Questões de Concurso Sobre fisioterapia

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Q3897090 Fisioterapia
O trato urinário inferior tem como principais funções o armazenamento e a eliminação da urina. Existem diversos sintomas relacionados a esse trato, que são classificados em sintomas de armazenamento, sintomas miccionais e sintomas pós-miccionais. A prevalência desses sintomas na população feminina é elevada, gerando impactos negativos na qualidade de vida e altos custos para o sistema de saúde. Dessa forma, torna-se necessário que os fisioterapeutas conheçam suas características para estabelecer um tratamento eficaz a suas pacientes. Diante disso, assinale a alternativa CORRETA quanto à definição e à classificação do sintoma Disúria. Paciente queixa-se de:
Alternativas
Q3897089 Fisioterapia
Historicamente, devido à diversidade de referenciais teóricos e às variações regionais, podem existir diferenças nas definições e nos termos utilizados na avaliação dos músculos do assoalho pélvico feminino, o que dificulta a comunicação entre profissionais fisioterapeutas. Diante disso, a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ABRAFISM, 2024) elaborou uma diretriz de terminologia com o objetivo de padronizar a nomenclatura relacionada ao assoalho pélvico feminino em língua portuguesa. Considerando a terminologia atualmente utilizada no Brasil, assinale a alternativa que define CORRETAMENTE a “Miotonometria” no contexto da avaliação dos músculos do assoalho pélvico feminino.
Alternativas
Q3897088 Fisioterapia
Caso clínico hipotético: M.J.A., 39 anos, sexo feminino, G3PV2A1, cozinheira. A paciente procura atendimento fisioterapêutico devido a episódios frequentes de perda involuntária de fezes nos últimos 12 meses, ocorridos após parto vaginal com laceração perineal grau III. A paciente relatou urgência para evacuar, com necessidade de se deslocar rapidamente ao banheiro e negou presença de dor abdominal nesses episódios.

Considerando este caso, além de uma anamnese minuciosa, assinale a alternativa que apresenta os demais aspectos da avaliação funcional mais adequados para esta paciente.
Alternativas
Q3897087 Fisioterapia
O fisioterapeuta em saúde da mulher deve desenvolver habilidades e competências indispensáveis para atuar no manejo das funções e disfunções do assoalho pélvico feminino. Assim, analise as afirmações abaixo sobre os aspectos dos quais o fisioterapeuta deve ter amplo conhecimento.

I- Estruturas anatômicas, fisiologia e biomecânica da pelve, dos órgãos pélvicos e da musculatura do assoalho pélvico ao longo de todo o ciclo vital feminino.
II- Repercussões sobre as estruturas de sustentação do assoalho pélvico sem o entendimento dos processos fisiopatológicos dos distúrbios e doenças uroginecológicas e proctológicas.
III- Exames complementares e testes funcionais que avaliem as estruturas e as funções do assoalho pélvico, bem como a interpretação dos resultados obtidos.
IV- Efeitos decorrentes do uso de medicamentos frequentemente associados ao tratamento das disfunções uroginecológicas e proctológicas.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3883738 Fisioterapia
As órteses para tornozelo e pé (AFO) são dispositivos utilizados com o objetivo de manter as articulações tibiotársica e subtalar em posição funcional. A principal indicação clínica para o uso desse tipo de órtese é:
Alternativas
Q3883737 Fisioterapia
Quanto à funcionalidade, as órteses podem ser classificadas em diferentes tipos, sendo um deles as estáticas. As órteses desse tipo são utilizadas com o objetivo de:
Alternativas
Q3883736 Fisioterapia
O tórax de pombo (Pectus Carinatum) apresenta características específicas na sua conformação. Nessa deformidade torácica:
Alternativas
Q3883735 Fisioterapia
Os estertores crepitantes apresentam características específicas na ausculta pulmonar. Esses tipos de ruídos são descritos como:
Alternativas
Q3883734 Fisioterapia
O plexo braquial é formado pelas divisões primárias anteriores de determinadas raízes nervosas cervicais e torácicas. Sobre sua constituição, pode-se afirmar que as raízes:
Alternativas
Q3883733 Fisioterapia
O nervo trigêmeo recebe esse nome devido a sua divisão em três ramos principais: oftálmico, maxilar e mandibular. Considerando essa anatomia, as funções do ramo mandibular do nervo em questão são descritas como:
Alternativas
Q3883732 Fisioterapia
A bursite é uma condição inflamatória que acomete as bolsas sinoviais, podendo ser causada por infecção bacteriana ou irritação mecânica decorrente de movimentos repetitivos. Quando inflamada, a membrana sinovial apresenta espessamento e hiperplasia vilosa, resultando em sinais clínicos característicos.
O acometimento que ocorre no ombro é conhecido como bursite:
Alternativas
Q3883731 Fisioterapia
A osteíte deformante é um distúrbio osteometabólico caracterizado por uma remodelagem óssea acelerada e desorganizada. Esse processo pode afetar um ou mais ossos, levando ao aumento progressivo de volume e à deformidade esquelética. Considerando a fisiopatologia dessa condição, a fase I, também chamada de fase osteolítica, é caracterizada pela:
Alternativas
Q3883730 Fisioterapia
A osteomielite hematógena é uma infecção óssea que ocorre devido à disseminação bacteriana pela corrente sanguínea. Essa condição é mais frequente em crianças e adolescentes, pois afeta regiões específicas do esqueleto em desenvolvimento. Considerando a fisiopatologia dessa doença, o local mais comumente acometido pela osteomielite hematógena é a:
Alternativas
Q3883729 Fisioterapia
A articulação do quadril é estabilizada por diversos ligamentos que desempenham papéis fundamentais na limitação dos movimentos e na manutenção da postura ereta. Entre eles, destaca-se o ligamento iliofemoral, considerado um dos mais fortes do corpo humano. Esse ligamento atua de forma decisiva na prevenção de movimentos excessivos, contribuindo para a economia de energia durante a marcha e para a proteção da articulação contra lesões. A partir disso, pode-se assumir que a principal função do ligamento iliofemoral na articulação do quadril é:
Alternativas
Q3883728 Fisioterapia
As alavancas de terceira classe são caracterizadas pela disposição de resistência, força e eixo (RFE). Esse tipo de alavanca proporciona grande velocidade e amplitude de movimento, sendo o mais comum no corpo humano. Um exemplo clássico desse tipo de alavanca é o movimento de:
Alternativas
Q3883727 Fisioterapia
Os músculos multipeniformes apresentam múltiplos tendões com fibras musculares obliquamente dispostas em diferentes direções, conectando-se aos tendões e permitindo tração variada. Dentre os três tipos de músculos penados, aqueles que produzem a menor quantidade de força podem ser representados pelo músculo: 
Alternativas
Q3883726 Fisioterapia
As articulações selares são formadas por duas superfícies ósseas, sendo côncavas em uma direção e convexas em outra, articulando-se como um cavaleiro sentado em uma sela. Além disso, são biaxiais. Um exemplo desse tipo de articulação é a: 
Alternativas
Q3883725 Fisioterapia
É um tipo de tecido conjuntivo de sustentação não mineralizado, sendo caracterizado por sua matriz rica em proteínas, cuja proporção determina sua consistência e função. Esse tipo de tecido, que desempenha papel essencial na estrutura e suporte do corpo humano, é denominado:
Alternativas
Q3883724 Fisioterapia
Na análise dos movimentos do corpo humano, é fundamental compreender a relação entre planos e eixos. O plano frontal divide o corpo em partes anterior e posterior, e os movimentos que ocorrem nesse plano, ao redor do eixo sagital, são essenciais para atividades funcionais do dia a dia, como caminhar, levantar os braços ou aproximar as pernas. Considerando essa relação entre plano e eixo, os movimentos realizados no plano frontal, ao redor do eixo sagital, são:
Alternativas
Q3882477 Fisioterapia
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta neurológica fundamental, desenvolvida em 1974 pelos neurocirurgiões Graham Teasdale e Bryan J. Jennett na Universidade de Glasgow, Escócia. Sua criação visou a estabelecer um método rápido, objetivo Glasgow e padronizado para avaliar o nível de consciência de um paciente, o que é especialmente crucial em situações como o trauma cranioencefálico (TCE) ou outras condições que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC). Em 2018, Sir Graham Teasdale e uma equipe de especialistas propuseram uma atualização. Devido à sua eficácia e simplicidade, a ECG se tornou um padrão global, sendo empregada por uma vasta gama de profissionais de saúde desde o ambiente pré-hospitalar até as Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Com Base na Escala de Coma de Glasgow, analise as assertivas que se seguem:
I- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é subtraído da pontuação total (ECG).
II- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é somado à pontuação total (ECG).
III- Escala de Coma Glasgow de pode ser adaptada para a idade.
IV- Uma mulher de 50 anos, vítima de queda em casa, abre os olhos quando a equipe a chama em voz alta, (E=3), e quando perguntada qual o seu nome, responde de forma confusa: “o café está quente!” (V=4); por fim, não obedece a comandos, mas afasta a mão quando recebe um estímulo no dedo (M=2). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
V- Um homem de 40 anos, vítima de acidente de carro grave. Não abre os olhos, nem ao chamado nem ao estímulo doloroso (E=1). Emite apenas gemidos baixos (V=2). Motor: Apresenta flexão anormal dos braços (decorticação) quando submetido a um estímulo doloroso (M=3). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
1041: D
1042: B
1043: A
1044: D
1045: A
1046: C
1047: D
1048: B
1049: A
1050: C
1051: A
1052: B
1053: D
1054: D
1055: C
1056: A
1057: D
1058: A
1059: B
1060: C