Questões de Concurso
Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, p. 89. Adaptado)
Segundo Marina de Mello e Souza, as relações entre os africanos e os crioulos, entre outras formas, caracterizavam-se
(...) na segunda fase do povoamento, posterior às guerras holandesas, (...) o afluxo imigratório de Portugal aumenta consideravelmente.
(Caio Prado Junior. Formação do Brasil contemporâneo, p. 83)
Esse aumento considerável do fluxo emigratório, de Portugal para o Brasil, foi uma das decorrências
Cabe esclarecer que o juiz de órfãos era, neste caso, d. Francisco Rendon de Quebedo, morador novo em São Paulo, pois aqui chegou depois de 1630 e o inventário data de 36. Isso explica como, embora residente na capitania, tivesse necessidade de intérprete para uma língua usual entre a população.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, p. 125-6. Adaptado)
O episódio pode ser explicado
(BUENO, E. Brasil: uma história. São Paulo: Leya, 2010)
A respeito da escravidão, é possível afirmar que:
Leia as afirmativas a seguir.
I. Os primeiros habitantes de Florianópolis foram os índios Tupis-Guaranis, que lhe deram as primeiras nominações: Miembipe e Jurerê Mirim.
II. Mais tarde, os bandeirantes, juntamente com Francisco Dias Velho, fundaram a povoação de Nossa Senhora do Desterro. Para mantê-la, o governo português enviou aproximadamente cinco mil colonos saídos das ilhas dos Açores e Madeira.
III. No ano de 1894, em uma homenagem a Floriano Peixoto, a cidade recebeu a atual denominação Florianópolis.
Está correto o que se afirma em:
“Meu Senhor, nós queremos paz e não queremos guerra; se meu senhor também quiser nossa paz há de ser nessa conformidade, se quiser estar pelo que nós quisermos, a saber. Em cada semana nos há de dar os dias de sexta-feira e de sábado para trabalharmos para nós, não tirando um destes dias por causa de dia santo. Para podermos viver nos há de dar rede, tarrafa e canoas. Não nos há de obrigar a fazer camboas, nem a mariscar, e quando quiser fazer camboas e mariscar mande os seus pretos Minas. Faça uma barca grande para quando for para Bahia, nós metermos as nossas cargas para não pagarmos fretes.(...) A tarefa de cana há de ser de cinco mãos, e não de seis, e a dez canas em cada feixe.(...) Os atuais feitores não os queremos, faça a eleição de outros com a nossa aprovação.(...) Os marinheiros que andam na lancha além de camisa de baeta que se lhe dá, hão de ter gibão de baeta, e todo vestuário necessário. O canavial do Jabirú o iremos aproveitar por esta vez, e depois há de ficar para pasto porque não podemos andar tirando canas por entre mangues. Poderemos plantar nosso arroz onde quisermos, e em qualquer brejo, sem que para isso peçamos licença, e poderemos cada um tirar jacarandás ou qualquer pau sem darmos parte para isso. A estar por todos os artigos acima, e conceder-nos estar sempre de posse da ferramenta, estamos prontos para o servirmos como dantes, porque não queremos seguir os maus costumes dos demais Engenhos. Poderemos brincar, folgar, e cantar em todos os tempos que quisermos sem que nos impeça e nem seja preciso licença.”
A estratégia colonizadora acima mencionada denomina-se
A transferência da Corte para a América portuguesa foi aventada em diferentes crises anteriores à de 1808, como estratégia para manutenção da soberania do pequeno reino ibérico frente às potências europeias.