Questões de Concurso Sobre linguística
Foram encontradas 999 questões
I.Todo enunciado tem caráter fundamentalmente dialógico, ou seja, os enunciados geram efeitos de sentido que só podem ser analisados no contexto de enunciação e estão sempre relacionados a outros enunciados anteriores e àqueles que ainda estão por vir.
II.Toda a nossa atividade comunicativa consiste na construção de enunciados.
III.Todos os enunciados possuem a mesma relevância, seja em relação aos nossos desejos de comunicação, seja quanto aos interesses voltados à exposição gramatical.
Estão corretas:
I."Discurso é o enunciado ou texto produzido em uma situação de enunciação e não é determinado pelas condições históricas e sociais."
II."Discurso é toda situação que envolve a comunicação dentro de um determinado contexto e diz respeito a quem fala, para quem se fala e sobre o que se fala."
III."Como cada indivíduo tem em si um ideal linguístico, ele procura extrair do sistema idiomático de que se serve as formas de enunciado que melhor lhe exprimam o gosto e pensamento."
IV."Considerar o discurso é contrapor-se a só considerar o texto e os elementos que o compõem."
Estão corretas:
I.A semântica é responsável por examinar as possibilidades de posição dos termos da oração no discurso, incluindo a sua relação lógica, entre as múltiplas combinações possíveis para transmitir um significado completo e compreensível.
II.Quando átonos finais, os encontros vocálicos das palavras como: glória, cárie, mágoa, tênue são normalmente ditongos crescentes, no entanto, podem ser emitidos com separação dos dois elementos, formando assim um hiato como: gló-ri-a, cá-ri-e, má-go-a e tê-nu-e.
III.A morfologia é a parte da gramática que se ocupa da constituição material das unidades linguísticas.
IV.A identidade de sinônimos é muito relativa ; no uso, eles assumem sentidos "ocasionais" que, no contexto, um não pode ser empregado pelo outro sem que se quebre um pouco a matiz da expressão, um exemplo disso são os verbos 'chamar', 'bradar' e 'clamar' que de acordo com a maior ou menor intensidade assumem sentidos diferentes.
Estão corretas:
I.Cabe tão somente à gramática descritiva registrar como se diz numa língua funcional, numa determinada variedade que integra uma língua histórica: o português do Brasil; o português de Portugal; o português do século XVI ou do século XX; o português de uma comunidade urbana ou rural, o português de Eça de Queirós ou de Machado de Assis, e assim por diante.
II.Cabe a gramática normativa, que não é uma disciplina com finalidade científica e sim pedagógica, elencar os fatos recomendados como modelares da exemplaridade idiomática para serem utilizados em circunstâncias especiais de convívio social.
III.A gramática descritiva recomenda como se deve falar e escrever segundo o uso e a autoridade dos escritores corretos e dos gramáticos e dicionaristas esclarecidos.
IV.A gramática descritiva também trabalha com a distinção entre competência linguística (o conhecimento que o falante tem sobre sua língua) e desempenho linguístico (o uso efetivo da língua em situações concretas). Ela analisa ambos os aspectos para entender melhor o funcionamento da língua.
Estão corretas:
Canção para os fonemas da alegria
Thiago de Mello
Peço licença para algumas coisas.
Primeiramente para desfraldar
este canto de amor publicamente.
Sucede que só sei dizer amor
quando reparto o ramo azul de estrelas
que em meu peito floresce de menino.
Peço licença para soletrar,
no alfabeto do sol pernambucano,
a palavra ti-jo-lo, por exemplo,
e poder ver que dentro dela vivem
paredes, aconchegos e janelas,
e descobrir que todos os fonemas
são mágicos sinais que vão se abrindo
constelação de girassóis gerando
em círculos de amor que de repente
estalam como flor no chão da casa.
Às vezes nem há casa: é só o chão.
Mas sobre o chão quem reina agora é um homem
diferente, que acaba de nascer:
porque unindo pedaços de palavras
aos poucos vai unindo argila e orvalho,
tristeza e pão, cambão e beija-flor,
e acaba por unir
a própria vida no seu peito partida e repartida
quando afinal descobre num clarão
que o mundo é seu também, que o seu trabalho
não é a pena que paga por ser homem,
mas um modo de amar — e de ajudar
o mundo a ser melhor. Peço licença
para avisar que, ao gosto de Jesus,
este homem renascido é um homem novo:
ele atravessa os campos espalhando
a boa-nova, e chama os companheiros
a pelejar no limpo, fronte a fronte,
contra o bicho de quatrocentos anos,
mas cujo fel espesso não resiste
a quarenta horas de total ternura.
Peço licença para terminar
soletrando a canção de rebeldia
que existe nos fonemas da alegria:
canção de amor geral que eu vi crescer
nos olhos do homem que aprendeu a ler.
Thiago de Mello. Faz escuro mas eu canto. São Paulo: Global Editora, 2017.
Julgue o item que se segue, relativo à análise linguística do poema precedente.
A primeira estrofe do poema é redigida na modalidade formal da língua e em conformidade com a norma culta.
Art. 1.º Fica proibido o uso indiscriminado de celulares e outros dispositivos eletrônicos pelos alunos nas unidades de ensino da rede pública municipal, estadual, federal e privada em todo o território nacional, exceto para os casos de pessoas com necessidades especiais, tais como autistas, entre outras.
Parágrafo Único. Os professores e órgãos fiscalizadores e responsáveis pela educação nacional, estadual, municipal e as instituições educacionais deverão regulamentar o possível uso desses equipamentos quando necessário, através de portaria interna, versando sobre: quando, como e em quais locais e atividades deverão ser utilizados.
Brasil. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei n.º 246/2024 (em tramitação).
Internet: <camara.leg.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e o estilo do texto precedente, bem como as concepções de linguagem, língua e interação, julgue o item a seguir.
Art. 1.º Fica proibido o uso indiscriminado de celulares e outros dispositivos eletrônicos pelos alunos nas unidades de ensino da rede pública municipal, estadual, federal e privada em todo o território nacional, exceto para os casos de pessoas com necessidades especiais, tais como autistas, entre outras.
Parágrafo Único. Os professores e órgãos fiscalizadores e responsáveis pela educação nacional, estadual, municipal e as instituições educacionais deverão regulamentar o possível uso desses equipamentos quando necessário, através de portaria interna, versando sobre: quando, como e em quais locais e atividades deverão ser utilizados.
Brasil. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei n.º 246/2024 (em tramitação).
Internet: <camara.leg.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e o estilo do texto precedente, bem como as concepções de linguagem, língua e interação, julgue o item a seguir.
As abordagens da linguagem do ponto de vista filosófico, estrutural, funcional e até discursivo conservam, de alguma forma, o gesto de Saussure ao considerar na linguagem uma dualidade fundamental: língua/fala, código/mensagem, competência/performance, língua/discurso. Se contestam o objeto da linguística colocado por Saussure, nunca o fazem de uma maneira radical. Mesmo quando buscam, no objeto da linguística, a parte marginalizada por Saussure, a linguagem continua a ser concebida como uma entidade de duas faces: uma formal, constituída pelo “núcleo duro” da língua e uma outra parte por meio da qual a linguagem se relaciona com o mundo pela ação dos falantes.
Essa dualidade da linguagem foi, contudo, duramente contestada pelo filósofo soviético Bakhtin, já no final da década de 20. A oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical, se levarmos em conta que a linguagem, para esse filósofo, não se divide em duas instâncias. A enunciação, “a verdadeira substância da língua”, é, para Bakhtin, a síntese do processo da linguagem, o conceito-chave para se entender os processos linguísticos.
Bakhtin afasta-se de Saussure ao ver a língua como algo concreto, fruto da manifestação interindividual, valorizando assim, a manifestação concreta da língua e não o sistema abstrato de formas. E essa manifestação é eminentemente social.
Segundo Bakhtin, o que de fato existe é o processo linguístico, sendo a enunciação o motor da língua: “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”.
Sílvia Helena Barbi Cardoso. Discurso e ensino. 2 ed. Belo Horizonte:
Autêntica/ FALE-UFMG, 2005. p. 24-25. (com adaptações).
A partir das ideias veiculadas no texto precedente, julgue o item que se segue, relativo às concepções de língua, linguagem e interação.
Segundo a concepção adotada oficialmente no ensino de língua portuguesa no Brasil, a língua é fruto do processo interativo, como propõe Bakhtin.
As abordagens da linguagem do ponto de vista filosófico, estrutural, funcional e até discursivo conservam, de alguma forma, o gesto de Saussure ao considerar na linguagem uma dualidade fundamental: língua/fala, código/mensagem, competência/performance, língua/discurso. Se contestam o objeto da linguística colocado por Saussure, nunca o fazem de uma maneira radical. Mesmo quando buscam, no objeto da linguística, a parte marginalizada por Saussure, a linguagem continua a ser concebida como uma entidade de duas faces: uma formal, constituída pelo “núcleo duro” da língua e uma outra parte por meio da qual a linguagem se relaciona com o mundo pela ação dos falantes.
Essa dualidade da linguagem foi, contudo, duramente contestada pelo filósofo soviético Bakhtin, já no final da década de 20. A oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical, se levarmos em conta que a linguagem, para esse filósofo, não se divide em duas instâncias. A enunciação, “a verdadeira substância da língua”, é, para Bakhtin, a síntese do processo da linguagem, o conceito-chave para se entender os processos linguísticos.
Bakhtin afasta-se de Saussure ao ver a língua como algo concreto, fruto da manifestação interindividual, valorizando assim, a manifestação concreta da língua e não o sistema abstrato de formas. E essa manifestação é eminentemente social.
Segundo Bakhtin, o que de fato existe é o processo linguístico, sendo a enunciação o motor da língua: “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”.
Sílvia Helena Barbi Cardoso. Discurso e ensino. 2 ed. Belo Horizonte:
Autêntica/ FALE-UFMG, 2005. p. 24-25. (com adaptações).
A partir das ideias veiculadas no texto precedente, julgue o item que se segue, relativo às concepções de língua, linguagem e interação.
A dualidade entre língua e discurso está no fato de que, ao mesmo tempo em que a língua se constitui como um sistema, ela é passível de influências subjetivas, históricas e sociais, e o discurso, por sua vez, é o lugar em que essas influências se manifestam.
As abordagens da linguagem do ponto de vista filosófico, estrutural, funcional e até discursivo conservam, de alguma forma, o gesto de Saussure ao considerar na linguagem uma dualidade fundamental: língua/fala, código/mensagem, competência/performance, língua/discurso. Se contestam o objeto da linguística colocado por Saussure, nunca o fazem de uma maneira radical. Mesmo quando buscam, no objeto da linguística, a parte marginalizada por Saussure, a linguagem continua a ser concebida como uma entidade de duas faces: uma formal, constituída pelo “núcleo duro” da língua e uma outra parte por meio da qual a linguagem se relaciona com o mundo pela ação dos falantes.
Essa dualidade da linguagem foi, contudo, duramente contestada pelo filósofo soviético Bakhtin, já no final da década de 20. A oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical, se levarmos em conta que a linguagem, para esse filósofo, não se divide em duas instâncias. A enunciação, “a verdadeira substância da língua”, é, para Bakhtin, a síntese do processo da linguagem, o conceito-chave para se entender os processos linguísticos.
Bakhtin afasta-se de Saussure ao ver a língua como algo concreto, fruto da manifestação interindividual, valorizando assim, a manifestação concreta da língua e não o sistema abstrato de formas. E essa manifestação é eminentemente social.
Segundo Bakhtin, o que de fato existe é o processo linguístico, sendo a enunciação o motor da língua: “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”.
Sílvia Helena Barbi Cardoso. Discurso e ensino. 2 ed. Belo Horizonte:
Autêntica/ FALE-UFMG, 2005. p. 24-25. (com adaptações).
A partir das ideias veiculadas no texto precedente, julgue o item que se segue, relativo às concepções de língua, linguagem e interação.
Ao mencionar a “parte marginalizada por Saussure”, a autora se refere às concepções linguísticas que não apresentam a distinção entre língua como sistema e língua como instrumento de interação.
As abordagens da linguagem do ponto de vista filosófico, estrutural, funcional e até discursivo conservam, de alguma forma, o gesto de Saussure ao considerar na linguagem uma dualidade fundamental: língua/fala, código/mensagem, competência/performance, língua/discurso. Se contestam o objeto da linguística colocado por Saussure, nunca o fazem de uma maneira radical. Mesmo quando buscam, no objeto da linguística, a parte marginalizada por Saussure, a linguagem continua a ser concebida como uma entidade de duas faces: uma formal, constituída pelo “núcleo duro” da língua e uma outra parte por meio da qual a linguagem se relaciona com o mundo pela ação dos falantes.
Essa dualidade da linguagem foi, contudo, duramente contestada pelo filósofo soviético Bakhtin, já no final da década de 20. A oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical, se levarmos em conta que a linguagem, para esse filósofo, não se divide em duas instâncias. A enunciação, “a verdadeira substância da língua”, é, para Bakhtin, a síntese do processo da linguagem, o conceito-chave para se entender os processos linguísticos.
Bakhtin afasta-se de Saussure ao ver a língua como algo concreto, fruto da manifestação interindividual, valorizando assim, a manifestação concreta da língua e não o sistema abstrato de formas. E essa manifestação é eminentemente social.
Segundo Bakhtin, o que de fato existe é o processo linguístico, sendo a enunciação o motor da língua: “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”.
Sílvia Helena Barbi Cardoso. Discurso e ensino. 2 ed. Belo Horizonte:
Autêntica/ FALE-UFMG, 2005. p. 24-25. (com adaptações).
A partir das ideias veiculadas no texto precedente, julgue o item que se segue, relativo às concepções de língua, linguagem e interação.
No texto, as afirmações de que a dualidade da linguagem foi “duramente contestada por Bakhtin” e de que a “oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical” comprovam a intenção da autora em criticar os estudos saussurianos da linguagem.
As abordagens da linguagem do ponto de vista filosófico, estrutural, funcional e até discursivo conservam, de alguma forma, o gesto de Saussure ao considerar na linguagem uma dualidade fundamental: língua/fala, código/mensagem, competência/performance, língua/discurso. Se contestam o objeto da linguística colocado por Saussure, nunca o fazem de uma maneira radical. Mesmo quando buscam, no objeto da linguística, a parte marginalizada por Saussure, a linguagem continua a ser concebida como uma entidade de duas faces: uma formal, constituída pelo “núcleo duro” da língua e uma outra parte por meio da qual a linguagem se relaciona com o mundo pela ação dos falantes.
Essa dualidade da linguagem foi, contudo, duramente contestada pelo filósofo soviético Bakhtin, já no final da década de 20. A oposição que Bakhtin faz a Saussure é radical, se levarmos em conta que a linguagem, para esse filósofo, não se divide em duas instâncias. A enunciação, “a verdadeira substância da língua”, é, para Bakhtin, a síntese do processo da linguagem, o conceito-chave para se entender os processos linguísticos.
Bakhtin afasta-se de Saussure ao ver a língua como algo concreto, fruto da manifestação interindividual, valorizando assim, a manifestação concreta da língua e não o sistema abstrato de formas. E essa manifestação é eminentemente social.
Segundo Bakhtin, o que de fato existe é o processo linguístico, sendo a enunciação o motor da língua: “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”.
Sílvia Helena Barbi Cardoso. Discurso e ensino. 2 ed. Belo Horizonte:
Autêntica/ FALE-UFMG, 2005. p. 24-25. (com adaptações).
A partir das ideias veiculadas no texto precedente, julgue o item que se segue, relativo às concepções de língua, linguagem e interação.
É correto concluir que o texto tem como principal interlocutor os falantes de língua portuguesa, pois a temática nele abordada é o idioma nacional.
O texto 2 a seguir serve de base para responder à questão.
Os dados são referentes aos dias da Operação, que ocorreu entre 19 e 24 de setembro.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) torna público o balanço final da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024, que apresentou resultados importantes em diversos aspectos. A principal conquista foi a redução de 33% no número de acidentes graves em comparação com o ano anterior. Em 2023, foram registrados 12 acidentes graves, enquanto em 2024 esse número caiu para 8. Esse dado ressalta o impacto positivo das ações preventivas e da intensificação das fiscalizações nas rodovias federais.
A operação também se destacou pelo aumento expressivo nas ações de fiscalização. Em 2024, a PRF abordou 3.578 pessoas, o que representa um aumento de 36% em relação ao ano anterior, quando foram fiscalizadas 2.631 pessoas. O número de veículos inspecionados também cresceu de forma significativa, subindo de 2.403 em 2023 para 3.251 em 2024, uma variação positiva de 35%.
Esse incremento nas fiscalizações reflete o esforço da PRF em ampliar a cobertura e a atuação nas rodovias federais, com o objetivo de inibir comportamentos de risco e prevenir acidentes. Um exemplo desse trabalho é o aumento de 62% nos testes de alcoolemia realizados durante a operação. Em 2023, foram feitos 1.587 testes de bafômetro, enquanto em 2024 esse número subiu para 2.571. A elevação no número de testes resultou em um maior número de flagrantes de motoristas dirigindo sob efeito de álcool: 28 condutores foram autuados, um aumento de 27% em relação aos 22 casos registrados no ano anterior.
Entretanto, apesar do crescimento no número de fiscalizações e testes, o combate à embriaguez ao volante segue sendo um desafio. O aumento nos flagrantes demonstra que, embora a PRF tenha ampliado suas ações, ainda há uma parcela significativa de motoristas que insistem em desrespeitar a lei e colocar em risco a própria vida e a dos demais usuários das rodovias.
Outro dado relevante foi o número total de acidentes, que aumentou levemente em 8%, passando de 25 ocorrências em 2023 para 27 em 2024. Apesar desse crescimento, o número de pessoas feridas nas estradas caiu de 27 para 22, uma redução de 18% no total de feridos, o que mostra que, embora tenha havido mais acidentes, a gravidade das ocorrências diminuiu. Esse dado pode ser atribuído, em parte, à intensificação da fiscalização e à maior presença de equipes da PRF nas rodovias, o que contribuiu para a redução de comportamentos de risco e aumento do uso de medidas de segurança, como o cinto de segurança e o respeito aos limites de velocidade.
Em relação aos acidentes com morte, os números se mantiveram estáveis, com 2 acidentes fatais em ambos os anos e 2 vítimas fatais em 2023 e 2024. Apesar da manutenção desses números, a PRF destaca que o combate a acidentes letais continua sendo prioridade e que esforços serão redobrados para prevenir esse tipo de ocorrência.
Esforço contínuo da PRF e conscientização dos motoristas
Os resultados da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024 mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a segurança nas rodovias depende de uma combinação de fatores. As ações da PRF, como aumento das fiscalizações e campanhas educativas, têm demonstrado efeito positivo, especialmente na redução de acidentes graves e no maior controle de infrações, como o uso de álcool ao volante.
Nesse sentido, a PRF reforça que a conscientização dos motoristas é fundamental para que o trânsito seja cada vez mais seguro. A imprudência ainda é uma realidade nas estradas, e o número de infrações ligadas ao consumo de álcool é um alerta para a necessidade de seguir intensificando ações educativas. Para a instituição, a colaboração de todos os usuários das rodovias é essencial para atingir resultados mais expressivos e reduzir os índices de mortalidade no trânsito.
A Operação Semana Nacional do Trânsito é parte de um esforço contínuo da PRF para promover a segurança e conscientizar sobre a importância do comportamento responsável nas estradas. Além das fiscalizações, a PRF investe em parcerias e campanhas de conscientização para orientar os motoristas sobre as melhores práticas de segurança e o cumprimento das normas de trânsito.
Veja outros dados:
129 veículos recolhidos
20 motocicletas recolhidas
1.757 autos de infração
Disponível em HYPERLINK "https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacao-semana-nacional-do-transito-2024-prf-registraqueda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes" \h https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacaosemana-nacional-do-transito-2024-prf-registra-queda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes. Acesso em 15/11/2024.
O sintagma nominal "Os resultados", que faria parte do sujeito da oração nesse caso, numa visão mais linguística/descritiva, seria um compósito formado pelo determinante "Os"+o núcleo "resultados". E, na visão normativa, seria uma sequência de adjunto adnominal+núcleo do sujeito respectivamente. Há semelhanças, como a apresentada, mas também diferenças entre essas abordagens. Uma delas é quanto à noção de erro. Enquanto a gramática descritiva, baseada em pesquisas sociolinguísticas pode entender a falta de marcação de plural na estrutura "Os resultado" como, por exemplo, um resultado da baixa saliência fônica do "s" de plural, que resulta em sua apócope (queda), a visão normativa reconhece a pejoratividade dessa falta de concordância em contextos mais formais, dizendo que tal uso destoaria da norma-padrão da língua culta.
Diante disso, o posicionamento mais sensato seria:
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um erro de ortoépia.