Questões de Concurso Sobre história

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Q3427523 História
A Constituição Federal de 1937 foi promulgada por Getúlio Vargas, durante o Estado Novo. A edição desse novo documento foi realizada: 
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Q3427522 História
Acerca da civilização Islâmica, é correto afirmar que os cinco pilares do Islamismo, religião em que se baseia toda a cultura dessa civilização, são: 
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Q3425496 História
A história das políticas de saúde no Brasil é marcada por uma série de eventos significativos que moldaram o sistema de saúde atual do país. Uma das mais notáveis ocorrências nesse contexto foi a Revolta da Vacina.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/ revolta-vacina.htm
No que se refere a Revolta da Vacina, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q3425182 História
Qual evento levou à destruição da maior biblioteca da Antiguidade, localizada em Alexandria:
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Q3424174 História
Tratado assinado em 1750 que expandiu consideravelmente o Brasil, praticamente definindo os contornos atuais do território:
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Q3424173 História
Veja trecho abaixo:

“Ficou estabelecido, a partir desta data, que só poderiam adquirir terras por compra e venda ou por doação do Estado. Não seria mais permitido obter terras por meio de posse, a chamada usucapião”. (INFOESCOLA, 2024)

A aprovação desta Lei em 1850 concentrou ainda mais a propriedade das terras, dificultando inclusive, o direto à terra aos negros recém libertos da escravidão. Estamos falando da:
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Q3423851 História
Quais foram os novos obstáculos, dificuldades e percalços que os cantores, artistas e poetas se viram compelidos a enfrentar após a implantação do Ato Institucional AI-5, promulgado no contexto histórico brasileiro no ano de 1968? 
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Q3423850 História
Quais foram os fatores preponderantes que influenciaram e desencadearam a promulgação do Ato Institucional AI-5, ocorrida no mês de novembro do ano de 1968?
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Q3423662 História
A área mais populosa do Brasil atual fica no antigo território tupi-guarani. Esse povo ocupou longos trechos do litoral e do interior, acompanhando os vales dos rios. Nesta área, foram construídas cidades como Rio de Janeiro, Vitória e Salvador, no entanto, a população indígena se tornou minoria. Sobre a sociedade e cultura tupi-guarani, é possível afirmar: 
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Q3423657 História
Em nosso país, a Inconfidência Mineira e demais rebeliões coloniais foram exemplos da tensão na luta por direitos políticos. A independência do Brasil não se resumiu apenas ao chamado Grito do Ipiranga, esse acontecimento fez parte de um processo de questionamento do poder da Monarquia Hereditária e da dominação das metrópoles sobre suas colônias. Sobre o processo de independência do Brasil e a política mineira pode-se concluir que: 
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Q3422221 História

Texto I


Planificação econômica atingindo todos os setores e visando, por meio da orientação, intervenção ou gestão do Estado, que a produção do País atenda a todas as necessidades internas, assegurando a baixo custo as utilidades essenciais a todos os trabalhadores.


Texto II


Apelar para o capital estrangeiro, necessário para os empreendimentos da reconstrução nacional e, sobretudo, para o aproveitamento das nossas reservas inexploradas, dando-lhe um tratamento equitativo e liberdade para a saída dos juros.


Texto III


É indispensável manter clima propício à entrada de capitais estrangeiros. A manutenção desse clima recomenda a adoção de normas disciplinadoras dos investimentos e suas rendas, visando a reter no País a maior parcela possível dos lucros auferidos.


CHACON, Vamireh. História dos partidos brasileiros: discurso e práxis dos seus programas. Brasília: UNB, 1981, p. 413, 419, 440. Adaptado.


Os excertos acima, que constam nos programas dos três principais partidos políticos legalizados do Período Democrático (1946-1964), se referem às diretrizes econômicas das seguintes agremiações políticas, respectivamente: 

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Q3422220 História
Na época, em pleno regime militar, discutia-se uma promessa do presidente Ernesto Geisel de iniciar a transição, em que o regime seria aberto gradualmente e os governadores seriam eleitos pelo voto direto dali a dois anos. Como a oposição duvidou da promessa, Francelino Pereira perguntou: “Que país é este em que o povo não acredita no calendário eleitoral estabelecido pelo próprio presidente?”. Mas, no ano seguinte, Geisel fechou o Congresso, aumentou o mandato dos presidentes para seis anos e decidiu que um terço dos senadores seria indicado pelo presidente.
De Francelino Pereira para Renato Russo: a origem de ‘Que país é este?’. O Globo, 2015. Disponível em: . Acesso em: 03 jan. 2024. (Adaptado)
A frase “Que país é este?”, tornada famosa em canção homônima de Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, originou-se de uma fala do então presidente da Arena, o deputado federal Francelino Pereira, proferida em uma reunião com outros políticos. Impostas pelo presidente Ernesto Geisel (1974-1979), as medidas conhecidas como Pacote de Abril, que confirmaram que a oposição emedebista tinha razão ao desconfiar do então presidente, determinaram, entre outras medidas,
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Q3422219 História
“Falavam em fuzilamentos, em gente que era embarcada nos aviões militares e atirada em alto-mar. Havia muita confusão. Sempre que há mudança violenta de poder, a regra dos entendidos é sumir, evaporar-se, não se expor, nos primeiros momentos da rebordosa, um sargento qualquer pode decidir sobre um fuzilamento. Depois as coisas se organizam, até mesmo a violência é estruturada, até mesmo o arbítrio. Mas quem, no meio tempo, foi fuzilado, fuzilado fica.”
CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase romance. Rio de Janeiro: O Globo; São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003, p. 183.
No excerto da obra em destaque, baseada em fatos ocorridos durante a Ditadura Militar (1964-1985), observa-se que, se nos primeiros momentos após o golpe de Estado houve certa desarticulação quanto às ações violentas dos golpistas sobre os opositores, posteriormente ocorreu 
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Q3422218 História
“As pessoas fogem do trabalho para o domingo. No final da sexta-feira começa uma contagem regressiva em direção à festa, ao descanso, ao tédio e à gargalhada fácil, que é o desafogo de um país em que o povo e a economia vão mal [Aparecem trabalhadores tomando ônibus ou trem]. Domingo é o dia de se abandonar a cidade, esquecer as preocupações da escola e do escritório. Na falta de pão e de biscoitos, há o parque de diversões em São Gonçalo [Mostra uma criança negra, aparentemente pobre, em um parque], a linha de passes na Pavuna [Aparecem crianças descalças, aparentemente pobres, jogando futebol], a praia em Copacabana ou Ipanema, onde para uns poucos a vida é um domingo interminável [Mostra o mar e prédios daqueles bairros]. Dia do Flamengo, do Corinthians, da televisão...”
O MUNDO Mágico dos Trapalhões. Direção: Silvio Tendler. Narração: Chico Anysio. Rio de Janeiro: RA Produções, 1981. 1 DVD. [trecho]
Exibido nos anos finais da Ditadura Militar (1964-1985), O Mundo Mágico dos Trapalhões levou 2,5 milhões de espectadores aos cinemas em 1981, fato comum nos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. No referido trecho, a narração na voz do humorista Chico Anysio, combinada com as imagens (cuja descrição está entre colchetes), serve como crítica a um dos aspectos mais característicos do Brasil naquele ano: 
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Q3422216 História

“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”


ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.


Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si 

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Q3422215 História
“Contaram-me depois que a multidão desceu pela Rua do Comércio e foi quebrando pelo caminho as janelas de todas as casas pertencentes a famílias de origem alemã. Nem os Spielvogel nem os Kunz – que são reconhecidamente antinazistas – foram poupados. Alguém sugeriu que empastelassem a Confeitaria Schnitzler. Ouviu-se uma voz: Não! Schnitzler é dos nossos! – Qual nada! – berrou outro. – É alemão e basta. A multidão começou a cantar o Hino Nacional e dar morras ao nazismo.”
VERÍSSIMO, Érico. O tempo e o vento: o arquipélago. Vol. III. 2. ed. rev. São Paulo: Editora Globo, 2002, p. 344-345. Adaptado.

Em O tempo e o vento, sua obra mais consagrada, o escritor Érico Veríssimo reconstituiu, entre outros, diversos acontecimentos existentes durante a Era Vargas (1930-1945).
A análise do excerto remete às revoltas populares ocorridas imediatamente após
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Q3422214 História
“Quanto aos trabalhadores, após a guerra o ‘pleno emprego’, ou seja, a eliminação do desemprego em massa, tornou-se a pedra fundamental da política econômica nos países de capitalismo democrático reformado, cujo mais famoso profeta e pioneiro, embora não o único, foi o economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946). O argumento keynesiano em favor dos benefícios da eliminação permanente do desemprego em massa era tão econômico quanto político. Os keynesianos afirmavam, corretamente, que a demanda a ser gerada pela renda de trabalhadores com pleno emprego teria o mais estimulante efeito nas economias em recessão.”
HOBSBAWM, Eric John. Era dos extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 99-100. 
De acordo com Hobsbawm, a Grande Depressão, tendo sido o mais trágico episódio da história do capitalismo, teve como sua mais significativa implicação de longo prazo
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Q3422213 História
Em 1955, reuniu-se em Bandung, na Indonésia, uma conferência convocada pelo grupo de Colombo, congregando os cinco países recém-independentes – Índia, Paquistão, Ceilão, Birmânia e Indonésia – e, pela primeira vez, os chefes de Estado de 29 países da Ásia e da África (18 a 24 de abril), que se apresentavam como um terceiro mundo.
LINHARES, Maria Yedda Leite. Descolonização e lutas de libertação nacional. In: REIS FILHO, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge; ZENHA, Celeste (Orgs.). O Século XX. v. 3. O tempo das dúvidas: do declínio das utopias às globalizações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 57.

No que se refere aos pontos em comum da Conferência de Bandung, houve pronunciamento
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Q3422212 História

“[...] O vasto aumento na produção, que capacitou as atividades agrícolas britânicas na década de 1830 a fornecer 98% dos cereais consumidos por uma população duas a três vezes maior que a de meados do século XVIII, foi obtido pela adoção geral de métodos descobertos no início do século XVIII, pela racionalização e pela expansão da área cultivada.”


HOBSBAWM, Eric John. A era das revoluções: 1789-1848. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2012, p. 89. 


A “revolução agrícola” ocorrida na Grã-Bretanha, responsável pelo formidável aumento na produção, trouxe, por outro lado, custos sociais muito elevados para grande parte da classe trabalhadora rural, prejudicada pela “expansão da área cultivada” oriunda 

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Q3422211 História
Durante o período regencial, o padre Diogo Antônio Feijó, de tendência liberal, foi eleito regente em 1835. Sua vitória foi apertada, ganhando com pouco mais da metade dos votos. Ele sabia que enfrentaria oposição em seu governo – e não se enganou. Revoltas explodiram por toda a parte do Império, envolvendo grupos diferentes e com objetivos variados. As revoltas envolveram os mais diferentes grupos sociais. Algumas revoltas pretendiam conseguir maior liberdade para suas províncias em relação ao poder centralizado no Rio de Janeiro; outras, a separação do Brasil e a criação de um novo país; outras, ainda, não tinham objetivo definido, mas demonstravam a insatisfação com a política que existia. Nenhuma delas, entretanto, pretendia mudar profundamente a estrutura da sociedade. E nenhuma propôs realmente acabar com a escravidão. Parecia que o Brasil estava a ponto de se dividir em vários países, como havia acontecido com a América espanhola na época das independências. Era preciso muita cautela para enfrentar tantos problemas políticos. E o governo do padre Feijó não conseguiu resolvê-los. Doente e desprestigiado, renunciou em 1837.
VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 8 anos. São Paulo: Saraiva, 2018. p. 120-121.

Assinale a opção que indica corretamente os movimentos que fizeram parte das Revoltas Regenciais.
Alternativas
Respostas
4961: E
4962: A
4963: E
4964: C
4965: E
4966: C
4967: A
4968: B
4969: C
4970: D
4971: C
4972: A
4973: B
4974: D
4975: C
4976: B
4977: D
4978: A
4979: E
4980: E