Questões de Concurso Sobre linguística

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Q4437816 Linguística
Em uma entrevista, um falante afirma: "A gente vai chegar mais cedo hoje." Considerando as variedades linguísticas e a adequação ao contexto, é CORRETO afirmar que essa construção: 
Alternativas
Q4431528 Linguística
Em uma entrevista, um falante afirma: "A gente vai chegar mais cedo hoje." Considerando as variedades linguísticas e a adequação ao contexto, é CORRETO afirmar que essa construção:
Alternativas
Q4431167 Linguística
Em uma entrevista, um falante afirma: "A gente vai chegar mais cedo hoje." Considerando as variedades linguísticas e a adequação ao contexto, é CORRETO afirmar que essa construção:
Alternativas
Q4428558 Linguística

A questão refere ao texto reproduzido a seguir.



O Pai, o Chefe, o Rei


    VELHINHO TRABALHADOR, João bebe demais, aos gritos até hora perdida da noite.


    Sóbrio é manso e de boa sombra, o chapéu humilde na mão. Com idade, fraco da cabeça, embriagase fácil; sempre a faquinha na cinta, ameaça espetar os outros. Assanhado, persegue as moças na estrada.  


    Em casa, olho branco de boi bêbado, atropela a mulher e os sete filhos. Muito calma, a velha não discute, ganha o terreiro com o menor no colo.  


    João bate a garrafa na mesa, esmurra a parede, afinal aquieta-se. Maria e os filhos vão-se chegando à porta, espiam de longe, desconfiados. A velha traz a gamela de água esperta e, enquanto ele molha os pés, serve o viradinho com torresmo.   


    João se diverte a azucrinar a pobre:  


    — Tenho outra mais moça.


    Chega da roça o André, quebrou milho o dia inteiro. As crianças deitadas, a mãe come de pé ao lado do fogão, no meio da algazarra:


    — Epa, vaca velha!  


    O moço, desafiado pelo pai, bebe meio litro de cachaça.


    — Pai, deixe a mãe em paz.  


    — Filho meu não pode comigo.  


   — O senhor está bêbado, pai.  


    O velho nega ao filho o direito:  


    — Aqui não sou nada? Não mando na minha casa?  


    — E pra ter sossego hei de sangrar alguém?  


    A dona pede ao marido não grite e ao filho não responda. João insiste, um pouco alegre, mas não bêbado.


O moço não pode assim falar com o pai e chefe da casa: 


    — Você é bandido? Quer me sangrar?


    Não provoque, repete o moço, bem nervoso. Em seguida derruba a cadeira e espatifa a garrafa. 


    — Vai me esfolar, valentão?  


André alcança na parede a espingarda. O velho desfere soco na mesa:


— Se for macho atire. — Outro murro mais forte. — Atire, que mata um homem.


    O moço bate no joelho do pai, sentado no banquinho, a sombra do chapéu no olho: 


    — Quer provar? Mostro o que é homem.


    — Filho meu não pode comigo.  


    André carrega um cartucho no cano direito.  


    — Não é macho, seu moço. 


    Mãos na cabeça, a velha brada por todos os santos do céu. 


    — Já que pede eu te mato — e André aperta o gatilho. 


    João cai do banquinho, geme, a mulher acuda. Pegam-no o filho e a dona, deitado na cama.  


    — Ele me duvidou — diz o moço — eu atirei.  


    — Atirou no pai, no chefe, no rei. Não é mais ninguém. 


O velho dá uns gritos, logo se arruína, espuma no canto da boca. Erguendo a mão fechada, pragueja o filho, e morre.


TREVISAN, Dalton. Guerra Conjugal. 12 ed. Rio de Janeiro: Record, 2014.   

A partir da construção discursiva do texto, avalie as assertivas abaixo.


I. André constitui-se como sujeito a partir da identificação que mantém com o discurso de seu pai.  


II. André constitui-se como sujeito a partir do distanciamento do comportamento de seu pai.


III. A ausência de falas da mãe e o seu comportamento em relação ao marido contribuem para a construção discursiva de uma mulher subserviente.


IV. André e João são vítimas das relações de poder, fruto de uma sociedade marcadamente machista.


V. A ausência de papeis bem definidos na família de André provoca a falta de laços afetivos e materiais que unem as pessoas.


Das afirmativas, estão corretas

Alternativas
Q4428541 Linguística

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



Sir Galahad, IA e a educação


Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio


    Há uma cena hilária e muito conhecida no filme Em Busca do Cálice Sagrado, do grupo Monty Python, em que dois guardas de um castelo veem Sir Galahad se aproximar à distância. Porém, toda vez que olham para o cavaleiro avançando, ele parece estar no mesmo lugar. Até que, de repente, ele atinge um dos guardas com sua espada e invade o castelo, como se tivesse aparecido do nada.   


    É assim que percebo a atitude de muitos professores em relação ao advento, para o grande público, dos chats de inteligência artificial, os modelos de linguagem de grande escala (large language model ou LLM), das quais ouvimos falar por todo lado. Importante dizer que me coloco aqui sob uma perspectiva específica: a de professor de filosofia em uma faculdade de educação (no caso, a FE-USP), que lida com ingressantes no curso de pedagogia e alunos de outras unidades que cursam licenciatura conosco. Em suma, estudantes interessados na profissão docente, e que são apresentados à literatura filosófica, parte da tradição teórica dos estudos em educação. Trabalhamos, portanto, com textos, e produzimos textos a partir deles.


    Em outras áreas, especialmente nas ciências exatas ou aplicadas, talvez a situação seja diferente, e a chegada de Galahad esteja sendo percebida razoavelmente bem, de forma a não pegar ninguém de surpresa. No âmbito das humanidades, porém, e em especial na área de educação, isso parece não ser verdade. Muitas vezes, quando ocorre uma discussão sobre o tema, ela é marcada por trivialidades, moralismo e indignação. Afinal, como é possível que uma máquina, ou um programa, substitua o pensamento, esse atributo até então irredutivelmente humano? Como redes neuronais frias ousam ocupar o espaço da inefável capacidade criativa das pessoas? São críticas recorrentes, que não impediram, no passado, a disseminação das calculadoras, dos computadores pessoais e das redes (anti)sociais, por mais que possamos, em muitos aspectos, lamentar o mundo que criaram.


    Raramente aprofundamos nossas discussões sobre os impactos da abertura do uso desses chatbots na forma como nossos alunos produzem seus textos, um fantasma que agora lança dúvidas sobre a “autenticidade” do material que lemos e corrigimos. As considerações, quando existem, quase sempre se dirigem à condenação de seu uso, e à invenção de meios de identificar quando ele ocorre (curiosamente, usando outras ferramentas de inteligência artificial). Afinal, um trabalho feito com auxílio de IA flertaria perigosamente com a malandragem, enganando o professor no justo instante em que se depara com o texto exemplar, cumpridor de todas as exigências de rigor e correção de linguagem. Um evidente crime de lesa-magistério. O texto áspero e com ruído passa a ser, então, a garantia precária de sua provável “humanidade”.  


    Esse é um problema, de fato. No entanto, não é o problema de fundo. Porque ainda estamos falando de meios: o aluno produz um texto usando IA para responder a uma demanda nossa. No limite, é certo, o trabalho apresentado pode ter sido feito sem qualquer reflexão pessoal ou empenho, sem realmente ser “dele”. Porém, o problema de fundo é outro: o uso generalizado das IAs, em suas diversas formas, e sua crescente ubiquidade deveriam nos fazer pensar, nós, professores (especialmente os de humanidades, que lidam com cânones e tradições literárias), no significado daquilo que pedimos aos nossos alunos, a partir do momento em que tal pedido pode ser realizado (e de forma bem melhor, se soubermos usar corretamente os prompts) por uma máquina. Como ficam o paper, o ensaio, o livro ou o capítulo “na era de sua reprodutibilidade técnica”? (Walter Benjamin tratou da reprodução da obra de arte e do simulacro; hoje, lidamos com a criação artificial de originais dotados até mesmo de aura.) 


    Por fim, ainda que nenhum aluno utilize tais recursos, e todos os trabalhos que pedimos sejam realizados a partir de livros e artigos – IA free – a questão permanece: se uma máquina pode fazer melhor, com mais rigor e correção, aquilo que pedimos ao aluno, não estaríamos equivocados em pedir o que pedimos? Se um programa é capaz de extrair insights, correlações e respostas de textos de forma mais eficaz do que um humano, qual o sentido (e não digo que ele não exista: precisa então ser esclarecido) de pedir ao aluno que o faça? (Veja-se, por exemplo, o recém-lançado Google NotebookLM, que gera tais resultados a partir do conteúdo fornecido pelo usuário e é capaz de criar um podcast extremamente realista a partir desse material.) Será que temos aqui algo semelhante à exigência de não usarmos calculadoras, para preservar nossa capacidade de fazer contas de cabeça? Ou, então, à proibição do uso de celulares em sala de aula, válida nas séries iniciais, mas desde sempre superada no ensino superior? (Pois muitos alunos leem no celular os textos – digitalizados – que indicamos.)  


    O uso massivo das IAs desafia a maneira como entendemos a produção e avaliação do conhecimento.

Responder a tais desafios de maneira reativa e moralista implica ver a banda passar. Só haverá algum espaço para nossas concepções românticas de produção intelectual – que incidem diretamente em nosso modo de avaliá-la – com seus insights únicos e originais, se aprendermos a buscar essa originalidade no uso de tais ferramentas. Sua rejeição bem-intencionada, mas inócua, ou a aceitação irrefletida, mas inepta, não são opções válidas para nós, professores.


    Porque, afinal, Sir Galahad vem chegando. 


Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 25 out. 2024. 

Ao se referir ao conflito no uso das IAs em outras áreas do conhecimento, em comparação às humanidades, o autor   
Alternativas
Q4427923 Linguística
Complete as lacunas do texto a seguir com os termos adequados, considerando os fundamentos teóricos da Sociolinguística Educacional.

O ensino de língua materna deve ser orientado pelo _______________ de monitoramento estilístico. Nessa abordagem, as noções de "correto" e "errado" são substituídas pela ideia de _______________ linguística. Nessa perspectiva, a função da escola não é ensinar o _______________, pois os alunos já o trazem consigo ao iniciar sua escolarização, adquirido na rede primária de relações da família e da vizinhança; cabe à escola, portanto, desenvolver outras _______________ que se acrescentem a esse repertório linguístico inicial. Nesse sentido, a chamada variação _______________, aquela relacionada ao grau de formalidade exigido por diferentes situações comunicativas, não constitui uma escolha arbitrária do falante, mas um ajuste _______________ realizado para garantir a adequação do discurso ao contexto de interação.

Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas. 
Alternativas
Q4426514 Linguística

K ENTRE NÓS


     Gesiel, desculpe te escrever assim, uma carta aberta, no meio do jornal. Sei que talvez cause algum transtorno: comentários de vizinhos, brincadeiras de colegas, parentes ligando, atravancando sua quarta-feira, mas não se preocupe, alguém já disse que “a crônica produz a notoriedade e garante o esquecimento”: hoje, somos famosos, amanhã, estaremos Vasconcellos Prata. Não nos conhecemos. Meu nome é Antônio de Góes. O seu é Gesiel Mariano de Barros – pelo menos, é o que está escrito na correspondência bancária que recebo aqui em casa, todo mês. É estranho, pois moro em Cotia e você, segundo sugerem os envelopes, em Duque de Caxias. Mais estranho ainda é que aí em Duque de Caxias haja uma rua com o mesmo nome da minha, uma casa com o mesmo número, num bairro quase homônimo: Residencial Par, o seu, Residencial Park, o meu – mas, se o correio não repara nem que vivemos em cidades diferentes, imagina se vai notar esse minúsculo K, perdido na vastidão do Brasil?


     Pois eu reparo, todo mês. Pego a correspondência, vejo seu nome no envelope, penso “ih, carta pro Gesiel, de novo...” e digo a mim mesmo: de hoje não passa! Vou ligar pro banco, avisar do equívoco, resolver a situação – mas sou um fraco, Gesiel. Quantas vezes não digo que vou começar uma natação, um romance, abrir uma previdência privada? Pobres de minhas artérias, de minha produção, de minha velhice. Pobre de você, cujas cartas vão parar na fruteira da sala, uma fruteira que nunca viu mangas ou carambolas e vive abarrotada de folhetos de dedetizadoras, cardápios de pizzarias, clipes, tampas de Bic e dois anos de seus – suponho, pois nunca abri – extratos bancários.


     Dois anos que sofro um pouquinho, toda noite, antes de dormir, pensando em você aí, no Residencial Par, em Duque de Caxias, brigando com o banco, pelo telefone. “O mais importante e bonito do mundo”, contudo, como disse um amigo, outro dia, citando Guimarães Rosa, “é que as pessoas ainda não foram terminadas. (...) Afinam ou desafinam”. Pois, semana passada, resolvi afinarme um pouquinho. Tive um desses surtos civilizatórios: arrumei gavetas, mandei fazer barra nas calças, chamei o homem pra ver a infiltração do banheiro, peguei suas cartas na fruteira e, finalmente, liguei para o banco.


     Sabe o que me disseram? Que para regularizar a situação, só com o seu CPF. “Moça, como eu vou ter o CPF do Gesiel?! Eu não conheço o Gesiel! Vocês conhecem! Ele tem conta aí: Gesiel Mariano de Barros, é só conferir!”. Ela resmungou, disse que ia ver o que dava para fazer, mas pelo jeito, não viu: ontem chegou mais uma de suas cartas, só me restando, portanto, escrever esta crônica e torcer para que, antes de forrar obra ou cobrir defunto, ela passe por você.


     Vamos torcer. Ah, e se por acaso estiverem chegando aí cartas para um certo Antônio, favor mandar para seu mesmo endereço, só que em Cotia e colocando um K depois do Par. Sem pressa: não sei como está sua situação bancária, mas com este que vos escreve, pelo menos, você tem 24 meses de crédito. Abraço, Gesiel, e boa Páscoa.


Antônio Prata, Folha de São Paulo Online, 27/03/2013.

“Sei que talvez cause algum transtorno...”


O trecho realçado, no período em evidência, indica uma modalização discursiva do tipo:

Alternativas
Q4423057 Linguística
Uma turma acompanha dois usos de uma sequência de dança: em um encontro comunitário, participantes a ensinam para acolher novos integrantes; em um vídeo publicitário, os mesmos gestos são associados à apresentação de uma marca. As entrevistas e os registros confirmam essas finalidades. Ao comparar forma gestual e significação social, qual conclusão é sustentada pelos materiais?
Alternativas
Q4420153 Linguística
Marcos Bagno, em seu livro “Preconceito Linguístico”, cita diversos mitos acerca da linguagem, sendo um deles o chamado “O certo é falar assim porque se escreve assim”. Ele retrata essa afirmação como mito, pois: 
Alternativas
Q4420152 Linguística
Em relação aos tipos de variação linguística, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) As marcas linguísticas que caracterizam um falante como gaúcho, carioca ou mineiro, por exemplo, estão relacionadas à variação regional, também denominada variação geográfica ou variação diatópica. ( ) A variação social ou diastrática abrange marcas observáveis na fala que refletem diferentes características sociais dos indivíduos, tais como: grau de escolaridade, faixa etária e nível socioeconômico. ( ) Uma mesma pessoa fala de maneira diferente de acordo com a situação. Com a família, no contexto doméstico, o modo de falar é diverso do que o utilizado ao se dirigir ao superior hierárquico no emprego. Esse tipo de variação, relativa aos diferentes papéis sociais desempenhados, recebe o nome de variação diamésica. ( ) A variação estilística diz respeito às diferenças observadas entre a fala e a escrita. Enquanto o texto falado tende à espontaneidade, é próprio do texto escrito o planejamento e um grau maior de monitoramento. 
Alternativas
Q4419115 Linguística
Halden, a utopia

Uma cadeia que impressionaria estrangeiros é a de Halden, no sul da Noruega, perto da fronteira com a Suécia.
Em 2014, uma TV finlandesa levou o ex-diretor de prisões de Nova York, James Conway, a uma visita a Halden.
“Não acho que seja possível ser mais progressista e liberal, a não ser que entreguem as chaves da prisão aos presos”, foi sua avaliação após conhecer o lugar.
O programa de TV mostra a oficina onde os presos trabalham, cheia de serras e de objetos metálicos, além de facas afiadas que ficam na cozinha.
“Não é preciso mais fazer um bolo para levar esses objetos para uma prisão”, brinca Conway.
No estúdio musical - onde há guitarras, teclados e uma bateria -, o funcionário americano se pergunta se não é um pouco “além do limite” oferecer todas essas comodidades aos condenados.
"Isso é a utopia das prisões. É a melhor prisão que possa imaginar, caso seja um detento, claro”, acrescentou.
Mesmo que seja uma prisão de segurança máxima, rodeada por um muro, Halden está longe de ser um presídio convencional.
E a maioria dos prisioneiros noruegueses vivem, ao menos no começo de suas condenações, em instalações que a maioria reconheceria como cadeias: espaços com grades nas janelas em que os prisioneiros passam a maior parte do dia fechados em celas.

Reabilitação

“A maioria dos presos começa a cumprir suas penas em prisões de alta segurança”, explicou Jan-Erik Sandlie, subdiretor do sistema prisional da Noruega.
“Logo se considera uma transferência a uma prisão de menor segurança, com a ideia de criar uma transição gradual da prisão à liberdade”, acrescentou.
E até o final da sentença os presos também podem ser transferidos a casas de adaptação, que permitem uma existência mais parecida com a vida normal. Nesta fase os detentos podem ter algumas “concessões”, como viagens para casa.
“Queremos que todos os presos tenham a maior preparação possível para uma vida comum quando sejam colocados em liberdade”, disse Tom Eberhardt, da prisão de Bastoey.

Críticas

O sistema tem sido alvo de críticas, pois muitos o consideram demasiadamente brando. Mas é difícil argumentar que não funcione.
Quando os presos deixam a cadeia, a maioria se mantém fora das grades. A taxa de reincidência criminal na Noruega é de 20%, a mais baixa do mundo.
Em outros países, como o Reino Unido, chega a 46%, e nos EUA, 76% das pessoas que deixam a prisão voltam nos cinco anos seguintes.
Há ainda a economia que significa não ter tantas pessoas em cadeias.
“Autoridades dos EUA e do Reino Unido talvez deveriam se perguntar o que aconteceu com milhões de dólares e de libras esterlinas que gastaram trancando gente atrás de todas essas cercas e muros”, afirmou Eberhardt.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160317_prisoes_noruega_tg. Acess
“Queremos que todos os presos tenha mamaior preparação possível para uma vida comum [...]”
Considerando o emprego do verbo destacado no período antecedente e seu efeito de sentido produzido no discurso, assinale a alternativa correta a seguir.
Alternativas
Q4417797 Linguística
Read the following statement:

"People from the United Kingdom are reserved and polite, while Americans are informal and direct. These characteristics can help us understand how people from these cultures communicate."

Based on a sociolinguistic and intercultural perspective, which statement best evaluates the idea presented above?
Alternativas
Q4417792 Linguística
Read the description of 'World Englishes' from the Oxford Dictionary:

"World Englishes is a term referring to localized or indigenized varieties of English spoken throughout the world by people of diverse cultural backgrounds in a wide range of sociolinguistic contexts."

Based on the concept of World Englishes, which statement is correct?
Alternativas
Q4417447 Linguística
No contexto do ensino de Língua Portuguesa, o tema "variação linguística" permeia as práticas tanto de escrita/fala quanto de leitura/escuta. Acerca dessa temática, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)São pertinentes, tanto no ensino Fundamental quanto no Médio reflexões sobre os fenômenos da mudança linguística e da variação linguística, os quais são inerentes a qualquer sistema linguístico e podem ser observados em quaisquer níveis de análise.
(__)As variedades linguísticas devem ser objeto de reflexão no ensino de Língua Portuguesa e o valor social atribuído às variedades de prestígio deve ser tematizado com o objetivo principal de que o estudante saiba usá-las em sua vida cotidiana, em todas as situações sociocomunicativas.
(__)O respeito às variedades linguísticas e o combate a preconceitos linguísticos é construído no ensino de Língua Portuguesa a partir da compreensão do fenômeno da variação linguística, em seus diferentes níveis (variações fonético-fonológica, lexical, sintática, semântica e estilístico-pragmática) e em suas diferentes dimensões (regional, histórica, social, situacional, ocupacional, etária etc.), ampliando o entendimento de que a língua tem natureza viva e dinâmica.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4417446 Linguística
Leia o excerto a seguir:

Todo ato de _________ praticado por seres humanos pressupõe — ou projeta — uma situação __________. Assim, as palavras não significam sozinhas; sua capacidade de exprimir um significado comum aos interlocutores não depende só delas, mas também das combinações que as envolvem e do contexto situacional em que são utilizadas.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto: 
Alternativas
Q4414565 Linguística
A língua apresenta diversidade de usos relacionada às condições em que seus falantes interagem e às formas assumidas pelas práticas sociais ao longo do tempo. O estudo dessa heterogeneidade considera a coexistência de variedades linguísticas e permite examinar diferenças de uso como fenômenos constitutivos das línguas (BAGNO, 2007). BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
Com base nos estudos sobre variação linguística e nos fatores associados às suas diferentes dimensões, analise as afirmativas a seguir quanto a verdadeiro (V) ou falso (F).
(__) A variação regional corresponde à diferenciação de usos linguísticos vinculada à distribuição geográfica dos falantes, manifestada em aspectos fonéticos, lexicais e morfossintáticos.
(__) A variação social está associada à diferenciação dos usos linguísticos entre grupos constituídos por fatores como escolarização, faixa etária, profissão e inserção sociocultural.
(__) A variação histórica é caracterizada pela permanência das formas linguísticas entre diferentes períodos, razão pela qual alterações lexicais e gramaticais não integram essa dimensão da variação.
(__) A divergência entre uma variedade linguística e as prescrições da norma-padrão é evidência de deficiência no domínio da língua pelo grupo social que emprega essa variedade.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4414564 Linguística
A reflexão sobre a língua no espaço escolar pode assumir diferentes configurações conforme os objetivos estabelecidos para o ensino. Nesse campo, propostas pedagógicas distinguem-se pelo tratamento atribuído aos conhecimentos gramaticais e pela maneira como organizam as atividades de observação e sistematização dos fenômenos linguísticos (MENDONÇA, 2006). MENDONÇA, Márcia. Análise linguística no ensino médio: um novo olhar, um outro objeto. In: BUNZEN, Clécio; MENDONÇA, Márcia (org.). Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.
Assinale a alternativa que apresenta uma prática pedagógica CORRETA para o ensino contextualizado de gramática.
Alternativas
Q4410142 Linguística
Os estudos linguísticos apresentam diferentes perspectivas para compreender a linguagem, a língua e a comunicação, influenciando pesquisas e práticas de ensino ao longo do tempo (TRAVAGLIA, 2009).
Em relação aos conceitos de linguagem, língua e comunicação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4407826 Linguística
O reconhecimento do status linguístico da língua brasileira de sinais (Libras) é um processo histórico e científico ainda em andamento, que enfrenta resistências baseadas em crenças e preconceitos. Com base nos fundamentos linguísticos, é correto afirmar que a Libras é:
Alternativas
Q4405516 Linguística
Uma aluna surda transferida do Nordeste para o Sul passou a usar, para cores e dias da semana, sinais diferentes dos usados pelos colegas. Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. As diferenças entre os sinais da aluna transferida e os dos colegas constituem variação diatópica, relacionada às diferentes regiões geográficas em que a Libras é usada.
PORQUE
II. A variação diastrática corresponde às diferenças linguísticas associadas a segmentos da estrutura social, como grupos socioculturais distintos de uma mesma comunidade.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
1: C
2: E
3: C
4: A
5: D
6: A
7: C
8: D
9: D
10: A
11: A
12: C
13: A
14: A
15: E
16: C
17: E
18: D
19: D
20: D