Questões de Concurso Sobre período entre-guerras: totalitarismos em história

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Q1735441 História
A tentação de negar é constante. Não quero saber que minha mulher (ou meu marido) me trai, que meu filho se droga, que estou com câncer, que a tortura é cotidiana. Quanto ao holocausto, os franceses sabiam? Toda a maquinaria de morte se fundava sobre este único princípio: que as pessoas não sabem para onde vão nem o que as espera” (Richard Glazer, citado em Shoah). Quando a França foi derrotada, moravam no país 300 mil judeus, metade deles estrangeiros. Em 3 de outubro de 1940, é publicado o “Estatuto dos judeus de nacionalidade francesa”. (VINCENT, Gérard. Guerras ditas, guerras silenciadas e o enigma identitário. IN: ARIÉS, Phillipe e DUBY, Georges. História da vida privada: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 215).
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
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Q1735440 História
Provavelmente, a figura mais eminente no estudo do totalitarismo foi Hannah Arendt, que o definiu em seu livro Origens do Totalitarismo, de 1949, como uma “nova forma de governo” propiciada pelo advento da modernidade. Segundo ela, a destruição das sociedades e dos modos de vida tradicionais criou as condições para o desenvolvimento da “personalidade autoritária”, homens e mulheres cujas identidades são inteiramente dependentes do Estado. (APPLEBAUM, Anne. Cortina de ferro: o esfacelamento do leste europeu (1944-1956). São Paulo: Três Estrelas, 2016, p.18).
Entre os anos 40 e os anos 80 do século XX, o “totalitarismo” foi mais que um conceito teórico. Ele adquiriu associações políticas concretas, produzindo diferentes debates e práticas sobre sua natureza e capacidade, estando alguns fundamentados na ideia
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Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - PNS P2 - História |
Q1711662 História
Sobre o Fascismo na Espanha (1939 – 1975), é correto afirmar que:
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Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - Professor PNS - P2 |
Q1706700 História
“Os regimes fascistas lançaram-se à construção do novo homem e da nova mulher (...) que seriam simultaneamente lutadores e súditos obedientes. (...) Os Estados fascistas puderam utilizar os quadros e a estrutura educacionais já existentes (...) Passaram a privilegiar os esportes e o treinamento físico e militar.”
PAXTON, Robert O. A anatomia do fascismo. São Paulo: Terra e Paz, 2007, p. 237 e 238.
Os regimes fascistas que se estabeleceram na Europa no início do século XX basearam-se na mobilização da juventude e no emparelhamento de um sistema de ensino que pudesse moldar os indivíduos sob os interesses da perpetuação da doutrina fascista. Sobre a “construção do novo homem e da nova mulher” defendida pelo fascismo, podemos afirmar que:
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Q1705557 História
Em janeiro de 2020 completaram 75 anos da libertação do Campo de Concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, que contou com a participação de sobreviventes, que entraram usando gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros do campo. O referido campo pertence ao território:
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Q1682594 História
Acordo de Mussolini, com a Igreja Católica que fez surgir o Estado do Vaticano:
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Q1679793 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O modelo cognitivo de ódio aos judeus foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. As informações presentes no texto permitem concluir que, na Idade Média, a visão depreciativa sobre o povo judeu era de que a sua influência era entendida de forma periférica, situada nas bordas sociais e espaciais, relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo, sendo que era admitida a conversão de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua religião.

III. No século XX, a raça foi um critério determinante de divisão entre os judeus e os alemães, uma vez que esse elemento é intrínseco ao povo judeu, ou seja, não pode ser mudado, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1679792 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que o antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que as ideias de que os judeus eram a causa dos problemas da Alemanha após a 1ª Guerra Mundial, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de sacrifício do povo judaico no Holocausto.

III. As informações presentes no texto permitem inferir que alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização).

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1679791 História
Antissemitismo

(Vera S. Regert, em 2007, adaptado)

No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho diferenciado daquele de que temos notícia no século XX. Os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo.

Entretanto, a influência "maléfica" atribuída aos judeus na Idade Média era entendida de forma periférica por aqueles que cultivavam esse preconceito, estando situada nas bordas sociais e espaciais e sendo relacionada diretamente com o aspecto teológico da cristandade em oposição ao judaísmo. Uma prova de que essa discriminação tinha um caráter exclusivamente religioso era a permissão para conversão religiosa de um judeu se ele se submetesse ao batismo cristão e renunciasse à sua "pervertida" religião. Esses motivos de aversão aos judeus, além de serem potencializados na Modernidade, vão ser acrescidos de outros fatores que inviabilizam a relação daqueles com os alemães no século XX: a raça como critério determinante de divisão entre esses dois povos (alemães e judeus). Ora, a raça é um elemento intrínseco ao povo judeu e, independentemente de quaisquer fatores, é imutável, pois está relacionada à descendência de cada indivíduo, à sua linhagem familiar.

Assim, os judeus, que jamais poderiam se tornar alemães, são considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderá ser “salva” mediante o extermínio desses invasores e traidores. Essas ideias, na verdade, funcionaram como álibis e argumentos para justificar a perseguição aos judeus e convencer a sociedade da “necessidade” de seu sacrifício no Holocausto.

O antissemitismo não foi apenas uma manifestação isolada no espaço e tempo germânicos modernos, mas é, historicamente, desde a Idade Média até o Século das Luzes, uma ideia compartilhada tanto pela elite e pessoas importantes quanto pelas comuns. Alguns pesquisadores classificam o antissemitismo como um modelo cognitivo de “crenças, pontos de vista e valores que estruturam a conversação da sociedade, que, edificado socialmente, constituiu um aspecto integrante da cultura germânica e foi transmitido de geração a geração através das instituições responsáveis pela educação (família e demais entidades ligadas à socialização). Esse modelo cognitivo foi confirmado continuamente através dos contos folclóricos, da literatura, da imprensa popular, dos panfletos políticos e das caricaturas que forneciam uma imagem depreciativa sobre os judeus.

(Fonte: https://bit.ly/3nO37dK).

Nota: o presente texto possui a finalidade exclusiva de ser objeto de análise para a resolução de questões neste instrumento avaliativo. As informações ou opiniões aqui descritas não refletem a opinião do Instituto ADM&TEC. 
Leia o texto 'Antissemitismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No período medieval, o antissemitismo apresentou um cunho semelhante àquele de que temos notícia no início do século XX, pois em ambos os casos se construiu um sentimento de ódio contra o povo judeu exclusivamente por motivos religiosos, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. No início do século XX, os judeus foram considerados a causa central da desordem e da decadência da Alemanha pós-Primeira Guerra, que só poderia ser “salva” mediante o extermínio desses “invasores e traidores”, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

III. Na Idade Média, os judeus eram responsabilizados pelos mais diversos males e calamidades, acusados de serem o povo que “assassinou Jesus” e que fechou os ouvidos à “Boa nova” que Ele veio trazer ao mundo, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1620431 História
Um professor de História que deseja desenvolver a temática “o período entre guerras” com os alunos deverá fazê-lo através do seguinte conteúdo:
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Q1253160 História
Em relação ao nazismo, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1165744 História

“A violência do movimento nacional-socialista, com a ajuda de associações de defesa privadamente organizadas, tinha causado a quase completa dissolução do monopólio de força — sem o qual um Estado, a longo prazo, não pode funcionar — e destruiu a República de Weimar de dentro para fora (...) O plano da juventude nacionalista desses dias, que tinha frequentemente se unido para formar grupos de combate, era um tanto vago e negativamente definido. Ernst Jünger escreveu que nada tinha a ver com monarquia, conservadorismo, reação burguesa ou com o patriotismo do período guilhermino. Através da tomada do poder por Hitler, esse propósito negativo recebeu um rosto positivo. Assim, 30 de junho de 1934 foi o símbolo típico, quase paradigmático, do divisor de águas no desenvolvimento de um movimento revolucionário radical, que obteve êxito e cujos adeptos se converteram, então, de destruidores do Estado em representantes do Estado”.

ELIAS, N. Os alemães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997, p. 208).


O nazismo é um dos grandes temas do século XX, ainda gerando perplexidades e espanto hoje em dia. Sobre o esse fenômeno e seu correlato, fascismo, é INCORRETA a seguinte afirmação:

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Q2941333 História

A Organização das Nações Unidas – ONU – trata de questões que ultrapassam as fronteiras nacionais e que não podem ser resolvidas dentro de cada país. Desde sua criação, em 1945, a ONU é mediadora de conflitos prezando pela manutenção da paz entre os povos do mundo a fim de melhorar a vida das pessoas. Uma das lutas da ONU é sobre a discriminação racial.

De acordo com a ONU, podemos dizer sobre o tema que:

1. Ocorrem movimentos extremistas e racistas que são baseados em ideologias que estão se espalhando pelo mundo e alimentando o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância e que visam muitas vezes aos migrantes e refugiados, bem como às pessoas afrodescendentes.

2. A Assembleia Geral das Nações Unidas considera que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos e têm potencial para contribuir para o desenvolvimento e o bem-estar de suas sociedades.

3. A ONU instituiu o dia 21 de março o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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Q2711026 História

Sob a liderança de Vladimir Lênin, acreditavam que o governo deveria ser diretamente controlado pelos trabalhadores. Com isso, a revolução proletária seria a responsável direta pelas transformações que modernizariam a economia russa e dariam fim aos contrates sociais que marcavam o país. Desse modo, a revolução na Rússia teria uma condução particular àquilo que fora proposto pelo Marxismo.

O texto acima refere-se ao grupo político

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Q2711024 História

Assinale a alternativa que não apresenta acontecimentos do chamado Período entre Guerras.

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Q2711014 História

Analise as afirmativas a seguir sobre o New Deal, plano econômico criado por Stanley Roosevelt nos Estados Unidos.

I. O New Deal buscava resolver este problema através da fiscalização sobre os estoques das empresas, para que estes não aumentassem a ponto de gerar risco operacional delas, levando-as à falência. Os preços das mercadorias também foram controlados pelo governo, a fim de evitar o aumento da inflação.

II. Através do New Deal, o governo dos EUA investiu, principalmente, na construção de obras de infraestrutura (pontes, rodovias, aeroportos, usinas, hidrelétricas, barragens, portos, entre outras). Os investimentos também foram para a construção de hospitais, escolas e outros equipamentos públicos.

III. Em suma, o New Deal buscava dar “um passo para trás, para depois dar dois à frente”. Ou seja, passada a “Grande Depressão”, a meta era reaquecer a economia através do Capitalismo e, logo em seguida, ampliar o conjunto de ações socialistas para estabilizar a economia.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

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Q2711000 História

A respeito das inovações tecnológicas utilizadas na I Guerra Mundial, analise as afirmativas a seguir.

I. Os tanques de guerra foram bastante utilizados durante o período da Primeira Guerra Mundial. Sendo que um dos primeiros modelos foi o Mark I que possuía dois canhões. Além do Mark I, vários outros modelos de tanques de guerra eram utilizados, sendo muitos construídos basicamente com peças de tratores.

II. Os primeiros projetos de helicópteros remontam à Idade Média, mas foi somente durante a Primeira Guerra que eles ganharam vida, com a introdução do Focke-Wulf Fw 61, da Alemanha, o primeiro operacional da História, e com o Flettner Fl 282, o primeiro produzido em série. Como a tecnologia ainda estava em desenvolvimento, eles eram usados para fins de observação, transporte e evacuação médica.

III. Os fuzis usados a partir de 1914 podiam disparar 20 balas por minuto, em vez de três, como em 1870. Foi feito um uso massivo da metralhadora e a artilharia pesada ganhou especial importância. Além disso, no conflito, foram usados pela primeira vez os gases tóxicos, a aviação, os tanques e os submarinos.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

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Q2702767 História

Abaixo você pode observar trechos da versão original e a tradução da canção italiana Bella Ciao.


Bella Ciao

Una mattina mi son' svegliato

O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao

Una mattina mi son' svegliato

E ho trovato l'invasor

O partigiano, portami via

O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao

O partigiano, portami via

Ché mi sento di morir

[...]

E quest' è il fiore del partigiano

O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao

E quest'è il fiore del partigiano

Morto per la libertà

[...]


Querida, Adeus

Uma manhã, eu acordei

Querida, adeus! Querida, adeus! Querida,

adeus, adeus, adeus!

Uma manhã, eu acordei

E encontrei um invasor

Oh, membro da Resistência, leve-me embora

Querida, adeus! Querida, adeus! Querida,

adeus, adeus, adeus!

Oh, membro da Resistência, leve-me embora

Porque sinto que vou morrer

[...]

E essa será a flor da Resistência

Querida, adeus! Querida, adeus! Querida,

adeus, adeus, adeus!

E essa será a flor da Resistência

Daquele que morreu pela liberdade

[...]

Atualmente a indústria cultural tem-se utilizado desta canção de diversas maneiras, como trilha sonora, com releituras e como canção política. Levando em conta o significado desta letra e seu primeiro uso, a utilização fora do contexto original pode contribuir:

Alternativas
Q2702761 História

No dia 11 de novembro de 2018 completaram 100 anos do armistício da 1ª Grande Guerra ou 1ª Guerra Mundial. As celebrações na Europa são para que eventos como as grandes guerras não mais aconteçam. Sobre o conflito inaugural do breve século XX de acordo com Eric Hobsbawm, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2702750 História

Em 2018 rememoramos os 50 anos da Primavera de Praga, um movimento de libertação político e intelectual ocorrido na Tchecoslováquia em meados de 1968. Sobre este fenômeno histórico, é possível afirmar que:

Alternativas
Respostas
121: E
122: B
123: A
124: A
125: A
126: D
127: D
128: D
129: C
130: A
131: E
132: A
133: E
134: C
135: E
136: D
137: D
138: B
139: A
140: A