Questões de Concurso
Sobre teste de recuperabilidade (impairment) em contabilidade geral
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Em dezembro de 2016, a empresa realizou novamente o Teste de Recuperabilidade desse Ativo Imobilizado (Teste de Impairment) e obteve as seguintes informações:
a. Valor em Uso do Ativo Imobilizado: R$ 520.000,00; e b. Valor Justo Líquido das Despesas de Venda do Ativo Imobilizado: R$ 600.000,00.
De acordo com as informações apresentadas, a empresa, em dezembro de 2016,
Determine o valor do impairment da plataforma de petróleo.
− Custo de aquisição: R$ 7.000.000,00. − Perda por desvalorização (impairment): R$ 2.000.000,00. Em 31/12/2017, a empresa realizou o teste de recuperabilidade (impairment) para este ativo intangível e obteve as seguintes informações: − Valor em uso: R$ 8.000.000,00. − Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 4.500.000,00.
Com base nestas informações, nas demonstrações contábeis de 2017 a Cia. Perdas & Ganhos
Com base nessas informações, assinale a alternativa que indica corretamente o valor em Reais da prensa em 31 de dezembro de 2017:
Considerando a situação apresentada na questão anterior, no que tange ao registro das alterações patrimoniais, a entidade:
Julgue o item a seguir, relativo a realizável a longo prazo e à recuperabilidade de instrumentos financeiros.
A perda estimada de recuperabilidade de um ativo financeiro deve ser reconhecida mediante a constituição
de uma provisão.
Julgue o item a seguir, relativo a realizável a longo prazo e à recuperabilidade de instrumentos financeiros.
Adiantamentos a diretores, vencíveis e com previsão de
recebimento a curto prazo, devem ser classificados
como realizável a longo prazo (não circulante).
Quanto a contas a receber e a estoques, julgue o item que se segue.
Quando o valor de mercado dos estoques de mercadorias for inferior ao seu custo de aquisição, o valor líquido realizável será apurado pela diferença entre o preço de venda e as despesas estimadas com a venda
e o respectivo recebimento.
A Companhia Alfa S.A. adquiriu, em 1º de junho de 2016, um ativo imobilizado pelo valor de R$ 800.000,00. Naquele momento, sua vida útil foi estimada em 10 anos e o valor residual, ao final da vida útil, foi estimado em 10%. O ativo entrou em operação na data da aquisição, tendo sido elegido o método linear como método de depreciação, a qual foi contabilizada mensalmente. O ativo imobilizado adquirido representa uma unidade geradora de caixa. Em 31 de dezembro de 2017, o valor em uso do ativo em questão foi estimado em R$ 690.000,00. E o seu valor justo, na mesma data, foi estimado em R$ 750.000,00. Eventual alienação do ativo implicaria em despesas com a venda da ordem de 15% do valor da operação.
Considerando as informações apresentadas, bem como as normas contábeis aplicáveis à redução ao valor recuperável dos ativos, o procedimento contábil correto a ser adotado pela Companhia Alfa S.A., para apresentação do seu balanço patrimonial, em 31 de dezembro de 2017, é
Julgue o item seguinte, com base nos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Ao realizar o teste de valor recuperável de um ativo, uma entidade deve reconhecer um ganho sempre que o valor contábil desse ativo
estiver maior do que o seu valor recuperável.
• a vida útil do bem foi estimada em 10 anos; • a empresa costuma constituir um valor residual de 10% para todos os seus equipamentos e utilizar o método linear para a aplicação da depreciação; • ao final do oitavo ano de utilização do equipamento, a empresa constatou que a venda do bem geraria um caixa líquido de R$ 50.000; • a empresa constatou também, ao final do oitavo ano de utilização do bem, que o equipamento, se continuar em operação, gerará retornos líquidos de caixa de R$ 38.000.
Nessa situação hipotética, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R3) — redução ao valor recuperável de ativos —, ao final do oitavo ano de utilização do bem, a empresa deverá constituir uma provisão para perda de valor recuperável
A Cia. das Tintas apresentava, em seu balanço patrimonial de 31/12/2017, um ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 880.000,00 e composto por:
Custo: R$ 990.000,00.
Perda por desvalorização reconhecida (em 2016): R$ 110.000,00.
Em 31/12/2017, a Cia. realizou o teste de recuperabilidade do ágio (teste de “impairment") e obteve as seguintes informações:
- Valor em uso: R$ 1.050.000,00.
- Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 830.000,00.
Com base nessas informações, o valor que a Cia. das Tintas apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2017 para este ativo (ágio) foi, em reais,
A Companhia Zeta S.A. possui uma unidade fabril que se constitui em “unidade geradora de caixa”. O custo histórico de aquisição de tal unidade fabril é de R$ 8.500.000,00. Considere as seguintes informações apuradas em 31 de dezembro de 2017:
Valor em uso da unidade fabril: R$ 4.000.000,00.
Depreciação acumulada da unidade fabril: R$ 4.250.000,00.
Valor justo da unidade fabril, líquido das despesas de venda: R$ 3.800.000,00.
Tomando por base as informações mencionadas, é correto afirmar que o valor da perda por redução ao valor recuperável que deverá estar apresentado em 31 de dezembro de 2017, é de
A Cia. A apresentava em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2016 um ativo intangível com vida útil indefinida registrado pelo valor contábil de R$ 1.500.000,00, o qual era composto pelos seguintes valores:
− Custo de aquisição: R$ 1.900.000,00.
− Perda por desvalorização (“impairment”): R$ 400.000,00.
Em 31//12/2017 a empresa realizou o teste de recuperabilidade (“impairment”) para este ativo intangível e obteve as seguintes informações:
− Valor em uso: R$ 2.000.000,00.
− Valor justo líquido das despesas de venda: R$1.400.000,00.
Com base nestas informações, nas demonstrações contábeis de 2017, a Cia. A deveria ter