Questões de Concurso
Comentadas sobre história econômica e economia contemporânea em economia
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“O Plano estabeleceu que o Estado passasse a utilizar instrumentos de políticas econômicas para implantar e ampliar a infraestrutura social básica. O Plano partiu de um diagnóstico profundo da realidade econômica, social e cultural do Estado. O Plano estabeleceu a promoção de três áreas básicas de desenvolvimento: O Homem, O Meio e A Expansão Econômica”.
O texto contém as características que descrevem a seguinte experiência de planejamento econômico em Santa Catarina:
De acordo com dados do Censo de 2010, o nível de instrução dos homens é superior aos das mulheres, o que justifica a diferença salarial entre os gêneros.
O índice de Gine do Brasil — uma estatística que mede a desigualdade de renda — decresceu no período entre 2003 e 2009 devido, principalmente, aos programas sociais implementados e ao aumento da renda do trabalhador.
Entre os anos de 1995 e 1998, foi adotado pelo BCB o regime de câmbio fixo.
O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (PROER) permitiu a redução do market share dos bancos públicos no setor bancário brasileiro e o crescimento da participação dos bancos estrangeiros, especialmente no período entre 1995 e 2002.
No período entre 1995 e 2002, os resultados do processo de consolidação bancária no Brasil foram menores que o esperado no que diz respeito à relação entre crédito e produto interno bruto (PIB) e ao custo da intermediação financeira.
A política econômica da Nova República iniciou-se com o anúncio de medidas de austeridade fiscal e monetária e com a restrição ao crédito oficial e à contratação de novos servidores pela administração pública. A adoção dessas medidas permitiu a queda da taxa de inflação.
O Plano Bresser foi um plano econômico de caráter heterodoxo em que o diagnóstico da inflação foi realizado com base na questão inercial, desconsiderando-se aspectos relacionados ao ajuste das contas públicas.
No Primeiro Plano Cruzado, foram congelados salários e preços, gerando-se distorções nos preços relativos.
A política econômica adotada pelo Ministro da Fazenda Dílson Funaro durante a Nova República enfatizava o controle dos agregados monetários, o que ia de encontro à política empregada anteriormente, cuja ênfase se dava nas regras de indexação de preços da economia.
A política macroeconômica adotada nos anos de 1981 e 1982 tinha por objetivo reduzir a necessidade de divisas estrangeiras, utilizando-se o controle da absorção interna.
A perda de confiança por parte dos agentes desencadeada pelo choque do petróleo e pela elevação das taxas de juros internacionais ocorridos entre os anos de 1970 e 1980 foi fator decisivo para a deterioração da política de gerenciamento de curto prazo da inflação e das contas externas da economia brasileira.
O ajuste externo efetuado na economia brasileira no período entre os anos de 1981 e 1984 não foi suficiente para o reequilíbrio do balanço de pagamentos, tendo desencadeado a desvalorização da moeda e a demanda de auxílio ao FMI em 1985.
A partir dos anos 90 do século XX, as parcerias público-privadas surgiram como uma alternativa de financiamento de projetos de infraestrutura para diversos países cuja capacidade de atuação estava reduzida por restrições fiscais e pelos limites impostos a políticas inflacionárias.
A relação entre a dívida pública e o PIB permaneceu constante após a desvalorização do Real no início de 1999, o que permitiu que o governo brasileiro assinasse com o FMI um acordo no qual se comprometia a reduzir as metas de superávit primário para alavancar o crescimento da economia.
A estabilização da inflação verificada após a implantação do Plano Real, em 1994, foi seguida de resultados fiscais negativos, dada a redução dos efeitos da emissão de moeda como forma de financiamento do setor público.
O início dos anos 90 do século XX foi marcado pela abertura da economia brasileira e pelo processo de privatização de empresas estatais, processos realizados com o objetivo de combater a inflação por meio da redução do déficit público.
A década de 80 do século XX é conhecida como o período do milagre econômico brasileiro, em que foram registradas elevadas taxas de crescimento da economia e redução da dívida pública do país.
No período de 2003 a 2006, verificou-se, em paralelo ao elevado crescimento médio da economia brasileira, uma expansão da dívida líquida do setor público resultante de constantes déficits em transações correntes, que elevaram o endividamento externo do país.