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Q4009106 Economia
"Risco de mercado é a possibilidade de que o valor de um ativo caia por causa de fatores de mercado independentes do ativo (como eventos econômicos, políticos e sociais). Em geral, quanto mais o valor do ativo reage ao comportamento do mercado, maior é seu risco; quanto menos reage, menor é seu risco"
Gitman, Lawrence Jeff rey. Princípios de administração fi nanceira. 10 ed. São Paulo. Pearson Addison Wesley, 2004
Considerando que a taxa de retorno de ativos livres de risco (Rf) é de 5% ao ano, o retorno esperado do portfólio de mercado (Rm) é de 12% ao ano, e o beta (β) associado ao risco de mercado deste novo projeto da Empresa "Cajuína Cristalina" é de 1,3. Adicionalmente, estima-se que o projeto, se implementado, gerará um retorno real de 15% ao ano. 
Com base nessas informações, calcule o retorno exigido (custo do capital próprio) para o projeto e o prêmio de risco que o investidor estaria recebendo por assumir o risco específico deste projeto. Qual a conclusão sobre a atratividade do projeto? 
Alternativas
Q4002168 Economia
TEXTO

PAÍSES POBRES DEVEM APOSTAR EM CARBONO OU RENOVÁVEIS?

    Moçambique está numa encruzilhada. Na costa norte, projetos de gás offshore avaliados em bilhões de dólares podem trazer receitas significativas. Ao mesmo tempo, o país é uma potência hidrelétrica e tem enorme potencial inexplorado nas energias solar e eólica. “Esses casos são interessantes porque ainda não há custos irrecuperáveis. É possível seguir em diferentes direções”, diz o especialista Philipp Trotter, professor de gestão de sustentabilidade na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

    À medida que aumenta a pressão global pela drástica redução das emissões de gases de efeito estufa, o caso moçambicano reflete o dilema em muitos países pobres: eles precisam queimar combustíveis fósseis para prosperar economicamente ou podem saltar diretamente para a energia limpa? Por décadas, as nações ricas e industrializadas construíram sua riqueza queimando carvão, petróleo e gás, produzindo uma parcela desproporcional das emissões globais de gases de efeito estufa.

    Historicamente, Estados Unidos, União Europeia e China são os maiores poluidores do mundo, segundo o Orçamento Global de Carbono (Global Carbon Budget, no original em inglês), relatório anual liderado pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, sobre as tendências nas emissões globais de carbono.

    Muitos líderes do setor energético na África e na Ásia argumentam que é injusto negar às economias em desenvolvimento de hoje a mesma rota para o crescimento. Mas, com as emissões de gases de efeito estufa em níveis recordes e o aquecimento do planeta em aceleração, cientistas do clima alertam que o planeta já não dispõe de um orçamento de carbono que permita a todos seguir esse caminho.

    Há poucas pesquisas científicas, porém, sobre qual caminho seria mais vantajoso para países diante dessa encruzilhada, como Moçambique, Senegal ou Mauritânia. “Do ponto de vista moral, faz todo sentido que, se alguém pode usar combustíveis fósseis, então que sejam os países mais pobres”, aponta Trotter. “O problema desse argumento é que ele ignora o lado econômico.”

    Permanece incerto se o gás ainda será competitivo nos mercados internacionais quando ele for produzido, daqui a vários anos. Afinal, grandes economias pretendem reduzir drasticamente suas emissões até 2050, e analistas preveem que o pico na demanda por gás, carvão e petróleo poderá ser atingido na atual década. “Então, você está investindo muito dinheiro sem uma vantagem competitiva dentro de um mercado que está encolhendo”, prossegue Trotter. “Pode dar certo, mas há um risco extremo.”

    No papel, a economia das fontes de energia renovável mudou decisivamente. Mais de 90% dos novos projetos de energia limpa no mundo produzem eletricidade a um custo menor do que novas usinas de combustíveis fósseis, segundo a Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena).

    Mas baixos custos operacionais não são tudo. Construir esses sistemas verdes ainda requer um investimento inicial pesado em parques eólicos e solares, redes de transmissão, armazenamento e mais. Esses custos são, não raro, mais difíceis de absorver para países mais pobres.

    No Quênia, a aposta deu certo. O país gera quase 90% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, principalmente de energia geotérmica, hidrelétrica e eólica. E pretende chegar a 100%, com acesso universal, até 2030. “O Quênia tem abundante energia geotérmica, que é como um ovo de ouro”, explica a especialista queniana em energia Rose M. Mutiso. “Mas, obviamente, o país se esforçou para desenvolver esses recursos ao longo do tempo.”

    O governo queniano começou a investir pesado nesse “ovo de ouro” nos anos 1990 e início dos 2000, depois que secas expuseram os riscos de depender demais da hidreletricidade. Por meio da sua empresa estatal, o país usou dinheiro público e empréstimos de bancos de desenvolvimento para cobrir as etapas iniciais e arriscadas de exploração do calor subterrâneo, antes que investidores privados entrassem. “Essa não acontece da noite para o dia. É um processo longo e sustentado”, acrescenta Mutiso.

    Mas partes desse modelo podem ser difíceis de serem replicados por países como Moçambique ou Senegal. Altamente endividados e com classificações de crédito mais baixas que as do Quênia, eles podem ter mais dificuldade para obter empréstimos ou atrair investimentos.

    Não existe uma solução única para todas as transições energéticas. Pesquisadores já constataram que o caminho que um país pode seguir depende de vários fatores: como os combustíveis fósseis estão integrados à sua economia, se eles são usados sobretudo internamente ou exportados e quão diversificada já é a economia. Isso mostra por que faz pouco sentido comparar a Etiópia, por exemplo, que se eletrificou em grande parte por meio de hidreletricidade barata graças aos seus recursos fluviais, com a Índia, que depende do carvão para a maior parte de sua eletricidade e emprega milhões de pessoas nessa cadeia.

    No caso indiano, a queda nos preços da energia eólica e solar ajudou a impulsionar um programa ambicioso de energias renováveis. O país ocupa hoje a quarta posição mundial em capacidade instalada de energia limpa. Mas o carvão ainda responde por mais de 70% da geração elétrica. Proporcionalmente à população, o setor emprega poucas pessoas em nível nacional, mas continua sendo a única atividade econômica em algumas regiões. Ao mesmo tempo, a demanda por energia cresce rapidamente, à medida que a indústria se expande e os padrões de vida aumentam.

    A dupla missão de executar uma transição verde e justa e atender a um crescente consumo de eletricidade “não é fácil num cronograma acelerado”, afirma Rahul Tongia, pesquisador sênior do Centro para Progresso Social e Econômico. Embora os países mais pobres enfrentem realidades muito diferentes entre si, há algumas rotas claras pelas quais as nações mais ricas poderiam apoiá-los para acelerar a mudança para a energia renovável. No topo da lista está enfrentar o alto custo inicial.

    “Os países desenvolvidos e os grandes emissores precisam manter o acelerador pressionado porque o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias por eles reduz os custos para os países mais pobres”, prossegue Tongia. “Então eles que paguem o custo inicial mais alto das novas tecnologias.”

    Países pobres e especialistas em clima também argumentam há muito tempo que é necessário muito mais financiamento climático público para destravar investimentos privados. Sem garantias e compartilhamento de riscos, muitos projetos de energia limpa continuam arriscados demais na avaliação dos bancos.

    “É preciso tornar o capital acessível, mas também oferecer garantias que reduzam o risco percebido”, diz Trotter. “É aí que os países desenvolvidos podem agir”. Em 2024, durante a conferência climática da ONU, a COP 29, os governos concordaram com uma nova meta de financiamento climático de pelo menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035. Muitos países em desenvolvimento dizem que o valor ainda é insuficiente.

    Já na COP30, que aconteceu em Belém em 2025, o Brasil defendeu, enquanto ocupava a presidência da conferência da ONU, um plano estratégico para elevar o montante a 1,3 trilhão de dólares. Para Moçambique, essa diferença pode ser decisiva. O caminho a ser seguido – as promessas do gás ou a aposta no sol e no vento – poderá depender dos investimentos dos países ricos num futuro mais limpo.

Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/países-pobres-devem-apostar-em-carbono-ou-energias-renováveis/a75406332>. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.
A análise sobre a possível competitividade futura do gás moçambicano sugere que o principal risco associado aos grandes investimentos nesse setor reside:
Alternativas
Q3998935 Economia
Assinale a alternativa que completa a frase abaixo.
____________ são as coisas capazes de satisfazer as necessidades humanas e suscetíveis de avaliação econômica. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Terra Roxa - PR Provas: FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Advogado | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fonoaudiólogo I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Ginecologista/Obstetra | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Pediatra | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Veterinário I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor (Educação Infantil/Fundamental) | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Arquiteto | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Assistente Social | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor Educação Física | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Psicólogo | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Contador | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Técnico de Informática | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Terapeuta Ocupacional | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Dentista | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Enfermeiro Padrão | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Farmacêutico | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fiscal Tributário | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Generalista I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Nutricionista I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Educador Social | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor de Artes | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor Educação Especial |
Q3994436 Economia
O Brasil tem investido em obras de infraestrutura estratégicas para elevar a competitividade de sua economia e melhorar sua logística de exportação. Sobre o atual cenário e as projeções dos grandes projetos de infraestrutura do país, analise as afirmações abaixo, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A Ponte Bioceânica, que liga o Brasil ao Paraguai, é uma obra estratégica para viabilizar o Corredor Bioceânico, conectando os portos do Atlântico aos terminais do Chile no Oceano Pacífico.
( ) O Trem de Alta Velocidade (TAV), projetado para interligar o Rio de Janeiro a São Paulo, encontra-se em fase avançada de construção, com trilhos instalados e previsão de transportar 20 milhões de passageiros em 2026.
( ) A Ferrovia Transnordestina utiliza infraestrutura moderna para otimizar o escoamento de grãos e minérios da região, tendo entre suas diretrizes logísticas a ligação do interior do Piauí ao litoral nordestino.
( ) A Ferrogrão (EF-170) é uma ferrovia que já opera seu trecho inicial regularmente, conectando o Mato Grosso aos portos do Pará, sendo atualmente o principal meio de escoar a produção do Matopiba para o exterior.
Alternativas
Q3994151 Economia
O canal da taxa de juros é um dos principais mecanismos de transmissão da política monetária do Banco Central do Brasil, pois influencia decisões de consumo e investimento. Quando o Banco Central eleva a meta da taxa Selic, mantendo constantes as expectativas de inflação, as taxas de juros reais tendem a:
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Q3993269 Economia

        Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50, destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos 80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90, medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.

Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente. 


O Plano de Metas, assim como o Plano SALTE, incluiu, entre seus setores prioritários de investimento, alimentação, energia, saúde e transportes. 

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Q3993268 Economia

        Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50, destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos 80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90, medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.

Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente. 


No PAEG, a reforma tributária reforçou o ajuste fiscal ao ampliar a arrecadação e, posteriormente, contribuiu para o ambiente macroeconômico associado ao denominado milagre econômico.

Alternativas
Q3993267 Economia

        Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50, destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos 80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90, medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.

Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente. 


Durante o período denominado milagre econômico, a orientação monetária e creditícia expansionista foi parcialmente compensada por medidas de controle de preços, notadamente por meio do Conselho Interministerial de Preços (CIP), como forma de conter a inflação. 

Alternativas
Q3993266 Economia

        Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50, destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos 80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90, medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.

Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente. 


O Programa de Ação Imediata (PAI) consistiu em medidas voltadas ao ajuste fiscal, como contenção de despesas e aumento de receitas, marcando a segunda fase do Plano Real.

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Q3993265 Economia

Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.


Em regime de câmbio fixo, a autoridade monetária não pode utilizar a taxa de juros como instrumento de defesa da paridade cambial previamente estabelecida. 

Alternativas
Q3993264 Economia

Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.


Uma taxa de câmbio real definida por q = EP*/P (em que E = moeda nacional por moeda estrangeira, P = nível de preços doméstico e P* = nível de preços externo) em trajetória ascendente ao longo do tempo indica, ceteris paribus, aumento da competitividade-preço das exportações do país. 

Alternativas
Q3993263 Economia

Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.


A elevação do risco de um país, provocada por uma crise de confiança, leva à saída de capitais e aumenta a pressão de depreciação cambial. 

Alternativas
Q3993262 Economia

Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.


São trade-offs típicos da política cambial tanto a escolha entre suavizar oscilações do câmbio e preservar reservas internacionais quanto o dilema entre manter a atividade econômica em sua meta e conter a inflação doméstica. 

Alternativas
Q3993261 Economia

Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.


Um aumento persistente do diferencial de juros tende a desvalorizar o câmbio e, por essa via, elevar a inflação doméstica; ademais, os efeitos sobre exportações e importações tendem a atenuar esse aumento do nível de preços. 

Alternativas
Q3993260 Economia

Considerando as principais identidades macroeconômicas, julgue o item seguinte, em relação ao sistema de contas nacionais. 


Se o país possui poupança externa positiva, isso significa que há superávit no saldo da conta de transações correntes do balanço de pagamentos. 

Alternativas
Q3993259 Economia

Considerando as principais identidades macroeconômicas, julgue o item seguinte, em relação ao sistema de contas nacionais. 


Se um país apresenta déficit em transações correntes, isso implica necessariamente que sua balança comercial também está em déficit. 

Alternativas
Q3993258 Economia

A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.  


O sistema exibe a chamada dicotomia clássica: com o estoque de capital (K) dado, as variáveis reais (Y, L, w/P, r - , C, I) são determinadas exclusivamente pelo bloco real (função de produção, mercado de trabalho, comportamento de consumo e investimento e política fiscal), sendo o nível de preços ajustado de forma a compatibilizar o equilíbrio monetário M/P m(Y,r), para um dado M.

Alternativas
Q3993257 Economia

A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.  


O aumento do salário nominal gera aumento do nível geral de preços via equação da oferta agregada e, consequentemente, redução do nível de renda de equilíbrio.

Alternativas
Q3993256 Economia

A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.  


Um aumento dos gastos autônomos do governo desloca a curva IS, elevando o produto de equilíbrio Y e a taxa de juros real r  ; a elevação r de reduz o investimento privado l(r), de modo que parte do aumento de G é compensado por crowding-out sobre o investimento, e o tamanho desse efeito depende da sensibilidade do investimento ao juro e da inclinação da curva LM. 

Alternativas
Q3993255 Economia

A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.  


Como o produto de equilíbrio é dado pela função de produção Y = F(K,N) e pelo estoque de capital constante no curto prazo, um aumento permanente da quantidade de moeda M, com salário nominal w dado, é necessariamente neutro: eleva apenas o nível de preços P, sem alterar o produto real Y nem o emprego N.

Alternativas
Respostas
321: B
322: D
323: D
324: A
325: A
326: E
327: C
328: C
329: E
330: E
331: C
332: C
333: E
334: E
335: E
336: E
337: E
338: C
339: C
340: E