Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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É CORRETO o que se afirma apenas em:
(bbc.com/portuguese/geral 2/5/2019)
Assinale a alternativa que apresente, respectivamente, uma das obras pintadas por Da Vinci, bem como um dos conhecimentos cultivados no Renascimento Cultural que ele contribuiu para desenvolver:
Cada cultura tem suas virtudes, seus vícios, seus conhecimentos, seus modos de vida, seus erros, suas ilusões. Na nossa atual era planetária, o mais importante é cada nação aspirar a integrar aquilo que as outras têm de melhor, e a buscar a simbiose do melhor de todas as culturas. A França deve ser considerada em sua história não somente segundo os ideais de Liberdade-Igualdade-Fraternidade promulgados por sua Revolução, mas também segundo o comportamento de uma potência que, como seus vizinhos europeus, praticou durante séculos a escravidão em massa, e em sua colonização oprimiu povos e negou suas aspirações à emancipação. Há uma barbárie europeia cuja cultura produziu o colonialismo e os totalitarismos fascistas, nazistas, comunistas. Devemos considerar uma cultura não somente segundo seus nobres ideais, mas também segundo sua maneira de camuflar sua barbárie sob esses ideais. (Edgard Morin. Le Monde, 08.02.2012. Adaptado.)
No texto citado, o pensador
contemporâneo Edgard Morin
desenvolve:
(https://g1.globo.com, 29/12/2017)
O monge alemão lembrado nas comemorações dos 500 anos da Igreja Protestante é:
Por sua contribuição à luta antirracista, o 18 de julho foi transformado pelas Nações Unidas (ONU) no Mandela´s Day, o Dia Internacional Nelson Mandela – pela liberdade, justiça e democracia, uma forma de lembrar a dedicação e seus serviços à humanidade, com forte atuação também no enfrentamento ao vírus HIV e na mediação de conflitos.
(http://agenciabrasil.ebc.com.br, 18/07/2018)
No que se refere à Mandela, neste ano de 2018, o
mundo comemorou:
Os principais elementos do Estado são: Território, Povo e Poder. Sobre as teorias sociológicas do Estado estas partem das contribuições de três sociólogos que se debruçaram para compreender o Estado e seus mecanismos institucionais, que possam garantir a ’coerção social". Ao longo da história sobre a evolução da sociedade o Estado se coloca a partir de diversas tipologias, em que representam a formação e ação do "poder coercitivo"no conjunto da sociedade. Essas tipologias podem ser descritas como: Estado feudal, Estado estamental, Estado absoluto e Estado representativo.
Nesse contexto podemos afirmar que:
Relativamente ao cenário mundial da atualidade, julgue o item.
Ao ser desbancado de sua posição de fonte geradora de energia, o petróleo acabou por propiciar algo até então inimaginável: a plena estabilidade política do Oriente Médio, com o fim dos conflitos na região e a resolução do histórico problema palestino.
Passante, não chores a minha morte. Se eu vivesse, tu estarias morto.
Disponível em: www.wikipedia.org/epitafio. Acesso em: 03 nov. 2020.
O texto citado é um epitáfio que a tradição popular atribuiu a Robespierre. Esse epitáfio, como documento de uma memória coletiva, revela a
Marx, Freud, Einstein, todos transmitiram a mesma mensagem para a década de 20: o mundo não era o que parecia ser. Os sentidos, cujas percepções empíricas moldaram as nossas ideias de tempo e espaço, certo e errado, lei e justiça, e a natureza do comportamento do homem não eram confiáveis. Além disso, a análise marxista e freudiana se juntaram para minar, cada uma a sua maneira, o sentimento de responsabilidade pessoal e de dever para com o código da verdadeira moral, que era o centro da civilização europeia do século XIX.
JOHNSON, P. Tempos modernos. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1990. p. 9.
A obra do filósofo alemão Karl Marx contribuiu para minar o sentimento de responsabilidade pessoal com o código moral vigente na sociedade europeia ao mostrar que
O vínculo entre os legionários e o comandante começou progressivamente a assimilar-se ao existente entre patrão e cliente na vida civil: a partir da época de Mário e Sila, os soldados procuravam os seus generais para a reabilitação econômica, e os generais usavam os soldados para incursões políticas. Os exércitos tornaram-se instrumentos de comandantes populares e as guerras começaram a ser aventuras privadas de cônsules ambiciosos.
ANDERSON, P. Passagens da antiguidade ao feudalismo. Porto: Afrontamento, 1976. p. 80.
Essa definição da guerra como uma “aventura privada de cônsules ambiciosos” pode ser aplicada no conflito bélico em que
Acerca de referido período histórico, assinale a alternativa INCORRETA.