Questões de Concurso
Sobre ética em comunicação em relações públicas
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Durante a produção de um material institucional sobre os resultados de uma pesquisa na área de energias renováveis, o assessor de comunicação de uma Universidade Estadual recebe dados preliminares indicando um ganho de eficiência de 40% em um novo protótipo, número ainda não validado pelo comitê científico nem pelo comitê de ética da instituição. O Pró-Reitor solicita que o assessor divulgue imediatamente esse percentual como resultado definitivo da pesquisa, a fim de reforçar a imagem de excelência da instituição e do centro de pesquisa envolvido, especialmente diante da proximidade de uma chamada pública de fomento.
De acordo com o art. 2º do Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas (Conferp, 2001), a divulgação do percentual como resultado definitivo, nas condições descritas, configura infração à vedação prevista na alínea que proíbe o profissional de
I. Selecionar trechos verdadeiros, preservando o sentido essencial do relato;
II. Reorganizar a narrativa para torná-la compreensível, desde que a edição não atribua à entrevistada experiência ou conclusão que ela não manifestou;
III. Acrescentar, como se fosse declaração da entrevistada, frase escrita pela equipe que sintetize o resultado ideal do programa;
IV. Contextualizar a experiência individual para evitar que um caso isolado seja apresentado como comprovação suficiente dos resultados gerais da política.
Sob a perspectiva ética da produção narrativa institucional, estão corretas:
Um profissional de Relações Públicas foi nomeado perito para esclarecer a Justiça em matéria de sua competência. Porém, uma das partes envolvidas no processo é concorrente direto de um cliente seu.
Neste caso, de acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas, o profissional deve
I. O profissional de Relações Públicas tem por obrigação declinar convites para atuar como perito, mesmo quando outro profissional de Relações Públicas for parte envolvida na questão.
II. O profissional de Relações Públicas deve escusar-se de funcionar em perícia que escape à sua competência ou por motivos de força maior, desde que dê a devida consideração à autoridade que o nomeou.
III. É permitido, em situações específicas, que o profissional de Relações Públicas atue como perito em processos em que sejam parte seu cliente, parente até o segundo grau, ou afim, amigo ou inimigo e concorrente de cliente seu.
Está correto o que se afirma em
I. atender clientes concorrentes com a prévia autorização das partes atendidas;
II. atender cliente que esteja sendo assistido por outro colega em caso de solicitação do colega ou quando souber, seguramente, que atendimento prestado pelo colega foi interrompido definitivamente;
III. ser perito de cliente, bem como funcionar em perícia em que sejam parte parente até o segundo grau, ou afim, amigo ou inimigo e concorrente de cliente seu.
Está correto o que se afirma em
A respeito das boas práticas relativas à linguagem inclusiva, assinale a afirmativa correta.