Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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https://alascaconsultoria.blog/2019/07/19/novosestudos-arqueologicos-no-ceara-e-piaui/
Nessa perspectiva, podemos considerar os dois museus:
“A determinação histórica do capital não destrói a renda nem preserva o seu caráter pré-capitalista – transforma-a, incorporando-a, em renda capitalizada. Fiz dessa constatação uma hipótese que abrangesse não apenas relações pré-capitalistas (...). Foi o que me permitiu desenvolver a análise do regime de colonato nas fazendas de café (...).”
(MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. LECH: Livraria Editora Ciências Humanas, São Paulo, 1981.)
A crise escravista ocorrida no Brasil Império assumiu um caráter predominantemente gradualista e tardio, e contribuiu para ratificar a institucionalização da desigualdade social através da propriedade sobre a terra.
Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação sobre esses acontecimentos o fato:
O Sentido da Colonização determinou nossa função histórica: a de área complementar aos interesses metropolitanos, mas, também, de formatar o processo de consolidação das elites agrárias, mercantis e escravistas coloniais. O latifúndio, a produção especializada, não diversificada, e o escravismo, convergiam para alcançar tais objetivos: possibilitar aos empresários metropolitanos e às elites coloniais amplas margens de lucratividade.
Podem ser assinaladas também como características da colonização portuguesa na América:
Diante das dificuldades para que fossem encontradas saídas para a crise, os militares liderados pelo General Ernesto Geisel resolveram iniciar uma abertura política institucional “lenta, gradual e segura”, segundo as palavras do próprio presidente.

Posse do presidente Ernesto Geisel em 15 de março de 1974.
(https://acervo.oglobo.globo.com/incoming/a-trajetoria-de-geisel-de-vargasfh-20071396)
“A eleição do general Ernesto Geisel foi considerada um marco nessa transição (...). Para tanto, enfrentou os grupos da linha dura, alterou os comandos militares e procurou lentamente subordinar ao Ministério da Justiça os aparelhos repressivos militares que haviam saído do controle.”
(PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 4. República. Testemunhos (1951 – 2000). Leya, Editora casa dos Mundos. 2019. p. 128.)
Caracterizou esse contexto histórico que assinalou o início do processo de abertura política e o fim do regime autoritário que existiu no país entre 1964 e 1985:
“Na manhã do dia 10 de novembro de 1937, o ‘Diário Oficial’ circulou com a nova Constituição elaborada por Francisco Campos, conhecida como ‘Polaca’. Tropas policiais cercaram o Congresso. Nenhuma resistência. Na noite do mesmo dia, Getúlio Vargas foi ao rádio e leu seu discurso ‘Proclamação ao Povo Brasileiro’, onde justificava o Estado Novo.”
(TOTA, Antonio Pedro. O Estado Novo. Editora Brasiliense. São Paulo, 1987. p. 23.)
A Ditadura do Estado Novo (1937-1945) representava a conclusão da obra iniciada em 1930 por Getúlio Vargas, buscando aperfeiçoar as medidas centralizadoras e autoritárias iniciadas assim que chegou ao poder anos atrás.
Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação sobre esses acontecimentos os seguintes aspectos:
Acerca dos inúmeros quilombos que se formaram por todo o território brasileiro desde o início da colonização portuguesa, pode-se considerar que:
“Os quilombos, quando cresciam por uma série de circunstâncias favoráveis, como, por exemplo, isolamento maior, melhor fertilidade do solo, possibilidade de recrutar novos membros para o grupo entre a população escrava, etc., tinham de se organizar de forma sistemática, criando uma estrutura para a comunidade. Não eram um conglomerado de negros ‘bárbaros’ (...)”.
(MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. Editora Brasiliense. São Paulo, 1987. p. 34.)
Como características e práticas presentes na organização dos quilombos na América portuguesa e no Brasil Imperial, pode-se destacar que:
Como palco dessa Guerra, Mato Grosso sofreu sérias consequências, destacando-se as:
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 2. Império. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. pp. 87 e 88.
A partir desse cenário descrito pela autora acerca da então região Centro Oeste, em pleno século XIX, pode-se apreender que: