Questões de Concurso
Sobre gestão de processos e equipes de trabalho em enfermagem
Foram encontradas 443 questões
O enfermeiro, por assumir a gestão das unidades de atendimento como responsável técnico (RT's), necessita de algumas competências para um gerenciamento eficiente, efetivo e eficaz do serviço de enfermagem. São competências necessárias aos Rts:
I. liderança.
II. comunicação.
III. tomada de decisão.
IV. negociação.
Cada uma delas possui seus indicadores específicos, a saber:
( ) implementar cultura de gestão de risco.
( ) avaliar situações e agiram parado no conhecimento, nos aspectos éticos, morais e legais.
( ) saber ouvir, ponderando os fatos que subsidiarão o retrocesso ou avanço da negociação.
( ) utilizar linguagem clara, convincente, objetiva, adequada e sem distorções.
A sequência correta de cada competência para cada indicador é, respectivamente:
Em relação à gestão de pessoas, julgue o próximo item.
O enfermeiro é um líder da gestão de pessoas, uma vez que,
direta e continuamente, interage com a equipe de trabalho; para
isso, deve possuir conhecimento na área de gestão de conflitos,
buscando vencê-los mediante as diferentes formas de
administrá-los, entre as quais se cita a solução integrativa dos
problemas.
Em relação à gestão de pessoas, julgue o próximo item.
Para os profissionais de saúde, o processo de socialização
adquirido desde a formação acadêmica torna positiva a relação
com a instituição, formando rapidamente um ambiente
organizacional com base no espírito de corpo e alto grau de
identificação com a organização.
Em relação à gestão de pessoas, julgue o próximo item.
Nas organizações de saúde, os sistemas de controle e
mensuração de desempenho, por serem pouco desenvolvidos
e exigirem inovações, têm baixo grau de confiança; assim,
constitui um desafio a superação de aspectos organizacionais
e culturais que sejam profundamente arraigados na prática
assistencial e impeçam a adoção bem-sucedida de inovações.
Em relação à gestão de pessoas, julgue o próximo item.
Entre os processos de gestão de pessoas, o processo de agregar
pessoas destina-se a especificar as atividades que as pessoas
irão desenvolver, a promover treinamento e capacitação
específicos de acordo com a função a ser desempenhada.
O modelo de Hronec, no sistema de medição de desempenho, que se utiliza da matriz quantum, com três níveis de mobilização, tem enfoque no aperfeiçoamento do valor e do serviço.
A vigilância estratégica, focada na visão de futuro da empresa, tem por finalidade observar, acompanhar, questionar possíveis riscos e oportunidades que possam exigir, oportunamente, ações antecipadas e respostas estratégicas ou contramedidas da organização.
A análise dos públicos de interesse — stakeholders — consiste na identificação de pessoas, grupos de pessoas ou até de organizações que possam influenciar ou serem influenciados pela organização.
O diagnóstico interno de uma organização, diante das dinâmicas ambientais controláveis, baseia-se na análise das ameaças e oportunidades.
Na pirâmide organizacional, são três os tipos de planejamento, destacando-se o planejamento tático, no nível operacional — nível esse que formaliza as metodologias da empresa e em que se encontram os planos de ação.
Identificar os pontos fortes e os fracos de uma organização em relação à concorrência e ao ambiente de negócio em que atua faz parte da fase de controle da gestão estratégica.
Planejamento estratégico, execução e controle são etapas da gestão estratégica.
Nas definições donabedianas de qualidade em serviços de saúde, prevalece a relação risco/benefício, e é avaliada a atenção à saúde considerando-se o cuidado técnico, a relação interpessoal e as amenidades. Nos sistemas de avaliação, prevalece o uso da tríade clássica e funcionalista, embasada em recursos, informações e pessoas.
Quanto ao gerenciamento de materiais, cabe ao enfermeiro, entre outras funções, determinar o material necessário, definir as especificações, estabelecer o quantitativo e analisar a qualidade do material.
Nos últimos anos, tem sido reconhecido o processo de planejamento estratégico na gestão do SUS, cuja implementação requer habilidades de comunicação e envolvimento de todos os atores.
Na gestão estratégica, há permanente exercício de diálogo e reflexão a respeito dos problemas que incidem em dada realidade, com vistas a prever situações e alternativas, antecipar possibilidades de decisão e preparar estratégias para a obtenção de governabilidade sobre esses.
Nos modelos de gestão emergentes, destacam-se a ênfase no “como fazer”, a divisão do trabalho em tarefas e a excessiva preocupação com manuais de procedimentos, rotinas, normas, escalas diárias de distribuição de tarefas e fragmentação da assistência.
No século XIX, o modelo proposto por Florence Nightingale institui a divisão entre o trabalho intelectual e o manual e a hierarquização no trabalho da enfermagem, o que já foi superado nos tempos atuais.