Questões de Concurso Sobre período entre-guerras: totalitarismos em história

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Q1854312 História
.Leia o excerto a seguir.
“A Conferência de Genebra – sede das Nações Unidas – não foi além de planos e debates. Hoover, presidente americano, propôs que os efeitos de terra se reduzissem em 1/3 e que se abolissem tanques, artilharia pesada e aviões de bombardeio. Entretanto, a Alemanha, não alcançando o mesmo direito de se armar que a França, abandonou a conferência e levou-a ao descrédito e ao fracasso. Em 1934 – ano em que o nazismo estava a caminho do apogeu – cessaram as conversações de Genebra. Em 1935, a Alemanha fez voltar o serviço militar obrigatório. Enquanto os fatos citados se desdobravam e os anos passavam, outros esforços se fizeram, a nível de tratados, no sentido de garantir a paz obtida em 1919, em meio a rancores, dúvidas e ressentimentos.”
LOPEZ, L. R. História do século XX. 3. ed. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto, 1987. p. 27
O historiador Luiz Roberto Lopez referiu-se a qual acordo que procurou garantir a paz adquirida em 1919?
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Q1813514 História
A Crise de 1929, na Alemanha, agravou os resultados da hiperinflação de 1923, depois de uma “prosperidade” relativamente breve. Dentro da burguesia, só os grandes industriais e banqueiros sobreviveram: a média e pequena burguesia, arruinada pela inflação e deflação alternantes, acabou subproletarizada. Os camponeses, menos atingidos pela crise, eram uma minoria neste país industrializado. Os trabalhadores industriais sofriam com o desemprego de massa, uma miséria densa, na qual a procura de um emprego parecia interminável. A juventude carecia de qualquer perspectiva de trabalho, ou de vida “normal”: milhões de jovens viraram nômades sem rumo, muitos enchiam os “campos de trabalho”. Fenômenos de decomposição social se desenvolveram em grande escala (droga, alcoolismo, prostituição etc.). O desespero e a cólera se voltavam contra o governo, frequentemente ocupado pelos socialistas (SPD). Toda esperança, todo “bode expiatório”, eram aceitos: o nazismo, em escala maior que o fascismo italiano, foi capaz de mobilizar a pequena burguesia desesperada. Sobre o governo de Hitler na Alemanha, analise as afirmativas a seguir.
I. O 1º de maio de 1933 foi proclamado feriado nacional. No dia 2, os dirigentes sindicais foram presos, espancados e jogados em campos de concentração. E sobre os escombros do mais poderoso movimento operário da Europa, Hitler criou a Frente do Trabalho operário-patronal. II. Em julho de 1933, foi habilitado, em Dachau, o primeiro campo de concentração, no qual foram internados comunistas, anarquistas, socialistas e demais opositores e, em janeiro de 1934, foi ditada a Lei de Regulação do Trabalho Nacional, totalmente desfavorável às empresas privadas. III. Os patrões das grandes empresas foram designados como “Führer”. Hitler foi, antes do mais, o homem do grande capital na situação histórica criada pela crise capitalista mundial e pela emergência da classe operária. IV. O ministro da propaganda (Goebbels) controlava a imprensa, a edição de livros, o rádio, o cinema – setores que conheceram “depurações” em massa. Os “criadores” e jornalistas receberam instruções precisas: as bibliotecas sofreram razias (20 mil volumes foram queimados só a 10 de maio de 1933). V. Na educação houve também um expurgo dantesco: baseada no racismo, foi feita a revisão de manuais e textos escolares, e o enquadramento de estudantes e professores em corporações. As organizações juvenis nazistas (para espanto das igrejas) passaram a enquadrar crianças a partir de oito anos de idade, ao tempo que a lei passou a autorizar a esterilização de certos indivíduos ou grupos “defeituosos”. Estão corretas as afirmativas
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Q1812087 História
Adolf Hitler foi um político que serviu como líder do Partido Nazista, Chanceler do Reich e Fuhrer da Alemanha Nazista de 1934 até sua morte, em 1945. Como ditador do Reich alemão ele foi o principal instigador da Segunda Grande Guerra Mundial e figura central do Holocausto. Assinale a alternativa que indica corretamente sua nacionalidade:
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Q1767615 História
“O fascismo não se baseia de forma explícita num sistema filosófico complexo, e sim no sentimento popular sobre as raças superiores.” (PAXTON, 2007)
I- Os regimes fascistas não toleram contradições, discordar é o mesmo que trair. II- O pensamento fascista estimula a xenofobia e o racismo. III- O povo, no fascismo, é considerado uma entidade única e sempre há consideração ao ponto de vista de cada indivíduo.
Após identificar a legitimidade das sentenças sobre o Fascismo, assinale a alternativa que apresenta a resposta CORRETA.
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Q1719646 História
Em diversos países, durante a década de 1920 e 1930, ocorreu a ascensão de movimentos classificados como fascistas, cujas características os historiadores descrevem a preocupação obsessiva com a comunidade, vista como vítima de humilhações e que necessita de uma purificação imediata. São práticas fascistas utilizadas para chegar ao poder neste período:
I. Culto à violência e a vontade como meios de obtenção de sucesso. II. Ênfase em um líder, masculino, que é considerado o único capaz de acabar com a crise e a dirigir a comunidade rumo ao seu destino. III. Foco nas políticas socialistas e liberais, que são utilizadas como ferramentas de atuação. IV. Prega o desenvolvimento do indivíduo e de suas qualidades, que deve se destacar frente à horda coletiva.
Estão corretos:
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Q1704839 História
Hitler, chefe do Partido Nazista na Alemanha, chegou ao poder em 1933 e começou a colocar em prática o ideal nazista. Acerca do movimento nazista, assinale a opção correta.
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Q1692099 História
Hitler dominou a França, obrigando-a a assinar em 1940, o armistício com a Alemanha e a Itália. Boa parte do território francês, incluindo a capital permaneceu sob ocupação alemã e no restante foi estabelecido um Estado colaboracionista administrado pelo general Henry Pétain, que ficou conhecido como:
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Q1692098 História
Nas eleições italianas em abril de 1924, realizadas já sob o governo de Mussolini, deram maioria no Parlamento aos fascistas. O Parlamento tornou-se um órgão sem poder, a imprensa controlada; o trabalho foi disciplinado pelas leis da:
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Q1674531 História
Nazi-Fascismo é o nome dado aos sistemas totalitários surgidos, após a Primeira Guerra Mundial, na Europa. Sobre estes sistemas, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q2425218 História

A democracia só se salvou porque, para enfrentar o fascismo e seu corolário de movimentos e regimes autoritários, houve uma aliança temporária e bizarra entre capitalismo liberal e comunismo: basicamente a vitória sobre a Alemanha de Hitler foi, como só poderia ter sido, uma vitória do Exército Vermelho. De muitas maneiras, esse período de aliança capitalista-comunista contra o fascismo — sobretudo as décadas de 1930 e 1940 constitui o ponto crítico da história do século XX e seu momento decisivo. De muitas maneiras, esse é um momento de paradoxo histórico nas relações entre capitalismo e comunismo, que na maior parte do século — com exceção do breve período de antifascismo — ocuparam posições de antagonismo inconciliável. Sobre o fascismo, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Q1735441 História
A tentação de negar é constante. Não quero saber que minha mulher (ou meu marido) me trai, que meu filho se droga, que estou com câncer, que a tortura é cotidiana. Quanto ao holocausto, os franceses sabiam? Toda a maquinaria de morte se fundava sobre este único princípio: que as pessoas não sabem para onde vão nem o que as espera” (Richard Glazer, citado em Shoah). Quando a França foi derrotada, moravam no país 300 mil judeus, metade deles estrangeiros. Em 3 de outubro de 1940, é publicado o “Estatuto dos judeus de nacionalidade francesa”. (VINCENT, Gérard. Guerras ditas, guerras silenciadas e o enigma identitário. IN: ARIÉS, Phillipe e DUBY, Georges. História da vida privada: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 215).
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
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Q1735440 História
Provavelmente, a figura mais eminente no estudo do totalitarismo foi Hannah Arendt, que o definiu em seu livro Origens do Totalitarismo, de 1949, como uma “nova forma de governo” propiciada pelo advento da modernidade. Segundo ela, a destruição das sociedades e dos modos de vida tradicionais criou as condições para o desenvolvimento da “personalidade autoritária”, homens e mulheres cujas identidades são inteiramente dependentes do Estado. (APPLEBAUM, Anne. Cortina de ferro: o esfacelamento do leste europeu (1944-1956). São Paulo: Três Estrelas, 2016, p.18).
Entre os anos 40 e os anos 80 do século XX, o “totalitarismo” foi mais que um conceito teórico. Ele adquiriu associações políticas concretas, produzindo diferentes debates e práticas sobre sua natureza e capacidade, estando alguns fundamentados na ideia
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Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - PNS P2 - História |
Q1711662 História
Sobre o Fascismo na Espanha (1939 – 1975), é correto afirmar que:
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Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - Professor PNS - P2 |
Q1706700 História
“Os regimes fascistas lançaram-se à construção do novo homem e da nova mulher (...) que seriam simultaneamente lutadores e súditos obedientes. (...) Os Estados fascistas puderam utilizar os quadros e a estrutura educacionais já existentes (...) Passaram a privilegiar os esportes e o treinamento físico e militar.”
PAXTON, Robert O. A anatomia do fascismo. São Paulo: Terra e Paz, 2007, p. 237 e 238.
Os regimes fascistas que se estabeleceram na Europa no início do século XX basearam-se na mobilização da juventude e no emparelhamento de um sistema de ensino que pudesse moldar os indivíduos sob os interesses da perpetuação da doutrina fascista. Sobre a “construção do novo homem e da nova mulher” defendida pelo fascismo, podemos afirmar que:
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Q1705557 História
Em janeiro de 2020 completaram 75 anos da libertação do Campo de Concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, que contou com a participação de sobreviventes, que entraram usando gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros do campo. O referido campo pertence ao território:
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Q1682594 História
Acordo de Mussolini, com a Igreja Católica que fez surgir o Estado do Vaticano:
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Q1679793 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O modelo cognitivo de ódio aos judeus foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. As informações presentes no texto permitem concluir que, na Idade Média, a visão depreciativa sobre o povo judeu era de que a sua influência era entendida de forma periférica, situada nas bordas sociais e espaciais, relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo, sendo que era admitida a conversão de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua religião.

III. No século XX, a raça foi um critério determinante de divisão entre os judeus e os alemães, uma vez que esse elemento é intrínseco ao povo judeu, ou seja, não pode ser mudado, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1679792 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que o antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que as ideias de que os judeus eram a causa dos problemas da Alemanha após a 1ª Guerra Mundial, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de sacrifício do povo judaico no Holocausto.

III. As informações presentes no texto permitem inferir que alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização).

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1679791 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho semelhante àquele de que temos notícia no início do século XX, pois em ambos os casos se construiu um sentimento de ódio contra o povo judeu exclusivamente por motivos religiosos, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. No início do século XX, os judeus foram considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderia ser “salva” mediante o extermínio desses “invasores e traidores”, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

III. Na Idade Média, os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1620431 História
Um professor de História que deseja desenvolver a temática “o período entre guerras” com os alunos deverá fazê-lo através do seguinte conteúdo:
Alternativas
Respostas
121: D
122: D
123: D
124: A
125: B
126: A
127: E
128: C
129: A
130: D
131: E
132: B
133: A
134: A
135: A
136: D
137: D
138: D
139: C
140: A