Questões de Concurso
Sobre antiguidade ocidental (gregos, romanos e macedônios) em história
Foram encontradas 711 questões
I. Havia grandes áreas cinzentas não facilmente classificáveis, por exemplo, as cidades selêucidas ou as cidades do império romano, com seu privilégio de administração autônoma num nível local rigorosamente definido.
II. A política situa-se entre as atividades humanas mais excepcionais no mundo pré-moderno. Com efeito, foi uma invenção grega, ou talvez, mais corretamente, invenções separadas dos gregos e dos etruscos e/ou romanos.
III. Ainda que gregos e romanos tenham inventado a política e a história política, o que de fato os historiadores antigos escreveram foi a história da ação política de governos, o que não é a mesma coisa que política, principalmente sobre a ação política externa.
IV. Gregos e romanos tinham compulsão férrea para serem continuamente inventivos, quando novos, como foram estes últimos com o extraordinário procedimento de voto dos comitia curiata.
Quais estão corretas?
Após o assassinato de Alexandre Severo, em 235 d.C., os soldados proclamaram cinquenta imperadores durante cerca de cinquenta anos, em várias partes do Império Romano. Alguns desses imperadores sobreviveram por poucos meses, assassinados por exércitos rivais ou até mesmo pelas tropas que os tinham acabado de entronizar. Ser declarado imperador era o apogeu da carreira de um homem. Entretanto, no século III, era uma sentença de morte.
Internet:<www.bbc.co.uk> (com adaptações).
O texto acima refere-se a um período da história de Roma conhecido como Crise do Século III, cujos efeitos, para além da política sucessória, abrangeram também

A imagem mostrada acima é uma recriação de estandartes romanos
usados pelas Legiões que, para além de vários símbolos, exibiam o
acrônimo SPQR (Senatus Populusque Romanus/Senado e o Povo
de Roma). Tal afirmação, levada ao campo de batalha, significava
que
Não se pode negar que o Estado “clássico” esteja em crise. Produto do século XIX, no qual Hegel identificou a realização da história, esse Estado, antes apresentado como a expressão da vontade geral, diminuiu, ficou modesto, face à economia. Diante disso, será que os historiadores não julgaram a história institucional anterior a esse período à luz desse “Estado Modelo”? Será que eles realmente compreenderam a complexidade da noção de Estado e das realidades estatais ao longo dos séculos? Talvez hoje, face à crise, lhes seja mais fácil enxergar o passado de forma a perceber a variedade das formas de organização política das sociedades humanas.
Karl-Ferdinand Werner. O historiador e a noção de Estado. In: Comptes-rendus des séances de l’Académie des Inscriptions et BellesLettres, 136e année, n.º 4, 1992, p. 709 (com adaptações).
Não se pode negar que o Estado “clássico” esteja em crise. Produto do século XIX, no qual Hegel identificou a realização da história, esse Estado, antes apresentado como a expressão da vontade geral, diminuiu, ficou modesto, face à economia. Diante disso, será que os historiadores não julgaram a história institucional anterior a esse período à luz desse “Estado Modelo”? Será que eles realmente compreenderam a complexidade da noção de Estado e das realidades estatais ao longo dos séculos? Talvez hoje, face à crise, lhes seja mais fácil enxergar o passado de forma a perceber a variedade das formas de organização política das sociedades humanas.
Karl-Ferdinand Werner. O historiador e a noção de Estado. In: Comptes-rendus des séances de l’Académie des Inscriptions et BellesLettres, 136e année, n.º 4, 1992, p. 709 (com adaptações).
As origens mais remotas da filosofia ocidental podem ser localizadas nos debates teológicos ocorridos ao longo dos primeiros anos do estabelecimento da igreja católica, no século I d.C.
A disputa (ágôn) era uma característica fundamental da sociedade grega, o que pode ser constatado por meio dos grandes jogos atléticos — celebrados por poetas como Píndaro — e das inúmeras guerras que moveram as diversas cidades umas contra as outras, como a guerra do Peloponeso entre Esparta e a Macedônia, contada pelo historiador Tucídides.
A denominação Império Romano, por oposição à República, é uma construção historiográfica e didática, que visa melhor classificar e explicar a história política de Roma, visto que, de acordo com os dados históricos, a República jamais foi abolida e os melhores imperadores eram tidos como seus salvadores ou restauradores.
“Os romanos distinguiam o direito público (publicum jus) do direito privado (privatum jus).[...] O segundo, por sua vez, era usado para regular as relações entre as pessoas e seus interesses individuais. No âmbito do direito privado, havia subdivisões”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 158]
Ao pesquisar essas subdivisões no contexto citado, o aluno do 6º ano registrará que o direito privado que orientava a vida jurídica dos cidadãos romanos era o:

Considerando a imagem acima, que apresenta o Partenón, em Atenas, monumento que se tornou símbolo da civilização grega antiga e, em grande medida, berço dos valores da sociedade ocidental, assinale a opção que explica a função desse edifício nas estruturas políticas e sociais do século IV a.C.
Identifique a opção que melhor retrata a superioridade cultural dos gregos, naAntiguidade Clássica.
Analise com atenção o esquema abaixo e marque a alternativa CORRETA:
Fonte: MOTA, Myriam B.; BRAICK, Patrícia R. História: das cavernas ao
Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna, 2002,p. 72