Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q3724983 História
Batalha da Segunda Guerra Mundial que contou com a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e completou 80 anos em 2025: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Filosofia |
Q3723344 História
Analise o quadro a seguir:

Ideologias:
- Nacionalismo exacerbado;
- Totalitarismo: não democrático;
- Partido único;
- Culto à personalidade do líder;
- Anticomunismo;
- Corporativismo;
- Expansionismo;
- Militarismo.

Fatores:
- Não atendimento de reivindicações territoriais pós 1ª Guerra Mundial (Itália tinha mudado para o lado da Tríplice Entente para ganhar territórios);
- Nacionalismo;
- Crise econômica;
- Inflação;
- Desvalorização da moeda;
- Desemprego;
- Superpovoamento;
- Revoltas, guerras, invasões.

Ascensão:
- 1919: Fundação do partido;
- Líder: Benedito Mussolini;
- Camisas negras: paramilitares;
- Extrema direita;
- Perseguição aos adversários;
- 1922: Marcha sobre Roma, passeata para mostrar o poder do governo.

Governo:
- Partido único (eliminação da oposição);
- Fim da Legislação;
- Corporações; Carta do Trabalho (1927);
- Obras públicas, agricultura, indústria;
- Tratado de Latrão (1929): acordo entre o Estado e a Igreja, soberania do Vaticano;
- Expansionismo: invasão da Etiópia (1935).

O quadro refere-se à seguinte ideologia política:
Alternativas
Q3722267 História

Quando o grupo Hamas lançou a noticiada ofensiva contra Israel em 2023, surpreendendo não apenas Israel, mas também os países ocidentais hegemônicos, o conflito que se seguiu foi comparado com outro conflito entre árabes e israelenses, quando o elemento surpresa desmistificou a superioridade bélica israelense. O conflito comparado ao estopim da invasão atual ficou conhecido como:

Alternativas
Q3722265 História

O poema a seguir é parte da obra “Quero acordar a alva”, do poeta e jornalista angolano José Luís Mendonça, escrita em 1997:



1974


Quimbanguleiros de todos os musseques


erguem o verde despertar das cidades


com blindagens de óleo palma


no eco encardido das nádegas



1994


Nossas crianças roem os dentes


neste céu etílico de balas perfumadas



2004


Nossa Senhora Santa Ana da Muxima


ainda marmoriza o país do rio Bengo


mas os deuses já não escarram mais o mel


da angústia em nossas bocas de papel 



Em relação ao processo de descolonização e consolidação de Angola, as três datas e os contextos apresentados fazem referência respectivamente:

Alternativas
Q3722264 História

O trecho a seguir é base para a resolução da próxima questão.



“Na década de 1950, os Estados Unidos reduziram suas importações de açúcar cubano, o que diminui os lucros da grande burguesia açucareira de Cuba. A saída seria abrir relações comerciais com a URSS e outros países socialistas. O governo Batista, entretanto, havia rompido com o mundo socialista e, devido à Guerra Fria, recusava-se a atender aos pedidos da burguesia açucareira de comerciar com os mercados socialistas. Com isso, desde 1958, a ditadura de Batista perdeu o apoio dessa classe, que era sua principal base de sustentação.


Em 1950 surgiu o Partido Ortodoxo, de ideias democráticas, liberais e nacionalistas, que acreditava no sucesso de uma campanha democrática, em bases eleitorais, mas Batista impediu a realização das eleições. Para muito oposicionistas, como o advogado Fidel Castro, ficou claro que o fim do regime seria conseguido apenas pela luta armada.”


AQUINO, R, et al. História das Sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.517-18.

Considerando a cronologia da Revolução Cubana, os fatos imediatamente subsequentes ao contexto relatado foram:

Alternativas
Q3722263 História

O trecho a seguir é base para a resolução da próxima questão.



“Na década de 1950, os Estados Unidos reduziram suas importações de açúcar cubano, o que diminui os lucros da grande burguesia açucareira de Cuba. A saída seria abrir relações comerciais com a URSS e outros países socialistas. O governo Batista, entretanto, havia rompido com o mundo socialista e, devido à Guerra Fria, recusava-se a atender aos pedidos da burguesia açucareira de comerciar com os mercados socialistas. Com isso, desde 1958, a ditadura de Batista perdeu o apoio dessa classe, que era sua principal base de sustentação.


Em 1950 surgiu o Partido Ortodoxo, de ideias democráticas, liberais e nacionalistas, que acreditava no sucesso de uma campanha democrática, em bases eleitorais, mas Batista impediu a realização das eleições. Para muito oposicionistas, como o advogado Fidel Castro, ficou claro que o fim do regime seria conseguido apenas pela luta armada.”


AQUINO, R, et al. História das Sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.517-18.

A análise do trecho destacado, à luz das diferentes correntes historiográficas, leva a sua associação à determinada vertente, em acordo com a seguinte justificativa: 

Alternativas
Q3722262 História

Considerando que uma guerra se superpõe às múltiplas dimensões da vida humana e que as guerras de grandes proporções afetam todas as sociedades com elas relacionadas, as macroestruturas sociais e econômicas tendem a ser transformadas ao longo desses conflitos. Todavia, há também uma dimensão cotidiana que impacta as vidas privadas. Um elemento que representa uma articulação de mudanças integradas desses dois níveis (as estruturas e o cotidiano) ao longo da Segunda Guerra Mundial e condizente com a correção dos fatos históricos está apresentado na seguinte alternativa:

Alternativas
Q3722261 História

“Em um sentido estrito, os Humanistas são os letrados profissionais, geralmente provenientes da burguesia, eclesiásticos, professores universitários, médicos, funcionários, por vezes publicistas, a serviço de uma casa editora, que exprimem a tendência da sociedade e lhe fornecem suas ferramentas intelectuais.”


MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII IN História Geral das Civilizações. São Paulo, Difusão Europeia da Livro, 1970. p.24



Entre os elementos do movimento descrito, aquele que perdurou como referência do pensamento ocidental, desde sua gênese, é: 

Alternativas
Q3722251 História
São profícuas desde o último quarto do século XX as discussões sobre a História do Cotidiano, havendo diferentes olhares acerca desta concepção. Expoentes autores associados à Nova História e à História das Mentalidades discorreram teoricamente sobre ela, seja a respeito de sua cientificidade, seja a respeito de seus métodos. A alternativa que apresenta o autor e a explicação conceitual associada corretamente aos pressupostos desta forma de se conceber a História é a seguinte:  
Alternativas
Q3722248 História

O texto da reportagem a seguir é base para a questão.


Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.


POR TORY, 19.11.2015


Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.


Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.


Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.


Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

O gênero autobiográfico pode assumir caráter documental importante para o estudo do passado. Seu emprego como fonte pode ser associado à seguinte vertente historiográfica em acordo com a respectiva justificativa:
Alternativas
Q3720857 História
Agón e paidiá são apresentados como dimensões do jogo. Em termos etimológicos, a palavra paidiá evocava o aspecto infantil de maneira tão intensa que dificilmente poderia ter sido aplicada às competições sérias que constituíam o núcleo central da vida social helênica. A palavra agón, por sua vez, definia a competição de um ponto de vista inteiramente diferente. Seu sentido original pode ser considerado como:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711555 História
        


 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.

MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Na intenção de aprofundar as reflexões sobre gênero, poder e representação, as professoras de História e Arte de uma escola de Ensino Médio envolveram seus estudantes na organização de uma exposição com imagens de mulheres africanas que atuaram em movimentos de resistência anticolonial. Entre as imagens escolhidas, estava essa foto das combatentes do PAIGC. Durante a semana da exposição, o pai de um estudante procurou a direção da escola para expressar sua insatisfação. Ele alegou que a atividade promovia a violência ao exibir imagens de mulheres com armas, o que, segundo ele, seria inadequado para o ambiente escolar. Em resposta, as professoras elaboraram uma justificativa para explicar a escolha da foto, argumentando que a atividade
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711554 História
        


 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.

MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Essa figura das combatentes do PAIGC, que participaram ativamente da luta de libertação contra os colonizadores portugueses nos anos 1960 e 1970, circulou em diversos jornais e revistas. Ela pode ser vista como um exemplo da presença ativa das mulheres na história e contribuiu na construção de uma memória social sobre a resistência anticolonial por parte das suas populações. Para abordar, em sala de aula, o papel das mulheres nos movimentos de libertação e na história africana, é necessário considerar que elas
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711551 História
 

ASSIS, L.; OLIVEIRA, T. Folha de São Paulo, 6 out. 202
Uma professora, ao propor aos estudantes uma atividade de leitura e análise crítica de fontes imagéticas, utiliza a charge que demonstra ironia por meio da propagação de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711544 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Com base no texto apresentado, qual proposta articula uma avaliação processual com a compreensão sobre a independência da Índia?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711543 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Um professor de História, do Ensino Médio, apresentou esse texto para discutir com os estudantes os desdobramentos globais após a Segunda Guerra Mundial, como o acirramento das lutas anticoloniais, que resultaram em independências de países da África e da Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã, que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711542 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Após abordar em suas aulas o imperialismo na Ásia entre os séculos XIX e XX, um professor de História de Ensino Médio realizou uma atividade para estimular uma postura crítica e investigativa. Com base no texto, o objetivo e a metodologia da atividade foram, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711540 História
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Um professor de História, do Ensino Médio, planejou uma aula sobre o imperialismo inglês na Índia, com base nas produções audiovisuais citadas no texto. Para estimular uma postura investigativa e científica, valorizando o protagonismo do estudante, a atividade deve
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711536 História
Ao abordar a questão da Palestina, um professor do Ensino Médio explicou para a turma que a forma de descrever um conflito não é neutra ou isenta, mas faz parte das disputas inerentes ao próprio conflito. Qual alternativa indica o objetivo comum entre Israel e Palestina na forma de descrever o conflito tratado?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711533 História

TEXTO 1

 

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do


trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.


São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2


A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.


ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.


Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Ao abordar a charge e o texto, uma professora solicitou aos estudantes do Ensino Médio que analisassem o contexto descrito. A política e a medida econômica que caracterizam o cenário apresentado são, respectivamente,
Alternativas
Respostas
1361: C
1362: C
1363: D
1364: A
1365: D
1366: A
1367: C
1368: B
1369: B
1370: A
1371: B
1372: B
1373: D
1374: C
1375: D
1376: A
1377: A
1378: B
1379: B
1380: C