Questões de Concurso
Sobre farmacovigilância em farmácia
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Durante um atendimento em Queimadas, PB, um paciente apresentou uma reação adversa grave após a administração concomitante de dois medicamentos prescritos para tratar uma infecção. A equipe de saúde precisa identificar a causa da incompatibilidade e ajustar o tratamento.
Considere as afirmativas abaixo:
1. As reações adversas a medicamentos podem ser classificadas como efeitos colaterais, toxicidade ou interações medicamentosas, dependendo da natureza da resposta do organismo.
2. A administração de dois medicamentos que competem pelo mesmo sistema enzimático hepático pode resultar em um aumento dos níveis plasmáticos de um ou ambos, elevando o risco de toxicidade.
3. A farmacocinética de um medicamento pode ser alterada pela administração simultânea de outro fármaco, influenciando sua absorção, distribuição, metabolismo ou excreção.
4. As incompatibilidades farmacológicas não precisam ser consideradas em pacientes idosos, pois a farmacocinética é menos relevante nessa faixa etária.
5. A identificação precoce de reações adversas e a notificação ao sistema de farmacovigilância são essenciais para a segurança do paciente e para o ajuste terapêutico adequado.
Fontes:
- Goodman & Gilman. "As Bases Farmacológicas da Terapêutica." 13ª edição, 2018.
- ANVISA. "Guia de Farmacovigilância." 2021.
Alternativas:
Um lote de medicamentos produzidos por uma empresa em Queimadas, PB, foi reprovado durante o controle de qualidade devido a variações nos parâmetros físico-químicos. A equipe técnica precisa identificar as causas e realizar ajustes no processo de produção.
Considere as afirmativas abaixo:
1. As análises físico-químicas de medicamentos incluem a avaliação do pH, da solubilidade, e do ponto de fusão, que são críticos para garantir a estabilidade e eficácia do produto.
2. O controle de qualidade deve assegurar que o peso e o volume dos ingredientes ativos estejam dentro das especificações, para evitar variações que comprometam a dosagem terapêutica.
3. As técnicas de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) e espectrofotometria UV-Vis são amplamente utilizadas para quantificar e identificar compostos em análises físico-químicas.
4. A reanálise de um lote reprovado pode ser realizada se houver suspeita de erro de procedimento, e o novo resultado pode substituir o anterior, desde que siga os protocolos estabelecidos.
5. O controle de qualidade físico-químico não precisa considerar a interação entre os excipientes e o princípio ativo, uma vez que a formulação final é o que importa.
Fontes:
- USP. "Farmacopeia Brasileira." 6ª edição, 2021. - ANVISA. "Resolução RDC nº 301/2019 - Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos."
Alternativas:
No laboratório de uma indústria farmacêutica em Queimadas, PB, foi detectada uma variação nos resultados de um lote de medicamentos. A equipe de controle de qualidade suspeita que houve um erro nas medidas de peso e volume durante a preparação das soluções.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A precisão na medição de peso e volume é crucial para garantir a uniformidade e eficácia dos medicamentos, sendo que balanças analíticas devem ser calibradas regularmente.
2. A medição de pequenos volumes (microlitros) requer o uso de micropipetas, que devem ser verificadas periodicamente para evitar erros sistemáticos.
3. O uso de múltiplos e submúltiplos do SI é obrigatório para garantir a precisão nas medidas de peso e volume em procedimentos de controle de qualidade.
4. Erros na medida de volume são menos críticos que erros na medida de peso, pois o volume pode ser ajustado durante o processo de preparação.
5. A utilização de recipientes volumétricos certificados (como pipetas e balões volumétricos) é dispensável em análises rotineiras, desde que os instrumentos estejam limpos e em boas condições.
Fontes: - USP. "Farmacopeia Brasileira." 6ª edição, 2021. - NIST. "Guidelines for Calibration of Analytical Balances." 2020.
Alternativas:
Em um laboratório de controle de qualidade em Queimadas, PB, foi necessário realizar análises físico-químicas de um novo lote de antibióticos antes de sua liberação para o mercado. A precisão dessas análises é crucial para garantir a segurança e eficácia do medicamento.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A análise físico-química de medicamentos envolve a determinação do teor de princípio ativo, a verificação de pH, e a medição da densidade, que são parâmetros essenciais para a liberação do lote.
2. A estabilidade do medicamento pode ser avaliada através de testes de degradação forçada, que simulam condições extremas de temperatura, luz e umidade para prever a vida útil do produto.
3. A titulação ácido-base é uma técnica comum em análises físico-químicas, utilizada para determinar a concentração de substâncias ativas em soluções farmacêuticas.
4. A análise espectrofotométrica é uma técnica que pode ser utilizada para quantificar compostos presentes em uma amostra com alta precisão, baseada na absorção de luz em um comprimento de onda específico.
5. A repetibilidade e a reprodutibilidade dos resultados das análises físico-químicas não são cruciais, desde que o resultado final esteja dentro das especificações estabelecidas.
Fontes:
- USP. "Farmacopeia Brasileira." 6ª edição, 2021. - ANVISA. "Guia para Validação de Métodos Analíticos." 2020.
Alternativas:
Considere as afirmativas abaixo:
1. A higiene das mãos é a medida mais eficaz para prevenir infecções hospitalares e deve ser realizada antes e depois do contato com o paciente, independentemente do uso de luvas.
2. A substituição regular dos circuitos de ventilação mecânica e a utilização de sistemas de aspiração fechados ajudam a minimizar o risco de infecções respiratórias.
3. A administração profilática de antibióticos em todos os pacientes da UTI é recomendada como medida preventiva contra infecções hospitalares.
4. A elevação da cabeceira do leito em 30-45° pode ajudar a prevenir a pneumonia associada à ventilação mecânica, reduzindo o risco de aspiração.
5. O controle rigoroso da esterilização de dispositivos médicos reutilizáveis é fundamental para evitar a transmissão de patógenos entre pacientes.
Fontes:
- ANVISA. "Manual de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde." 2020.
- WHO. "Guidelines on Hand Hygiene in Health Care." 2019.
Alternativas: