Questões de Concurso Sobre linguística

Questões Discursivas

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Q4207385 Linguística
Para Platão e Fiorin (2008), a descrição é o tipo de texto em que se expõem características de seres concretos, como pessoas, objetos, situações, etc. Segundo os autores, são características do texto descritivo:
I. Ao contrário do texto narrativo, não relata propriamente mudanças de situação, mas propriedades e aspectos simultâneos dos elementos descritos, considerados, pois, em uma única situação.
II. Como a simultaneidade é a característica central da descrição, os tempos verbais básicos nela utilizados são o presente ou pretérito imperfeito (às vezes, ambos), pois o primeiro expressa concomitância em relação ao momento da fala, e o segundo, em relação a um marco temporal pretérito instalado no enunciado.
III. É um conjunto de situações referentes a personagens determinadas, mesmo que sejam coletivas, ou a coisas particulares, em um tempo preciso e em um espaço bem configurado, observando-se progressão temporal.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4200638 Linguística
A rotina de Carlos como Agente de Combate a Endemias começa cedo. Com seu colete e bolsa a tiracolo, ele percorre as ruas do bairro da Esperança não apenas como um fiscal, mas como um educador e amigo da vizinhança. Em uma de suas visitas, Carlos bateu à porta de Dona Rita. Com um sorriso acolhedor, ela o convidou para entrar. Durante a vistoria no quintal, Carlos encontrou um pequeno pratinho de planta com água parada.


— Dona Rita, a senhora sabe que esse acúmulo de água é o berçário perfeito para o mosquito da dengue, não é? — disse ele, em tom de orientação, esvaziando o recipiente.


A moradora, surpresa, agradeceu o alerta. Carlos explicou que o trabalho do agente só tem sucesso quando a comunidade se envolve. Ele ressaltou:


— Nós orientamos, mas a prevenção é um dever de todos. Se cada um fizer a sua parte, nossa saúde estará intacta.


O diálogo é a principal ferramenta de Carlos, pois informar é o primeiro passo para erradicar as doenças. Ao se despedir, ele entregou um panfleto que continha a imagem do mosquito riscado com um grande "X" vermelho JUNTO À FRASE: DENGUE: AQUI NÃO. 

Ao final do texto, é citado que o panfleto contém a imagem do mosquito riscado com um grande "X" vermelho JUNTO À FRASE "DENGUE: AQUI NÃO". O uso simultâneo de imagens e palavras escritas para transmitir uma mensagem à população classifica-se como:
Alternativas
Q4197404 Linguística
Analise a frase: “João passou a manga da camisa na manga tirada da árvore e se lambuzou com a fruta”. Assinale a alternativa correta em relação à polissemia na frase.
Alternativas
Q4195467 Linguística
A fonoaudiologia utiliza conceitos da linguística para compreender a estrutura da língua e as variações que ocorrem nos processos de comunicação humana. O estudo da fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e pragmática permite uma análise detalhada das patologias da linguagem e orienta o planejamento terapêutico fonoaudiológico de forma fundamentada e eficaz. Com base nos fundamentos da linguística aplicados à clínica, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A fonologia estuda o sistema de sons de uma língua e como esses sons se organizam para formar unidades de significado.
(__)A semântica ocupa-se das regras de combinação das palavras nas sentenças e da ordem dos elementos na estrutura gramatical.
(__)A pragmática analisa o uso da linguagem em contextos sociais e as intenções comunicativas dos falantes durante a interação.
(__)O morfema é definido como a menor unidade linguística dotada de significado que compõe a estrutura interna das palavras.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4187805 Linguística
Durante a revisão coletiva de um texto argumentativo, o professor percebe que, embora os alunos utilizem conectivos, as ideias apresentadas não se articulam logicamente, resultando em contradições internas e dificuldade de compreensão por parte do leitor. Diante desse quadro, o professor decide reorientar o trabalho com a escrita. Considerando os princípios da Linguística Textual, essa intervenção deve priorizar:
Alternativas
Q4187804 Linguística
Em uma turma do Ensino Fundamental – anos finais, o professor observa que os alunos produzem textos com ideias relevantes, mas desorganizadas, apresentando repetições excessivas e dificuldades de progressão temática. Para enfrentar esse problema, o docente planeja intervenções voltadas ao ensino de estratégias de textualização. À luz da Linguística Textual, a estratégia mais adequada para promover a continuidade temática e a unidade de sentido dos textos é:
Alternativas
Q4187803 Linguística
Ao discutir o conceito de gramática em uma disciplina de formação docente, o professor propõe a análise de diferentes práticas de ensino: uma centrada na correção normativa, outra voltada à descrição dos usos efetivos da língua e uma terceira que considera o conhecimento linguístico que o falante mobiliza intuitivamente em sua produção verbal.

Com base nas concepções de gramática discutidas por Travaglia, Franchi e Possenti (2006), essa distinção corresponde, respectivamente, às noções de:
Alternativas
Q4187795 Linguística
Em uma etapa da sequência didática, o professor apresenta aos alunos a mesma frase em diferentes situações comunicativas e solicita que expliquem por que o sentido do enunciado se altera conforme o contexto, mesmo sem modificações na forma linguística. A atividade inclui a análise de diferentes gêneros: charges e textos publicitários, nos quais imagens e situações de uso desempenham papel central na construção do sentido. À luz do texto e da abordagem pedagógica descrita, essa prática de ensino contribui para que o aluno compreenda que:
Alternativas
Q4187794 Linguística
Em uma turma dos anos finais do Ensino Fundamental, o professor percebe que os alunos tendem a realizar uma leitura literal dos textos, sem reconhecer informações implícitas acionadas por determinados elementos linguísticos. Para enfrentar esse problema, o docente propõe uma atividade em que os estudantes devem identificar palavras ou expressões que, por si mesmas, introduzem informações não explicitadas diretamente no enunciado, mas logicamente deriváveis de seu significado.

Considerando a relação entre significação e contexto e as propostas de ensino apresentadas no texto, essa atividade favorece, prioritariamente, o desenvolvimento da capacidade de:
Alternativas
Q4187784 Linguística
Com base na abordagem sociolinguística desenvolvida por William Labov, segundo a qual a variação linguística constitui uma propriedade inerente e sistemática da língua em uso, condicionada por fatores sociais e investigada por meio de procedimentos empíricos e quantitativos, assinale a alternativa que expressa corretamente os pressupostos centrais dessa perspectiva e suas implicações para o ensino da língua materna.
Alternativas
Q4186846 Linguística
A língua apresenta usos diversos que se modificam conforme circunstâncias de tempo, espaço e interação social. Esses usos refletem condições específicas de comunicação e pertencimento, exigindo do leitor a capacidade de reconhecer regularidades e diferenças nos modos de expressão linguística (BAGNO, 2015).
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4186843 Linguística
A resolução de problemas relacionados ao uso da língua oral e escrita envolve a capacidade de mobilizar conhecimentos linguísticos e discursivos para adequar a linguagem a diferentes contextos de interação. Essa competência pressupõe análise da situação comunicativa, consideração dos interlocutores, dos objetivos do texto e das normas que regulam usos formais e informais da língua, permitindo escolhas linguísticas eficientes e socialmente apropriadas (ANTUNES, 2014).
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IBADE Órgão: CRO - MA Prova: IBADE - 2026 - CRO - MA - Advogado |
Q4185713 Linguística

A devolução impossível: a epopeia do “só mais um procedimento”


Eu entrei na loja com uma sacola e um sonho pequeno: devolver um produto. Nem queria briga, nem queria drama. Queria paz, estorno e vida seguindo. O produto, um fone “premium”, tinha decidido morrer no terceiro dia. Não foi uma morte trágica. Foi uma morte burocrática. Ele simplesmente parou, como quem bate ponto e some.

Na minha cabeça, a lógica era infantil e perfeita: comprei, não funcionou, devolvo. Na vida real, a lógica vem com rodapé.

A atendente sorriu com a energia de quem já recebeu cem “casos simples” antes do almoço.

— Boa tarde. Em que posso ajudar?

— Quero devolver. Está com defeito.

Ela pegou o fone como se fosse uma prova em tribunal e, sem olhar para mim, perguntou:

— Tem nota?

A nota, claro. O documento sagrado. Eu tirei do bolso com a reverência de quem apresenta identidade.

Ela leu, digitou, clicou e disse a frase que inaugura toda epopeia:

— Então... pela nossa política, a troca é com a assistência.

Eu ouvi “nossa política” e senti que havia entrado numa constituição paralela, com artigos invisíveis e sanções emocionais.

— Mas eu quero devolver.

— Devolver é só em até sete dias e desde que esteja sem uso.

— Eu usei três dias. Para descobrir que não funciona. Ela sorriu de novo. O sorriso tinha a delicadeza de um carimbo.

— Entendo. Mas o sistema entende diferente.

Quando alguém diz que o sistema entende, você percebe que está discutindo com uma entidade abstrata. E entidades abstratas não têm culpa, não têm rosto e não erram. No máximo, “apresentam instabilidade”.

Eu tentei ser razoável. Fiz a pergunta que sempre parece inocente até virar armadilha:

— E qual é o procedimento?

Ela apontou para um papel. O papel tinha um QR code e uma promessa: “Rápido e fácil”.

— Você abre um chamado.

— Eu abro agora?

— Você abre pelo site.

— E depois?

— Depois aguarda.

— Aguarda quanto?

Ela respirou como quem consulta uma norma não escrita.

— Até quinze dias úteis.

Quinze dias úteis. Tempo suficiente para o fone ressuscitar por remorso ou para eu me acostumar ao silêncio.

Eu tentei outra rota.

— Não dá para resolver aqui?

— Só com laudo.

Laudo. A palavra “laudo” é mágica: ela transforma um fone em paciente e eu em parte interessada. Em dois segundos, eu não era mais cliente. Eu era “demandante”.

— E se o laudo disser que é defeito?

— Se for defeito, a assistência avalia.

— E se não for defeito?

— Se não for defeito, pode haver cobrança.

Cobrança. Outra palavra mágica. Ela faz o problema parecer culpa sua, mesmo quando o fone morreu sozinho, quietinho, sem plateia.

Eu senti vontade de dizer “isso é um absurdo”. Mas percebi que o absurdo não funciona contra um procedimento. O procedimento sempre ganha por cansaço. Ele não precisa estar certo. Ele só precisa continuar existindo.

A atendente, vendo minha cara, tentou uma gentileza:

— Posso ajudar você a abrir o chamado no seu celular.

Eu abri o site. Ele pediu login. Eu não lembrava. Pediu e-mail. Pediu senha. Pediu confirmar no e-mail. O e-mail demorou. O Wi-Fi da loja era filosófico: existia, mas questionava a própria existência.

Quando finalmente consegui, o formulário perguntou:

“Descreva o defeito em até 200 caracteres.” Eu pensei em escrever: “O defeito é acreditar em slogans.” Mas escrevi algo técnico, porque a vida exige seriedade em momentos ridículos.

Enviei.

A atendente olhou e disse:

— Pronto. Agora é só aguardar.

— E o que eu faço com o fone?

— Você guarda. Não pode usar.

Eu guardei o fone na sacola e tive uma iluminação amarga: a devolução impossível não é um evento. É um método. Uma forma elegante de adiar o óbvio até ele virar desistência.

Saí da loja com um número de protocolo e uma sensação estranha. Eu não tinha resolvido nada, mas tinha participado de um ritual. E, no mundo moderno, às vezes é isso que chamam de atendimento: você não sai com solução. Você sai com processo.


Fonte: Banca Examinadora

Termos como QR code, site, login e Wi-Fi, junto à fala coloquial e ao registro burocrático, contribuem principalmente para: 
Alternativas
Q4184315 Linguística

TEXTO 1


Texto-base para a questão 



UNIVERSIDADES BRASILEIRAS


DISCUTEM REGRAS DE USO DE


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Diante de incertezas por parte de estudantes e pesquisadores, instituições debatem quais seriam os limites éticos do uso dessas ferramentas na escrita e na pesquisa científica.


Sarah Schmidt, Revista Pesquisa FAPESP | 11 set 2024 - Edição 342.


Instituições científicas e de ensino superior do Brasil começam a formular recomendações para o uso de inteligência artificial (IA), especialmente a generativa, no ensino, na pesquisa e na extensão. A popularização de softwares como o ChatGPT, capazes de gerar texto, imagens e dados, tem levantado dúvidas sobre limites éticos no uso dessas tecnologias, principalmente na escrita acadêmica. Professores têm procurado novas formas de avaliar trabalhos de alunos, tentando contornar os riscos de uso indevido de IA. De maneira geral, as orientações pedem que seu uso seja transparente e alertam para o perigo de ferir direitos autorais, praticar plágio, gerar desinformação e replicar vieses discriminatórios que essas ferramentas podem reproduzir.


Em fevereiro, o centro universitário Senai Cimatec, na Bahia, publicou um guia para orientar sua comunidade acadêmica quanto à IA generativa. Ele segue três princípios: transparência; “centralidade na pessoa humana”, ou seja, que o controle humano seja preservado sobre as informações geradas por IA, já que ela deve ser usada de forma benéfica à sociedade; e atenção à privacidade de dados, sobretudo em atividades que envolvam contratos com empresas por meio de parcerias para desenvolvimento e transferência de tecnologias. Ocorre que as informações compartilhadas em plataformas de IA podem ser armazenadas pela ferramenta, quebrando o sigilo de dados. “Não podemos nos esquecer de que, se nós aprendemos com essas ferramentas, elas também aprendem com a gente”, ressalta a engenheira civil Tatiana Ferraz, pró-reitora administrativo-financeira do Senai Cimatec e coordenadora do guia. Uma atualização do regulamento disciplinar da instituição passou a prever punições para estudantes que quebrarem as regras.


O guia autoriza professores a usarem softwares de detecção de plágio quando julgarem necessário, embora não sejam 100% precisos ao indicar conteúdo produzido por IA. As ferramentas não podem ser citadas como coautoras de trabalhos acadêmicos, mas sua aplicação para auxiliar processos de pesquisa e ajustes de escrita acadêmica é permitida. Para isso, todos os comandos utilizados – as perguntas e direcionamentos dados à ferramenta, também chamados de prompts– e as informações originais geradas por IA devem ser descritos na metodologia do trabalho e anexados como material suplementar.


Outras instituições brasileiras seguem por esse caminho. “A universidade não deve proibir, mas criar orientações para utilização responsável dessas ferramentas”, observa o cientista da computação Virgílio Almeida, coordenador de uma comissão da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que propôs recomendações para o uso de tecnologias de IA na instituição, apresentadas à comunidade acadêmica em maio. As sugestões devem servir de base para a criação de uma política institucional com regras e normas e de um comitê de governança permanente.


Elas passam pelas áreas de ensino, pesquisa, extensão e administração e têm como princípios a transparência no uso dessas ferramentas, atenção à proteção e privacidade de dados, à desinformação e aos vieses discriminatórios que essas tecnologias podem reproduzir. “Uma das propostas é que a universidade invista em cursos de letramento em IA para professores, pesquisadores, funcionários e alunos”, explica Almeida. No ensino, uma das indicações é que as ementas das disciplinas de graduação e de pósgraduação da UFMG devem informar o que é permitido fazer com essas tecnologias. Na pesquisa, a ênfase está na transparência: é preciso detalhar como a IA foi usada no processo científico e quais vieses pode trazer a ele. A análise cuidadosa dos resultados gerados por IA, para que se evitem dados falsos, é outro ponto recomendado. A Universidade de São Paulo (USP) publicou um dossiê da Revista USP sobre inteligência artificial na pesquisa científica em maio e tem realizado encontros e debates sobre o assunto. “A sugestão geral é estudar como incorporar esse uso no ensino e na pesquisa e verificar quais seriam suas limitações éticas e seus potenciais”, observa a advogada Cristina Godoy, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP-USP), integrante de um grupo de pesquisadores que elaborou propostas para a universidade, como a necessidade de criar guias de orientação na graduação e pós-graduação. Há alertas para o cuidado com a privacidade de dados sensíveis ou inéditos de pesquisa, como teses e dissertações, e para a necessidade de buscar novas maneiras de avaliar os trabalhos em sala de aula. As recomendações foram feitas durante um evento em março de 2023 e estão sob análise de um grupo de trabalho.


O uso de IA na pesquisa não é novo. Ferramentas de aprendizado de máquina e de processamento de linguagem natural já são usadas para analisar padrões em meio a grandes volumes de dados. Mas, com o avanço das plataformas que usam IA generativa, diversas universidades dos Estados Unidos e da Europa criaram instruções sobre o assunto, que serviram de inspiração para instituições brasileiras. No Senai Cimatec, os guias das universidades de Utah, nos Estados Unidos, de julho de 2023, e de Toronto, no Canadá, ainda preliminar, serviram de norte para o grupo de trabalho, assim como o guia rápido ChatGPT e a inteligência artificial na educação superior da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), de abril de 2023.


Nesse cenário, há casos de professores que passaram a pedir aos alunos que fizessem apresentações orais, trabalhos dentro da sala de aula ou mesmo feitos à mão, no papel. Godoy, da USP, que costumava pedir trabalhos escritos sobre artigos estudados, passou a exigir que os alunos apresentassem esquemas com mapas mentais que mostrem as conexões entre os textos estudados em aula.


Em 2024, ela desenvolveu uma atividade de pesquisa no âmbito do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) da USP, apoiado por IBM e FAPESP, com alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado em computação, ciência política e direito em que eles precisaram desenvolver prompts no ChatGPT para realizar a análise de sentimentos – técnica que classifica opiniões como positivas, negativas ou neutras – de usuários do X (ex-Twitter) sobre IA. Os dados vão integrar um artigo em processo de escrita. Parte do trabalho será detalhar a metodologia e os prompts usados. Por não ser preciso criar um algoritmo específico para a atividade, a ferramenta acelerou o processo de análise dos dados – segundo Godoy, caso precisassem fazer tudo do zero, o trabalho levaria oito meses, mas com o ChatGPT levou dois meses.



Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/universidadesbrasileiras-discutem-regras-de-uso-de-inteligencia-artificial/. Acesso em 18/05/2026.


No trecho a seguir, as palavras destacadas exercem, respectivamente, a função de:

“Em fevereiro, o centro universitário Senai Cimatec, na Bahia, publicou um guia para orientar sua comunidade acadêmica quanto à IA generativa. Ele segue três princípios: transparência; “centralidade na pessoa humana”, ou seja, que o controle humano seja preservado sobre as informações geradas por IA, já que ela deve ser usada de forma benéfica à sociedade; e atenção à privacidade de dados, sobretudo em atividades que envolvam contratos com empresas por meio de parcerias para desenvolvimento e transferência de tecnologias. Ocorre que as informações compartilhadas em plataformas de IA podem ser armazenadas pela ferramenta, quebrando o sigilo de dados”.
Alternativas
Q4183084 Linguística

Texto 01 para a questão:



"O mundo é formado por um conjunto de lugares e de redes. O que é rede para uns é lugar para outros. O que é lugar para uns é rede para outros. Mas o que é lugar para todos é o espaço da vida, o espaço do cotidiano, o espaço da reprodução da vida. A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação. Ela é uma globalização como fábula, pois nos faz crer em um mundo que não existe, e como perversidade, pois o mundo que ela constrói é o mundo da desigualdade, da pobreza, da fome, do desemprego, da violência."


Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.



No Texto 01, o autor utiliza o termo "fábula" para caracterizar um aspecto do discurso globalitário. Do ponto de vista da análise do discurso, essa escolha lexical sugere: 
Alternativas
Q4176297 Linguística
In communicative interaction, modality may reveal speaker attitude, interpersonal positioning, and degrees of certainty during spoken or written production. Teachers frequently examine modal structures to explore how meanings are negotiated according to context and communicative intention. Considering modality in English grammar and discourse, identify the correct statement:
Alternativas
Q4176289 Linguística
During reading activities in elementary education, different textual genres may require specific interpretative strategies according to communicative purpose and audience expectations. Teachers frequently analyze how cohesion contributes to the organization of informational sequences and argumentative progression in written production. Considering the linguistic resources involved in textual cohesion, identify the correct statement:
Alternativas
Q4174377 Linguística
Avalie as afirmativas abaixo sobre a Teoria Geral da Terminologia:

I. Trabalha no âmbito da língua artificial, entendida como aquela que se configura dentro de um determinado grupo de especialistas.
II. Vê o termo sob um ponto de vista sincrônico, isto é, o que importa é o uso em vigor que o termo apresenta.
III. Busca estabelecer princípios que visam a propiciar uma correspondência exata entre conceitos e termos.
IV. Foi desenvolvida pela pesquisadora alemă Ingetraut Dahlberg.
V. Um de seus objetivos é incluir os vrios significados que uma palavra apresenta no tempo.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q4174371 Linguística
Leia as afirmações abaixo e depois responda ao que se pede.

I. “________ é uma área híbrida, que mescla dois campos de conhecimento, buscando as relações entre a linguagem e o cérebro. Tem como objeto de estudo a estrutura cerebral e suas relações com a linguagem, principalmente com os distúrbios de linguagem.”
II. “________ trata a língua em suas variedades, descrevendo os fatos linguísticos sem uma avaliação do que é certo ou errado, já que, qualquer que seja a variedade linguística utilizada, ao servir para a comunicação entre as pessoas, é legítima.”

Pode-se dizer que os espaços acima em aberto podem ser corretamente preenchidos respectivamente pelas seguintes correntes dos estudos linguísticos:
Alternativas
Q4174360 Linguística
A variação linguística pode ocorrer em todos os níveis da língua: lexical, fonético, morfológico, sintático e até pragmático. Esses níveis podem estar vinculados a três tipos de fatores, os quais são: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: C
4: C
5: B
6: A
7: E
8: E
9: A
10: B
11: A
12: A
13: E
14: B
15: B
16: A
17: C
18: C
19: D
20: B