Questões de Concurso
Sobre farmacologia e pesquisa clínica em farmácia
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Um conceito importante na Farmacologia Clínica trata de “erros de medicação”.
Analise as afirmativas abaixo, que tratam das possíveis causas dos erros de medicação:
1. Informações incompletas a respeito dos pacientes, como histórico de alergias, tratamentos prévios ou resultados de exames laboratoriais.
2. Orientações farmacêuticas incompletas, inadequadas ou incorretas sobre o uso dos medicamentos.
3. Fatores que distraem profissionais da saúde durante a realização de tarefas envolvendo medicamentos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Em relação à farmacologia-clínica, é correto afirmar:
Paulo Freire desenvolveu seis pressupostos e conceitos que buscam orientar uma prática de educação transformadora.
Dentre os pressupostos e conceitos desenvolvidos pelo autor, está:
A resistência antimicrobiana é atualmente um grave problema a ser enfrentado, sendo uma preocupação para o êxito da antibioticoterapia. Quando é verificada a presença de infecções estafilocócicas multirresistentes, a droga de escolha para o tratamento é a:
Os anestésicos gerais constituem uma classe de medicamentos utilizados em uma variedade de procedimentos cirúrgicos e têm, em comum, sua atuação no sistema nervoso central. O fármaco que exemplifica esta classe é:
Em alguns casos, na prática clínica e terapêutica se empregam alguns artifícios para retardar a absorção de um fármaco a fim de prolongar sua ação sistêmica ou local, como ocorre no emprego da:
A anemia é caracterizada por redução da concentração de hemoglobina no sangue. Dos medicamentos listados abaixo, aquele que pode ser classificado terapeuticamente como antianêmico é:
A hidroclorotiazida é um medicamento muito utilizado na doença hipertensiva como auxiliar na redução da pressão sanguínea aos valores normais preconizados. Sua utilização se dá porque este é um medicamento:
Um paciente de 65 anos de idade apresenta quadro intenso de febre (39°C) e vômito. Para amenizar essa situação, o médico poderá prescrever os seguintes medicamentos para cada sintoma, respectivamente:
Paciente apresenta-se já a 6 meses, quadro de parestesia, dor em queimação e hipoestesia tátil em um padrão de botas. Possui diabetes mellitus de diagnóstico recente, sendo HbA1C de 10,5.
Qual destes fármacos NÃO é droga de terceira linha no tratamento da dor desse paciente?
Paciente apresenta-se já a 6 meses, quadro de parestesia, dor em queimação e hipoestesia tátil em um padrão de botas. Possui diabetes mellitus de diagnóstico recente, sendo HbA1C de 10,5.
Qual destes fármacos NÃO é droga de segunda linha no tratamento da dor desse paciente?
Paciente apresenta-se já a 6 meses, quadro de parestesia, dor em queimação e hipoestesia tátil em um padrão de botas. Possui diabetes mellitus de diagnóstico recente, sendo HbA1C de 10,5.
Qual destes fármacos NÃO é droga de primeira escolha no tratamento da dor desse paciente?
O farmacêutico, através dos seus conhecimentos farmacotécnicos, é o profissional responsável pelo estudo das formulações e conseguinte transformação da matéria-prima em um forma farmacêutica. Nesta perspectiva, as formas farmacêuticas sólidas (FFS) destacam-se pela facilidade posológica. Para tanto, o farmacêutico deve formular composições filmógenas seja para atuar como sistemas barreiras, aplicado ao revestimento, quanto para sistemas reservatórios, aplicado a obtenção de cápsulas duras. Podem ser utilizados como base (fase contínua) para fabricação de cápsulas duras, com exceção:
Sobre o sistema de distribuição de medicamentos coletivo é INCORRETO afirmar:
O farmacêutico não é um especialista em doenças. Por este motivo, ele nunca deve
São atribuições do farmacêutico no processo de aquisição segundo “Assistência farmacêutica, instruções técnicas para a sua organização” do Ministério da Saúde.
São um requisito necessário para a entrega de medicamentos, considerando as especificações técnicas descritas no processo de aquisição, os
Um teste de pirogênios foi realizado em uma solução injetável com o seguinte resultado:

De acordo com o resultado apresentado, o produto em análise
“A USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos”, afirma o comunicado. “Não há registro e autorização de uso dessa substância pela Anvisa e, portanto, ela não pode ser classificada como medicamento, tanto que não tem bula.”
(www.G1.com)
A notícia é uma das tantas que recentemente têm-se visto na mídia sobre o uso da substância fosfoetanolamina como medicamento para o tratamento do câncer. No site da Universidade, há um esclarecimento ao público sobre esse fato:
“Em vista da necessidade de se observar o que dispõe a legislação federal (Lei nº 6.360, de 23/09/1976 e regulamentações) sobre drogas com a finalidade medicamentosa ou sanitária, medicamentos, insumos farmacêuticos e seus correlatos, foi editada em junho de 2014 a Portaria IQSC nº 1.389/2014, que determina que tais tipos de substâncias só poderão ser produzidas e distribuídas pelos pesquisadores do IQSC mediante a prévia apresentação das devidas licenças e registros expedidos pelos órgãos competentes determinados na legislação (Ministério da Saúde e Anvisa). (...) Desde a edição da citada Portaria, o Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros não apresentou as licenças e registros que permitam a produção da fosfoetanolamina para fins medicamentosos. Sendo assim, a distribuição dessa substância fere a legislação federal”.
(http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentos-a-sociedade/. Adaptado)
O controverso problema que envolve essa substância é decorrente do fato de que