Questões de Concurso
Sobre história econômica e economia contemporânea em economia
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I. O Plano Collor I visava a acabar com a indexação da economia, adotando diversas medidas para melhorar a eficiência da gestão pública e reduzir os gastos do governo.
II. O Plano Collor I realizou uma reforma financeira, com o fim do overnight, substituído pelo FAF, no qual os títulos públicos seriam transacionados.
III. O Plano Collor II tentou medidas de austeridade fiscal, via controle do fluxo de caixa no Ministério da Fazenda e restrição orçamentária de vários ministérios, mas resistências políticas impediram a continuação dessas medidas.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
( ) Se um investidor estrangeiro adquire ações de uma empresa brasileira, então esta operação é registrada como débito na conta de capital e financeira.
( ) O saldo do balanço de pagamentos é negativo quando a poupança externa é positiva.
( ) Um aumento dos gastos de brasileiros em viagens ao exterior gera uma deterioração do saldo da conta de serviços, e, consequentemente, do saldo de transações correntes.
A seqüência está correta em
“O Plano estabeleceu que o Estado passasse a utilizar instrumentos de políticas econômicas para implantar e ampliar a infraestrutura social básica. O Plano partiu de um diagnóstico profundo da realidade econômica, social e cultural do Estado. O Plano estabeleceu a promoção de três áreas básicas de desenvolvimento: O Homem, O Meio e A Expansão Econômica”.
O texto contém as características que descrevem a seguinte experiência de planejamento econômico em Santa Catarina:
De acordo com a legislação pertinente, as receitas imprevisíveis, mesmo depois de sua efetivação, estão fora do universo de receitas compreendidas pela lei de orçamentária.
De acordo com dados do Censo de 2010, o nível de instrução dos homens é superior aos das mulheres, o que justifica a diferença salarial entre os gêneros.
O índice de Gine do Brasil — uma estatística que mede a desigualdade de renda — decresceu no período entre 2003 e 2009 devido, principalmente, aos programas sociais implementados e ao aumento da renda do trabalhador.
Entre os anos de 1995 e 1998, foi adotado pelo BCB o regime de câmbio fixo.
O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (PROER) permitiu a redução do market share dos bancos públicos no setor bancário brasileiro e o crescimento da participação dos bancos estrangeiros, especialmente no período entre 1995 e 2002.
No período entre 1995 e 2002, os resultados do processo de consolidação bancária no Brasil foram menores que o esperado no que diz respeito à relação entre crédito e produto interno bruto (PIB) e ao custo da intermediação financeira.
A política econômica da Nova República iniciou-se com o anúncio de medidas de austeridade fiscal e monetária e com a restrição ao crédito oficial e à contratação de novos servidores pela administração pública. A adoção dessas medidas permitiu a queda da taxa de inflação.
O Plano Bresser foi um plano econômico de caráter heterodoxo em que o diagnóstico da inflação foi realizado com base na questão inercial, desconsiderando-se aspectos relacionados ao ajuste das contas públicas.
No Primeiro Plano Cruzado, foram congelados salários e preços, gerando-se distorções nos preços relativos.
A política econômica adotada pelo Ministro da Fazenda Dílson Funaro durante a Nova República enfatizava o controle dos agregados monetários, o que ia de encontro à política empregada anteriormente, cuja ênfase se dava nas regras de indexação de preços da economia.
A política macroeconômica adotada nos anos de 1981 e 1982 tinha por objetivo reduzir a necessidade de divisas estrangeiras, utilizando-se o controle da absorção interna.
A perda de confiança por parte dos agentes desencadeada pelo choque do petróleo e pela elevação das taxas de juros internacionais ocorridos entre os anos de 1970 e 1980 foi fator decisivo para a deterioração da política de gerenciamento de curto prazo da inflação e das contas externas da economia brasileira.
O ajuste externo efetuado na economia brasileira no período entre os anos de 1981 e 1984 não foi suficiente para o reequilíbrio do balanço de pagamentos, tendo desencadeado a desvalorização da moeda e a demanda de auxílio ao FMI em 1985.