Questões de Concurso Sobre balanço patrimonial em contabilidade geral

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Q2376489 Contabilidade Geral
Para um ativo satisfazer os critérios de identificação e ser considerado como intangível deve
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Q2376488 Contabilidade Geral
Um ativo Intangível possui características próprias bem como seu tempo de vida útil. De maneira geral, a vida útil de um ativo intangível pode ser determinada pela(o)
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Q2376486 Contabilidade Geral
Sobre o reconhecimento e mensuração da perda por redução ao valor recuperável do ativo gerador de caixa, existem algumas restrições a serem seguidas. Uma delas se refere a perda por redução ao valor recuperável para unidade geradora de caixa.

Neste caso, só pode ser reconhecida se o valor recuperável da unidade for
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Q2376484 Contabilidade Geral
Sabemos, que o grupo de contas do Ativo é constituído por bens e direitos, esses ativos devem ser mensurados
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Q2376483 Contabilidade Geral
Quando o valor contábil de um ativo qualificável superar seu montante recuperável, esse valor contábil deverá ser baixado conforme os procedimentos de Redução ao Valor Recuperável.
Os ativos qualificáveis são
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Q2376472 Contabilidade Geral
O ativo intangível gerado internamente é de difícil avaliação pois encontramos dificuldades para identificar benefícios econômicos futuros e para determinar os custos com confiabilidade.

Os gastos com ativo intangível resultante de pesquisa devem ser reconhecidos
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Q2375027 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial no setor público apresenta a situação patrimonial da entidade. Assinale aquela alternativa que indique o item que NÃO seja um componente do Balanço Patrimonial? 
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Q2373086 Contabilidade Geral
Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o imposto sobre a renda. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido por valores de grupos contábeis. Qual a ordem a ser seguida na absorção do prejuízo do exercício?
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Q2373085 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial consiste na demonstração da situação financeira de uma organização em um dado momento; é composto por contas do ativo e do passivo. Fazem parte da estrutura do Balanço de Pagamento, EXCETO: 
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Q2373082 Contabilidade Geral
Alberto, gerente financeiro da empresa XYZ, está preparando uma apresentação para a diretoria. Procurará demonstrar a análise das demonstrações financeiras através de índices de endividamento e estrutura. Qual fórmula o Alberto deverá utilizar para representação da margem líquida?
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Q2373081 Contabilidade Geral
As reservas e as provisões representam registros contábeis de expectativas ou estimativas futuras de desembolsos financeiros por parte da organização. Expressa corretamente a classificação de reservas ou provisões a seguinte afirmativa:
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Q2372329 Contabilidade Geral

A questão a seguir refere-se ao texto reproduzido a seguir.


O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro? 


Marcelo Augusto Vieira Graglia  


        Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho. 

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.


        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas. 


        No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.


        O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


        Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.


    John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.


Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023. 


Quando um ativo se desvaloriza com o tempo e se encontra registrado no balanço patrimonial com um valor superior a melhor estimativa dos benefícios futuros que fruirão para a entidade, é possível que o contador proceda à redução de seu valor. Um ativo está desvalorizado quando seu
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Q2372328 Contabilidade Geral

A questão a seguir refere-se ao texto reproduzido a seguir.


O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro? 


Marcelo Augusto Vieira Graglia  


        Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho. 

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.


        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas. 


        No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.


        O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


        Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.


    John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.


Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023. 


Na Ciência Contábil, os ativos possuem diversas subclassificações. Acerca dos ativos intangíveis, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2370936 Contabilidade Geral

Imagem associada para resolução da questão


Considerando os dados precedentes, extraídos do balanço patrimonial ajustado para análise de certa empresa em dado período, julgue o item seguinte.


A empresa se financia principalmente com recursos de terceiros.

Alternativas
Q2370934 Contabilidade Geral
Imagem associada para resolução da questão

Considerando os dados precedentes, extraídos do balanço patrimonial ajustado para análise de certa empresa em dado período, julgue o item seguinte. 
A disponibilidade de capital de giro da empresa no período dado foi superior a R$ 110 mil.
Alternativas
Q2369638 Contabilidade Geral
A empresa DANIEL SAN, foi acionada judicialmente por ex-funcionários, assim, alguns processos trabalhistas 15, 25, 30 e 35, que discutem a mesma matéria, e correm em varas trabalhistas distintas. Os advogados da empresa classificaram os processos como de provável condenação a pagar as indenizações reclamadas. A tabela, a seguir, descreve os processos trabalhistas desfavoráveis à empresa.


Imagem associada para resolução da questão



De acordo com as informações elencadas, o valor total a ser provisionado é de:
Alternativas
Q2369409 Contabilidade Geral
Certa empresa apresentou as seguintes informações sobre a venda de um equipamento:

Imagem associada para resolução da questão


Considerando somente as informações apresentadas, o valor contábil líquido do equipamento na data da venda corresponde a:
Alternativas
Q2367270 Contabilidade Geral

Uma empresa apresentou os seguintes saldos patrimoniais referentes ao exercício de 2023.




A Lei nº. 6.404/76 – Lei das Sociedades por Ações dispõe: “Art. 178. No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem, e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da companhia. § 1º No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos seguintes grupos: I -ativo circulante; e, II - ativo não circulante, composto por ativo realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível. § 2º No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos: I – passivo circulante; II – passivo não circulante; e, III – patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados”.
De acordo com as informações apresentadas, analise as afirmativas a seguir:

I. O Balanço Patrimonial evidenciará um Ativo Circulante de R$ 2.650,00, sendo R$ 650,00 de disponibilidades, R$ 1.760,00 de direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente, incluindo estoques e R$ 240,00 de aplicações em despesas do exercício seguinte; e, um Ativo Não Circulante de R$ 3.850,00, sendo o valor total correspondente classificado no Imobilizado.
II. O Balanço Patrimonial evidenciará um Passivo Circulante de R$ 2.510,00, referente a obrigações com vencimento no exercício social seguinte, sendo R$ 620,00 de fornecedores, R$ 800,00 de salários e encargos, R$ 350,00 de obrigações fiscais, R$ 270,00 de contas a pagar e R$ 470,00 de outras obrigações; e, um Passivo Não Circulante, referente a obrigações com vencimento em prazo maior que do exercício seguinte, sendo R$ 790,00 de empréstimos e financiamentos.
III. O Balanço Patrimonial evidenciará um Patrimônio Líquido com a conta do Capital Social discriminando o montante subscrito e por dedução, a parcela não realizada; Reservas de Lucros, constituída pelas contas utilizadas para apropriação de lucros da empresa ou Prejuízos Acumulados, referente ao resultado acumulado negativo do período; e, não tem não há Reservas de Capital, Ajustes de Avaliação Patrimonial e Ações em Tesouraria.

É correto o que se afirma somente em
Alternativas
Q2367263 Contabilidade Geral

Uma empresa apresentou o seguinte Balancete de Verificação referente ao exercício de 2023, antes da apuração do Resultado do Exercício.





Outras informações: a alíquota do Imposto de Renda IRPJ e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL é de 15% sobre o resultado tributável.

O Balanço Patrimonial – BP é composto por contas patrimoniais que evidencia a situação financeira e patrimonial da entidade num determinado período de operações da entidade (GELBCKE, 2018). Considerando somente as informações apresentadas, após a apuração do resultado o Balanço Patrimonial evidenciará 
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Q2367260 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial é uma das mais importantes demonstrações contábeis, que representa o patrimônio e a situação líquida da entidade em determinado momento, na qual estão claramente evidenciadas as contas que o compõem: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. Nesse sentido, está correta a afirmativa de que
Alternativas
Respostas
2621: E
2622: B
2623: C
2624: E
2625: D
2626: A
2627: D
2628: A
2629: C
2630: A
2631: B
2632: B
2633: A
2634: E
2635: C
2636: C
2637: B
2638: D
2639: B
2640: B