Questões de Concurso Sobre educação artística

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Q1043965 Educação Artística
Para Costa (2004), o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa e da indústria cultural colocaram a arte diante de uma situação nova. Segundo a autora, transformaram-se seus conceitos, empresários adquiriram maior importância, a obra tornou-se reproduzível, os artistas tiveram que pensar em amplos públicos e o ritmo de transformações do gosto adquiriu maior velocidade. A arte, à medida que se integra aos meios de comunicação de massa, acaba submetendo-se a condições próprias de seus veículos. Em última instância, para a autora, o resultado disso é
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Q1043963 Educação Artística

Observe a ilustração.

Imagem associada para resolução da questão


Por meio dessa ilustração, Guernica (1937) traz a ideia do repúdio aos horrores de uma guerra específica. Uma pessoa que não conheça as intenções conscientes de seu autor pode ver Guernica e sentir ou não impactos marcados pela intenção do artista; pode sentir outros gerados pela relação entre as imagens da obra e os dados de sua experiência pessoal, como o adolescente que, vendo essa imagem, a relaciona a uma explosão nuclear.

(PCN: Arte, 1998)


Seu autor é

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Q1043962 Educação Artística

Observe a imagem.

Imagem associada para resolução da questão

A obra Bandido da Luz Vermelha (1967), de Claudio Tozzi, é representativa de um momento histórico e movimento artístico no qual, segundo Costa (2004), há uma contestação à influência da mídia na sociedade contemporânea. Esse movimento é

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Q1043958 Educação Artística
Para Barbosa (A imagem no ensino da Arte: anos 1980 e novos tempos, 2012), a proposta de Edmund Feldman para a apreensão da linguagem da arte implica em desenvolver técnica, crítica e criação. Na teoria desse autor, o desenvolvimento crítico para a arte é o fundamento. Para ele, a capacidade crítica desenvolve-se por meio do ato de ver, associado a princípios estéticos, éticos e históricos, ao logo de quatro processos, distinguíveis mas interligados: prestar atenção ao que vê, descrição; observar o comportamento do que se vê, análise; dar significado à obra de arte; interpretação. O quarto processo é
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Q1043957 Educação Artística
Costa (2004) aponta para o diferencial dos recursos eletrônicos na produção artística desde o século XX. Entre eles, as criações poéticas eletrônicas feitas ao mesmo tempo de textos e de imagens denominadas
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Q1043956 Educação Artística
A noção, desenvolvida por Umberto Eco, de que “se é o artista quem imprime uma série de significados em seu trabalho, e se é a obra que os porta e exibe, é no observador que ela finalmente se fecha. O universo de significados e de possibilidades criado pelos artistas adquire enfim um certo sentido. Mas essa obra continuará portando esses possíveis significados até o próximo observador”. (Costa, 2004. Adaptado)
O excerto refere-se à noção de
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Q1043955 Educação Artística
Bredariolli (In: Barbosa & Cunha, 2010) aponta as concepções de Ana Mae Barbosa sobre o predomínio das imagens sobre o conhecimento informal, que é adquirido sem qualquer discernimento, indicando para a necessidade de alfabetização para a leitura de imagem, provável caminho para sua democratização. Segundo Bredariolli, essa alfabetização realiza-se pelo exercício de leitura como análise crítica articulada ao contexto, caminho para um olhar ativo sobre o mundo e suas imagens. Essa concepção de leitura tem como origem a noção de leitura presente em
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Q1043954 Educação Artística
Segundo Barbosa, A imagem no ensino da Arte: anos 1980 e novos tempos, 2012, no início da década de 1970, paralelo ao ensino para a formação de professores na universidade, havia o Movimento das Escolinhas de Arte, com atuação desde 1948. Seu objetivo era
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Q1030153 Educação Artística

O termo “apreciação” costuma ser utilizado na arte educação como processo ou ato de designar e decodificar a obra de arte. De acordo com a Abordagem triangular de Ana Mae Barbosa, o termo “leitura” de obra de arte seria mais preciso que o anterior evitando, desta maneira, possíveis erros interpretativos. 


Ante os argumentos de Barbosa a favor da substituição da nomenclatura “Apreciação” por “Leitura”, é INCORRETO afirmar: 

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Q1030151 Educação Artística

A Base Nacional Curricular Comum − BNCC centraliza o componente curricular de artes voltado para o ensino fundamental nas linguagens de artes visuais, dança, teatro e música. Tal documento propõe que a abordagem das quatro linguagens citadas articule de maneira indissociável e simultânea às seguintes dimensões do conhecimento: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão.


Dentro desse contexto é possível compreender a dimensão “expressão” como: 

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Q1030149 Educação Artística
O ensino de arte na escola, quando abordado de maneira intercultural, possibilita uma educação na qual são valorizadas as seguintes características: 
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Q1030148 Educação Artística

O conhecimento dos outros sujeitos do processo, os alunos, não deve se restringir às questões psicológicas. Como indivíduos, eles fazem parte de segmentos culturais diferenciados, com seus códigos e articulações particulares que precisam ser localizados e respeitados. Trabalhar com a alternância de valores culturais e sociais é um exercício salutar e democrático. Aprendemos também com Paulo Freire que a hegemonia cultural é uma arma que deve ser conhecida para ser combatida e desmascarada tanto quanto possível.


(Adaptado de: COUTINHO, Rejane. A formação de Professores de Arte)


O conceito de “hegemonia cultural” a que se refere Coutinho se relaciona com a atuação do professor de artes como um tipo de dominação  

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Q1030147 Educação Artística

E é esse programa inicial que funda o pensamento e a prática das “vanguardas” dos anos 1920: suprimir a arte enquanto atividade separada, devolvê-la ao trabalho, isto é, à vida que elabora seu próprio sentido.


(Adaptado de: RANCIÈRE, Jaques. A partilha do sensível: estética e política)


Considerando o excerto acima, são exemplos de vanguardas dos anos 1920:

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Q1030146 Educação Artística

Essa artista possui um talento vigoroso, fora do comum. Poucas vezes, através de uma obra torcida em má direção, se notam tantas e tão preciosas qualidades latentes. Percebe-se, de qualquer daqueles quadrinhos, como a sua autora é independente, como é original, como é inventiva, em que alto grau possui umas tantas qualidades inatas, das mais fecundas na construção duma sólida individualidade artística.


Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios de um impressionismo discutibilíssimo, e pôs todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura.


O trecho acima pertence à crítica “Paranóia ou mistificação”, publicada em O Estado de São Paulo em 20/12/1917, escrita por Monteiro Lobato.


A artista autora da exposição à que a crítica se refere é:  

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Q1030145 Educação Artística

É esse o nome que dei às minhas obras desse período pois seu caráter é fundamentalmente orgânico. [...] Cada Bicho é uma entidade orgânica que se revela totalmente dentro de seu tempo interior de expressão. [...] É um organismo vivo, uma obra essencialmente atuante. Entre você e ele se estabelece uma interação total, existencial.

(Excerto de Bichos, texto de Lygia Clark)


Nos Bichos, obra fundante, Clark realiza plenamente o espaço neoconcreto como campo de experiência e da alteridade. A obra espera o Outro. [...] O Bicho é o indeterminado.

(Excerto de Lygia Clark, de Paulo Herkenhoff) 



Os dois excertos acima, um da própria artista e outro do crítico de arte Paulo Herkenhoff, possibilitam interpretações de uma mesma série, “Bichos”. Os dois excertos afirmam e concordam entre si sobre: 

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Q1030144 Educação Artística

 Se considerarmos, a título de recorte temático, a apropriação de objetos do cotidiano um procedimento recorrente na produção da arte do século XX, é possível ordenar uma série de artistas que, por meio deste procedimento, criaram trabalhos relevantes, principalmente para pensarmos as transformações culturais ocorridas a partir da primeira revolução industrial, visto que boa parte destes objetos são industrializados e, em um primeiro momento, não eram associados às técnicas ligadas às artes de modo geral. Um exemplo seria Imagem associada para resolução da questão que cunha o termo ready-made para objetos de arte, cuja denominação e conceituação, enquanto arte, pode prescindir do fazer manual. A ideia de um conjunto de objetos que recolhidos passam a abrigar novos significados também está presente na obra de Imagem associada para resolução da questão em que uma espécie de inventário do mundo vai sendo organizado, segundo ele próprio, para o dia do Juízo Final, por meio não apenas do recolhimento e apropriação de objetos, mas também pela ordenação das coisas por meio de listas de seus nomes. 


Os artistas que correspondem às lacunas I e II são, correta e respectivamente, 

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Q1013234 Educação Artística
Compreensão da lógica da dança: o que, como, onde e com o que as pessoas se movem. Mesmo existindo muitas variações, esta, acaba se resumindo em partes do corpo, dinâmicas, espaços, ações e relacionamentos. Trata-se de:
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Q1013233 Educação Artística
A Teoria Sociossomática, de Jill Green, enfatiza
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Q1013232 Educação Artística

“A rotina da escola pode transformar esse grande potencial de historicização da dança/mundo em mera repetição de atividades e exercícios de dança. Isso geralmente acontece quando a dança é entendida, por exemplo, como habilidade física ou, ainda, somente como aquisição de códigos (que vão do balé às danças brasileiras). A resposta pedagógica mais comum que se dá às propostas de aquisição de habilidades e códigos é o olhar somente para o passado – no qual se localizam as regras, os códigos a serem seguidos e repetidos acriticamente.”


Para Marques, quando a meta do ensino de dança é a aquisição de códigos,

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Q1013231 Educação Artística
A proposta educacional para a dança, de Isabel Marques, estrutura o ensino da dança em um tripé polifônico e não hierárquico, que enfatiza três vértices, quais sejam:
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7921: E
7922: E
7923: A
7924: E
7925: D
7926: C
7927: C
7928: D
7929: A
7930: E
7931: E
7932: C
7933: D
7934: B
7935: D
7936: B
7937: D
7938: C
7939: B
7940: A