Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q2043174 História
Sobre a história do Brasil, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando período e fato histórico:

Primeira coluna: Períodos 1- Período Colonial 2- Período Imperial 3- Período Republicano

Segunda Coluna: Fatos históricos ( ) Abertura dos Portos ( ) Batalha do Guararapes ( ) Construção de Brasília ( ) Assinatura da Lei Áurea ( ) Regência Trina e Una ( ) Ciclo da exploração do ouro

Assinale a alternativa que indica a associação correta das colunas: 
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Q2043171 História
Muitas capitais brasileiras merecem destaque, seja por sua participação na economia do País, seja por sua concentração populacional ou pelo seu contexto histórico. Isso posto, considere as características abaixo:

1- A cidade possui um importante acervo histórico e arquitetônico, além de suas belezas naturais que atraem vários turistas. 2- Foi a primeira capital do Brasil e possui belas construções do período colonial. 3- É uma cidade histórica com importantes marcos arquitetônicos do período áureo da borracha. 4- A cidade viveu um breve período holandês, mas com grandes contribuições à arquitetura, ao urbanismo e ao paisagismo, principalmente no período da administração do Conde Maurício de Nassau. 5- É uma das cidades mais quentes do País e está situada exatamente no centro da América do Sul.

Assinale a alternativa que apresenta, na ordem, as capitais brasileiras que correspondem às características acima:
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Q2027718 História

No início do processo de apropriação colonial no Brasil, as formas de interação do colonizador com o meio se deram através de algumas atividades econômicas, conforme expressas a seguir:  


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Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2019 - SEE-AC - Professor - História |
Q2026650 História
A existência da escravidão e do comércio de pessoas como constituintes de várias sociedades africanas foi por muito tempo ignorada ou menosprezada pela  historiografia brasileira que, como apontou Maneio Florentino, a despeito de pensar "o tráfico como um fluxo contínuo e barato questionou o porquê de o continente negro ter oferecido escravos durante uma longuíssima duração a custos tão baixos". Florentino, baseado em vários estudiosos, concorda que o "tráfico atlântico se ligava ao interno da África, o que tem levado alguns autores a admitir que a viabilização do primeiro não pode ser entendida sem a existência do segundo". SOUZA, M. de M.Reis negros no Brasil escravista: história da festa de coroação de rei Congo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002, P 116.
O texto indica a existência "de escravidão e do comércio de pessoas como constituintes de várias sociedades africanas". Podemos indicar como a principal diferença entre a escravidão nas sociedades africanas e a escravidão na América colonial, o fato de que na África os escravos:
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Q2007080 História
Sobre a resistência escrava no Brasil Colônia, assinale a alternativa CORRETA.
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Q2007077 História
A expressão quilombo vem sendo sistematicamente usada desde o período colonial. Ney Lopes afirma que “quilombo é um conceito próprio dos africanos bantos, que vem sendo modificado através dos séculos” (...) Quer dizer acampamento guerreiro na floresta, sendo entendido ainda em Angola como divisão administrativa”. Sobre o Quilombo dos Palmares, assinale a alternativa CORRETA.
(http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_04/N2/Vol_iv_N2_333-354.pdf)
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Q1896023 História
Foi um conflito entre colonizadores e ameríndios que ocorreu entre os anos de 1555 e 1673.Nos territórios atuais da Bahia e do Espírito Santo. Foi resultado de conflitos iniciais de tentativa de escravização das populações indígenas e das entradas e bandeiras para extração e ocupação. De qual conflito trata o texto.
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Q1832332 História
O “abolicionismo”, segundo o Dicionário Houaiss da língua portuguesa, significa “conjunto de princípios e medidas adotados para extinguir a escravidão”. Neste sentido, o abolicionista é aquele que “prega ou defende o abolicionismo”. No Brasil, e em especial entre os anos de 1871 até 1888, houve um forte movimento abolicionista. São características deste movimento 
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Q1832327 História
Segundo José Ramos Tinhorão, estudioso das festas populares no Brasil colonial, nasceu no século XVIII uma “moderna forma de evento público”, os chamados “desfiles sobre rodas de alegorias barrocas”. Este novo formato atingiu alta popularidade em Minas Gerais, onde a chamada “exuberância barroca” ostentava, de forma simbólica e espetacular, “o poder religioso ou real perante os olhos do público”. (Trechos retirados de TINHORÃO, José Ramos. As festas no Brasil Colonial. São Paulo: Editora 34, 2000, p. 105).
Este simbolismo barroco, festivo e moderno no mundo colonial português no Brasil objetivava simbolicamente relacionar e unir dois mundos, a saber o de
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Q1822722 História
Quanto ao papel da Igreja Católica na colonização da América, pode ser constatado/a:
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Ano: 2019 Banca: ESPM Órgão: ESPM Prova: ESPM - 2019 - ESPM - Vestibular 2020/1 - RS |
Q1788912 História
Três monarcas governaram Portugal durante o século XVIII. O longo reinado de Dom João V cobriu a primeira metade do século, durante a qual fluíram grandes riquezas para Lisboa, vindas dos territórios brasileiros, a ‘vaca leiteira’ de Portugal, como tão pitorescamente descreveu o professor Charles Boxer o papel da América Portuguesa nesse período. Em 1750 Dom João V foi sucedido por seu filho Dom José I, cujo reinado se assinalou pela longa predominância do Marques de Pombal nos assuntos de Estado e pelo reinado da devota, e mais tarde louca, Dona Maria I, que sucedeu ao seu pai em 1777.
(Kenneth Maxwell. Marques de Pombal: paradoxo do Iluminismo)
A partir da leitura do texto e tendo em conta a relação entre a política de Marques de Pombal e o Brasil, assinale a alternativa que apresente a grande riqueza que fluía para Portugal levada do território brasileiro, bem como uma medida da administração pombalina com impacto na exploração de tal riqueza:
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Q1781462 História

O mapa apresenta algumas das expedições que, já em meados do século XVI, embrenharam-se pelo interior da colônia portuguesa, em especial as empreendidas pelos bandeirantes paulistas a partir do século XVII, que visavam, entre outros objetivos, o apresamento de nativos, e que foram fundamentais para o processo de interiorização e expansão do território.

Bandeiras e Expedições de Apresamento (1550-1720)

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 MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo.

São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 13. (Adaptado).

Com base na análise do mapa e considerando outros conhecimentos sobre o assunto, pode-se afirmar corretamente que:

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Q1765551 História

Estruturação do Domínio Oligárquico no Brasil


Qual era o destino do ouro extraído das minas do Brasil?

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Q1757968 História
A escravidão na América: o tráfico de escravos e a escravização de populações africanas. Coloque V para Verdadeiro e F para falso, sobre o tema proposto. ( ) Na Idade Moderna, no contexto da expansão marítima europeia, surgiu uma nova forma de escravidão. Populações africanas foram escravizadas para a exploração de riquezas coloniais. ( ) Inicialmente eram vendidos na Europa, mas a partir do século XVI também na América. ( ) Sob o comando das Coroas europeias, no caso da colônia portuguesa, pode-se afirmar que esse negócio foi tão ou mais rentável do que a economia açucareira. ( ) Na verdade, uma atividade ligava-se a outra, pois Portugal obtinha lucros com a venda do açúcar na Europa e a venda dos escravos obtidos na África para os senhores de engenho em sua própria colônia. ( ) O tráfico de escravos já existia na África antes de os portugueses iniciarem seu processo de conquista no século XV. Indique a alternativa que completa de forma correta a questão.
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Q1738959 História
Pois quanto ao serviço de Sua Alteza, que Deus guarde, é cousa muita o que se mostrou sempre zeloso tanto assim que em muitas ocasiões se lhe ouviu dizer, que todos tinham a obrigação de servir a seu Príncipe debaixo do encargo de pecado mortal. E melhor o mostrou com o exemplo em todas as ocasiões em que se ofereceram do real serviço em que sempre assistiu sempre tão pontual assim como sua pessoa como sua fazenda que parece não tinha nascido no mundo para outra cousa mais que para solicitar o aumento da Real Coroa.
LEME, Garcia Rodrigues Paes, citado por: ALMEIDA, Carla M. C. de; OLIVEIRA, Mônica R. de. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial, 1580-1720. Vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, p. 285-286.
Esse texto é um trecho do requerimento de Garcia Rodrigues Paes Leme, filho de Fernão Dias, ao Rei de Portugal, provavelmente datado da década de 1680. Por meio de sua leitura, é possível compreender como se estabeleciam as relações entre os indivíduos, particularmente entre súditos e rei, no Antigo Regime.
Sobre essas relações, é correto afirmar:
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Q1730088 História
O corpo escravo se constitui assim como o horizonte fantasmático universal das relações sociais, como se o colonizador tivesse conseguido instaurar sua exploração do corpo da terra como metáfora última das relações sociais. E, de fato, o corpo escravo é onipresente. Os jornais nos falam regularmente da escravatura que ainda existe e que a polícia persegue. E há aquela que a polícia não persegue. Um mal-estar permanente nas classes privilegiadas, com relação às condições de indigência de uma grande parte da população, manifesta o sentimento de que algo, no vínculo empregatício, ainda participe ou possa participar da escravatura. (CALLIGARIS, Contardo. Hello, Brasil! – psicanálise da estranha civilização brasileira. São Paulo: Três Estrelas, 2017)
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
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Q1730087 História
Foi só com a proximidade do fim da escravidão e da própria monarquia que a questão racial passou para a agenda do dia. Até então, enquanto “propriedade”, o escravo era por definição “o não-cidadão”. No Brasil, é, portanto, com entrada das teorias raciais que as desigualdades sociais se transformam em matéria da natureza. (SCHWARCZ, Lilian Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. In.: SCHWARCZ, Lilian. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.186)
A discussão sobre a “questão racial” no Brasil, após abolição da escravidão, revestiu-se
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Q1730067 História
Em 1808, como consequência da invasão francesa a Portugal, chega a família real ao Brasil. D. João, o príncipe regente, sua mãe, D. Maria, e ainda fidalgos, oficiais, clérigos, açafatas, que os acompanham nessa desdita que marca o fim do período colonial. A capital do vice-reino terá de absorver todo esse “povo” e acomodar várias secretarias [...].Como manter essa corte e a ampliação do aparelho burocrático com a penúria do tesouro real ?
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
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Q1730058 História
A diversidade foi a principal característica do comércio na América Portuguesa o que gerou um amplo espectro de tipos de comerciantes, de atividades e de estabelecimentos. Os comerciantes compunham, portanto, uma camada heterogênea [...].
(VENÂNCIO, Renato Pinto e FURTADO, Júnia Ferreira. Comerciantes, tratantes e mascates. In: DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: 2000, p.95)
Um fator que explica a diversidade da camada dos comerciantes na América Portuguesa está associado
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Q1730057 História
Móbil, instável, e mais ainda dispersa, a população na Colônia devia provavelmente angustiarse diante da dificuldade desedimentar laços primários. E note-se que essa dispersão decorre diretamente dos mecanismos básicos da colonização de tipo plantation.
(NOVAIS, Fernando A.Condições da privacidade na colônia. IN: NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.21)
A relação mencionada no texto resulta
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: D
1023: E
1024: B
1025: B
1026: C
1027: B
1028: C
1029: C
1030: C
1031: A
1032: D
1033: C
1034: B
1035: C
1036: B
1037: B
1038: E
1039: B
1040: D