Questões de Concurso
Sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras
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O trecho apresentado refere-se à modalidade de interpretação
Neste contexto, considerando as obrigações profissionais, o Código de Conduta e Ética (CCE) da Federação Brasileira das Associações de Tradutores, Intérpretes e Guias-Intérpretes da Língua de Sinais (FEBRAPILS), a atitude mais adequada é:
Antes da promoção dessas políticas, o parâmetro para tornar-se intérprete, que era como era chamado o sujeito que mobilizava Libras-LP em atividades tradutórias antes da institucionalização legal e acadêmica da tradução de língua de sinais, era o do “convívio com os surdos”, isto é, o quanto o aspirante estava disposto a participar e se envolver com as atividades e eventos organizados pela comunidade surda, a frequentar as associações, os pontos de encontro em que se reuniam e circular nos “espaços surdos” de sua cidade.
NASCIMENTO, V. Alteridades, discursos e saberes na formação de intérpretes de LibrasPortuguês experientes. Belas Infiéis, Brasília, v. 10, n. 2, p. 1-25, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br. Acesso em: 24 ago. 2022.
De acordo com Nascimento (2021), NÃO corresponde ao contexto histórico da profissionalização do intérprete de libras, antes da legislação em vigor,
As línguas de sinais, por sua vez, são produzidas por expressões faciais e por movimentos do corpo e das mãos em um espaço à frente do corpo, chamado de espaço de
ALBRES, N. A. Comunicação em Libras: para além dos sinais. In: LACERDA, C. B. F.; SANTOS, L. Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos. São Carlos: EdUFSCar, 2021.
Assinale a alternativa que NÃO se enquadra nesses mecanismos relacionados à sintaxe espacial.
São exemplos de procedimentos técnicos de tradução conforme a classificação de Barbosa (2004):
Analise as definições abaixo:
1. Profissionais que podem atuar como professores de Libras, na gestão escolar ou regentes. São fundamentais na Educação de Surdos, pois são referências da Libras para crianças surdas. Possuem conhecimento linguístico- -cultural destacado dos demais indivíduos e desempenham um papel importante para concretizar as relações constituidoras dos alunos surdos ao longo de seu desenvolvimento sociocultural e desenvolvimento linguístico.
2. Profissionais que precisam conhecer muito a comunidade surda, suas histórias, sua cultura e as experiências visuais dos surdos para poderem reconhecer essas manifestações em sala de aula e interagir com os alunos em Libras de forma apropriada. Usam a Libras e a Língua Portuguesa e são responsáveis por reavaliar constantemente os papéis desempenhados pelas línguas, dentro e fora da escola, bem como seu papel enquanto profissionais da área.
3. Profissionais que podem atuar em diferentes espaços e atividades escolares, sendo responsáveis pela mediação comunicativa estabelecida nas interações entre falantes de Libras e falantes de Língua Portuguesa. Recomenda-se a presença desses profissionais em sala de aula a partir do Ensino Fundamental II, para mediar de forma simultânea as relações entre os alunos surdos e os professores/alunos ouvintes.
Assinale a alternativa que relaciona correta e sequencialmente as designações dos respectivos profissionais listados.
1. Ato de discriminação, preconceito ou opressão contra pessoa com deficiência. Em geral, ocorre quando alguém considera uma pessoa incapaz por conta de diferenças e impedimentos corporais. Está focado nas supostas capacidades das pessoas sem deficiência como referência.
2. Preconceitos, estigmas, generalizações e estereótipos em relação às pessoas com deficiência. Refletem atitudes de inferioridade, pena, exaltação do heroísmo, ignorância, desconhecimento ou medo. Não são visíveis, podendo ser inconscientes e de difícil reconhecimento por parte de quem pratica.
3. Conjunto de representações dos ouvintes a partir do qual o surdo está obrigado a olhar- -se e narrar-se como se fosse ouvinte. É nesse olhar-se e nesse narrar-se que acontecem as percepções do ser deficiente, do não ser ouvinte; percepções que legitimam práticas terapêuticas habituais (SKLIAR, 2005).
Assinale a alternativa que relaciona correta e sequencialmente as denominações das respectivas definições.
Na EBT, a acessibilidade linguística se dá por meio de professores bilíngues; quando a disciplina é ofertada por um profissional não proficiente em língua de sinais, o docente é acompanhado por um tradutor e um intérprete de Libras.

Em sala de aula, é esperado que o intérprete educacional de Libras responda pelo estudante surdo sempre que o estudante não souber a resposta a alguma pergunta feita pelo professor.

Para um intérprete ser considerado proficiente em Libras e poder atuar como intérprete educacional, basta que ele apresente à instituição em que trabalha certificados de cursos de Libras básico e intermediário.

A presença de tradutor e intérprete na sala de aula garante a acessibilidade linguística para os estudantes surdos.

De acordo com a Lei n.º 12.319/2010, o profissional tradutor e intérprete de Libras deve ser ouvinte.

O intérprete deve ser parcial ao realizar a interpretação do português para a Libras, para auxiliar os surdos.
Para Quadros e Karnopp, existem três tipos de verbo em Libras: verbos simples; verbos com concordância; e verbos espaciais.
William Stokoe criou quatro componentes da quirologia: configuração da mão; expressão facial e corporal; locação da mão; e movimento.
William Stokoe, linguista e pesquisador da Língua de Sinais Americana (ASL), defendeu o uso do termo “quirologia” para tratar da fonologia das línguas de sinais.