Questões de Concurso
Sobre antiguidade ocidental (gregos, romanos e macedônios) em história
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Não se pode negar que o Estado “clássico” esteja em crise. Produto do século XIX, no qual Hegel identificou a realização da história, esse Estado, antes apresentado como a expressão da vontade geral, diminuiu, ficou modesto, face à economia. Diante disso, será que os historiadores não julgaram a história institucional anterior a esse período à luz desse “Estado Modelo”? Será que eles realmente compreenderam a complexidade da noção de Estado e das realidades estatais ao longo dos séculos? Talvez hoje, face à crise, lhes seja mais fácil enxergar o passado de forma a perceber a variedade das formas de organização política das sociedades humanas.
Karl-Ferdinand Werner. O historiador e a noção de Estado. In: Comptes-rendus des séances de l’Académie des Inscriptions et BellesLettres, 136e année, n.º 4, 1992, p. 709 (com adaptações).
As origens mais remotas da filosofia ocidental podem ser localizadas nos debates teológicos ocorridos ao longo dos primeiros anos do estabelecimento da igreja católica, no século I d.C.
A disputa (ágôn) era uma característica fundamental da sociedade grega, o que pode ser constatado por meio dos grandes jogos atléticos — celebrados por poetas como Píndaro — e das inúmeras guerras que moveram as diversas cidades umas contra as outras, como a guerra do Peloponeso entre Esparta e a Macedônia, contada pelo historiador Tucídides.
A denominação Império Romano, por oposição à República, é uma construção historiográfica e didática, que visa melhor classificar e explicar a história política de Roma, visto que, de acordo com os dados históricos, a República jamais foi abolida e os melhores imperadores eram tidos como seus salvadores ou restauradores.
“Os romanos distinguiam o direito público (publicum jus) do direito privado (privatum jus).[...] O segundo, por sua vez, era usado para regular as relações entre as pessoas e seus interesses individuais. No âmbito do direito privado, havia subdivisões”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 158]
Ao pesquisar essas subdivisões no contexto citado, o aluno do 6º ano registrará que o direito privado que orientava a vida jurídica dos cidadãos romanos era o:

Considerando a imagem acima, que apresenta o Partenón, em Atenas, monumento que se tornou símbolo da civilização grega antiga e, em grande medida, berço dos valores da sociedade ocidental, assinale a opção que explica a função desse edifício nas estruturas políticas e sociais do século IV a.C.
Identifique a opção que melhor retrata a superioridade cultural dos gregos, naAntiguidade Clássica.
Analise com atenção o esquema abaixo e marque a alternativa CORRETA:
Fonte: MOTA, Myriam B.; BRAICK, Patrícia R. História: das cavernas ao
Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna, 2002,p. 72
“Tu és romano, lembra-te de reger os povos sob teu governo./Serão estas as tuas artes: impor um regime de paz./Poupar os vencidos e sujeitar os soberbos.”
VIRGÍLIO. Eneida. Porto: Simões Lopes,1955. p.183.
“Os romanos (...) saqueadores da Terra, depois que devastaram tudo e não sobraram mais terras, já perscrutam o mar também; avarentos, se o inimigo é rico, arrogantes, se é pobre; nem o Oriente nem o Ocidente os terá saciado; cobiçam com amor igual as riquezas e a pobreza. Ao que arrancam, trucidam, saqueiam, dão o falso nome de império; e, ao deserto que deixam, o de paz.”
TÁCITO. Vida de Julio Agrícola. In: Obras Completas. Madri: M. Aguilar,1946. p. 971.
Quais são, respectivamente, as visões diferentes que os dois textos têm acerca da expansão romana?
A democracia é uma invenção histórica existente, desde os tempos da Grécia Antiga. A democracia exige numa perspectiva idealizada:
Com relação às invasões do Império Romano por povos bárbaros, analise os itens a seguir.
I. Os povos germânicos sendo pressionados por mongóis vindos do Oriente invadiram o Império.
II. A crise política na administração interna de um imenso Império fragilzou sua segurança nas fronteiras.
III. O exército desorganizado e ineficiente não conseguiu conter a onda de invasões cada vez mais constantes. IV. A cultura baseada em leis consuetudinárias fez com que os proprietários rurais incorporassem estrangeiros em suas terras.
V. A urbanização crescente de Roma constituiu-se num atrativo e num estímulo para os povos bárbaros.
Pode-se afirmar que apenas
Na Roma antiga, a expansão territorial era uma política de Estado que possibilitou o alargamento das fronteiras do Império por meio da conquista de territórios e povos transformados em escravos. Desse modo, pode-se afirmar: