Questões de Concurso Sobre cultura e sociedade em sociologia

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Q3728204 Sociologia
A construção simbólica da memória coletiva e da identidade cultural no município de Patos, na Paraíba, está profundamente enraizada em manifestações religiosas, experiências populares e processos históricos de patrimonialização. Nesse contexto, a cultura local exprime múltiplas tensões entre tradição, religiosidade, patrimônio e poder simbólico. Com base nessas considerações, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722547 Sociologia
A sociedade de consumo contemporânea se caracteriza por uma lógica expansiva do desejo, estruturada em torno da insaciabilidade, na qual o ato de consumir deixa de estar apenas relacionado à satisfação de necessidades materiais para se tornar um campo autônomo de produção simbólica. Seguindo este pensamento, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722541 Sociologia
A cultura contemporânea, intensamente mediada pelas redes sociais, revela-se como um campo de ambivalências, marcado por contradições intrínsecas que afetam tanto os indivíduos quanto as estruturas sociais. As plataformas digitais favorecem a ampliação da expressão subjetiva, e também se mostram vulneráveis a práticas de segmentação ideológica. Nesse contexto, cabe refletir sobre as complexas implicações dessas dinâmicas na configuração das relações sociais e culturais contemporâneas. Através deste contexto, assinale a alternativa correta sobre a relação entre Cultura e Redes Sociais.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722537 Sociologia
A Indústria Cultural “possibilitou, no século XX, a criação e o funcionamento das sociedades totalmente administradas, que já não precisam se empenhar em justificar suas prescrições e imposições: a massa dos consumidores tende a aceitá-las passivamente...” (KONDER, 2002, p.84). A respeito da Indústria Cultural e de seus críticos, aponte o item correto.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722535 Sociologia
Fundada no início do século XX, a “Escola de Frankfurt é conhecida por desenvolver a Teoria Crítica da Sociedade, que se distingue da Teoria Tradicional por sua abordagem dialética e crítica” (SENO, 2024). Como principais teóricos da escola, estão intelectuais como Max Horkheimer, Theodor Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm. Com relação às posições teóricas e/ou obras dos integrantes desta escola, marque a alternativa correta. 
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Q3716684 Sociologia
No contexto do mundo contemporâneo, é comum ouvirmos a expressão modernidade líquida. Esta expressão se refere ao processo caracterizado por:
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Q3708969 Sociologia
Um professor de Educação Física da 3ª série do Ensino Médio organizou o seminário A busca pelo padrão de beleza para promover uma reflexão crítica sobre os padrões estéticos e a construção social da corporeidade, influenciada pela mídia. Como preparação, os estudantes pesquisaram dados nas redes sociais, como TikTok e Instagram, e assistiram ao filme A substância, que retrata a vida de uma apresentadora de TV que, após ser demitida por envelhecer, se submete a um tratamento de rejuvenescimento com consequências aterrorizantes: seu corpo se decompõe enquanto uma versão mais jovem dela mesma surge, causando uma disputa violenta pela existência. No seminário, os estudantes debateram o filme e a influência das redes sociais na formação de padrões corporais, refletindo sobre como isso afeta suas próprias experiências. Ao final, registraram suas impressões e manifestaram seus posicionamentos sobre o tema.
Qual reflexão realizada pelos estudantes no seminário demonstra um pensamento crítico sobre a questão social abordada?
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Q3708887 Sociologia
Necessidade de trabalhar, desinteresse e gravidez são os principais motivos que levam jovens brasileiros a abandonarem os estudos. Dos quase 50 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país, aproximadamente 20,2% não completaram alguma das etapas da Educação Básica. São 10,1 milhões nessa situação, entre os quais 58,3% homens e 41,7% mulheres. Destes, 71,7% eram pretos ou pardos e 27,3% eram brancos. Esses são alguns dados do segmento Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que traça um cenário do setor educacional em 2019.


CRELIER, C. Necessidade de trabalhar e desinteresse são os

principais motivos para o abandono escolar. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 7 jun. 2025.
Um estudante da 3ª série de uma escola pública de Ensino Médio compartilhou com o professor de Sociologia que dois amigos estavam faltando às aulas por terem vivenciado um episódio de LGBTfobia a caminho da escola. Tendo em seu planejamento bimestral a discussão dos Direitos Humanos, o professor pode abordar essa situação da seguinte forma:
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Q3708872 Sociologia
Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento global: de um lado, dados científicos sobre mudanças climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”. O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal que nega outras formas de existir e conhecer, impondo um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”. Os estudantes começam a reconhecer como esse processo se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais, a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção de suas identidades e visões de mundo.
Para uma aula sobre epistemicídio que conecte o conceito com a realidade dos estudantes, o planejamento didático pertinente é:
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Q3708871 Sociologia
Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento global: de um lado, dados científicos sobre mudanças climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”. O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal que nega outras formas de existir e conhecer, impondo um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”. Os estudantes começam a reconhecer como esse processo se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais, a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção de suas identidades e visões de mundo.
Considerando a proposta do professor de investigar saberes tradicionais silenciados no entorno dos estudantes, a atividade didática que se adéqua ao debate sobre epistemicídio e racismo epistêmico é:
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Q3708870 Sociologia
Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento global: de um lado, dados científicos sobre mudanças climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”. O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal que nega outras formas de existir e conhecer, impondo um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”. Os estudantes começam a reconhecer como esse processo se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais, a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção de suas identidades e visões de mundo.
Indique a alternativa que apresenta uma descrição da colonização, considerando a perspectiva decolonial.
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Q3708868 Sociologia
Não tem racismo melhor ou pior. O nosso racismo era o racismo não dito, não assumido. A democracia racial é dizer que nós não somos racistas, os racistas são os brancos dos EUA e da África do Sul. Aqui somos todos mestiços. Isso acabou por matar a consciência das vítimas, negros, a consciência das pessoas brancas e vitimizadas. Então, nesse sentido que eu costumo dizer que é um crime perfeito, mata duas vezes, a primeira vez pelo silêncio, dizendo que não somos racistas, e mata mesmo, fisicamente. É como um carrasco. Você não vê o rosto do carrasco, como diz o judeu Elie Wiesel, Nobel da Paz. O carrasco mata sempre duas vezes, a segunda vez pelo silêncio. Esse é o nosso modelo de racismo, por isso temos dificuldade de derrotá-lo.

Disponível em: https://teoriaedebate.org.br.

Acesso em: 18 jul. 2025 (adaptado).
Há uma máxima de que, quanto menos o indivíduo apresente traços físicos (fenótipos) que o vinculem aos povos africanos, maiores as suas chances de ascensão social. Isso porque, conforme já afirmou o sociólogo Oracy Nogueira, o preconceito racial no Brasil é de marca e não de origem. Nesse aspecto, um planejamento de ensino que se propõe a debater pedagogicamente a mestiçagem deve apresentar o contexto brasileiro como uma sociedade multirracial, na qual
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Q3708867 Sociologia
Não tem racismo melhor ou pior. O nosso racismo era o racismo não dito, não assumido. A democracia racial é dizer que nós não somos racistas, os racistas são os brancos dos EUA e da África do Sul. Aqui somos todos mestiços. Isso acabou por matar a consciência das vítimas, negros, a consciência das pessoas brancas e vitimizadas. Então, nesse sentido que eu costumo dizer que é um crime perfeito, mata duas vezes, a primeira vez pelo silêncio, dizendo que não somos racistas, e mata mesmo, fisicamente. É como um carrasco. Você não vê o rosto do carrasco, como diz o judeu Elie Wiesel, Nobel da Paz. O carrasco mata sempre duas vezes, a segunda vez pelo silêncio. Esse é o nosso modelo de racismo, por isso temos dificuldade de derrotá-lo.

Disponível em: https://teoriaedebate.org.br.

Acesso em: 18 jul. 2025 (adaptado).
Nas discussões sobre Raça e Identidade, a mestiçagem ocupa um lugar privilegiado na tradição intelectual brasileira desde meados do século XIX. Entretanto, ao longo da história, foi adquirindo novos contornos e o debate foi sendo (re)discutido ou (re)atualizado. Nessa perspectiva, é correto afirmar que, nos estudos sociológicos,
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Q3708866 Sociologia
TEXTO 1


Em As técnicas do corpo (1934), Marcel Mauss opõe um conjunto de técnicas do corpo, ao qual confere um papel preliminar: o corpo é o primeiro instrumento do homem e, ainda, o primeiro objeto e meio técnico do homem. Técnicas do corpo referem-se então aos modos pelos quais as pessoas sabem servir-se de seus corpos de maneira tradicional, o que varia de uma sociedade a outra. De modo a localizar o caráter específico de cada técnica corporal, ele parte da observação das mudanças presenciadas por sua geração, por exemplo, nas técnicas de nado, e nos seus modos de ensino e aprendizagem: enquanto em um momento aprendia-se, primeiro, a nadar e, depois, a mergulhar. Este e outros exemplos amparam a afirmação feita pelo autor de que cada sociedade possui hábitos próprios, que são de natureza social, variando não apenas de um indivíduo a outro, mas com as formas de educação e convenções sociais.

HAIBARA, A.; SANTOS, V. O. As técnicas do corpo. In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2016 (adaptado).


TEXTO 2


ADÃO. Folha de S. Paulo, 2 jul. 2005 (adaptado).
Com base nos textos 1 e 2, indique qual é a estratégia didática adequada para conectar temas, como hábitos de consumo, tecnologias e corpos jovens.
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Q3708862 Sociologia
TEXTO 1
Em Sociologia e Antropologia, no renomado capítulo As técnicas do corpo (1934), Marcel Mauss demonstra que o uso que cada indivíduo faz do seu próprio corpo não se restringe a biologia, trata-se de um saber aprendido socialmente de “valor crucial para ciências do homem”. Para Mauss, longe de serem atos puramente instintivos ou individuais, nossos gestos e hábitos corporais são, fundamentalmente, “atos tradicionais eficazes” que são “impostos pela tradição” e pela sociedade. Mauss defende que gestos tão banais, quanto a forma como um camponês descansa em pé, com uma perna dobrada apoiada na outra, são transmitidos de geração para geração, e podem ser melhores testemunhos da história quanto “jazidas arqueológicas ou monumentos”.
Disponível em: www.ubueditora.com.br. Acesso
em: 18 jul. 2025 (adaptado). 

TEXTO 2

Triste, louca ou má
E um homem não me define
Minha casa não me define
Minha carne não me define
Eu sou meu próprio lar
FRANCISCO EL HOMBRE. Triste, louca ou má. In:
Soltasbruxa. São Paulo: s.n., 2016 (fragmento).

Para relacionar a noção de técnicas do corpo, de Marcel Mauss, ao trecho da letra da canção Triste, louca ou má, da banda Francisco El Hombre, as ações didáticas que dialogam com uma perspectiva interdisciplinar de ensino são:
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Q3708842 Sociologia
O conceito de cultura que eu defendo, e cuja utilidade os ensaios abaixo tentam demonstrar, é essencialmente semiótico. Acreditando, como Max Weber, que o homem é um animal amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu, assumo a cultura como sendo essas teias e a sua análise; portanto, não como uma ciência experimental em busca de leis, mas como uma ciência interpretativa, à procura do significado. É justamente uma explicação que eu procuro, ao construir expressões sociais enigmáticas na sua superfície. Todavia, essa afirmativa, uma doutrina numa cláusula, requer por si mesma uma explicação.

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
No planejamento das aulas de Sociologia, para abordar o conceito de diferença cultural com base nas práticas alimentares dos estudantes, a estratégia de ensino utilizada pela professora é a
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Q3703737 Sociologia
Assim, a indústria cultural, o estilo mais inflexível de todos, revela‑se como a própria meta daquele liberalismo de que se censurava a falta de estilo. Não só as suas categorias e os seus conteúdos irrompem da esfera liberal, do naturalismo domesticado como o da opereta e da revista; os modernos trustes culturais são o lugar econômico onde continua, provisoriamente, a sobreviver, com os tipos correspondentes de empresários, uma parte da esfera tradicional da circulação, em vias de aniquilamento no restante da sociedade.

HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. p. 9.

Desde 1925, os conceitos da Escola de Frankfurt integram as reflexões filosóficas acerca do mundo contemporâneo. Com base no texto apresentado e nos conceitos relativos ao tema da indústria cultural, julgue o item seguinte. 


Adorno mostra‑se especialmente preocupado com o quanto a indústria cultural é índice da recaída da cultura na barbárie, vista por ele como um prolongamento da irracionalidade da natureza no âmbito da cultura.

Alternativas
Q3703736 Sociologia
Assim, a indústria cultural, o estilo mais inflexível de todos, revela‑se como a própria meta daquele liberalismo de que se censurava a falta de estilo. Não só as suas categorias e os seus conteúdos irrompem da esfera liberal, do naturalismo domesticado como o da opereta e da revista; os modernos trustes culturais são o lugar econômico onde continua, provisoriamente, a sobreviver, com os tipos correspondentes de empresários, uma parte da esfera tradicional da circulação, em vias de aniquilamento no restante da sociedade.

HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. p. 9.

Desde 1925, os conceitos da Escola de Frankfurt integram as reflexões filosóficas acerca do mundo contemporâneo. Com base no texto apresentado e nos conceitos relativos ao tema da indústria cultural, julgue o item seguinte. 


A indústria cultural incumbiu‑se de fornecer a nova realidade da autonomia, da liberdade e da escolha universal para o indivíduo.

Alternativas
Q3703735 Sociologia
Assim, a indústria cultural, o estilo mais inflexível de todos, revela‑se como a própria meta daquele liberalismo de que se censurava a falta de estilo. Não só as suas categorias e os seus conteúdos irrompem da esfera liberal, do naturalismo domesticado como o da opereta e da revista; os modernos trustes culturais são o lugar econômico onde continua, provisoriamente, a sobreviver, com os tipos correspondentes de empresários, uma parte da esfera tradicional da circulação, em vias de aniquilamento no restante da sociedade.

HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. p. 9.

Desde 1925, os conceitos da Escola de Frankfurt integram as reflexões filosóficas acerca do mundo contemporâneo. Com base no texto apresentado e nos conceitos relativos ao tema da indústria cultural, julgue o item seguinte. 


O resultado da influência da indústria cultural é um processo de adaptação sistemática do indivíduo na totalidade, que se dá, em termos mais específicos via linguagem estética informal. 

Alternativas
Q3703734 Sociologia
Assim, a indústria cultural, o estilo mais inflexível de todos, revela‑se como a própria meta daquele liberalismo de que se censurava a falta de estilo. Não só as suas categorias e os seus conteúdos irrompem da esfera liberal, do naturalismo domesticado como o da opereta e da revista; os modernos trustes culturais são o lugar econômico onde continua, provisoriamente, a sobreviver, com os tipos correspondentes de empresários, uma parte da esfera tradicional da circulação, em vias de aniquilamento no restante da sociedade.

HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. p. 9.

Desde 1925, os conceitos da Escola de Frankfurt integram as reflexões filosóficas acerca do mundo contemporâneo. Com base no texto apresentado e nos conceitos relativos ao tema da indústria cultural, julgue o item seguinte. 


A indústria cultural necessita, o tempo todo, prestar atenção às necessidades genéricas dos consumidores por meio de um olhar estatístico aguçado, que viabilize transformar desejos em mercadorias vendáveis.

Alternativas
Respostas
301: C
302: D
303: C
304: C
305: E
306: D
307: D
308: D
309: B
310: D
311: C
312: C
313: B
314: D
315: C
316: A
317: C
318: E
319: C
320: C