Q4107186 Literatura
“Os Sertões” são uma das obras mais emblemáticas do escritor pré-modernista Euclides da Cunha. A obra regionalista narra os acontecimentos da sangrenta Guerra de Canudos, liderada por Antônio Conselheiro (1830-1897), que ocorreu no Interior da Bahia, durante 1896 e 1897. Sobre a obra ”Os Sertões” de Euclides da Cunha, é possível afirmar:
I – Está dividida em três partes: A terra, o homem e a luta.
II- A parte destinada ao “Homem” trata de um estudo antropológico e sociológico, donde o homem é determinado pela tríade - meio, raça e história - segundo a teoria determinista do historiador francês Hippolyte Taine.
III-A parte destinada “A Luta “ apresenta uma categoria geográfica que Hegel não citou. Como se faz um deserto. Como se extingue o deserto. O martírio secular da terra.
IV – N a primeira parte da obra, Euclides da Cunha aborda sobre os habitantes do local, o sertanejo e o jagunço, os quais fazem parte dessa paisagem. Sendo assim, nesse primeiro momento, apresenta uma região separada geográfica e temporalmente do resto do país.
V- Na Terceira parte da obra “A luta”, o autor descreve os embates que ocorreram entre o sertanejo e o exército nacional do Brasil. Aborda sobre as quatro expedições realizadas pelo exército nacional, enviados para destruir o Arraial de Canudos, que contava com cerca de 20 mil habitantes.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4107184 Literatura
Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema apresenta versos decassílabos clássicos em rimas toantes, de tal forma que a tensão poética realizada pela alternância métrica dilui a formalidade declamatória conferindo ao poema um curso mais reflexivo e profundo, o ritmo delineia em pausas sem os maneirismos sonoros. 
2- As palavras transitam em registros denotativos e conotativos dirigindo a consciência do leitor para dentro do poema.
3- Diferente do experimentalismo disfarçado de arrojo nas execuções concretistas, Drummond restabelece a conexão do nexo com a linguagem, onde a natureza semântica denotativa paira no verso sem obscurecer a realização conotativa que a construção do verso referencia.
4- O poema traz uma intertextualidade direta com a Divina Comédia, desde a caminhada do eu lírico que busca a situação do homem, espiritualmente, em Dante, e existencialmente em Drummond e ainda na forma conscientemente semelhantes; no entanto Dante traça seu itinerário em espiral em parte do incerto, atravessa a escuridão e alcança a iluminação numa reiteração da ascendência virtuosa.
5- Drummond, no poema, opta por um itinerário diverso, a circularidade, onde cada verso estabelece um retorno dentro do tema e se fecha como unidade autônoma, é nesta circunstância que no final de seu itinerário o poeta abraça o ceticismo e contesta as representações de assunção contidas na obra de Dante.
Considerando as ideias apresentadas no poema e movimento literário do qual Carlos Drummond fez parte, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4107182 Literatura

A Máquina do Mundo 


E como eu palmilhasse vagamente

uma estrada de Minas, pedregosa,

e no fecho da tarde um sino rouco


se misturasse ao som de meus sapatos

que era pausado e seco; e aves pairassem

no céu de chumbo, e suas formas pretas


lentamente se fossem diluindo

na escuridão maior, vinda dos montes

e de meu próprio ser desenganado,


a máquina do mundo se entreabriu

para quem de a romper já se esquivava

e só de o ter pensado se carpia.


Abriu-se majestosa e circunspecta,

sem emitir um som que fosse impuro

nem um clarão maior que o tolerável 


pelas pupilas gastas na inspeção

contínua e dolorosa do deserto,

e pela mente exausta de mentar


toda uma realidade que transcende

a própria imagem sua debuxada 

no rosto do mistério, nos abismos. 


Abriu-se em calma pura, e convidando

quantos sentidos e intuições restavam

a quem de os ter usado os já perdera


e nem desejaria recobrá-los,

se em vão e para sempre repetimos

os mesmos sem roteiro tristes périplos,


convidando-os a todos, em coorte,

a se aplicarem sobre o pasto inédito

da natureza mítica das coisas,


assim me disse, embora voz alguma

ou sopro ou eco ou simples percussão

atestasse que alguém, sobre a montanha,


a outro alguém, noturno e miserável,

em colóquio se estava dirigindo:

“O que procuraste em ti ou fora de


teu ser restrito e nunca se mostrou,

mesmo afetando dar-se ou se rendendo,

e a cada instante mais se retraindo,


olha, repara, ausculta: essa riqueza

sobrante a toda pérola, essa ciência

sublime e formidável, mas hermética,


essa total explicação da vida,

esse nexo primeiro e singular,

que nem concebes mais, pois tão esquivo


se revelou ante a pesquisa ardente

em que te consumiste… vê, contempla,

abre teu peito para agasalhá-lo.”


As mais soberbas pontes e edifícios,

o que nas oficinas se elabora,

o que pensado foi e logo atinge


distância superior ao pensamento,

os recursos da terra dominados,

e as paixões e os impulsos e os tormentos 


e tudo que define o ser terrestre

ou se prolonga até nos animais

e chega às plantas para se embeber


no sono rancoroso dos minérios,

dá volta ao mundo e torna a se engolfar

na estranha ordem geométrica de tudo,


e o absurdo original e seus enigmas,

suas verdades altas mais que tantos

monumentos erguidos à verdade;


e a memória dos deuses, e o solene

sentimento de morte, que floresce

no caule da existência mais gloriosa,


tudo se apresentou nesse relance 

e me chamou para seu reino augusto,

afinal submetido à vista humana.


Mas, como eu relutasse em responder

a tal apelo assim maravilhoso,

pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,


a esperança mais mínima — esse anelo

de ver desvanecida a treva espessa

que entre os raios do sol inda se filtra;


como defuntas crenças convocadas

presto e fremente não se produzissem

a de novo tingir a neutra face


que vou pelos caminhos demonstrando,

e como se outro ser, não mais aquele

habitante de mim há tantos anos,


passasse a comandar minha vontade

que, já de si volúvel, se cerrava

semelhante a essas flores reticentes


em si mesmas abertas e fechadas;

como se um dom tardio já não fora

apetecível, antes despiciendo,


baixei os olhos, incurioso, lasso,

desdenhando colher a coisa oferta

que se abria gratuita a meu engenho.


A treva mais estrita já pousara

sobre a estrada de Minas, pedregosa,

e a máquina do mundo, repelida,


se foi miudamente recompondo,

enquanto eu, avaliando o que perdera,

seguia vagaroso, de mão pensa 

Analise as proposições como verdadeira ( V ) ou falsa ( F ).
( ) O poema mantem uma relação intertextual com Os Lusíadas, de Camões. E não só pelo tamanho, mas também pelo termo máquina do mundo também aparecer nos versos de Camões.
( ) A máquina do mundo é um termo usado para representar, de forma alegórica, o sistema como o mundo funciona.
( ) No poema, os versos decassílabos bem construídos, uma reverência ao clássico não tão comum aos modernos, promove uma reflexão sobre o homem e a linguagem e, principalmente, ao seu tempo.
( ) A intertextualidade é um elemento presente no poema.
( ) Drummond usa uma ótica inteiramente pessoal para mostrar como ele enxerga o funcionamento do universo. O início é turvo e um verdadeiro enigma, o começo do poema é inerentemente pesado.
A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Q4107181 Literatura

BUSCANDO A CRISTO CRUCIFICADO


A vós correndo vou, braços sagrados,

Nessa cruz sacrossanta descobertos,

Que, para receber-me, estais abertos,

E, por não castigar-me, estais cravados.


A vós, divinos olhos, eclipsados

De tanto sangue e lágrimas cobertos,

Pois, para perdoar-me, estais despertos,

E, por não condenar-me, estais fechados.


A vós, pregados pés, por não deixar-me,

A vós, sangue vertido, para ungir-me,

A vós, cabeça baixa, pra chamar-me.


A vós, lado patente, quero unir-me,

A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

Para ficar unido, atado e firme.


Gregório de Matos



O poema “Buscando a Cristo” e Gregório de Matos Guerra pertence ao período literário denominado Barroco. Considerando o texto e as características desse estilo literário analise as proposições abaixo:
I- Na última estrofe, é possível identificar o tema do fusionismo.
II- A estrutura poema de Gregório de Matos está distribuída em dois quartetos e dois tercetos, sendo versos decassílabos e as rimas entre as estrofes estão assim dispostas: (ABBA, ABBA), (CDC e DCD). É um poema com aliteração em “s”.
III- Uma das características presente no poema é o Cultismo.
IV-A construção do texto evidencia a mensagem, a função poética da linguagem, pela figuração intensa, utilizando-se de metáfora, paradoxo e antítese, hipérbole e hipérbato/inversão.
Estão corretas as proposições:
Alternativas
Q4107180 Literatura

BUSCANDO A CRISTO CRUCIFICADO


A vós correndo vou, braços sagrados,

Nessa cruz sacrossanta descobertos,

Que, para receber-me, estais abertos,

E, por não castigar-me, estais cravados.


A vós, divinos olhos, eclipsados

De tanto sangue e lágrimas cobertos,

Pois, para perdoar-me, estais despertos,

E, por não condenar-me, estais fechados.


A vós, pregados pés, por não deixar-me,

A vós, sangue vertido, para ungir-me,

A vós, cabeça baixa, pra chamar-me.


A vós, lado patente, quero unir-me,

A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

Para ficar unido, atado e firme.


Gregório de Matos



Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema é um soneto que ilustra uma característica típica do Barroco: o uso de situações ambivalentes, que possibilitam dupla interpretação.
2- A imagem de Cristo crucificado dá origem às metonímias que constituirão os argumentos apresentados por Gregório de Matos Guerra.
3- Cada uma das partes do corpo de Cristo representa uma atitude acolhedora, magnânima, uma manifestação de bondade e comiseração. 
4- Os versos 5, 9, 10, 11, 12 e 13 constroem-se com a omissão do verbo, já referido no 1º verso – correndo vou. Em todos eles ocorre o procedimento estilístico denominado zeugma.
É ou são verdadeira (s).
Alternativas
Q4079613 Literatura
Leia os textos sobre a Semana de Arte Moderna de 22.

Semana de arte Moderna de 22 completou 100 anos. O modernismo foi um movimento artístico e cultural de grande importância para o Brasil. Em 1922, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no famoso Teatro Municipal de São Paulo, intelectuais e artistas ligados a elite cafeicultora paulista se reuniram para apresentar uma arte que tinha como objetivo romper com os padrões artísticos vigentes até então - o evento ficou conhecido como “Semana de Arte Moderna”.
https://casacor.abril.com.br/arte/semana-de-arte-moderna-de-22-o-que-foi-o-evento/. Acesso em 26 JUN 2022.

Apesar de não terem apresentado uma nova proposição estética na Semana de Arte Moderna, os artistas participantes iriam desenvolver posteriormente uma nova forma de expressão artística no Brasil, em torno principalmente do Movimento Antropofágico. Nesse movimento, os artistas procuravam aliar a utilização das teorias artísticas de vanguarda da Europa com as raízes culturais brasileiras, em um processo de deglutição do que vinha do estrangeiro.
https://www.preparaenem.com/historia-do-brasil/ruptura-na-semana-arte-moderna1922.htm. Acesso em 26 JUN 2022.

O movimento antropofágico foi uma manifestação artística brasileira da década de 1920, fundada e teorizada pelos paulistas
Alternativas
Q4079273 Literatura
Leia os textos sobre a Semana de Arte Moderna de 22.
Semana de arte Moderna de 22 completou 100 anos. O modernismo foi um movimento artístico e cultural de grande importância para o Brasil. Em 1922, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no famoso Teatro Municipal de São Paulo, intelectuais e artistas ligados a elite cafeicultora paulista se reuniram para apresentar uma arte que tinha como objetivo romper com os padrões artísticos vigentes até então - o evento ficou conhecido como “Semana de Arte Moderna”.
https://casacor.abril.com.br/arte/semana-de-arte-moderna-de-22-o-que-foi-o-evento/. Acesso em 26 JUN 2022.

Apesar de não terem apresentado uma nova proposição estética na Semana de Arte Moderna, os artistas participantes iriam desenvolver posteriormente uma nova forma de expressão artística no Brasil, em torno principalmente do Movimento Antropofágico. Nesse movimento, os artistas procuravam aliar a utilização das teorias artísticas de vanguarda da Europa com as raízes culturais brasileiras, em um processo de deglutição do que vinha do estrangeiro.
https://www.preparaenem.com/historia-do-brasil/ruptura-na-semana-arte-moderna1922.htm. Acesso em 26 JUN 2022.

O movimento antropofágico foi uma manifestação artística brasileira da década de 1920, fundada e teorizada pelos paulistas 
Alternativas
Q4074180 Literatura

Sobre representantes das escolas literárias, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.


COLUNA I.

A- José de Alencar.

B- Aluísio Azevedo.

C- Machado de Assis.

D- Euclides da Cunha.

E- Jorge Amado.



COLUNA II.

1- Naturalismo.

2- Pré-modernismo.

3- Modernismo.

4- Realismo.

5- Romantismo.

Alternativas
Q4070103 Literatura
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Arqueólogos israelenses encontram restos de ópio em cerâmicas de 3.500 anos


Arqueólogos israelenses anunciaram a descoberta de resíduos de ópio em peças de cerâmica de 3.500 anos, uma prova que apoia a teoria que esta droga alucinógena era utilizada em rituais funerários.

O estudo conjunto da Autoridade de Antiguidades de Israel e o Instituto Weizmann de Ciências começou em 2012, quando as escavações na cidade de Yehud, no centro, revelaram uma série de tumbas da Idade do Bronze.

Os pesquisadores encontraram recipientes de cerâmica que se assemelhavam às flores da papoula-dormideira, a qual se deriva o ópio, que datavam do século XIV a.C.

Logo examinaram se haviam servido de recipiente para a droga que, de acordo com escritos anteriores, era utilizada nos rituais funerários em Canaã, e encontraram "resíduos de ópio em oito recipientes", disseram os investigadores em um comunicado.

É provável que esses recipientes "eram colocados nas tumbas para cerimoniais - ritos e rituais realizados pelos vivos para seus familiares mortos", disse Ron Be'eri, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades.

Durante essas cerimônias, "os membros da família ou um sacerdote em seu nome tentavam convocar o espírito de seus familiares mortos e entrar em um estado de êxtase através do uso do ópio", contou Be'eri.

No entanto, o arqueólogo reconheceu que o uso da droga nos tempos antigos é muito desconhecido. "Só podemos especular sobre o que se fazia com o ópio", afirma o pesquisador.


Arqueólogos israelenses encontram restos de ópio em cerâmicas de 3.500 anos (msn.com). Adaptado.
A divisão da literatura brasileira acompanha os acontecimentos políticos e econômicos do país. Sendo assim, é subdividida em duas eras: Era Colonial e Era Nacional. Dessa forma, as divisões seguem a estrutura de escolas literárias, também chamadas de estilos de época.

A Era Colonial abrange os estilos literários:
Alternativas
Q4069250 Literatura
Cora Coralina foi uma escritora brasileira do século XX. Poetisa e contista, seu trabalho é um dos mais relevantes da literatura nacional.

Qual o nome do poeta que é considerado um grande propulsor para a projeção nacional da obra de Cora Coralina, ao publicar em 1979 uma carta no Jornal do Brasil elogiando seu primeiro livro?
Alternativas
Q4068612 Literatura
Cora Coralina é o pseudônimo de  
Alternativas
Q4055948 Literatura
A publicação do romance "A bagaceira", em 1928, projetou-lhe o nome em todo o país, com o destaque dado à literatura regionalista que, ainda no século XIX, se concentrara, sobretudo, nas obras de Franklin Távora e de Domingos Olímpio.

O Poeta autor do Romance "A bagaceira" é:

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4053858 Literatura
Revolucionária, mas também polêmica. Ela dividiu a sociedade: enquanto alguns celebravam a nova estética, parte da crítica e do público rejeitavam a filosofia trazida pelo movimento. Realizada no Theatro Municipal de São Paulo, reuniu artistas de diversas áreas para exporem suas artes com forte influência das vanguardas europeias. Contudo, apesar dessa influência, os artistas brasileiros possuíam um desejo de autenticidade. Entre 13 e 18 de fevereiro de 2022, ela completou 100 anos (adaptado de Agência Brasil, 2022). Está se falando da Semana de: 
Alternativas
Q4050559 Literatura
José Lins do Rêgo foi um escritor paraibano de muito sucesso. Ele pertence à “Geração de 1930” do Modernismo brasileiro, escrevendo obras de cunho regionalistas (ou neorregionalistas), com temática sociopolítica, as quais demonstram o olhar crítico do romancista e cronista a respeito da realidade brasileira. Além de ter sido membro da Academia Brasileira de Letras, o autor recebeu diversos prêmios por suas obras, entre as quais se destacam:
Alternativas
Respostas
681: E
682: B
683: A
684: C
685: D
686: C
687: A
688: D
689: A
690: B
691: D
692: B
693: B
694: A
695: A
696: D
697: D
698: D
699: E
700: B