Questões de Concurso
Sobre transmissão em engenharia elétrica
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Dentre os modelos listados a seguir, o modelo mais intimamente ligado a índices como probabilidade de perda de carga, frequência de perda de carga, duração média de perda de carga e valor esperado da potência não suprida é o modelo
O valor da reatância mútua do acoplamento neste caso é igual:
Este barramento alimenta duas SEs de consumidor (sem geração local). Cada alimentador possui um relé de sobrecorrente no secundário de um TC que opera em 0,3 segundos para um curto de 3 kA nas proximidades dos mesmos.
Sabendo-se que o relé da LT está ajustado no tape de 5 A no secundário do TC, o valor de ajuste da curva de tempo (TMS) desse relé, para ser seletivo com os dos alimentadores das SEs, é:
O sistema de transmissão pode ser representado por barra infinita. No terciário há um compensador síncrono cujas impedâncias de sequência positiva e negativa são iguais a 60% cada e a zero 40 %, todas na base 100 MVA.
As impedâncias do transformador, de sequência positiva, negativa e zero na base de 100 MVA, são: Xp= 10% , Xs= 2% e Xt= 20%. A corrente de curto monofásico, em pu, no terciário é igual a:
A capacitância shunt da LT, representada na barra da SE, tem admitância igual a j0,04 pu, enquanto sua impedância série é igual a j0,1 pu.
Sendo a numeração dessa barra igual a 1, o elemento Y11, em pu, da matriz Ybus é igual a:
A metodologia utilizada para a determinação das tarifas de uso dos sistemas de transmissão é a chamada tarifação nodal, ou seja, cada subestação do sistema de transmissão pode ter um custo mensal diferente, que independe da quantidade de energia transportada pelo sistema de transmissão.
A lei proíbe que as empresas de distribuição de energia que atuam no SIN exerçam atividades de geração ou transmissão de energia elétrica, fato conhecido, no setor elétrico, como desverticalização das empresas.
Dada a garantia legal de livre acesso ao sistema de transmissão de energia, o acordo sobre a tarifa de uso do sistema, entre o usuário que acessa a rede e o proprietário da rede, realiza-se mediante CUST.
O CPST é celebrado entre a concessionária de transmissão e o ONS.
Os CCTs são firmados entre o acessante e a concessionária de transmissão para a garantia de requisitos técnicos e operacionais da conexão.
Na operação em regime de longa duração, é admitida distância do condutor fase ao solo de até 50% da distância mínima de segurança da linha de transmissão operando durante condições normais.
Para o dimensionamento dos isoladores de uma linha de transmissão, deve-se contemplar, entre outros fatores, a tensão máxima operativa e o balanço da cadeia de isoladores sob ação de vento crítico, cujo período de retorno mínimo previsto é estabelecido com base em norma pertinente.
Os barramentos de uma subestação devem ser dimensionados assumindo-se que nenhum de seus equipamentos, como os disjuntores, fique indisponível; dessa forma, assegura-se que, ao ocorrer o maior nível de curto-circuito na subestação, todos os barramentos suportarão a corrente de curto-circuito esperada.
O sistema de proteção contra descargas atmosféricas de uma subestação em extra-alta tensão deve ser dimensionado para suportar um risco de falha menor ou igual a uma descarga por ano.
Sendo a tensão nominal do sistema de transmissão igual a 230 kV, a tensão de operação máxima admitida em regime permanente para barramento de subestação com esse nível de tensão não deve superar 235 kV.
A referência relativa aos custos de instalações de transmissão é estabelecida por fabricantes de equipamentos de transmissão, desde que atuantes no ramo por, pelo menos, dez anos.
A aplicação de penalidades relativas a requisitos técnicos não atendidos e à violação de limites mínimos especificados de algumas grandezas típicas da rede elétrica, como tensão, está prevista nos contratos de uso do sistema de transmissão (CUSTs).
Esse processo é coordenado pela ANEEL, sob a supervisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).