Questões de Concurso
Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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1. Início da Segunda Guerra Mundial 2. Revolução de 1930 3. Independência do Brasil 4. Criação oficial do Estado de Israel 5. Final da Guerra do Paraguai 6. Inconfidência Mineira
Assinale a alternativa que mostra a sequência dos fatos acima, em ordem cronológica, do mais antigo para o mais recente.
Assinale a alternativa em que os dois fatos citados podem ser corretamente apontados como consequência dos fatos relatados no texto.
‘A população da colônia viveu em sua grande maioria no campo. As cidades cresceram aos poucos e eram dependentes do meio rural, a própria capital da Colônia foi descrita por Frei Vicente de Salvador, no século XVI, como ‘cidade esquisita, de casas sem moradores, pois os proprietários passavam mais tempo em suas roças rurais, só acudindo no tempo das festas’. Um padre jesuíta refere-se à pobreza da pequena São Paulo, no século XVII, como resultado da constante ausência de habitantes”.
Com base no texto e em seus conhecimentos, assinale a alternativa incorreta.
A historiografia indica que a Lei do Ventre Livre teve baixo impacto e pouca relevância na história da escravidão no Brasil império.
A expressão “Brasis”, no contexto referido, está relacionada com
Considerando o excerto e as discussões do artigo citado, é correto afirmar que
Para o autor do artigo citado, a Inconfidência Mineira era
O controle político exercido por Nassau na região se notabilizou pela(o):
“As esmeraldas de Minas matavam os homens ‘de esperança e febre/ e nunca se achavam/ e quando se achavam/ eram verde engano’, como afirmou mais de dois séculos depois o poeta Carlos Drummond de Andrade, ao recordar a aventura de Fernão Dias; a localização da refulgente montanha de pura prata continuava incerta, e sua empresa não rendera sequer uma peça de ouro à Coroa em Lisboa. [...]”
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma Biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 113.
Sobre a expedição de Fernão Dias Paes, é correto afirmar:
“[...] Em 1548, D. João III decidiu estabelecer um novo controle régio, nomeando um governador-geral e outros representantes da Coroa que viriam residir na colônia. [...] Salvador virou a sede do novo governo, da Suprema Corte e dos principais agentes fiscais do rei. [...] No entanto, a despeito das tentativas da metrópole de controlar a colônia, a descentralização era evidente. [...]”
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma Biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 67.
Segundo as autoras do trecho destacado, as tentativas de centralizar as atividades de controle da colônia tomadas pela Coroa portuguesa, resultaram em insucesso porque: