Questões de Concurso Sobre história
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1. As sociedades egípcia e mesopotâmica da antiguidade se desenvolveram em regiões nas quais os rios existentes facilitavam o desenvolvimento agrário.
2. No Egito, o caráter divino dos Faraós deu origem a uma sociedade pouco hierarquizada, facilitando a mobilidade social.
3. Na sociedade mesopotâmica da antiguidade o soberano centralizava o poder militar, político e religioso.
4. Na antiga mesopotâmia a sociedade era dividida em castas e não havia mobilidade social.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Ao trabalhar a temática “As questões históricas relativas às migrações”, na disciplina de História, o educador abordará conteúdos, do tipo:
I - O surgimento da espécie humana no continente africano e sua expansão pelo mundo.
II - Os processos migratórios do final do século XIX e início do século XX no Brasil.
III - As dinâmicas internas de migração no Brasil a partir dos anos 1960
Está correto o que se afirma em:
Com o fim da Guerra Fria, a partir do colapso da União Soviética, desapareceram os blocos militares, como o Pacto de Varsóvia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
I. A Revolta da Cachaça foi motivada pelo aumento de impostos excessivos cobrados aos fabricantes de aguardente.
II. Raimundo Padilha governava o Rio de Janeiro em 1660, quando se deu a revolta.
III. A Revolta da Cachaça também é chamada de Revolta do Barbalho ou Bernarda.
I. A Idade Média é também chamada de Idade das Trevas, devido à ausência de produção de conhecimentos que contribuíssem para a cultura nesse período.
II. A Cultura Medieval é caracterizada pela influência da Igreja Católica sobre as culturas greco-romanas e germânicas durante a Idade Média.
III. Grande parte da população medieval era alfabetizada, com farto acesso aos livros, tendo a educação dentro da Cultura Medieval desenvolvida com base nos ensinamentos estritamente científicos.
I. O período Homérico corresponde ao apogeu e à decadência da civilização cretense, que se desenvolveu em Creta, a maior ilha do Mar Egeu.
II. O termo Antiguidade Clássica refere-se a um longo período da História da Europa que se estende aproximadamente do século VIII a.C., com o surgimento da poesia grega de Homero, à queda do Império romano do ocidente no século V d.C., mais precisamente no ano 476.
III. A partir das invasões dórias teve início um período Homérico, porque o conhecimento que se tem da sociedade grega da época se deve, em grande parte, a dois poemas – a Ilíada e a Odisseia -, atribuídos a Homero.
I. Dados quantitativos precisos acerca do comércio de escravos são importantes para que se possa determinar o impacto dessa atividade predatória sobre as sociedades africanas e suas consequências para o subdesenvolvimento do continente na contemporaneidade.
II. As especulações acerca do número de pessoas que foram escravizadas levam sempre a estimativas muito exageradas com intuito de vitimizar a história africana.
III. O Brasil é o país que menos recebeu africanos escravizados, se comparado com outras nações de passado escravocrata.
I. O encontro entre europeus e os habitantes da África Ocidental, a partir do século XV, não foi exatamente novidade, uma vez que as rotas transaarianas já conectavam o Mediterrâneo a esta região.
II. As relações entre povos africanos e europeus no período pré-colonial não eram pautadas pela dominação europeia, como iria acontecer mais tarde no período colonial.
III. Com a abertura comercial que se seguiu a ao encontro com os europeus, os africanos teriam sido forçados a vender o único bem de valor que eles tinham - seus próprios irmãos.
I. A Inconfidência Mineira foi uma conspiração política organizada por profissionais liberais, militares e membros da elite econômico-social da Capitania de Minas Gerais no fim da década de 1780 – época em que o Brasil ainda era colônia francesa.
II. Os inconfidentes tinham como principal intenção retirar do poder local o governador Visconde de Barbacena, o que configurava uma afronta à autoridade do Império Português da Capitania de Minas gerais.
III. O ideário político de conteúdo liberal da Inconfidência Mineira apresentava a manutenção do regime de trabalho escravo como uma de suas contradições.
I. A pintura pode ser vista como fonte não apenas da pesquisa – acadêmica –, mas também do ensino de História, pois ela compõe um discurso sobre o seu tempo.
II. A imagem não reproduz a realidade – ela a representa a partir de uma linguagem própria ligada a um determinado contexto histórico.
III. O acervo artístico museológico deve ser compreendido como coisa estática e definida, pois a sua razão de ser resume-se à sua antiguidade e à sua preciosidade.
I. O ensino de História contribui para o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo apenas pelo conteúdo formativo do saber histórico, independente da metodologia adotada.
II. Práticas educativas apoiadas em metodologias implicativas que apelem à participação ativa do aluno como sujeito que aprende contribuem para o desenvolvimento do raciocínio crítico e da autonomia pessoal do aluno, que são componentes essenciais da educação cívica.
III. A metodologia e os recursos usados no ensino de História devem possibilitar, ou melhor, levar o aluno a perceber que a História é social, dá-se coletivamente, é produção humana, e que o professor é o mediador no processo de elaboração conceitual do educando.