Questões de Concurso
Sobre imperialismo e colonialismo do século xix em história
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(__)A Doutrina Monroe, formulada em 1823, opunha-se à abertura do continente americano a novas colonizações europeias, mas não propunha a eliminação imediata das colônias já existentes no hemisfério.
(__)O Corolário Roosevelt ampliou o alcance da Doutrina Monroe ao sustentar que os Estados Unidos poderiam exercer uma espécie de "poder de polícia" no hemisfério para evitar pretextos de intervenção europeia em países latino-americanos.
(__)A política do "Big Stick" distinguiu-se do Corolário Roosevelt por rejeitar a coerção naval e por privilegiar exclusivamente meios diplomáticos e arbitrais na relação com a América Latina.
(__)O apoio dos Estados Unidos à separação do Panamá em relação à Colômbia vinculou-se ao interesse estratégico de obter condições favoráveis para construir e controlar a zona do canal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"A coisa está feita; o prego está pregado, a América espanhola é livre; e se não negligenciarmos tristemente os nossos assuntos, é inglesa."
(GALEANO, Eduardo H. As veias abertas da América Latina. Porto Alegre: L&PM, 2012, p. 278.)
A partir dessa citação e da análise do autor sobre o papel da Grã-Bretanha no século XIX, analise as afirmativas a seguir:
I.A Grã-Bretanha utilizou a doutrina do livre-câmbio para inundar os mercados latino-americanos com manufaturas, o que resultou na ruína das indústrias domésticas e oficinas artesanais locais.
II.O endividamento externo tornou-se um mecanismo de dependência, com empréstimos britânicos que hipotecaram o destino das novas nações e garantiram o controle financeiro por Londres.
III.A construção de ferrovias na região visava integrar as diversas províncias interiores entre si, promovendo a formação de um mercado nacional autônomo.
IV.A política aduaneira argentina, após a independência, foi marcada por um protecionismo que buscava preservar a produção têxtil do interior contra a concorrência estrangeira.
É correto o que se afirma em:
O imperialismo, especialmente entre o final do século XIX e o início do século XX, esteve associado à expansão territorial, econômica e político-militar de potências industriais sobre regiões da África, Ásia e Oceania, articulando interesses de mercado, disputas geopolíticas e justificativas ideológicas. Considerando esse processo histórico, analise as afirmativas a seguir.
I. O imperialismo relacionou-se à busca por mercados consumidores, matérias-primas e áreas de investimento, em um contexto de industrialização e concorrência entre potências capitalistas.
II. A expansão imperialista foi legitimada por ideologias como a "missão civilizadora" e o racismo científico, que hierarquizavam povos e culturas e justificavam a dominação colonial.
III. O imperialismo do final do século XIX foi um fenômeno exclusivamente econômico, sem relação relevante com estratégias militares, disputas territoriais ou prestígio internacional entre Estados.
IV. A partilha colonial intensificou tensões internacionais e rivalidades entre potências europeias, contribuindo para a formação de alianças e para a escalada de conflitos que culminariam na Primeira Guerra Mundial.
Assinale a alternativa correta.
HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito, realidade. Cambridge: Cambridge University Press, 1990.
Durante a Idade Moderna, os Estados começaram a se configurar espacial e politicamente e esse processo só se consolidou no século XIX. Sobre o movimento nacionalista do século XIX, julgue os itens e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. Os envolvidos nos projetos nacionalistas do século XIX resgataram tradições e narrativas do passado para criar um sentimento de identificação entre as populações que eles queriam organizar em um Estado-nação.
II. Os movimentos nacionais europeus surgiram como projetos de pequenas elites intelectuais, antes de ganharem alcance junto aos movimentos de massa.
III. Com o objetivo de aumentar os seus territórios e suas riquezas, os países europeus utilizaram os nacionalismos para legitimar seu expansionismo territorial e comercial.
Com relação à construção da Alemanha e da Itália como Estados nacionais, julgue o item subsequente.
O Irredentismo italiano foi um movimento político e nacionalista que permitiu o processo de unificação da Itália, chegando também a contribuir decisivamente para a unificação alemã.
Com relação à construção da Alemanha e da Itália como Estados nacionais, julgue o item subsequente.
No início da década de 1870, o novo Estado alemão se beneficiou do pagamento de indenizações de guerra pela França.
Com relação à expansão europeia de fins do século XIX e início do século XX, julgue o item a seguir.
A corrida por colônias na África e na Ásia provocou situações de conflito e tensão diplomática entre potências europeias.
Com relação à expansão europeia de fins do século XIX e início do século XX, julgue o item a seguir.
O imperialismo europeu ocorreu em meio a transformações políticas e econômicas na Europa, como a Segunda Revolução Industrial, a formação de novos Estados nacionais e a consolidação do capitalismo industrial e financeiro.
Com relação à expansão europeia de fins do século XIX e início do século XX, julgue o item a seguir.
Devido à atuação do chanceler Otto von Bismarck, o Império Alemão manteve-se afastado de todas as disputas imperialistas com outros países até o início das Guerras Balcânicas, em 1912.
O Imperialismo do século XIX representou uma fase de intensa expansão das potências europeias, dos Estados Unidos e do Japão sobre vastas regiões da África e da Ásia. Impulsionado pela busca por mercados consumidores, fontes de matérias-primas e áreas de investimento, esse processo foi legitimado por ideologias como o racismo científico, o etnocentrismo e o darwinismo social, que justificavam a dominação como uma "missão civilizatória" dos povos considerados superiores.
A respeito do Imperialismo do século XIX e suas justificativas ideológicas, é correto afirmar que:
Analise a imagem a seguir.

A fonte imagética está relacionada a um discurso que serviu para legitimar o neocolonialismo, sustentando a ideia de que os valores culturais imperialistas representavam o modelo mais avançado de humanidade. Essa narrativa é historicamente identificada como