Questões de Concurso
Sobre direitos civis, políticos e sociais em sociologia
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Nessa situação, a partir da aula conduzida pela professora, é esperado que os estudantes compreendam que
MELLO, A. G. de; AYDOS, V.; SCHUCH, P. Aleijar as antropologias a partir das mediações da deficiência. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 64, p. 16, set. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index. php/horizontesantropologicos/issue/view/4537/1259. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).
Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, um docente de Sociologia no Ensino Médio pode usar as informações do texto apresentado para elaborar estratégias educacionais que identifiquem a
CARNEIRO, S. Dispositivo da racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. São Paulo: Zahar editora, 2023 (adaptado).
Considerando-se que essa passagem apresenta uma reflexão sobre os mecanismos pelos quais o epistemicídio se reproduz, é correto afirmar que a exclusão racial apresentada no texto se rearticula por meio da
A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.
Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.
Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
Disponível em: https://anaraylandermartisdosanjos.com/Milissegundos-nos-trapos-de-mundo. Acesso em: 22 ago. 2024.
A obra apresentada chama-se Milissegundos nos Trapos de Mundo e foi utilizada por um professor da 3ª série do Ensino Médio em sala de aula. Ele selecionou imagens dessa obra, da artista Ana Raylander Mártis dos Anjos, para apresentar para sua turma. O docente explicou que, na obra, a artista desenvolveu duas peças videográficas com 16 horas cada uma e que essa produção artística mostra o processo de um vestido sendo desfeito e, posteriormente, com o vídeo de trás para a frente, sendo refeito. Milissegundo é uma unidade de tempo menor do que um segundo e a artista coloca em evidência o instante decisivo de uma vida trans em contextos de violência. Diante dessa temática, o professor resolveu realizar uma atividade que promovesse o pensamento crítico de seus estudantes acerca do assunto.
Nesse caso, para realizar uma atividade que cumpra o objetivo de promover o pensamento crítico em sala de aula, é adequado que o professor
(Florestan Fernandes. A integração do negro na sociedade de classes. Volume 1, São Paulo: Editora Globo, 2008, p. 29. Adaptado)
Segundo o texto, o processo de abolição da escravatura no Brasil
I.O conceito de infância é uma construção histórica e social, modificando-se ao longo do tempo conforme transformações culturais, econômicas e jurídicas das sociedades.
PORQUE
II.A noção de "criança como sujeito de direitos" consolidou-se ao longo do século XX, com avanços normativos como a Declaração dos Direitos da Criança (1959) e a Convenção sobre os Direitos da Criança (1989), expressando mudanças nas concepções de infância.
A respeito dessas proposições, assinale a alternativa correta:
Considerando essa situação hipotética, bem como as noções de cidadania e de relações públicas, julgue o item a seguir.
Ao lidar com manifestações dos cidadãos, o auxiliar passou a considerar que a participação social se restringe aos canais institucionais formalmente estabelecidos.
Sobre cidadania, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Nacionalidade.
2. Direitos.
3. Exemplos de cidadania.
4. Deveres.
(_) Revitalizar uma praça; praticar a direção defensiva; respeitar o próximo.
(_) Manifestação do pensamento livre; saúde; segurança; moradia; educação.
(_) Proteger a natureza; votar; respeitar os direitos sociais de outra pessoa; cumprir as leis.
(_) Pertencimento a um determinado estado-nação.
A sequência está correta em
Qual das afirmações abaixo caracteriza o exercício da cidadania na atualidade?
Veja a imagem a seguir.

Disponível em: <https://veja.abril.com.br/wpcontent/uploads/2021/04/FOTO-HISTORICA-CAPA-LIVRO-TORTOARADO.jpg.jpg?quality=70&strip=info&resize=850,567>. Acesso em: 7 set. 22.
Na imagem, vê-se a capa colorida do premiado livro de Itamar Vieira Junior, Torto Arado (2018), ao lado da também icônica e premiada foto preto-e-branco original do italiano Giovanni Marrozzini (2010), que serviu como inspiração para a capa do livro do autor brasileiro. A partir dessas informações, a imagem do livro de Vieira Júnior representa
I. No âmbito de uma sociedade democrática é legítimo conflito de ideias.
II. A cidadania restringe-se ao exercício de direitos políticos, notadamente o direito de votar e ser votado.
III. Agir eticamente é submeter as ações apenas ao crivo da lei, independentemente da reflexão crítica sobre as próprias escolhas.
Está correto o que se afirma em
A urbanização e o crescimento das cidades trouxeram mudanças consideráveis no comportamento feminino. As revistas tipicamente femininas ganharam espaço e intelectuais trocavam farpas sobre as pretensões femininas, vistas como intoleráveis para os homens da época. Assim, uma colaboradora da revista Feminina, em 1920, reivindicava a igualdade de formação para ambos os sexos e pedia atenção das leitoras “vítimas de preconceito”, que viviam fechadas no lar, arrastando uma “existência monótona, insípida, despida de ideais”, monetariamente algemadas aos maridos. Os homens viam como ameaças essas atitudes femininas: conjugaram-se esforços para disciplinar toda e qualquer iniciativa que pudesse ser interpretada como ameaçadora à ordem familiar, tida como o mais importante “suporte do Estado” e única instituição social capaz de represar as intimidadoras vagas da “modernidade”. “Rumo à cozinha! Eis o lema do momento” era a expressão masculina nos anos 1920.
(Freitas Neto, 2011. P. 909, 910. Adaptado.)
Nos dias atuais são comprovadas as inúmeras conquistas da mulher em diversos âmbitos; muitas práticas repressivas ou preconceituosas vão sendo estigmatizadas e consideradas repulsivas. Algumas mudanças saíram apenas das conjecturas e anseios e se tornaram leis. A realidade sobre tal questão especificamente:
“O que é a sociedade brasileira enquanto sociedade autoritária? É uma sociedade que conheceu a cidadania através de uma figura inédita: o senhor-cidadão, e que conserva a cidadania como privilégio de classe, fazendo-a ser uma concessão regulada e periódica da classe dominante às demais classes sociais [...]. É uma sociedade na qual as leis sempre foram para preservar os privilégios [...]. No caso das camadas populares, os direitos são sempre apresentados como concessão ou outorga feitas pelo Estado, dependendo da vontade pessoal ou do arbítrio do governante [...]. Como consequência, temos uma sociedade na qual as leis sempre foram consideradas inúteis, inócuas e feitas para serem violadas”
(CHAUÍ, Marilena. Manifestações ideológicas do autoritarismo brasileiro. São Paulo: Perseu Abramo, 2014, p. 237-238).
Considerando os aspectos elencados por Chauí e o tema cultura, pode-se afirmar que: