Questões de Concurso Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia

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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143886 Fisioterapia
Dentre os métodos de avaliação da função pulmonar, a espirometria é o mais empregado no paciente ambulatorial. Estudos apontam diminuição significativa em valores de capacidade vital forçada expiratória e volume expiratório forçado no primeiro segundo em pacientes pós COVID-19. Entre os motivos que contribuem para essa diminuição da função pulmonar estão a destruição alveolar, fibrose intersticial pulmonar devido à infecção por SARS CoV-2, pneumonia por COVID-19 e múltiplos comprometimentos físicos e respiratórios.
Acerca dos volumes e fluxos respiratórios analisados na espirometria, analise as assertivas abaixo e assinale a opção CORREЕТА:

I - Volume corrente (VC): volume de ar inspirado ou expirado em cada respiração normal.
II - Volume de reserva inspiratória (VRI): volume máximo de ar que pode ser inspirado após uma inspiração espontânea.
III - Volume de reserva expiratória (VRE): máximo volume extra de ar que pode ser expirado em uma expiração forçada após a expiração espontânea.
IV - Capacidade residual funcional (CRF): quantidade de ar que permanece nos pulmões ao final da expiração normal. Corresponde à soma do volume residual com o volume de reserva expiratória.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143885 Fisioterapia
A infecção com SARS-CoV-2 pode se apresentar clinicamente em uma destas três principais condições: portadores assintomáticos, indivíduos com doença respiratória aguda ou pacientes com pneumonia em diferentes níveis de gravidade.
Sendo assim, todas as alternativas abaixo representam manifestações clínicas da COVID19, EXCEТО:
Alternativas
Q4138213 Fisioterapia
A aspiração nasotraqueal deve ser aplicada principalmente quando o mecanismo de tosse é deficitário e após o fisioterapeuta empregar técnicas para deslocar a secreção brônquica. A execução da aspiração nasotraqueal deve seguir cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais da técnica, que incluem
Alternativas
Q4138207 Fisioterapia
O quadro fisiopatológico da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) constitui-se do sintoma: 
Alternativas
Q4138197 Fisioterapia
A ventilação mecânica é uma estratégia comumente utilizada na unidade de terapia intensiva pediátrica como manejo de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica para garantir as trocas gasosas. Associada à ventilação mecânica, pode ser utilizada a posição prona, que se caracteriza pelo posicionamento do lactente em decúbito ventral, a fim de manter continuamente o suporte diafragmático e estabilização da caixa torácica. Sobre a técnica de posição prona, constata-se que a técnica
Alternativas
Q4136154 Fisioterapia
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à fisioterapia cardiorrespiratória no pré e pós-operatório em pacientes cardiopatas. 
Alternativas
Q4136150 Fisioterapia
As técnicas de fisioterapia diferem quando são aplicadas em crianças, tendo em vista a constante mudança dos aspectos fisiológicos e psicológicos, que exigem uma metodologia diferente. Quanto aos cuidados da fisioterapia respiratória em crianças, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4115179 Fisioterapia

Após a fase aguda da Covid-19 e na presença de estabilidade cardiorrespiratória e metabólica (preferencialmente nas primeiras 72 horas da doença crítica), o fisioterapeuta deverá estabelecer o plano terapêutico para preservar o estado funcional e/ou iniciar o processo de reabilitação com foco em ganho, a depender do diagnóstico e do prognóstico fisioterapêutico existente. Para definir possíveis critérios para realizar a progressão do protocolo, bem como para contraindicar sua realização, um consenso de especialistas desenvolveu um guia prático para identificar tais critérios. Trata-se de alto risco de eventos adversos para os protocolos de exercícios fora do leito:

Alternativas
Q4115178 Fisioterapia

São considerados modos automáticos que facilitam o desmame da ventilação mecânica, EXCETO:

Alternativas
Q4115176 Fisioterapia

O modo ventilatório conhecido como NAVA – Ventilação Assistida com Ajuste Neural, tem sido relacionado ao aumento da sincronia paciente-ventilador durante a aplicação de ventilação mecânica invasiva e não-invasiva; sendo assim, é correto afirmar que:

Alternativas
Q4115174 Fisioterapia

Pacientes com Doenças Neuromusculares (DNM) dificilmente apresentam parâmetros ventilatórios típicos para iniciar o desmame da Ventilação Mecânica (VM) e são incapazes de obter sucesso no Teste de Respiração Espontânea (TRE), sendo, consequentemente, submetidos à traqueostomia. Os pacientes neuromusculares normalmente acumulam secreção nas vias aéreas em virtude da ineficácia do mecanismo de tosse e da fraqueza dos músculos respiratórios –duas potenciais causas de falhas de desmame. Assinale, a seguir, o valor obtido pelo pico de fluxo expiratório que justifique a falha no desmame de um paciente com DNM:

Alternativas
Q4115172 Fisioterapia

Apesar de toda perspectiva histórica permeada de incertezas sobre o efeito da posição prona em relação aos desfechos clínicos, em junho de 2013, foi publicado o estudo Proseva, no qual os pacientes com PaO2/FiO2 < 150 mmHg utilizando FiO2 > 0,6 foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo ventilação prona 28 dias após a randomização, apresentou redução significativa da mortalidade quando comparado ao grupo controle – posição supina. Sendo assim, com base neste estudo, e outros, a posição prona possui evidências sobre sua eficácia e, a melhora significativa das trocas gasosas é atribuída a: 

Alternativas
Q4115171 Fisioterapia

As taxas de Pneumonia Associadas à Ventilação Mecânica (PAVM) podem variar de acordo com a população de pacientes e os métodos diagnósticos disponíveis. Contudo, vários estudos demonstram que a incidência dessa infecção aumenta com a duração da VM e apontam taxas de ataque de, aproximadamente, 3% por dia durante os primeiros cinco dias de ventilação e depois 2% para cada dia subsequente. Entre as considerações a respeito do tema, incluindo as medidas de controle, considera-se medida específica recomendada para prevenção de pneumonia: 

Alternativas
Q4115169 Fisioterapia

Estudos atuais apontam que, aproximadamente, 75% das crianças que internam nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) necessitam de algum tipo de suporte ventilatório, independente de qual tenha sido o motivo da internação. Crianças com esforço respiratório significante podem precisar de ventilação invasiva, gerando injúria pulmonar induzida pela ventilação, necessidade de sedação prolongada e infecções respiratórias associadas à ventilação. Dessa forma, sempre que possível, deve ser priorizado o uso da terapia por Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), que, durante a última década, emergiu como um novo método para prover suporte ventilatório em pacientes com insuficiência respiratória. Sobre a Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q4115167 Fisioterapia

Sobre a técnica de fisioterapia respiratória AFE, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q4115166 Fisioterapia

O Desmame da Ventilação Mecânica (DVM) é, geralmente, bem-sucedido para a maioria dos pacientes, embora, para 20%, haja falhas na primeira tentativa. O DVM ocupa mais de 40% do tempo total da VM, e esse percentual pode, ainda, variar dependendo da etiologia da insuficiência respiratória. A VM prolongada está associada a várias complicações como pneumonia associada à VM; disfunção diafragmática induzida pela VM; polineuropatia do doente crítico; dentre outras. Em relação ao Desmame da Ventilação Mecânica (DVM), analise as afirmativas a seguir.



I. Define-se DVM como o processo de liberação do suporte ventilatório. O Teste de Respiração Espontânea (TER) é a avaliação da tolerância à respiração espontânea, entre 30 minutos e 2 horas, em Ventilação com Suporte Pressórico (VSP) de 7 cmH2O, Continuous Positive Airway Pressure (CPAP – Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas), ou em respiração espontânea não assistida através do tubo T, e, neste caso, o TRE não é necessário antes da extubação.


II. Parâmetros integrativos são aqueles que avaliam mais de uma função fisiológica relacionada à respiração, como no IWI, por exemplo.


III. Define-se como VM prolongada a necessidade de VM por mais de 21 dias e por mais de 6 h/dia.


IV. Entre os critérios clínicos imprescindíveis para o sucesso no desmame estão: motivo solucionado do início da ventilação mecânica; paciente sem secreção (definida como a necessidade de aspiração > 6 h); tosse eficaz (PFE > 200 L/min); Hemoglobina > 8-10 g/dL; adequada oxigenação (PaO2 /FiO2 > 150 mmHg ou SaO2 > 90% com FiO2 < 0,5); temperatura corporal < 38,5-39,0° C; sem dependência de sedativos; sem dependência de agentes vasopressores (como: dopamina < 5 µg; kg-1; min-1); ausência de alcalose (pH entre 7,35 e 7,45); ausência de distúrbios eletrolíticos; e, adequado balanço hídrico.


V. Os índices de DVM devem ser avaliados antes do TRE, que funciona como um teste diagnóstico para determinar a probabilidade do sucesso da extubação.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4110723 Fisioterapia
O serviço de emergência e urgência é considerado a porta de entrada do hospital para o paciente que apresente disfunções, com risco de morte, biológicas e físicas. A inserção do fisioterapeuta na equipe assistencial de urgência e emergência é recente. O fisioterapeuta intervém diretamente nas disfunções cardiorrespiratórias e, como as principais causas de internações hospitalares englobam as doenças cardiovasculares e pulmonares, o seu papel na equipe é considerado fundamental. Considerando a especificidade do serviço de fisioterapia que deve ser prestado no contexto da emergência e urgência, NÃO É considerado um objetivo do fisioterapeuta que atua nesse serviço (destacar o objetivo da terapia que NÃO é esperado para o ambiente de emergência e urgência):
Alternativas
Q4110721 Fisioterapia
O acompanhamento remoto à pacientes de diversas áreas ganhou destaque durante o isolamento social provocado pela pandemia da COVID-19. Sabendo-se da importância da reabilitação pulmonar para pacientes que sofrem de doenças pulmonares crônicas, a crise sanitária estimulou pesquisas que avaliassem a efetividade da telereabilitação para pacientes com pneumopatias crônicas. Segundo os dados de uma revisão sistemática apresentados abaixo (Cox NS, Dal Corso S, Hansen H, McDonald CF, Hill CJ, Zanaboni P, Alison JA, O'Halloran P, Macdonald H, Holland AE.Telerehabilitation for chronic respiratory disease. Cochrane Database of Systematic Reviews 2021, Issue 1. Art. No.: CD013040. DOI:10.1002/14651858.CD013040.pub2) qual a evidência da efetividade da telereabilitação, em comparação ao modelo tradicional de reabilitação presencial (centre-based [outpatient]), para o tratamento de pneumopatas crônicos no tocante ao desempenho funcional?


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Alternativas
Q4110720 Fisioterapia
A gravidade do quadro clínico em decorrência do coronavírus 2019 (COVID-19) é muito heterogênea, podendo os pacientes desenvolverem doença leve, moderada ou grave. A prevalência das sequelas crônicas clinicamente relevantes nesses pacientes, que podem estar presentes meses após a resolução da síndrome aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2), tem ganhado importância no cenário da reabilitação pulmonar. Um estudo (Gloeckl R, Leitl D, Jarosch I, et al. Benefits of pulmonary rehabilitation in COVID-19: a prospective observational cohort study. ERJ Open Res 2021; 7: 00108-2021) investigou não só a eficácia e segurança da reabilitação pulmonar para pacientes com sequelas de SARS-COV-2, mas também se a resposta à reabilitação poderia ser diferente a depender da gravidade da doença. Com base nos resultados desse estudo em relação ao desempenho no teste de caminhada de seis minutos (reproduzidos no gráfico abaixo) pode-se concluir que:


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Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIOESTE Órgão: CONSAMU Prova: UNIOESTE - 2022 - CONSAMU - Fisioterapeuta |
Q4109642 Fisioterapia
A reabilitação pulmonar é uma intervenção multifacetada recomendada por diretrizes que melhora a condição física, psicológica e bem-estar de pessoas com doenças respiratórias crônicas. No entanto, a maioria das evidências é gerada a partir de países com alto desenvolvimento e é específico da doença (mais comumente doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC), enquanto a doença respiratória é frequentemente menos diferenciada em países de baixa e média renda. Além disso, os serviços de reabilitação pulmonar praticados nos países desenvolvidos podem não ser entregues no mesmo formato nos países menos desenvolvidos. Dentre as abordagens centrais da reabilitação pulmonar, especialmente em centros de reabilitação de países menos desenvolvidos, a exemplo do Brasil, destaca(m)-se:
Alternativas
Respostas
2001: E
2002: C
2003: E
2004: E
2005: D
2006: B
2007: C
2008: B
2009: A
2010: A
2011: A
2012: A
2013: A
2014: C
2015: D
2016: D
2017: B
2018: D
2019: C
2020: B