Questões de Concurso Sobre engenharia naval

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Q3976179 Engenharia Naval
Na construção de um navio, o estaleiro precisa utilizar chapas e perfis com certificados, qualificar procedimentos de soldagem e manter registros de inspeções, ao longo da fabricação, para obtenção e manutenção da classe. Nesse contexto, os papeis das sociedades classificadoras e do IACS estão associados à aplicação de regras técnicas, à verificação por inspeções e ao controle documental, sendo que o(a):
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Q3976177 Engenharia Naval
Durante a construção de um navio, está sendo montada a linha de eixo de propulsão (eixos, acoplamento e mancais). Para evitar carregamentos excessivos nos mancais e problemas de vibração, o estaleiro deve definir uma sequência de montagem e um critério de verificação de alinhamento, antes da liberação para operação. Nessa situação, a conduta mais adequada consiste em:
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Q3976174 Engenharia Naval
Após um encalhe em águas costeiras, uma embarcação permanece com parte do casco apoiada no fundo do mar, com possibilidade de avaria no fundo do casco e/ou em tanques de lastro/combustível. Nessa situação, a conduta inicial mais adequada consiste em:
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Q3976172 Engenharia Naval
Em um desenho técnico naval (vista ortográfica), deseja-se representar arestas visíveis, arestas não visíveis e eixos/linhas de centro de um conjunto. De acordo com a padronização de tipos de linhas adotada nas normas ABNT aplicáveis ao desenho técnico, deve-se utilizar, respectivamente
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Q3976168 Engenharia Naval
Em um estaleiro que adota a construção modular, pretende se planejar a produção de um navio por meio de uma EAP/WBS (Estrutura Analítica do Projeto / Work Breakdown Structure) que permita paralelizar fabricação e montagem, com pré-outfitting (instalação de itens de tubulação, suportes e equipamentos) ainda no bloco. Nesse caso, a abordagem mais adequada consiste em estruturar a EAP por:
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Q3976159 Engenharia Naval
Durante a docagem de uma embarcação em dique seco, após a entrada e o posicionamento sobre os picadeiros de quilha (keel blocks) e apoios laterais (bilge blocks), deve-se conduzir o assentamento de modo a evitar apoios pontuais e esforços concentrados. Considerando a sequência operacional típica (aproximação, alinhamento e controle do assentamento por variação do nível do dique/lastro), a conduta mais adequada é
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Q3976157 Engenharia Naval
Em um navio-tanque, o compartimento de bombas de carga deve possuir sistema para monitoramento contínuo da concentração de gases de hidrocarbonetos, com alarme sonoro e visual. De acordo com o SOLAS, o nível máximo permitido para o ajuste do alarme, em relação ao Limite Inferior de Inflamabilidade (LII), é de:
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Q3976152 Engenharia Naval
Em um desenho de Arranjo Geral (GA) de uma embarcação, deseja-se representar, de forma adequada, a altura livre (pé direito), a posição vertical de equipamentos e as plataformas em relação ao fundo e ao convés. A representação gráfica indicada para esse fim é o(a):
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Q3975642 Engenharia Naval
No que concerne à correta relação entre estabilidade estática e estabilidade dinâmica, compreende-se que a estabilidade: 
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Q3975641 Engenharia Naval
Quando um navio apresenta trim, o conjunto de curvas usado para obter volumes deslocados (∇) e LCB por integração das áreas seccionais consiste em curvas de:
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Q3975640 Engenharia Naval
Na condição inicial de um navio, o centro de gravidade está em G₀ (altura KG₀) e o centro de carena em B₀. Considere a adição de um peso w na linha de centro a uma altura KGw, medida a partir da quilha (K). Despreze efeitos de trim e considere a variação da posição do centro de gravidade KG. Com base nessas informações, quanto à variação da posição do centro de gravidade do navio, pode-se dizer que ao:
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Q3975639 Engenharia Naval
Abaixo, a figura (a) apresenta um navio cargueiro com maior concentração de pesos na região central do casco, enquanto a figura (b) representa o empuxo distribuído ao longo do comprimento do casco. As figuras (c) e (d) representam os diagramas de força cortante e momento fletor longitudinais, respectivamente. Com base nessa condição de carregamento, é correto dizer que predomina: 
q_47 naval.png (383×396)
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Q3975638 Engenharia Naval
No modelo estrutural viga-navio, o casco é idealizado como uma viga cuja resistência é fornecida por: 
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Q3975637 Engenharia Naval
A estabilidade dinâmica do buque está relacionada:
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Q3975636 Engenharia Naval
O metacentro transversal (para pequenos ângulos) é definido como:
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Q3975635 Engenharia Naval
Um eixo circular sólido, de comprimento L, possui diâmetro d=L/9. A tensão admissível de cisalhamento é τadm=a, e o módulo de cisalhamento G=81a. Aplicando-se o torque máximo admissível, correspondente a τadm, o ângulo de torção entre as extremidades do eixo é:
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Q3975634 Engenharia Naval
Um bloco uniforme de peso W e comprimento L é mantido em equilíbrio por uma cunha no ponto B, conforme a figura. A cunha possui inclinação θ e será tracionada horizontalmente para a direita por uma força P. O coeficiente de atrito estático (μ) é o mesmo em todas a superfície de contato. Assume-se que o bloco não escorrega no apoio A e a cunha será retirada para a direita. Diante disso, a força mínima P necessária para iniciar a remoção da cunha é:
q_42 1.png (321×122)
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Q3975633 Engenharia Naval
Os conceitos mais fundamentais na mecânica dos materiais são tensão e deformação. A respeito do sentido da força axial, considerando regime de tensão uniaxial e ausência de excentricidades, pode-se dizer que: 
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Q3975632 Engenharia Naval
A Figura mostra um digrama em água livre de uma hélice da seria B, no qual os coeficientes Kt, 10Kq e o são apresentados em função do coeficiente de avanço J. Os pontos 2 e 3 indicam condições operacionais. Com base na figura, pode-se afirmar que o ponto: 
q_40 naval.png (484×385)
FONTE: BIRK, L. Fundamentals of Ship Hydrodynamics – Fluid Mechanics, Ship Resistance and Propulsion. Springer
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Q3975631 Engenharia Naval
Considere o campo de esteira (wake field) de um navio de hélice único, como é mostrado na figura. Em um ponto (y,z) , a fração de esteira é w=0,3. Para uma velocidade do navio de v=5 m/s, a velocidade de avanço da hélice é: 
q_39 naval.png (495×396)
FONTE: BIRK, L. Fundamentals of Ship Hydrodynamics – Fluid Mechanics, Ship Resistance and Propulsion. Springer 
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Respostas
41: C
42: D
43: A
44: B
45: D
46: D
47: C
48: D
49: C
50: C
51: A
52: A
53: B
54: C
55: C
56: B
57: C
58: A
59: D
60: C