Questões de Concurso Sobre conceitos filosóficos em filosofia

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Ano: 2026 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Mazagão - AP Provas: INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Analista Administrativo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Contador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Economista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Educador Físico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Enfermeiro | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Agrônomo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Administrador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Língua Portuguesa | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Arquiteto | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Matemática | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicopedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo - Educação Inclusiva Especial | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assessor Jurídico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Física | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Infantil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Geógrafo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Ensino Fundamental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Nutricionista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Neuropsicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Ambiental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Civil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro de Pesca | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Florestal | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Farmacêutico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Fisioterapeuta | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assistente Social | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Auditor Fiscal |
Q4022130 Filosofia
Durante uma reunião de planejamento, um coordenador afirmou:

“Conversei com dois servidores do setor de protocolo e ambos disseram que não gostam de mudanças. Portanto, os servidores desta instituição resistem a qualquer mudança.” 

De acordo com a teoria da argumentação, analise o raciocínio apresentado, e indique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4015362 Filosofia
“Etimologicamente, os termos derivam da mesma ideia: Ética vem do grego ethos, que significa “costumes”, “hábitos” e, em última instância, “o lugar em que se habita”. Moral tem origem no latim mores, que significa “costumes”, “hábitos” e é raiz também de nossa palavra “morada”, o lugar em que se mora (do verbo morar).”

https://www.todamateria.com.br/etica-e-moral/-adaptado.Acessado em 09/11/2025.

A ética e a moral são faces de um mesma moeda, pois auxiliam na convivência harmônica da sociedade. São consideradas diferenças básicas entre ética e moral: 
Alternativas
Q4012562 Filosofia
Reproduzimos a seguir trecho de uma entrevista com o filósofo Peter Singer (1946-). Leia-o com atenção.

Fronteiras do Pensamento: Você disse em sua autobiografia intelectual que considera a filosofia como uma forma de vida. Você poderia explicar isso e dizer o que você faz na sua vida de acordo com as suas ideias?

Peter Singer: Eu penso que filosofia é uma maneira de viver e qualquer pessoa que tenha capacidade de pensar pode refletir sobre o que elas querem de suas vidas, sobre como querem viver.

Você não precisa seguir necessariamente um caminho que já está predeterminado. Pode fazer escolhas em vários aspectos sobre o que quer fazer e isso vai depender de quais são os seus valores, e esse processo tornou-se claro para mim quando comecei a pensar sobre o que estava comendo e se podia justificar isso.

E o que aconteceu foi que conheci outro estudante, quando estava na graduação em filosofia na Universidade de Oxford, que era vegetariano e decidi falar com ele sobre o porquê de ele ser vegetariano. E nunca havia pensado muito sobre a ética e a forma como nós tratamos os animais, nunca me pareceu uma questão importante, mas então me dei conta de que talvez isso fosse uma espécie de cegueira ética, aquilo era, sim, uma questão importante que eu, assim como outras pessoas, apenas ignorava, porque era conveniente ignorar. E, quanto mais pensava no assunto, mais decidia que não conseguia justificar o fato de comer carne.

Disponível em: https://www.fronteiras.com/leia/exibir/peter-singer-filosofia-e-uma-maneira-de-viver. Acesso em: 28 jan. 2026.
Na fala do filósofo, notam-se elementos característicos de sua filosofia, sendo a única EXCEÇÃO aquela apresentada no item:
Alternativas
Q4012553 Filosofia
Sobre o bem agir (agir virtuoso) e sua relação com o bem viver em Aristóteles, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA.

Coluna I
I. Hábito
II. Meio-termo
III. Virtudes éticas
IV. Vida contemplativa

Coluna II
(   ) Corresponde, para Aristóteles, à forma mais elevada de realização humana e ao grau máximo de eudaimonia.
(   ) Princípio segundo o qual a excelência moral consiste em evitar os extremos de excesso e falta.
(   ) Base formativa do caráter moral, pois “nos tornamos justos praticando atos justos”.
(   ) Dizem respeito às paixões e às ações, exigindo educação do desejo pela razão.

A  alternativa com a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012549 Filosofia
De acordo com os filósofos do Círculo de Viena, o saber científico deve ser expurgado de conceituações vazias e de problemas metafísicos. Por outro lado, deve ser submetido ao critério da verificabilidade. Isso quer dizer que aquilo que não se mostrar possível de ser colocado sob o crivo da verificação é desprovido de sentido, por exemplo, a avaliação subjetiva e os enunciados estéticos, religiosos ou metafísicos. Com essa concepção, o Círculo de Viena conclui pela irrelevância teórica da Filosofia. Karl Popper (1902-1994), embora tenha sofrido influência do Círculo de Viena, rejeitou o princípio da verificabilidade.
Assinale a alternativa que contém a explicação CORRETA para rejeição do princípio da verificabilidade por Karl Popper.
Alternativas
Q4012544 Filosofia

Observe as relações abaixo.


Modéstia - coragem - inveja.

Vileza - temperança - condescendência.

Avareza - liberalidade - zombaria.

Insensibilidade - respeito próprio - orgulho.

Covardia- magnificência - temeridade.

Indiferença - gentileza - irascibilidade.

Malevolência - veracidade -libertinagem.

Tédio - agudeza de espírito- prodigalidade.

Grosseria - amizade - vulgaridade.

Descrédito próprio -justa indignação - vaidade.


A partir da análise das listas de palavras acima, que apresentam resumidamente a síntese das virtudes e dos vícios elencados por Aristóteles na obra Ética a Nicômaco, assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação Vício por Falta – Virtude – Vício por Excesso.

Alternativas
Q4012541 Filosofia
Divisor de águas na história do pensamento, a filosofia crítica de Kant subverteu a relação entre o sujeito e o real. Ao postular que o conhecimento orbita as faculdades da sensibilidade e do entendimento, e não o inverso, o filósofo logrou superar a dicotomia entre razão e experiência. Essa análise transcendental não apenas redefiniu a gênese da objetividade, como também conferiu legitimidade e rigor científico aos postulados da mecânica de seu tempo.
À luz do arcabouço teórico do criticismo kantiano, as proposições a seguir revelam-se exatas, à EXCEÇÃO de:
Alternativas
Q4012540 Filosofia
A filosofia de Hans Jonas estabelece o marco inaugural da ética na era tecnológica, exercendo influência indelével sobre o princípio da precaução e os fundamentos da bioética contemporânea. Embora sua relevância seja amplamente referendada, o pensamento jonassiano é frequentemente revisitado sob lentes críticas: Jürgen Habermas, por exemplo, postula a transição dessa responsabilidade para uma base discursiva e democrática, ao passo que Dieter Birnbacher propõe uma vertente mais pragmática, despojada do peso metafísico original.
Constituem críticas ao arcabouço ético de Hans Jonas as sentenças abaixo, com EXCEÇÃO de:
Alternativas
Q4012539 Filosofia
As perguntas: qual é a origem do conhecimento? E qual é a natureza fundamental da realidade? são duas vias de acesso ao problema central da filosofia moderna pós Cartesiana: a crise da representação e a busca por um fundamento seguro para o conhecimento da realidade. Elas definem o campo de batalha onde se confrontam as grandes correntes filosóficas. Separar epistemologia (teoria do conhecimento) e metafísica (teoria da realidade) é, na prática, uma divisão didática — na reflexão filosófica substantiva, elas são inextricavelmente entrelaçadas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as referidas questões:
Alternativas
Q4012538 Filosofia
Para o filósofo e crítico de arte americano Arthur Danto (1924-2013), a arte não pode ser definida por suas qualidades perceptíveis — como beleza, harmonia ou habilidade técnica — mas ,sim, por dois elementos fundamentais: significado e incorporação. A revolução no pensamento de Danto começou em 1964, quando visitou a exposição de Andy Warhol em Nova York. Lá, ele se deparou com Brillo Box, uma reprodução fiel de uma caixa de sabão em pó comum. A pergunta que o perseguiu foi: por que isso é arte, enquanto uma caixa idêntica no supermercado não é? A resposta não estava no objeto em si, mas no contexto artístico que o transformava. Danto concluiu que, no mundo contemporâneo, qualquer coisa poderia ser arte, desde que cumprisse certas condições teóricas.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
Alternativas
Q4012537 Filosofia
A tentativa de conciliar a Ciência da Lógica de Georg Wilhelm Friedrich Hegel com a filosofia analítica — correntes tradicionalmente vistas como opostas — é um campo de pesquisa contemporâneo e notável, muitas vezes denominado de "Hegelianismo Analítico" ou o "retorno de Hegel" à filosofia anglo-americana. Robert Brandom é um dos principais representantes da fi osofia analítica contemporânea e ocupa uma posição singular no debate filosófico atual por promover uma reaproximação sistemática entre a tradição analítica e a filosofia clássica alemã, em especial a obra de G. W. F. Hegel.
Particular relevância assume, neste contexto, o estatuto da contradição: seria ela um fenômeno ontológico ou meramente linguístico? Identifique a assertiva que DIVERGE da tese sustentada por Hegel.
Alternativas
Q4012535 Filosofia
Os padrões pedagógicos da filosofia - avaliação por ensaios argumentativos lineares, participação em debates rápidos, valorização da réplica concisa—são construídos em torno de uma norma da racionalidade neurotípica. Indivíduos neurodivergentes (autistas, com TDAH, etc.) podem engajar-se filosoficamente através de modalidades alternativas: pensamento em rede hiper-associativo, foco monográfico profundo em vez de debate amplo, necessidade de mais tempo para processar e formular respostas verbais. A insistência na forma argumentativa linear padrão não é apenas uma barreira de acesso; é uma afirmação epistêmica de que apenas um tipo de performance cognitiva conta como 'fazer filosofia'. A verdadeira inclusão exigiria não apenas acomodações, mas uma revisão dos critérios do que constitui uma contribuição filosófica válida na sala de aula.
CHAPMAN, R.; SILVERS, A.. Neurodivergent modes of thinking and the ethics of philosophical pedagogy. The Journal of Social Philosophy, v. 55, n. 2, p. 234–253, 2024.

Com base no texto e nos seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012534 Filosofia
O objetivo central do ensino de filosofia – a promoção da Mündigkeit (autonomia/maioridade) através do uso público da razão – encerra uma aporia pedagógica fundamental: se a autonomia é, por definição, algo que o indivíduo conquista por si mesmo, como pode ser ‘ensinada’ ou ‘promovida’ por outro? Toda tentativa de levá-lo à autonomia por meio de um método didático corre o risco de ser um ato heterônomo, uma ‘domesticação para a liberdade’. Essa aporia questiona a própria possibilidade de uma didática da filosofia que não seja, no fundo, uma contradição performativa. A solução não está em abandonar o conceito, mas em reconhecer essa tensão como o motor dialético do processo de ensino-aprendizagem.
RÖTTGERS, Kurt. “Die Aporie der Mündigkeit im Philosophieunterricht”. In: Dialektik der Bildungsrationalität. Würzburg: Königshausen & Neumann, 2008, S. 156-161. Adaptação e trad. nossa.



Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é CORRETO concluir que:

Alternativas
Q4012531 Filosofia
O silogismo a seguir é apresentado por Aranha e Martins (Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2013, p.108). Atente-se a ele.
Todo inseto é invertebrado. Todo inseto é hexápode (tem seis patas) Logo, todo hexápode é invertebrado.
Mesmo sendo verdadeiras todas as proposições (as duas premissas e a conclusão) do silogismo acima, trata-se de uma inferência inválida. Tal acontece porque:
Alternativas
Q4012530 Filosofia
Considere o texto a seguir para leitura e reflexão.
Quando um enunciado é feito, duas questões importantes podem ser imediatamente colocadas: De que maneira chegou a ser concebido? Que razões existem para aceitá-lo como verdadeiro? Trata-se de duas questões diferentes. Seria um grave erro confundi-las, e um erro pelo menos tão sério quanto esse é confundir as respostas. A primeira pergunta relaciona-se com a descoberta; as circunstâncias lembradas por ela formam o contexto da descoberta. A segunda relaciona-se com a justificação; assuntos que aqui se tornam relevantes cabem no contexto da justificação.
[...] Mas, então, para que serve a Lógica? A Lógica oferece-nos métodos de crítica para avaliação coerente das inferências. É nesse sentido, talvez, que a Lógica está qualificada para dizer-nos de que modo deveríamos pensar. Completada uma inferência, é possível transformá-la em argumento, e a Lógica pode ser utilizada a fim de determinar se o argumento é correto ou não. A Lógica não nos ensina como inferir: indica-nos, porém, que inferências podemos aceitar. Procede ilogicamente a pessoa que aceita inferências incorretas.
[...] A Lógica interessa-se pela justificação, não pela descoberta. A Lógica fornece métodos para a análise do discurso, e essa análise é indispensável para exprimir de modo inteligível o pensamento e para a boa compreensão daquilo que se comunica e se aprende.
SALMON, W. Lógica. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, 1987, p.28-29.


Considerando o texto e os critérios de validade e correção de um argumento, assinale a alternativa CORRETA quanto à sua recusa ou aceitação.
Alternativas
Q4012529 Filosofia
As duas citações a seguir tratam da dialética. Leia-as com atenção.

Por sua fundamentação, meu método dialético não só difere do hegeliano, mas é também a sua antítese direta. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de ideia, transforma num sujeito autônomo, é o demiurgo do real, real que constitui apenas a sua manifestação externa. Para mim, pelo contrário, o ideal não é nada mais que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem.
MARX, K. O Capital: crítica da economia política. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.26.

Também esta corrente [o marxismo] separou-se da filosofia hegeliana através da volta a posições materialistas. Isto é, decidindo-se a conceber o mundo real – a natureza e a história – como se apresenta a todo aquele que o aborda sem quimeras idealistas preconcebidas; [...] Esta corrente não se contentava simplesmente em por Hegel de lado; ao contrário, ligava-se a seu lado revolucionário, ao método dialético [...]. No entanto, sob sua forma hegeliana, esse método é inútil. Em Hegel, a dialética é o autodesenvolvimento do conceito. [...] Era essa inversão ideológica que se tratava de eliminar. Voltamos às posições materialistas e tornamos a ver nas ideias de nosso cérebro as imagens dos objetos reais, em vez de considerar estes objetos como imagens deste ou daquele momento do conceito absoluto. Com isso, a dialética ficava reduzida à ciência das leis gerais do movimento, tanto do mundo exterior como do pensamento humano [...].
ENGELS, F. Disponível em: https://www.inscricoes.fmb.unesp.br/upload/trabalhos/20171018155733.pdf. Acesso em: 29 jan. 2026.


Nos textos acima, primeiramente, o próprio Karl Marx (1818-1883), depois, Friedrich Engels (1820-1895) reconhecem a distinção entre o que é a dialética em Hegel e o que ela é em Marx. A respeito dessas duas dialéticas, assinale o item CORRETO:
Alternativas
Q4012528 Filosofia
Sobre a ética discursiva de Jürgen Habermas (1929-2026), temos a seguinte síntese:
Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.
FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos.wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.

A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que: 
Alternativas
Q4012527 Filosofia
Atente-se para as duas citações que seguem.

“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.

“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.  
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.

No contexto dos debates a respeito da relação entre o ser humano e a natureza, considere as posições de ambos os filósofos e analise os itens a seguir, avaliando a verdade ou falsidade de cada item.
I. Ambos os filósofos se posicionam na mesma perspectiva antropocêntrica na relação entre homem e natureza.
II. Hans Jonas é crítico da perspectiva antropocêntrica na relação do homem com a natureza, perspectiva esta defendida por Immanuel Kant.
III. Hans Jonas situa-se numa perspectiva que defende o valor intrínseco da natureza, contestando que esta tem o valor apenas relativo ao homem.
IV. Para Immanuel Kant, homem e natureza se incluem no mesmo status de moralidade.
A alternativa que corresponde à CORRETA análise dos itens, conforme a sua sequência é:
Alternativas
Q4012526 Filosofia
Atente-se para as duas citações que seguem.

“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.

“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.  
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.

Intervindo no relevante debate entre empiristas e racionalistas, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) defende, a partir de um exercício crítico – ao qual chama tribunal da razão – sobre a natureza do conhecimento humano a perspectiva na qual:
Alternativas
Q4012525 Filosofia
Segue abaixo trecho extraído da transcrição de uma entrevista com o filósofo Peter Singer (1946-). Leia-o com atenção.
São dois conceitos [especismo e utilitarismo preferencial, inserção nossa] importantes, mas diria que utilitarismo é o conceito-chave — fazer uso do utilitarismo preferencial ou do utilitarismo hedonista é outra questão. Surgirão diferenças em questões pontuais, mas a mais importante é pensar em certo e errado em termos das consequências do que fazemos, e essa é a característica do utilitarismo, não importando se você é um utilitarista hedonista ou utilitarista preferencial.
Disponível em: https://www.fronteiras.com/leia/exibir/peter-singer-filosofia-e-uma-maneira-de-viver. Acesso em: 30.jan. 2026.

No trecho citado, Peter Singer declara-se um utilitarista, ao tempo em que AFIRMA como sendo característico do utilitarismo:
Alternativas
Respostas
61: A
62: E
63: A
64: B
65: B
66: E
67: E
68: E
69: B
70: A
71: A
72: C
73: C
74: A
75: D
76: C
77: B
78: D
79: B
80: E