Para o filósofo e crítico de arte americano Arthur Danto (...
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Q4012538
Filosofia
Para o filósofo e crítico de arte americano
Arthur Danto (1924-2013), a arte não pode ser
definida por suas qualidades perceptíveis — como
beleza, harmonia ou habilidade técnica — mas
,sim, por dois elementos fundamentais: significado
e incorporação. A revolução no pensamento
de Danto começou em 1964, quando visitou a
exposição de Andy Warhol em Nova York. Lá, ele
se deparou com Brillo Box, uma reprodução fiel de
uma caixa de sabão em pó comum. A pergunta que
o perseguiu foi: por que isso é arte, enquanto uma
caixa idêntica no supermercado não é? A resposta
não estava no objeto em si, mas no contexto
artístico que o transformava. Danto concluiu que,
no mundo contemporâneo, qualquer coisa poderia
ser arte, desde que cumprisse certas condições
teóricas.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.